Os portugueses estão ficando mais velhos, casam mais tarde e têm o primeiro filho com mais idade.
Esses são alguns dos dados do estudo Indicadores Sociais de 2004, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística, um organismo oficial português.
Segundo o estudo, no final de 2004, havia 108,7 idosos (acima de 65 anos) para cada 100 jovens, o que representa um crescimento acentuado em relação aos 106,8 por 100 de 2003 e 102,2 por 100 de 2000.
Com esses dados, Portugal compartilha das preocupações dos países europeus, que enfrentam dificuldades na seguridade social, com menos pessoas pagando e mais beneficiários do sistema.
A natalidade também caiu: menos 2,9% de nascidos vivos em 2004 em relação a 2003. As mulheres estão tendo o primeiro filho em média 1,6 ano mais tarde do que há quatro anos, o que também contribui para o envelhecimento da população.
No entanto, a queda na natalidade não implicou uma diminuição da população, devido à redução da taxa de mortalidade. Em 2004, a taxa de mortalidade foi de 9,7 por mil, menos 6,3% do que no ano anterior.
Outro fator que ajudou a segurar as contas da seguridade social foi o aumento da imigração com o objetivo de conseguir trabalho no país. No final de 2004, 6% das 10,5 milhões de pessoas que moravam em Portugal eram imigrantes – em 2003 eram apenas 5%.
Uma das tendências observadas no estudo é que as famílias ficam cada vez menores. Em 2004, 71% das famílias tinham até 3 pessoas – no ano anterior eram 70%.
O número de casamentos teve uma redução ainda maior, caindo 8,5% de 2003 para 2004. Desde 2000, a queda do número de casamentos foi de 23%.
A idade média do casamento também aumentou, subindo de 2003 para 2004 entre os homens de 30,5 para 30,9 anos e entre as mulheres de 28,2 para 28,5 anos. Em relação ao ano 2000, a idade média para os casamentos aumentou 1,6 ano, tanto para homens como para mulheres.
A taxa de divórcios manteve-se estável, nos 2%. No entanto, a idade média do divórcio subiu para 41,7 anos, mais 2,4 anos do que em 2003.
n.r.: esta notícia está também no blog "Lua".
Esses são alguns dos dados do estudo Indicadores Sociais de 2004, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística, um organismo oficial português.
Segundo o estudo, no final de 2004, havia 108,7 idosos (acima de 65 anos) para cada 100 jovens, o que representa um crescimento acentuado em relação aos 106,8 por 100 de 2003 e 102,2 por 100 de 2000.
Com esses dados, Portugal compartilha das preocupações dos países europeus, que enfrentam dificuldades na seguridade social, com menos pessoas pagando e mais beneficiários do sistema.
A natalidade também caiu: menos 2,9% de nascidos vivos em 2004 em relação a 2003. As mulheres estão tendo o primeiro filho em média 1,6 ano mais tarde do que há quatro anos, o que também contribui para o envelhecimento da população.
No entanto, a queda na natalidade não implicou uma diminuição da população, devido à redução da taxa de mortalidade. Em 2004, a taxa de mortalidade foi de 9,7 por mil, menos 6,3% do que no ano anterior.
Outro fator que ajudou a segurar as contas da seguridade social foi o aumento da imigração com o objetivo de conseguir trabalho no país. No final de 2004, 6% das 10,5 milhões de pessoas que moravam em Portugal eram imigrantes – em 2003 eram apenas 5%.
Uma das tendências observadas no estudo é que as famílias ficam cada vez menores. Em 2004, 71% das famílias tinham até 3 pessoas – no ano anterior eram 70%.
O número de casamentos teve uma redução ainda maior, caindo 8,5% de 2003 para 2004. Desde 2000, a queda do número de casamentos foi de 23%.
A idade média do casamento também aumentou, subindo de 2003 para 2004 entre os homens de 30,5 para 30,9 anos e entre as mulheres de 28,2 para 28,5 anos. Em relação ao ano 2000, a idade média para os casamentos aumentou 1,6 ano, tanto para homens como para mulheres.
A taxa de divórcios manteve-se estável, nos 2%. No entanto, a idade média do divórcio subiu para 41,7 anos, mais 2,4 anos do que em 2003.
n.r.: esta notícia está também no blog "Lua".





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