sexta-feira, 15 de maio de 2009

Devaneio

louco, mouco,
muito, pouco,
rouco, toco,
soco, o punho,
torço o dito,
visto, partido,
quebrado, muito,
de novo, não há vontade.
se sabe e não se diz,
não crê quem ouviu.
Verdade? Verdadeira.


Horrível, não é? Eu acho, mas faz um sucessão. Estou vendendo os direitos autorais.

E explicando a minha rispidez no parágrafo anterior: é que ando muito pela net lendo poesias e às vezes caio em sites de pessoas que se intitulam poetas (homens e mulheres) sem ao menos saberem usar a vírgula numa oração. Não dá! Perco a paciência. Tenho alguma coisa com isso (com a má poesia que escrevem) ou sou crítica literária? Não e não. Mas esse é o meu jeitinho de ser.



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