quinta-feira, 16 de março de 2006

Nacionalíssima

Os tempos andam bicudos, falar sobre nacionalismos pode dar idéia de ideologias de direita, falar de direitos faz-nos lembrar que temos muitos. Escritos no papel. Mas ela é nossa! Nacionalíssima, a cachaça, que ficou popularmente conhecida como pinga!

A Semana de Arte Moderna de 1922 resgatou a brasilidade, em consequência resgatamos o samba, a feijoada e a cachaça, produtos tradicionalmente brasileiros. Ela também é conhecida como:água benta, mardita, malvada, água que passarinho não bebe e inclusive, uma boa idéia!

E como tudo o que é popular tem assunto que não acaba mais, na Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a história da cachaça no Brasil é tema do livro "Cachaça - Um amor brasileiro", de Alessandra Garcia Trindade, que pode ser encontrado no estande da editora Melhoramentos, que se encerra no domingo (dia 19) no pavilhão do Anhembi.

A autora visitou uma série de produtores, não sei se teve o prazer de provar as diferenças que hoje podem ser encontradas nesse produto de exportação e consultou documentos históricos. De acordo com a publicação, a cachaça é a segunda bebida mais consumida no Brasil, só perde para a cerveja. A autora revela também que a produção nacional de cachaça é de 1,3 bilhão de litros/ano.



n.r.: mal aguento um copo inteiro de caipirinha, mas que é gostosa, é!

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