museológico do Brasil totalmente dedicado ao tema
O Museu de Artes e Ofícios ocupa os prédios históricos da Estação Central onde funciona a principal estação do metrô e um ramal ferroviário, numa área de 9.200 metros², na Praça Rui Barbosa, no centro da capital mineira. A visitação do público estará aberta a partir do dia 10 de janeiro.
O projeto, do arquiteto e museólogo francês Pierre Catel, é uma iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez e foi desenvolvido a partir da doação ao patrimônio público de uma coleção de 2.200 peças, dos séculos XVIII, XVIX e XX, feita pela empreendedora cultural Ângela Gutierrez. Segundo ela, muitas peças foram obtidas durante viagens da família, em que o pai via os objetos, alguns em lugares abandonados, e falava na importância de resgatá-los para preservar a história.
O empreendimento já consumiu cerca de R$ 18 milhões. O projeto passou por várias fases, desde a ocupação dos dois prédios da Estação Central até a pesquisa do acervo aos trabalhos de restauração, montagem, obras de infra-estrutura, pavimentação, cobertura, desenvolvimento de conteúdos e instalação de multimídias. Também foi criado um jardim-museu, espaços para restaurante, área de eventos e de convivência e lojas.
O acervo vai apresentar ao público um amplo painel da história das relações sociais do trabalho no Brasil, nos últimos dois séculos - as tecnologias de produção da era pré-industrial, os fazeres, artes e ofícios que deram origem a muitas das profissões contemporâneas. Poderão ser vistos ferramentas, utensílios e equipamentos, que caracterizam formas de conhecimento e revelam diferentes condições de trabalho. Entre os destaques estão uma carpintaria do século XVIII, movida a água, e uma balança de pesar escravos, do século XVIII.
O projeto, do arquiteto e museólogo francês Pierre Catel, é uma iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez e foi desenvolvido a partir da doação ao patrimônio público de uma coleção de 2.200 peças, dos séculos XVIII, XVIX e XX, feita pela empreendedora cultural Ângela Gutierrez. Segundo ela, muitas peças foram obtidas durante viagens da família, em que o pai via os objetos, alguns em lugares abandonados, e falava na importância de resgatá-los para preservar a história.
O empreendimento já consumiu cerca de R$ 18 milhões. O projeto passou por várias fases, desde a ocupação dos dois prédios da Estação Central até a pesquisa do acervo aos trabalhos de restauração, montagem, obras de infra-estrutura, pavimentação, cobertura, desenvolvimento de conteúdos e instalação de multimídias. Também foi criado um jardim-museu, espaços para restaurante, área de eventos e de convivência e lojas.
O acervo vai apresentar ao público um amplo painel da história das relações sociais do trabalho no Brasil, nos últimos dois séculos - as tecnologias de produção da era pré-industrial, os fazeres, artes e ofícios que deram origem a muitas das profissões contemporâneas. Poderão ser vistos ferramentas, utensílios e equipamentos, que caracterizam formas de conhecimento e revelam diferentes condições de trabalho. Entre os destaques estão uma carpintaria do século XVIII, movida a água, e uma balança de pesar escravos, do século XVIII.





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