segunda-feira, 30 de março de 2009


Gosto de gente. Mas fico triste perante a falta de afeto. Não falo da falta de demonstrações de afeto, falo da falta de sentimento, da dureza do coração.
Não falo de mim. Falo do que escuto e do que leio.
Não falo das pessoas que gosto. Falo de outros seres humanos.
Escrever na blogosfera me leva a contatos virtuais riquíssimos, a experiências diferentes de afeto. Então, como não senti-lo?
Não falo do amor homem-mulher, que exige química e vários outros temperos que só a proximidade física é capaz de dar.
Falo de amizade que só depende de afinidades e palavras de carinho.
Como é possível não sentir amizade por pessoas que demonstram afeto, mesmo sendo afeto virtual, por nós?
Eu sinto. Me sinto riquíssima por eles gostarem de mim e eu deles.
Mas fico triste em saber que existe quem não sinta.
Essa dureza hoje me entristeceu, mesmo não sendo eu a vítima dela.
Gosto de gente e vou continuar a gostar, mesmo sabendo que existem duros corações por aí.


fonte:Euzinha

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