terça-feira, 14 de abril de 2009

Eu sempre soube que eu não batia bem...

...mas ter certeza, dói, tá?


O que é déjà vù?


O termo francês déjà vu significa, literalmente, "já visto". Quem já o teve descreve-o como uma sensação de familiaridade com algo que, aparentemente, está sendo experimentado ou vivenciado pela primeira vez. Por exemplo, você está visitando um país pela primeira vez. Ao visitar um determinado local, subitamente tem a impressão de que já esteve lá antes. Talvez você esteja jantando com um grupo de amigos, falando sobre algum tema político atual, quando tem a sensação de que já vivenciou esse momento - os mesmos amigos, o mesmo jantar, o mesmo assunto.

O fenômeno é bastante complexo e há muitas teorias sobre a razão pela qual isso acontece. O estudioso suíço Arthur Funkhouser sugere que há várias "experiências déjà" e afirma que, para estudar melhor o fenômeno, é preciso perceber as nuances entre as experiências. Nos exemplos citados acima, Funkhouser descreveria o primeiro incidente como déjà visite ("já visitado") e o segundo, como déjà vecu ("já vivenciado").

Setenta por cento da população diz ter vivenciado alguma forma de déjà vu. Um número maior de incidentes ocorre na faixa etária que fica entre os 15e os 25 anos.

O déjà vu está associado à epilepsia do lobo temporal. Aparentemente, ele pode ocorrer antes de um ataque epiléptico. Pessoas que sofrem ataque epiléptico desse tipo podem vivenciar déjà vu durante o ataque propriamente dito ou nos momentos entre as convulsões.

O déjà vu ocorre em indivíduos com ou sem problemas médicos, havendo muitas especulações sobre como e por que esse fenômeno acontece. Vários psicanalistas atribuem o déjà vu à simples fantasia ou realização do desejo, enquanto alguns psiquiatras dizem que é causado por uma combinação errônea no cérebro, fazendo o cérebro confundir o presente com o passado. Muitos parapsicólogos acreditam que ele está relacionado a uma experiência de vida passada. Obviamente, é preciso investigar mais.

n.r.: minha relação, digamos assim, com o deja vù, ultrapassou a barreira dos 25 anos, meu cérebro continuou confusso com o passar do tempo. Concluo então que o meu caso é grave.


fonte:HowStuffWorks

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