O caso da primeira-dama brasileira, que também é cidadã italiana e pode votar nas próximas eleições na Itália, foi usado para criticar o abuso na concessão de passaportes para os “oriundi” e para defender o direito de voto dos estrangeiros que moram e trabalham no país.
A crítica teria vindo do ex-premiê Massimo D’Alema, um expoente da coalizão de centro esquerda, muito ligada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e foi tema de um artigo publicado na edição de quarta-feira do principal jornal italiano, o Corriere della Sera.
O título do artigo é “A mulher de Lula vota, a babá de meus filhos não”. D’Alema, que é amigo de Lula, é presidente do maior partido da esquerda italiana, o DS (Democráticos da esquerda).
A crítica teria vindo do ex-premiê Massimo D’Alema, um expoente da coalizão de centro esquerda, muito ligada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e foi tema de um artigo publicado na edição de quarta-feira do principal jornal italiano, o Corriere della Sera.
O título do artigo é “A mulher de Lula vota, a babá de meus filhos não”. D’Alema, que é amigo de Lula, é presidente do maior partido da esquerda italiana, o DS (Democráticos da esquerda).
De acordo com o jornal, ele acha uma disparidade que os italianos residentes no exterior possam votar e os imigrantes que estão no pais há anos não tenham esse direito.
O presidente do DS teria usado como exemplo o caso da primeira-dama Marisa Letícia, bisneta de italianos, que obteve o passaporte, com direito ao voto. O exemplo foi citado durante uma conferência do partido, segundo o jornal.
O político teria contado que numa de suas viagens ao Brasil, Marisa Letícia contou a ele pessoalmente que tinha recebido o certificado eleitoral.
“Ela fala apenas português, não sabia o que era”, teria dito D’Alema, definindo como absurdo que a babá de seus filhos, que vive legalmente há dez anos em sua casa e paga os impostos, não tenha o mesmo direito.
A primeira-dama brasileira obteve o passaporte italiano porque seus bisavós emigraram para o Brasil no início de 1900. Segundo uma lei italiana, aprovada em 1992, isto é suficiente para que o descendente conquiste a cidadania.
n.r.: posso estar enganada quanto a data, mas nos anos 90 a Itália passou a "distribuir" a cidadania italiana até a 4ª geração de brasileiros descendentes de italianos. Foi um "corre-corre" fenomenal!
O presidente do DS teria usado como exemplo o caso da primeira-dama Marisa Letícia, bisneta de italianos, que obteve o passaporte, com direito ao voto. O exemplo foi citado durante uma conferência do partido, segundo o jornal.
O político teria contado que numa de suas viagens ao Brasil, Marisa Letícia contou a ele pessoalmente que tinha recebido o certificado eleitoral.
“Ela fala apenas português, não sabia o que era”, teria dito D’Alema, definindo como absurdo que a babá de seus filhos, que vive legalmente há dez anos em sua casa e paga os impostos, não tenha o mesmo direito.
A primeira-dama brasileira obteve o passaporte italiano porque seus bisavós emigraram para o Brasil no início de 1900. Segundo uma lei italiana, aprovada em 1992, isto é suficiente para que o descendente conquiste a cidadania.
n.r.: posso estar enganada quanto a data, mas nos anos 90 a Itália passou a "distribuir" a cidadania italiana até a 4ª geração de brasileiros descendentes de italianos. Foi um "corre-corre" fenomenal!





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