sexta-feira, 10 de março de 2006

Expo Dog - Crufts 2006



Adoro animais e plantas e os filhos dos outros. Não necessariamente nessa ordem. E mandando recado a pessoas mais sensíveis, não estou comparando crianças à bichos, nem dando menos importância, nem... blá-blá-blá.

Quanto aos bichos, prefiro cães, cavalos e outros, e nessa ordem. De aves, tenho pavor, tirando patos, marrecos e todos os que tenham bicos quadrado. Tenho mêdo de todas as aves que têem bico pontudo e acredito que seja um trauma de infância do qual não me lembro.

Quando éramos muito pequenas, eu e minha prima estávamos brincando no sítio de nossos avós e dizem que ela apareceu - felicíssima - dizendo, e eu junto dela, que tinha matado um pinto. Lembro qualquer coisa, mas pouco, mas esse fato é do conhecimento de toda a família. O meu trauma é por motivos óbvios, do conhecimento de poucos.

Então, creio que a culpa toda desse trauma foi do pinto, corajosamente assassinado por afogamento pela minha salvadora. Nem preciso dizer o quanto nós duas nos damos bem até hoje.

Mas quanto à Crufts 2006, nessa semana em Birmingham, na Grã Bretanha acontece até domingo a maior exposição de cães do mundo, onde cento e vinte mil pessoas são esperadas.

Ao contrário dos americanos, não é habitual na Europa - de um modo geral - vestir animais como se fossem humanos com roupinhas de baile, pijaminhas. Menos ainda pintar suas unhas com esmalte ou seu pêlo da cor da roupa de sua dona a cada dia que sai com ela para passear.

Acho a relação humano/cão na Europa mais saudável do que na América. É bastante comum ter um animal por gostarem verdadeiramente de uma determinada raça e cuidarem deste com total responsabilidade, seja comprando ou adotando. Excessos da parte de seres racionais existem em qualquer país do mundo, mas verifica-se uma atitude mais saudável nesses países do que em algumas cidades americanas, e inclusive aqui no Brasil.

Os cães - animais de uma maneira geral - não passam doenças com a facilidade que pessoas acreditam que isso aconteça. Um cão vacinado e vermifugado mensalmente não contamina o local que pisa e nem a areia da praia fica contaminada com a sua passagem pelo local.

Um cão solto pode causar transtornos e é apenas por isso que é mais civilizado, neste caso, não levar seu cão à praia.

Sou dona de um cocker spaniel inglês azul-ruão obediente e simpático, o Sasha, que tem sobrenome apenas porque gosto muito da personalidade da raça, e esse detalhe era a minha garantia. Além disso, é portuense da gema. Também já tive há muitos anos atrás, um pastor belga e outro alemão. Gosto de cães!!!

Adoraria ter outro cocker ou um gato angorá para fazer companhia à ele, já que ele adora gatos, mas quase nunca o contrário é verdadeiro, só que ele ainda não entende esse desprezo da parte dos gatos.

Se tiverem de ir à esses lados, dêem um salto da exposição. Caso contrário veja-os aqui.












fonte: BBC Brasil

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