segunda-feira, 16 de março de 2009



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Sei das águas de ti flores de todas as primaveras árvores do futuro. Das minhas desaguadas nos mares antes de tempo e em tempos outros. Sei do aconchego da manta urdida de afectos que nos cobre em noites frias. E da vermelha sangue vida que nos envolve em tardes quentes de luta. Mas não sei dos trilhos que vais percorrendo na vida. Às vezes queria perder-me nos meus, mas encontro-te sempre ao virar da esquina. E é bom encontrar-te. Não importa o tempo que demora, mas encontrar-te, sempre...


Maria
foto: Szara Reneta

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