quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
9 Coisas para interiorizar
1. Trabalhar dá trabalho. Estudar dá trabalho. Fazer uma coisa bem feita dá trabalho.
2. É estúpido tentar agradar a toda a gente. É impossível forçar alguém a gostar de nós, muito menos com frases feitas e poses estudadas.
3. É impossível não errar. Sempre que fazemos uma coisa nova, vamos começar por fazê-la mal.
4. Ter medo é normal. Não há problema em sentir medo, desde que façamos o que temos a fazer, apesar do medo.
5. Não há pessoas perfeitas. Se alguém que admirávamos nos desilude, é porque estávamos iludidos. (Esta me encaixou como uma luva, preciso mudar)
6. Somos mais do que as coisas que fazemos. É possível ter feito asneirada e continuar a ser boa gente.
7. As relações não são como nos filmes. Estar casado não é um mar de rosas e ninguém está sempre apaixonado. Amar uma pessoa a sério dá muito trabalho. Mas vale a pena.
8. Há coisas que não mudam. Há situações e pessoas que não vão mudar, mas a nossa forma de lidar com isso pode sempre mudar.
9. Há listas de bons conselhos que não servem de nada, porque há coisas que só se aprendem se forem vividas. (Outra que me encaixa como luva, prefiro quebrar a cara - e quebro muito - do que ficar na dúvida)
fonte:Caxi Burnay Lencastre
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Somos Todos Macacos
Eu já adorava o futebol do Daniel Alves, agora eu o admiro como pessoa.
"Se todos os cretinos voassem jamais veríamos o sol.
Mas, de quando em quando, volto a ter esperança na espécie humana. Isso acontece quando a ironia substitui a violência. De um animal agredido podemos esperar uma patada mas só do homem pode vir o deboche.
O gesto do jogador de futebol Daniel Alves comendo a banana que lhe foi atirada por um racista teve leitura planetária instantânea. Foram segundos mais fortes do que muitos seminários, simpósios, estudos científicos, campanhas de mobilização contra o racismo. Na leveza e simplicidade da atitude do atleta nos revemos todos nós que acreditamos que há várias maneiras de dar a outra face sem, por isso, levar dois estalos.
Daniel Alves deveria por isso ganhar o título de publicitário do ano. A sua dentada na banana associada a frase “Somos Todos Macacos” tornou-se numa das mais bem conseguidas acções de propaganda que tenho memória. E uma prova de que as redes sociais servem para mais coisas além de serem território livre para atrasados mentais destiladores de ódio.
Ou como diria o meu Tio Olavo: “Incluindo o Tarzan, somos todos macacos”." Edson Athayde
foto: Globo Esporte
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
E falando sobre relacionamento...
Vivemos uma época em que tememos a solidão. A condição de estar só virou o “mal” do século XXI, o bicho papão do nosso tempo. Numa era em que a cada segundo uma nova tecnologia é inventada para encurtar distâncias e – teoricamente – aproximar as pessoas, o que não vale é se sentir esquecido.
Esse temor de ficar sozinho desenvolveu até aquele tipo de pessoa que sempre está namorando. Não consegue ficar sozinha, talvez por medo ou insegurança, confunda sentimentos em troca de ter alguém ao seu lado. Termina um relacionamento e já engata em outro, não dá nem tempo de curar as cicatrizes do último amor, de se preparar pra respirar fundo outra vez, e ela já muda o status de relacionamento do Facebook num piscar de olhos.
Parece que é impossível ser feliz sem uma metade pra te completar. Mas o que os outros esquecem é que antes de tudo vem o amor próprio, e é por isso que temos que amar também a nossa solidão. É preciso muito discernimento para não confundir amor com carência, é preciso muita coragem para não se afundar num poço de dependência emocional. É preciso estar atento para encontrar pessoas que combinem conosco, nos compreendam e, acima de tudo, acolham a nossa solidão, para aí partilhar a solidão um com o outro.
(Laís Montagnana)
Eu acho que as pessoas estão muito carentes. Em um mês e meio estão amando perdidamente, passa mais um mês terminam e logo a seguir estão em busca do próximo amor testando seu sex appeal na balada, e novamente estarão amando perdidamente o próximo. Eu não entendo essa gente...
fonte: Desiludindo
domingo, 13 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Pra ser sincero
"Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação."
Marcadores:
engenheiros do hawaii - pra ser sincero,
Música
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Não te apaixones...

Não te apaixones por uma mulher que lê,
por uma mulher que tem sentimentos,
por uma mulher que escreve.
Não te apaixones por uma mulher culta,
delirante, louca.
Não te apaixones por uma mulher que pensa,
que sabe o que sabe
e também sabe voar,
uma mulher confiante em si mesma.
Não te apaixones por uma mulher que ri ou chora
quando faz amor,
que sabe transformar a carne em espírito;
e muito menos te apaixones
por uma mulher que não é capaz de viver sem música.
Não te apaixones por uma mulher
que está interessada em política,
que é rebelde e sente um enorme horror pelas injustiças.
Não te apaixones por uma mulher
que não gosta de assistir televisão.
Nem de uma mulher que é bonita,
mas, que não se importa com as características
de seu rosto e de seu corpo.
Não te apaixones por uma mulher intensa,
brincalhona, lúcida e irreverente.
Não queiras te apaixonar por uma mulher assim.
Porque quando te apaixonares
por uma mulher como esta,
se ela vai ficar contigo ou não,
se ela te ama ou não,
de uma mulher assim,
jamais conseguirás ficar livre.
Martha Rivera Garrido
terça-feira, 8 de abril de 2014
Comportamento Ético
Fica a Dica:
• A compaixão, relacionada com a ajuda ao próximo;
• A não-maleficência, que trata de evitar a imposição de sofrimento ou
privação ao próximo;
• A beneficência, que procura prevenir e combater o sofrimento do próximo,
promover a felicidade do próximo, e com natural e maior intensidade à
nossa família e amigos;
• A imparcialidade: tratar as pessoas da forma como merecem ser tratadas,
tendo direitos iguais até que o mérito ou necessidades justifiquem
tratamento especial;
• A coragem para se opor a injustiças, mesmo que em prejuízo próprio;
• O respeito à autonomia individual: não manipular ou induzir o pensamento
das pessoas, mesmo que para o próprio bem delas;
• A honestidade: não enganar as pessoas. A mentira é um vício, especialmente
quanto à supervalorização das próprias capacidades. Acostume-se
a saber que as pessoas merecem saber a verdade;
• Não fazer promessas que não pretende ou que sabe que dificilmente
conseguirá cumprir;
• Integridade: cumprir com as obrigações, mesmo que a despeito de
inconveniência pessoal.
• Consistência. Pode-se medir o valor moral de um ser humano pela
consistência de suas ações.
Cada vez mais me interesso por pessoas éticas e me afasto das que não são, e não me arrependo.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
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