quarta-feira, 16 de abril de 2014

Fui!

Feriadão: Páscoa, Tiradentes, São Jorge e vou aproveitar para escapar-me daqui. Eu volto, um dia.


terça-feira, 15 de abril de 2014

segunda-feira, 14 de abril de 2014

E falando sobre relacionamento...



Vivemos uma época em que tememos a solidão. A condição de estar só virou o “mal” do século XXI, o bicho papão do nosso tempo. Numa era em que a cada segundo uma nova tecnologia é inventada para encurtar distâncias e – teoricamente – aproximar as pessoas, o que não vale é se sentir esquecido.

Esse temor de ficar sozinho desenvolveu até aquele tipo de pessoa que sempre está namorando. Não consegue ficar sozinha, talvez por medo ou insegurança, confunda sentimentos em troca de ter alguém ao seu lado. Termina um relacionamento e já engata em outro, não dá nem tempo de curar as cicatrizes do último amor, de se preparar pra respirar fundo outra vez, e ela já muda o status de relacionamento do Facebook num piscar de olhos.

Parece que é impossível ser feliz sem uma metade pra te completar. Mas o que os outros esquecem é que antes de tudo vem o amor próprio, e é por isso que temos que amar também a nossa solidão. É preciso muito discernimento para não confundir amor com carência, é preciso muita coragem para não se afundar num poço de dependência emocional. É preciso estar atento para encontrar pessoas que combinem conosco, nos compreendam e, acima de tudo, acolham a nossa solidão, para aí partilhar a solidão um com o outro.

(Laís Montagnana)






Eu acho que as pessoas estão muito carentes. Em um mês e meio estão amando perdidamente, passa mais um mês terminam e logo a seguir estão em busca do próximo amor testando seu sex appeal na balada, e novamente estarão amando perdidamente o próximo. Eu não entendo essa gente...

fonte: Desiludindo

domingo, 13 de abril de 2014

Desejos de boa leitura...

Boa Semana!






José Mauro de Vasconcelos in Meu Pé de Laranja Lima


fonte:Revista Bula

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Pra ser sincero







"Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação."

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Não te apaixones...







Não te apaixones por uma mulher que lê,
por uma mulher que tem sentimentos,
por uma mulher que escreve.
Não te apaixones por uma mulher culta,
delirante, louca.
Não te apaixones por uma mulher que pensa,
que sabe o que sabe
e também sabe voar,
uma mulher confiante em si mesma.
Não te apaixones por uma mulher que ri ou chora
quando faz amor,
que sabe transformar a carne em espírito;
e muito menos te apaixones
por uma mulher que não é capaz de viver sem música.
Não te apaixones por uma mulher
que está interessada em política,
que é rebelde e sente um enorme horror pelas injustiças.
Não te apaixones por uma mulher
que não gosta de assistir televisão.
Nem de uma mulher que é bonita,
mas, que não se importa com as características
de seu rosto e de seu corpo.
Não te apaixones por uma mulher intensa,
brincalhona, lúcida e irreverente.
Não queiras te apaixonar por uma mulher assim.
Porque quando te apaixonares
por uma mulher como esta,
se ela vai ficar contigo ou não,
se ela te ama ou não,
de uma mulher assim,
jamais conseguirás ficar livre.


Martha Rivera Garrido

terça-feira, 8 de abril de 2014

50 Receitas



Comportamento Ético

Fica a Dica:





• A compaixão, relacionada com a ajuda ao próximo;
• A não-maleficência, que trata de evitar a imposição de sofrimento ou
privação ao próximo;
• A beneficência, que procura prevenir e combater o sofrimento do próximo,
promover a felicidade do próximo, e com natural e maior intensidade à
nossa família e amigos;
• A imparcialidade: tratar as pessoas da forma como merecem ser tratadas,
tendo direitos iguais até que o mérito ou necessidades justifiquem
tratamento especial;
• A coragem para se opor a injustiças, mesmo que em prejuízo próprio;
• O respeito à autonomia individual: não manipular ou induzir o pensamento
das pessoas, mesmo que para o próprio bem delas;
• A honestidade: não enganar as pessoas. A mentira é um vício, especialmente
quanto à supervalorização das próprias capacidades. Acostume-se
a saber que as pessoas merecem saber a verdade;
• Não fazer promessas que não pretende ou que sabe que dificilmente
conseguirá cumprir;
• Integridade: cumprir com as obrigações, mesmo que a despeito de
inconveniência pessoal.
• Consistência. Pode-se medir o valor moral de um ser humano pela
consistência de suas ações. 

Cada vez mais me interesso por pessoas éticas e me afasto das que não são, e não me arrependo.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

domingo, 6 de abril de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

Perfeito







domingo, 30 de março de 2014

Saudades



Tenho uma amiga que diz que é pra desgraça, vamos com tudo. Então toma lá Saudade.

Saudades




Eu não sei explicar como ela acontece, só que as vezes bate de um jeito que me coloca do avesso, o coração aperta de um jeito, que sem esforço algum me sinto lá longe, posso sentir até os cheiros do Porto. Não sei se foi porque os primos telefonaram no fim de semana, não sei, só sei que quando ela vem me aperta inteira.


quinta-feira, 27 de março de 2014

Paixão


Tenho uma paixão por esta senhora, ...eu ainda era adolescente quando ouvi Años pela primeira vez através de uma amiga do Colégio Princesa Isabel. A família dela havia sido perseguida durante a Ditadura, portanto Mercedes Sosa e outros tantos faziam parte da sua discoteca. Sim, sou da época do disco, depois veio o CD, DVD...







segunda-feira, 24 de março de 2014

Anjo



Não tenho a menor dúvida que meu Sasha era um anjo.




sábado, 22 de março de 2014

Vamos falar de coisa séria?



Não sou de vir ao Nuvens no fim de semana, mas hoje o dia merece um registro. 


Por mais estapafúrdio que pareça, no dia de hoje foi marcada uma manifestação em todo o Brasil, a "Marcha das Famílias com Deus pela Liberdade", um revival da mesma marcha que ocorreu em 1964, que antecedeu ao Golpe Militar. 

A marcha que foi uma resposta à "ameaça comunista" na época. Sim, pasmem, existem pessoas no Brasil que acreditam que vivemos sob ameaça comunista, há quem creia que vivemos numa Ditadura de Esquerda e há quem creia que uma intervenção militar é a solução para todos esses males que estaríamos vivendo no Brasil.

Este tipo de pensamento beira a linha tênue entre o horror e o patético. Eu fico imaginando que apenas viúvas da Ditadura e elementos da mesma é que podem sentir saudades daquela época.

Bem, de qualquer maneira, venho informar que a adesão foi ridícula, e que Deus não compareceria a uma manifestação em prol de torturadores e assassinos. No Rio de Janeiro, compareceram umas 100 pessoas, 200 em São Paulo, 40 em Brasília, 3 em Florianópolis e por aí vai. Abaixo segue o oportuno texto que Zuenir Ventura escreveu para o jornal O Globo, com relação à tal marcha e não só.

E só para complementar. foi muito bom descobrir que a imbecilidade não assola a grande maioria do povo brasileiro.


OS LIMITES DO PERMITIDO
, por Zuenir Ventura


Está marcada para hoje em SP a reedição da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, organizada pelos que, insatisfeitos com o presente, acham que a solução é a volta dos militares ao poder. Muita gente considera o ato uma provocação, no momento em que são reveladas as atrocidades cometidas pela ditadura implantada no país há meio século.

Como contrapartida, também está sendo convocada a Marcha Antifascista. São manifestações que fazem parte do jogo democrático, desde que realizadas dentro da ordem. No primeiro caso, ressalte-se a curiosa contradição: vão pedir o retorno de um regime que se caracterizou justamente pela proibição de protestar. É usar a democracia para tentar acabar com ela.

O pretexto é o mesmo do passado: temor de um golpe comunista, num país em que foi mais fácil pôr fim ao comunismo do que ao eterno anticomunismo. Há dias, o ex-ministro José Serra, presidente da UNE em 1964, escreveu que “nada mais fantasioso do que supor que o Brasil pudesse virar uma Cuba ou que a esquerda, em 63-64, estivesse armada”.

O mesmo poderia ser dito hoje. Mas, nas palestras e debates desse concorrido ciclo sobre os 50 anos do golpe, a democracia tem sido muito questionada, principalmente pelos jovens.

Há uma certa nostalgia de um tempo idealizado, não vivido, estimulada por aqueles mais velhos que acham que tudo piorou: a corrupção, a impunidade, a violência urbana, o crime organizado, a lentidão da Justiça, a banda podre da polícia, a inoperância enfim das instituições. Será que isso já não existia naquela época?

De uma maneira ou de outra, claro que sim, só que a opinião pública não sabia, a censura não deixava. Com a liberdade de imprensa e a disputa de mercado, sabe-se tudo. Se um veículo não publica, o concorrente escancara. E assim temos um país que às vezes cheira mal, tem aspecto ruim, mas é um nervo completamente exposto.

Essa superexposição, porém, não pode servir de álibi para não se corrigir as mazelas de um sistema imperfeito com cara de impotente. Não basta expor os defeitos, é preciso corrigi-los. Uma indignação resignada, feita de críticas e denúncias, está criando uma espécie de inconformismo conformado, sem poder de transformação.

Na política, a hipocrisia, em que se finge ser o que não se é, foi substituída pelo cinismo, em que se assume o que se é, mas trocando os sinais. O vício vira virtude e o culpado posa de vítima, como no caso dos mensaleiros.

A verdade é que há limites de permissividade sendo testados. Protestos rotineiros com ônibus incendiados e quebra-quebra por qualquer motivação são apenas um exemplo. O mais grave, no entanto, é a prática da justiça pelas próprias mãos. Num momento de confusão como o atual, é preciso ficar claro que democracia é tolerância, mas não leniência, é liberdade com lei, não anarquia.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Poesia



E acho que Vivaldi pode representar este dia muito bem.




quinta-feira, 20 de março de 2014

Happy / We are Rio




Pois é, é esse o jeitinho Carioca de ser: Happy! Perante todos os problemas e dificuldades: Happy! Só quem é do Rio sabe como é se sentir assim. Beijinho no ombro.


terça-feira, 18 de março de 2014

domingo, 16 de março de 2014

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