A organização ambientalista WWF (Fundo Mundial para a Natureza) anunciou a possível descoberta de uma nova espécie de mamífero nas densas florestas de Bornéu.
O WWF obteve duas imagens do animal, que é maior do que um gato doméstico, e tem uma longa cauda.
A população local, segundo o WWF, não havia visto a espécie antes, e pesquisadores dizem que ela parece ser uma espécie desconhecida.
A criatura, que se acredita ser carnívora, foi observada no Parque Nacional Kayan Mentarang, no território indonésio de Bornéu.
Até agora, as imagens são tudo o que existe. Mas elas foram suficientes para convencer Nick Isaac, do Instituto de Zoologia de Londres, de que o animal pode realmente ser novo.
“Nas fotos ele parece um lêmur, mas certamente não deveria haver lêmures em Bornéu”, disse ele à BBC. Os lêmures, primatas com longas caudas, estão confinados à ilha de Madagascar.
“É mais provável que seja um viverrídeo – a família que inclui a fuinha e a algália –, que é um grupo muito pouco conhecido”, disse Isaac.
Esta pode ser uma das razões para ele não ter sido visto antes. Outra poderia ser que o acesso ao coração de Bornéu está se tornando mais fácil conforme os centros populacionais se expandem e novas estradas são construídas.
A matéria na íntegra aqui.
O WWF obteve duas imagens do animal, que é maior do que um gato doméstico, e tem uma longa cauda.
A população local, segundo o WWF, não havia visto a espécie antes, e pesquisadores dizem que ela parece ser uma espécie desconhecida.
A criatura, que se acredita ser carnívora, foi observada no Parque Nacional Kayan Mentarang, no território indonésio de Bornéu.
Até agora, as imagens são tudo o que existe. Mas elas foram suficientes para convencer Nick Isaac, do Instituto de Zoologia de Londres, de que o animal pode realmente ser novo.
“Nas fotos ele parece um lêmur, mas certamente não deveria haver lêmures em Bornéu”, disse ele à BBC. Os lêmures, primatas com longas caudas, estão confinados à ilha de Madagascar.
“É mais provável que seja um viverrídeo – a família que inclui a fuinha e a algália –, que é um grupo muito pouco conhecido”, disse Isaac.
“Uma das fotos claramente mostra o comprimento da cauda e o quão musculosa ela é. As algálias usam suas caudas para se equilibrar nas árvores, então este novo animal deve passar parte de seu tempo em cima de árvores também.” Algália
A matéria na íntegra aqui.





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