segunda-feira, 23 de março de 2009

Há coisas inexplicáveis

Detesto ser repetitiva, mas agora encafifei e preciso pensar alto.

Do nada me lembrei dos Gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo, achei uma matéria no blog do Favre e postei aqui, e ainda de quebra, mencionei o Nunca, que tem uma obra maravilhosa. No dia seguinte, abro a net como faço habitualmente para ler as notícias e vejo um link sobre uma entrevista do Nunca na UOL, aqui.


Não só pensei como fiquei hiper feliz com a coincidência, porque na entrevista, o Nunca explica o seu trabalho e fala, bem melhor do que eu posso falar, um pouco sobre a arte do grafite.

Tudo tranquilo, uma pessoa vai dormir em paz, com a certeza do dever cumprido.

Tinha por hábito ler parte do Primeiro Caderno do O GlOBO e passar os olhos no resto do jornal enquanto tomava meu café da manhã, mas ando sem tempo pra isso, agora folheio o Primeiro Caderno e só leio o que me interessa, deixando todo o resto do jornal para a noite.



E lá estou eu, sentadinha no sofá enquanto corre aquela novela horrorosa, Caminho das Índias, lendo meu jornalzinho, quando chego ao Segundo Caderno e aí dei uma meio gargalhada, achando a coincidência a coisa mais bizarra dos últimos dias, isso porque aconteceu-me outra, mas essa é pra esquecer.

E, lá estavam eles: os Gêmeos, na primeira e segunda página do Segundo Caderno, que coincidência! Passei os olhos freneticamente pelo texto e ainda pensei que era demais pra uma Maria só, mas aguentei firme e li a palavra ¨exposição¨, aí sim, comecei a ler com calma. Pois muito bem, meninas e meninos do meu Brasil, os rapazes estão expondo suas obras no CCBB, aqui no Rio.



Não sou amiga deles, nem faço parte da tribo, sou uma mera espectadora do grafiting que andam fazendo por aí, mas não encontro tanta informação quanto gostaria e vou deixando a coisa, no caso o grafite, rolar na minha vida e tem aparecido como uma boa surpresa, através das descobertas e coincidências mais bizarras e mais felizes, inclusive através de pessoas, as quais eu nem imaginava fazerem parte desse mundo. Gosto de arte, e essa é mais uma expressão dela que curto.

A exposição se chama, VERTIGEM, e mais uma vez, coincidentemente, ando as tardes ali pelo Centro do Rio, não tão próxima ao CCBB, mas ali, no meio do acontecimento. Não vou à expo amanhã, mas irei essa semana e amanhã colocarei aqui a matéria bacana que saiu no Segundo Caderno do jornal O Globo de hoje.





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