quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quieta no meu canto

Não é tristeza, nem melancolia, preciso ficar assim, quieta no meu canto, eu e meus pensamentos, minha música, minha casa, minha escrita e minhas coisas, longe de gentes. A conversa me agride, o barulho do telefone machuca porque interfere, é a solidão interrompida, necessária, amiga aconchegante que faz com que eu recupere as energias. Não é pra entender. É coisa de gente que pensa demais.





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