Na cirurgia, os médicos fizeram implante de pele, gordura e vasos sangüíneos, que foram removidos de um doador morto.
Os médicos informaram que a mulher não vai ficar parecida com o doador e nem com o que ela era antes do ataque. Terá um rosto "híbrido".
A técnica desse tipo de transplante já é conhecida em pesquisas feitas por cientistas dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e da França.
A pele do rosto de outra pessoa é melhor para o transplante, porque é mais parecida do que a pele de outra parte do corpo do paciente, que pode ter textura e cor diferentes.
Mas os médicos vinham evitando levar a técnica adiante por causa da preocupação ética e do impacto psicológico da mudança de aparência para o paciente.
Na Grã-Bretanha, o procedimento não é permitido por causa das preocupações relacionadas com a imunossupressão (a eventual rejeição do tecido que é usado), o impacto psicológico e as conseqüências de uma falha técnica.
Veja mais sobre a matéria aqui.
Mas os médicos vinham evitando levar a técnica adiante por causa da preocupação ética e do impacto psicológico da mudança de aparência para o paciente.
Na Grã-Bretanha, o procedimento não é permitido por causa das preocupações relacionadas com a imunossupressão (a eventual rejeição do tecido que é usado), o impacto psicológico e as conseqüências de uma falha técnica.
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2 comentários:
muito legal meus parabens......
quero fazer um convite a voce:
acesse meu blog tambem>:
jonatassilvanv.blogspot.com
deixe um comentario...............
Oi, Jonatas. Obrigada.
Vou sim. Abraços
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