Cientistas afirmaram ter testemunhado o que pode ser o nascimento de um novo oceano no nordeste da Etiópia, na África.
A equipe de cientistas britânicos e etíopes observou o desenvolvimento de uma fenda na região do Deserto de Afar em setembro e ficou surpresa com a velocidade com que a fissura se desenvolveu, chegando a 60 km de comprimento em apenas três semanas de observação.
A fenda seria apenas um pequeno passo em uma separação que pode ocorrer a longo prazo, com potencial de criar o novo oceano.
"É o primeiro grande evento que observamos em uma área de fendas desde o surgimento de algumas técnicas por satélite que usamos agora, que nos dão a capacidade, com resolução e detalhes (suficientes), de ver o que realmente está acontecendo", disse Cindy Ebinger, da Universidade Real de Holloway de Londres.
A descoberta da equipe de cientistas britânicos e etíopes foi anunciada nesta quinta-feira na Reunião de Outono da União Americana de Geofísica, em São Francisco, Estados Unidos.
A equipe de cientistas britânicos e etíopes observou o desenvolvimento de uma fenda na região do Deserto de Afar em setembro e ficou surpresa com a velocidade com que a fissura se desenvolveu, chegando a 60 km de comprimento em apenas três semanas de observação.
A fenda seria apenas um pequeno passo em uma separação que pode ocorrer a longo prazo, com potencial de criar o novo oceano.
"É o primeiro grande evento que observamos em uma área de fendas desde o surgimento de algumas técnicas por satélite que usamos agora, que nos dão a capacidade, com resolução e detalhes (suficientes), de ver o que realmente está acontecendo", disse Cindy Ebinger, da Universidade Real de Holloway de Londres.
A descoberta da equipe de cientistas britânicos e etíopes foi anunciada nesta quinta-feira na Reunião de Outono da União Americana de Geofísica, em São Francisco, Estados Unidos.





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