O que é isso meu amor? Isso é fundo de quintal, é pagode pra valer...
domingo, 2 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007
Caridade
Prostituta chilena vende o corpo para ajudar crianças carentes

Uma prostituta chilena de luxo resolveu doar o lucro de 27 horas de seus serviços para um evento beneficente a favor das crianças carentes.
María Carolina, que diz cobrar US$ 300 (cerca de R$ 540) por 90 minutos (uia!) de serviços, disse que um de seus clientes habituais já comprou suas "horas de amor" para ajudar as criancinhas. Se alguém duvidar, María Carolina disse que vai publicar em sua página na Internet o comprovante do depósito bancário.
A presidente do sindicato das prostitutas, Marcia Poblete, apoiou a iniciativa, mas disse que muitas outras sindicalizadas já colaboram com a campanha, mas anonimamente.
O apresentador do Teletón, o animador Mario Kreutzberger, não gostou da idéia. Ele disse que a colaboração de María Carolina não está dentro dos "limites morais".
fonte:UOL Tablóide
María Carolina, que diz cobrar US$ 300 (cerca de R$ 540) por 90 minutos (uia!) de serviços, disse que um de seus clientes habituais já comprou suas "horas de amor" para ajudar as criancinhas. Se alguém duvidar, María Carolina disse que vai publicar em sua página na Internet o comprovante do depósito bancário.
A presidente do sindicato das prostitutas, Marcia Poblete, apoiou a iniciativa, mas disse que muitas outras sindicalizadas já colaboram com a campanha, mas anonimamente.
O apresentador do Teletón, o animador Mario Kreutzberger, não gostou da idéia. Ele disse que a colaboração de María Carolina não está dentro dos "limites morais".
fonte:UOL Tablóide
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Bichano
O que a gente faz quando aparece um gato miando embaixo de sua janela?!
Além de sentirmos uma imensa peninha por acharmos que o bichinho deve estar morto de fome, o alimentamos, não é?


Pois é! E descobri que o gatinho é uma gatinha - o porteiro do prédio verificou in loco ou in bichano - e que não é muito fã de leite desnatado, o único que consumimos aqui em casa, adora peixe frito (dourado, o que tínhamos) e galinha assada. Uma gourmet!

Ela já dá sinais de alguma independência, avistei-a atravessando a rua e indo passear no prédio vizinho. Uma mocinha!

fonte: janela da casa da Cris
Além de sentirmos uma imensa peninha por acharmos que o bichinho deve estar morto de fome, o alimentamos, não é?


Pois é! E descobri que o gatinho é uma gatinha - o porteiro do prédio verificou in loco ou in bichano - e que não é muito fã de leite desnatado, o único que consumimos aqui em casa, adora peixe frito (dourado, o que tínhamos) e galinha assada. Uma gourmet!

Ela já dá sinais de alguma independência, avistei-a atravessando a rua e indo passear no prédio vizinho. Uma mocinha!

fonte: janela da casa da Cris
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
A sujeira debaixo do tapete
Para visita de Lula, Exército e PM "limpam" morros controlados pelo tráfico no Rio

Em meio à discussão sobre o emprego das Forças Armadas no combate ao tráfico no Rio de Janeiro, o Exército foi encarregado de fazer a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (30), durante a visita aos morros Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Cantagalo, para dar início às obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Segurança.
Desde o início da semana, militares e policiais do Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (Gpae) estão ocupando as duas comunidades, consideradas como altamente perigosas e dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho, comandada da prisão de Bangu 1 pelo traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Além do reconhecimento da área, o Exército vasculha os morros e faz uma "limpeza", prendendo suspeitos e verificando locais que podem trazer riscos ao presidente, segundo informaram ao UOL alguns oficiais.
Localizado em frente ao Forte de Copacabana, na zona sul da capital fluminense, o morro Pavão-Pavãozinho representa uma ameaça e é motivo de preocupação para o Exército no Rio de Janeiro, sendo uma das áreas controladas pelo tráfico que a inteligência militar têm mais informações, conhecendo todas as saídas e os principais líderes criminosos.
Desde 2004, quando dois fuzis foram roubados do forte, o Exército mantém um bom relacionamento com lideranças da comunidade do morro, onde também moram alguns oficiais.
O comando da segurança do presidente é atribuição do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), coordenada em Brasília pelo general Gonçalves Dias. Quando Lula viaja, é designado no local um Coordenador de Segurança de Área (CSA), um militar que faz a integração entre as polícias Civil, Militar, Federal, Corpo de Bombeiros e Forças Armadas.
No Rio de Janeiro, a responsabilidade está a cargo do Comando Militar do Leste (CML), que não informou quem será o CSA. Pelo menos 300 homens, entre militares e policiais, estão trabalhando no esquema de segurança do presidente do Rio.
Há uma semana, 150 policiais realizaram uma operação no morro à procura de Rodrigo Carvalho Cruz, o Tico, acusado de roubar um turista italiano que morreu atropelado em Copacabana. Segundo a Polícia Militar, a ação não tinha ligação com a visita do presidente. Na quarta-feira, um helicóptero do Exército que sobrevoava favelas da zona norte do Rio foi alvejado por um tiro de fuzil.
O PAC de segurança
O governo federal selecionou 11 regiões metropolitanas do país com alto índice de homicídios para receberem investimentos em educação, infra-estrutura e saneamento. A intenção é integrar ações de segurança com programas sociais do governo. Além disso, um fundo será criado para que, em dez anos, os Estados possam se adaptar para pagar um salário mínimo nacional aos policiais militares - entre R$ 1.200 e R$ 1.400.
No Rio de Janeiro, três regiões receberão mais recursos - Rocinha, Alemão e Manguinhos. Para que as obras possam ser construídas, o governador Sérgio Cabral prometeu operações policiais de repressão ao crime e ao tráfico, buscando a "pacificação" dos morros.
n.r.: E depois... tudo continuará como antes no Castelo de Abrantes...
fonte:UOL
Desde o início da semana, militares e policiais do Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (Gpae) estão ocupando as duas comunidades, consideradas como altamente perigosas e dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho, comandada da prisão de Bangu 1 pelo traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Além do reconhecimento da área, o Exército vasculha os morros e faz uma "limpeza", prendendo suspeitos e verificando locais que podem trazer riscos ao presidente, segundo informaram ao UOL alguns oficiais.
Localizado em frente ao Forte de Copacabana, na zona sul da capital fluminense, o morro Pavão-Pavãozinho representa uma ameaça e é motivo de preocupação para o Exército no Rio de Janeiro, sendo uma das áreas controladas pelo tráfico que a inteligência militar têm mais informações, conhecendo todas as saídas e os principais líderes criminosos.
Desde 2004, quando dois fuzis foram roubados do forte, o Exército mantém um bom relacionamento com lideranças da comunidade do morro, onde também moram alguns oficiais.
O comando da segurança do presidente é atribuição do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), coordenada em Brasília pelo general Gonçalves Dias. Quando Lula viaja, é designado no local um Coordenador de Segurança de Área (CSA), um militar que faz a integração entre as polícias Civil, Militar, Federal, Corpo de Bombeiros e Forças Armadas.
No Rio de Janeiro, a responsabilidade está a cargo do Comando Militar do Leste (CML), que não informou quem será o CSA. Pelo menos 300 homens, entre militares e policiais, estão trabalhando no esquema de segurança do presidente do Rio.
Há uma semana, 150 policiais realizaram uma operação no morro à procura de Rodrigo Carvalho Cruz, o Tico, acusado de roubar um turista italiano que morreu atropelado em Copacabana. Segundo a Polícia Militar, a ação não tinha ligação com a visita do presidente. Na quarta-feira, um helicóptero do Exército que sobrevoava favelas da zona norte do Rio foi alvejado por um tiro de fuzil.
O PAC de segurança
O governo federal selecionou 11 regiões metropolitanas do país com alto índice de homicídios para receberem investimentos em educação, infra-estrutura e saneamento. A intenção é integrar ações de segurança com programas sociais do governo. Além disso, um fundo será criado para que, em dez anos, os Estados possam se adaptar para pagar um salário mínimo nacional aos policiais militares - entre R$ 1.200 e R$ 1.400.
No Rio de Janeiro, três regiões receberão mais recursos - Rocinha, Alemão e Manguinhos. Para que as obras possam ser construídas, o governador Sérgio Cabral prometeu operações policiais de repressão ao crime e ao tráfico, buscando a "pacificação" dos morros.
n.r.: E depois... tudo continuará como antes no Castelo de Abrantes...
fonte:UOL
Jóias para cachorro
Eu tenho um cão, um cocker spaniel bem mais simpático que o mau humorado aí da foto. Nos dias de hoje é impossível um ser humano andar com jóias pelas ruas do Rio de Janeiro, um cão então, nem pensar. Mas tenho sérias dúvidas se mesmo tempo dinheiro para gastar e doar, se compraria uma jóia do gênero para o meu bichinho.

O cão da foto, desfilou - e acho que não gostou - com a coleira de diamantes e o ossinho em ouro na loja de departamentos Harrods, em Londres, na Inglaterra. O valor da peça é de cerca de 500 mil libras (quase R$ 2 milhões).
fonte:UOL

O cão da foto, desfilou - e acho que não gostou - com a coleira de diamantes e o ossinho em ouro na loja de departamentos Harrods, em Londres, na Inglaterra. O valor da peça é de cerca de 500 mil libras (quase R$ 2 milhões).
fonte:UOL
Prêmio
O início foi na Maria, de O Cheiro da Ilha, que enviou a Sininho de Ecos da Falésia, que o fez chegar mim, mais um Prêmio - assim mesmo, com letra maiúscula - através deste meu Nuvens onde vos escrevo.
Foi-me atribuído com o nome:"UMA MULHER QUE FAZ PENSAR" e encheu o meu ego. É muito bacana receber um prêmio de quem somos fãs, e além disso, vindo do outro lado do Atlântico, de um país, Portugal, geograficamente plantado à beira-mar - eu, que amo o mar -, do qual tenho um afeto que vai além de minhas raízes lusitanas.
Recebida a nomeação, tenho de distingüir o prêmio a 5 mulheres que me façam pensar também, e a Sininho vai falar - eu já sei - do efeito boomerang desse Prêmio, mas vou fazer o quê?! Bato ponto no blog Ecos da Falésia, todos os dias, dali descubro outros blogs interessantíssimos. Então, minha amiga Sininho, agüente: quem mandou me nomear?
A seguir estão os nomes em ordem alfabéticas de 5 mulheres que têm blogs, que além de me fazerem pensar, são capazes de escrever coisas que conseguem me emocionar, independentemente de serem poéticas ou não:
Adriana Paiva - Periplus Weblog
Andrea - Borboletas ao Luar
Encandescente - Erotismo na Cidade
Sininho - Ecos da Falésia
O'Sanji - Plan(o)alto
As nomeadas devem colocar o logo do Prêmio na barra lateral e escolher 5 meninas que as façam pensar, é assim que funciona.
Obrigada, Sininho!
Foi-me atribuído com o nome:"UMA MULHER QUE FAZ PENSAR" e encheu o meu ego. É muito bacana receber um prêmio de quem somos fãs, e além disso, vindo do outro lado do Atlântico, de um país, Portugal, geograficamente plantado à beira-mar - eu, que amo o mar -, do qual tenho um afeto que vai além de minhas raízes lusitanas.
Recebida a nomeação, tenho de distingüir o prêmio a 5 mulheres que me façam pensar também, e a Sininho vai falar - eu já sei - do efeito boomerang desse Prêmio, mas vou fazer o quê?! Bato ponto no blog Ecos da Falésia, todos os dias, dali descubro outros blogs interessantíssimos. Então, minha amiga Sininho, agüente: quem mandou me nomear?
A seguir estão os nomes em ordem alfabéticas de 5 mulheres que têm blogs, que além de me fazerem pensar, são capazes de escrever coisas que conseguem me emocionar, independentemente de serem poéticas ou não:
Adriana Paiva - Periplus Weblog
Andrea - Borboletas ao Luar
Encandescente - Erotismo na Cidade
Sininho - Ecos da Falésia
O'Sanji - Plan(o)alto
As nomeadas devem colocar o logo do Prêmio na barra lateral e escolher 5 meninas que as façam pensar, é assim que funciona.
Obrigada, Sininho!
Hackers no Google
Hackers "infectam" páginas de busca na internet
Uma operação organizada por hackers para interferir com buscas na internet e levar os usuários a sites com armadilhas foi descoberta por empresas de segurança digital dos Estados Unidos.
As páginas apareciam quando o internauta digitava palavras como "presente de Natal" ou "abrigo", entre outros.
Segundo a companhia de segurança digital Sunbelt Software, dezenas de milhares de domínios - muitos baseados na China e estabelecidos há apenas alguns dias - eram usados nos ataques.
As páginas carregadas nestes domínios continham armadilhas com softwares que procuravam por pontos vulneráveis em cópias do Explorer da Microsoft.
Os usuários do Windows que caíssem na armadilha poderiam ter o computador "seqüestrado" para que os hackers conseguissem suas informações pessoais.
"Épico"
Pesquisadores do setor de segurança na internet já viram tentativas, em pequena escala, de interferir com mecanismos de busca. Mas a escala deste ataque foi sem precedentes.
"Isto foi épico. Se o seu computador não estivesse totalmente protegido, você teria sido pego", disse Alex Eckelberry, diretor da Sunbelt Software.
Os hackers que compraram os direitos dos domínios convenceram sites de buscas como Google, MSN e Yahoo que suas páginas eram fontes de informações populares. Segundo Eckelberry, eles conseguiram isso usando comentários falsos em blogs para fazer com que estas páginas falsas aparecessem nos primeiros lugares dos rankings de buscas.
"Você poderia estar procurando por coisas inofensivas e ser pego. (Eles) tinham coisas bem perigosas. E, se há alguma mensagem que posso passar é para que as pessoas tenham certeza que seus computadores estão protegidos", acrescentou Eckelberry.
E, para o especialista, este ataque pode ser o precursor de muitos outros.
"Isto não vai acabar", afirmou.
Compras de Natal
As páginas com armadilhas teriam ficado em operação durante cerca de 24 horas antes que o Google retirasse de seus índices de buscas. Mas algumas destas páginas podem ainda estar em operação para os usuários que fazem buscas pelo MSN Live ou Yahoo.
Outra empresa de segurança digital que também descobriu os ataques, a americana Trend Micro, encontrou uma série de páginas de internet com armadilhas que pretendiam pegar pessoas procurando por informações sobre presentes de Natal on-line.
"Alguns dos sites melhor colocados nas buscas estão levando a páginas com armadilhas", disse Raimund Genes, da Trend Micro.
Segundo Genes os sites com armadilhas descobertos por sua empresa tentavam explorar vários pontos vulneráveis no navegador da Microsoft.
Estas páginas também tentavam impedir que programas que invadem computadores fossem descobertos.
Genes afirma que esta operação pode ter sido organizada por uma quadrilha de crimes tecnológicos conhecida como Russian Business Network.
n.r.: Será que a busca é em inglês, em português ou tanto faz? Fiquei na mesma com a notícia: Socorro!
fonte:BBC Brasil
As páginas apareciam quando o internauta digitava palavras como "presente de Natal" ou "abrigo", entre outros.
Segundo a companhia de segurança digital Sunbelt Software, dezenas de milhares de domínios - muitos baseados na China e estabelecidos há apenas alguns dias - eram usados nos ataques.
As páginas carregadas nestes domínios continham armadilhas com softwares que procuravam por pontos vulneráveis em cópias do Explorer da Microsoft.
Os usuários do Windows que caíssem na armadilha poderiam ter o computador "seqüestrado" para que os hackers conseguissem suas informações pessoais.
"Épico"
Pesquisadores do setor de segurança na internet já viram tentativas, em pequena escala, de interferir com mecanismos de busca. Mas a escala deste ataque foi sem precedentes.
"Isto foi épico. Se o seu computador não estivesse totalmente protegido, você teria sido pego", disse Alex Eckelberry, diretor da Sunbelt Software.
Os hackers que compraram os direitos dos domínios convenceram sites de buscas como Google, MSN e Yahoo que suas páginas eram fontes de informações populares. Segundo Eckelberry, eles conseguiram isso usando comentários falsos em blogs para fazer com que estas páginas falsas aparecessem nos primeiros lugares dos rankings de buscas.
"Você poderia estar procurando por coisas inofensivas e ser pego. (Eles) tinham coisas bem perigosas. E, se há alguma mensagem que posso passar é para que as pessoas tenham certeza que seus computadores estão protegidos", acrescentou Eckelberry.
E, para o especialista, este ataque pode ser o precursor de muitos outros.
"Isto não vai acabar", afirmou.
Compras de Natal
As páginas com armadilhas teriam ficado em operação durante cerca de 24 horas antes que o Google retirasse de seus índices de buscas. Mas algumas destas páginas podem ainda estar em operação para os usuários que fazem buscas pelo MSN Live ou Yahoo.
Outra empresa de segurança digital que também descobriu os ataques, a americana Trend Micro, encontrou uma série de páginas de internet com armadilhas que pretendiam pegar pessoas procurando por informações sobre presentes de Natal on-line.
"Alguns dos sites melhor colocados nas buscas estão levando a páginas com armadilhas", disse Raimund Genes, da Trend Micro.
Segundo Genes os sites com armadilhas descobertos por sua empresa tentavam explorar vários pontos vulneráveis no navegador da Microsoft.
Estas páginas também tentavam impedir que programas que invadem computadores fossem descobertos.
Genes afirma que esta operação pode ter sido organizada por uma quadrilha de crimes tecnológicos conhecida como Russian Business Network.
n.r.: Será que a busca é em inglês, em português ou tanto faz? Fiquei na mesma com a notícia: Socorro!
fonte:BBC Brasil
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Correndo atrás da felicidade
O fim da separação judicial

A separação judicial está perto da extinção. A Comissão Especial do Divórcio da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 21 de novembro de 2007, o substitutivo à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que elimina a figura da separação judicial. O texto da nova proposta altera a Constituição Federal de 1988 no tocante à separação e divórcio.
De acordo com nossas leis atuais, o casal que não deseja mais a manutenção do casamento pode se separar judicialmente, decorrido um ano de casamento. Feita a separação judicial, após um ano, o casal pode obter judicialmente o divórcio, conquistando, assim, a possibilidade de um novo casamento. É o chamado divórcio indireto.
O divórcio direto é aquele que pode ser obtido após dois anos contados a partir da separação de fato – que nada mais é do que o afastamento do casal, sem que tenha passado pelo Poder Judiciário. Seria algo como uma separação “informal”. Nesse caso, o casal pode buscar o divórcio diretamente, sem que tenha se separado previamente de forma judicial.
Agora, a Comissão Especial da Câmara, criada para analisar Propostas de Emendas à Constituição, aprovou o texto da PEC que extingue a separação, indo além dos conceitos de divórcio direto e indireto. Com essa PEC, que segue agora para o Senado, a separação judicial deixa de existir. Assim, o casal separado de fato há mais de um ano pode requerer o divórcio sem que tenha obrigatoriamente passado por uma separação judicial. O fim da separação é de grande utilidade. Não há motivo razoável para que um casal tenha que se separar previamente para ter acesso ao divórcio.
Na realidade, a diferença entre a separação judicial e o divórcio é apenas uma: o divorciado pode se casar novamente, enquanto tal direito não é conferido ao separado. E não há por que tal diferença ser mantida.
A separação judicial foi mantida, após o Brasil ter se tornado um país divorcista, por uma questão meramente psicológica. Por ser um país basicamente católico houve, à época dos estudos a respeito da aprovação do divórcio, uma intensa pressão de representantes da igreja e seus fiéis que se mostravam radicalmente contrários a uma figura jurídica que pudesse dissolver o matrimônio.
Assim, sob tais pressões, foi mantida a figura da separação, como um degrau para que se chegasse ao divórcio. Seria como se o divórcio estivesse longe dos casais separados. O casamento não estaria dissolvido de pronto e os separados não poderiam se casar novamente, num primeiro momento.
Mas nossa sociedade evoluiu, os costumes são outros e o divórcio é quase sempre buscado, seja para que se estabeleça um novo casamento, seja para colocar um “ponto final” no matrimônio, por questões emocionais e psicológicas daqueles que um dia já formaram um casal e hoje, seja por que motivo for, não o desejam mais.
O Instituto Brasileiro de Direito de Família – que conta com a colaboração e participação dos maiores juristas da área – é defensor do fim da figura da separação e seus membros alegam que isso não será um fator determinante para o aumento do número de matrimônios dissolvidos. Será, na verdade, a possibilidade da formação de novos lares.
Outro ponto importante da nova PEC é a economia financeira proporcionada às partes envolvidas que, ao invés de passarem por dois processos judiciais - separação e divórcio –, poderão dissolver o casamento com apenas uma das medidas.
Sem dúvida, haverá manifestação contrária à extinção da separação judicial, pois isso fará com que o divórcio, sem qualquer fundamento, aproxime-se da sociedade e dos casais. Mas, o momento histórico que vivemos é plenamente capaz de conviver com a idéia de que a separação também desfaz matrimônios. Mantê-la não significa que casais permanecerão unidos contra sua vontade. O casamento será desfeito se o casal assim desejar. E se dá a oportunidade, que todos merecemos, de estabelecer uma nova união que nos propicie o bem estar. Com acerto disse o deputado Sergio Barradas Carneio (PT-BA), criador de uma das propostas que deu base para o texto final aprovado: “Essa nova lei é uma lei a favor do casamento, já que dá a possibilidade de um novo casamento”.
fonte:Última Instância
De acordo com nossas leis atuais, o casal que não deseja mais a manutenção do casamento pode se separar judicialmente, decorrido um ano de casamento. Feita a separação judicial, após um ano, o casal pode obter judicialmente o divórcio, conquistando, assim, a possibilidade de um novo casamento. É o chamado divórcio indireto.
O divórcio direto é aquele que pode ser obtido após dois anos contados a partir da separação de fato – que nada mais é do que o afastamento do casal, sem que tenha passado pelo Poder Judiciário. Seria algo como uma separação “informal”. Nesse caso, o casal pode buscar o divórcio diretamente, sem que tenha se separado previamente de forma judicial.
Agora, a Comissão Especial da Câmara, criada para analisar Propostas de Emendas à Constituição, aprovou o texto da PEC que extingue a separação, indo além dos conceitos de divórcio direto e indireto. Com essa PEC, que segue agora para o Senado, a separação judicial deixa de existir. Assim, o casal separado de fato há mais de um ano pode requerer o divórcio sem que tenha obrigatoriamente passado por uma separação judicial. O fim da separação é de grande utilidade. Não há motivo razoável para que um casal tenha que se separar previamente para ter acesso ao divórcio.
Na realidade, a diferença entre a separação judicial e o divórcio é apenas uma: o divorciado pode se casar novamente, enquanto tal direito não é conferido ao separado. E não há por que tal diferença ser mantida.
A separação judicial foi mantida, após o Brasil ter se tornado um país divorcista, por uma questão meramente psicológica. Por ser um país basicamente católico houve, à época dos estudos a respeito da aprovação do divórcio, uma intensa pressão de representantes da igreja e seus fiéis que se mostravam radicalmente contrários a uma figura jurídica que pudesse dissolver o matrimônio.
Assim, sob tais pressões, foi mantida a figura da separação, como um degrau para que se chegasse ao divórcio. Seria como se o divórcio estivesse longe dos casais separados. O casamento não estaria dissolvido de pronto e os separados não poderiam se casar novamente, num primeiro momento.
Mas nossa sociedade evoluiu, os costumes são outros e o divórcio é quase sempre buscado, seja para que se estabeleça um novo casamento, seja para colocar um “ponto final” no matrimônio, por questões emocionais e psicológicas daqueles que um dia já formaram um casal e hoje, seja por que motivo for, não o desejam mais.
O Instituto Brasileiro de Direito de Família – que conta com a colaboração e participação dos maiores juristas da área – é defensor do fim da figura da separação e seus membros alegam que isso não será um fator determinante para o aumento do número de matrimônios dissolvidos. Será, na verdade, a possibilidade da formação de novos lares.
Outro ponto importante da nova PEC é a economia financeira proporcionada às partes envolvidas que, ao invés de passarem por dois processos judiciais - separação e divórcio –, poderão dissolver o casamento com apenas uma das medidas.
Sem dúvida, haverá manifestação contrária à extinção da separação judicial, pois isso fará com que o divórcio, sem qualquer fundamento, aproxime-se da sociedade e dos casais. Mas, o momento histórico que vivemos é plenamente capaz de conviver com a idéia de que a separação também desfaz matrimônios. Mantê-la não significa que casais permanecerão unidos contra sua vontade. O casamento será desfeito se o casal assim desejar. E se dá a oportunidade, que todos merecemos, de estabelecer uma nova união que nos propicie o bem estar. Com acerto disse o deputado Sergio Barradas Carneio (PT-BA), criador de uma das propostas que deu base para o texto final aprovado: “Essa nova lei é uma lei a favor do casamento, já que dá a possibilidade de um novo casamento”.
fonte:Última Instância
terça-feira, 27 de novembro de 2007

Abraça-me
cuida de mim
não me cures
porque se me curares
deixas de te preocupar
comigo
que te afligia
porque se me cuidares
continuas a olhar
por mim
sem fim
Daniel Sant'Iago
foto: Sweetcharade
não me cures
porque se me curares
deixas de te preocupar
comigo
que te afligia
porque se me cuidares
continuas a olhar
por mim
sem fim
Daniel Sant'Iago
foto: Sweetcharade
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Inocência infantil
Britânica é presa no Sudão por 'insulto' a Maomé com ursinho
Uma professora primária britânica que trabalhava no Sudão foi presa na capital do país, Cartum, e está sujeita a uma pena de 40 chibatadas pela acusação de blasfemia, por ter permitido aos seus alunos batizarem um ursinho de pelúcia de Mohammed (Maomé).
Se considerada culpada pelo suposto insulto ao profeta Maomé, Gillian Gibbons, de 54 anos, pode ser condenada às 40 chibatadas ou passar seis meses na cadeia ou ainda pagar uma multa.
Autoridades britânicas estão tentando conseguir a libertação da professora, nascida em Liverpool.
Gibbons permitiu que seus alunos, de seis e sete anos de idade, escolhessem o nome do ursinho de pelúcia em setembro como parte de um trabalho em classe a respeito dos animais e seus habitats.
Vários pais de alunos fizeram reclamações às autoridades e ao Ministério da Educação, o que levou à prisão da professora.
"Erro inocente"
O advogado da escola Unity High School, onde Gibbons trabalhava, também está trabalhando com as autoridades sudanesas para resolver a questão o mais rápido possível.
Robert Boulos, diretor da escola, afirmou que tudo não passou de um "erro inocente".
"Este foi um erro completamente inocente. A sra. Gibbons nunca quis insultar o Islã", afirmou.
A escola deve ficar fechada até janeiro, temendo retaliação.
n.r.: nem precisa ser especialista em psicologia infantil para saber que essas crinaças estão traumatizadas pelo "erro" que cometeram... Essa terça-feira além de cinzenta, não começou bem.
fonte:BBC Brasil
Se considerada culpada pelo suposto insulto ao profeta Maomé, Gillian Gibbons, de 54 anos, pode ser condenada às 40 chibatadas ou passar seis meses na cadeia ou ainda pagar uma multa.
Autoridades britânicas estão tentando conseguir a libertação da professora, nascida em Liverpool.
Gibbons permitiu que seus alunos, de seis e sete anos de idade, escolhessem o nome do ursinho de pelúcia em setembro como parte de um trabalho em classe a respeito dos animais e seus habitats.
Vários pais de alunos fizeram reclamações às autoridades e ao Ministério da Educação, o que levou à prisão da professora.
"Erro inocente"
O advogado da escola Unity High School, onde Gibbons trabalhava, também está trabalhando com as autoridades sudanesas para resolver a questão o mais rápido possível.
Robert Boulos, diretor da escola, afirmou que tudo não passou de um "erro inocente".
"Este foi um erro completamente inocente. A sra. Gibbons nunca quis insultar o Islã", afirmou.
A escola deve ficar fechada até janeiro, temendo retaliação.
n.r.: nem precisa ser especialista em psicologia infantil para saber que essas crinaças estão traumatizadas pelo "erro" que cometeram... Essa terça-feira além de cinzenta, não começou bem.
fonte:BBC Brasil
Porque sou a favor do aborto, além do planejamento familiar
Morre bebê abandonado em lata de lixo na Grande São Paulo

Numa tarde de terça-feira, dia 2 de outubro, uma menina recém-nascida pesando 2,2 kg foi encontrada num saco dentro de uma lata de lixo em frente ao Pronto-Socorro e Maternidade Antena. O bebê, ainda envolto na placenta, foi achado pelo segurança do Hospital, que ouviu seu choro.
A menina ao ser resgatada, foi levada para a UTI neonatal da unidade hospitalar e recebeu o nome de Angela porque 2 de outubro é o dia dos anjos da guarda. Na época, a equipe do hospital-maternidade registrou o boletim de ocorrência no 1º DP de Taboão da Serra.
Hoje, a infeliz notícia da morte da bebê pode ser lida nas páginas da Folha Online.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a menina sofreu infecção generalizada e morreu por volta das 18h de ontem. O enterro da bebê será providenciado pelo Conselho Tutelar de Taboão da Serra.
À época, os médicos que avaliaram o bebê afirmaram que ele tinha nascido prematuro, com apenas sete meses de gestação, tendo sido posteriormente transferida para o Hospital Geral de Pirajussara, onde veio a falecer.
. . .
Por que ainda esse tipo de crime acontece? Porque o Brasil, é antes de tudo um país que possui uma população muito pobre na sua grande maioria, sendo que a população que vive nos grandes centros urbanos, apesar do que se pensa em contrário, tem problemas econômicos diferentes da população que vive no interior, que pode subexistir miseravelmente da paupérrima colheita nos campos, mas onde mal a mal, a troca de de alimentos por leite e ajuda recíproca em função de uma vida difícil e miserável ainda acontece, diferentemente das grandes cidades onde cada um vive por si.
Minha observação é de revolta e sei que há muito mais coisas a serem consideradas do que a simples observação que fiz no parágrafo anterior. Quando faço uma relação entre as cidades do interior do Brasil e as grandes e principais cidades do país, não me esqueço que há muitas crianças que morrem ainda bebês de desnutrição e de várias outras doenças pela falta de recursos médicos nas cidades do interior. Um fato não compensa o outro, a situação é ruim em ambas situações. A contracepção não existe para acabar com a pobreza de um país, mas sim para dar uma vida com mais qualidade a uma família em função do seu poder aquisitivo.
As políticas de planejamento familiar são quase inexistentes. Segundo a lei nº. 9.263, de janeiro de 1996, planejamento familiar é um direito de todos os cidadãos, e compreende um conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento de filhos pelo casal. Também prevê que gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) garantam respeito e atenção na saúde da mulher, ao homem e ao casal. Através do SUS, mulheres com mais de três filhos têm o direito à laquedura das trompas. Abaixo trancrevo o texto do site do Dr. Drauzio Varella, médico especilizado em oncologia e escritor (Estação Carandiru) - ver aqui -, que ficou conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV. Foi também um dos fundadores da Universidade Paulista e da Rede Objetivo, onde lecionou química durante muitos anos. O texto é uma espécie de carta-desabafo a seus colegas na qual descreve sobre o planejamento familiar e o sistema de saúde no Brasil.
. . .
A meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade. Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
Fiz uma série para a TV sobre o tema da natalidade, que me obrigou a viajar pelo país, visitar postos de saúde, conversar com colegas, autoridades e com muitas mulheres que dependem dos serviços do SUS. Fiquei horrorizado: nenhuma área da saúde pública é mais desprezada do que a da saúde reprodutiva da mulher! E é nesse ponto que entra a nossa responsabilidade.
Há colegas nossos nas linhas de frente que, apesar dos salários baixos e das condições precárias em que trabalham, conduzem programas de distribuição de anticoncepcionais, centros de orientação sexual para adolescentes e fazem o possível para agilizar a burocracia que inviabiliza esterilizações cirúrgicas.
Mas eles são poucos. Infelizmente, a maioria evita o envolvimento com o assunto e, assim, contribui para afunilar o gargalo que dificulta o acesso à contracepção.
Vou dar o exemplo da vasectomia e da laqueadura, procedimentos regulamentados pela lei federal 9.263, de janeiro de 1996, que raríssimos colegas conhecem, mas que garante o direito à cirurgia pelo SUS no caso de "homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos...", desde que observados alguns requisitos legais.
Sabemos que, por falta de leitos públicos, entre a internação de uma mulher com um tumor uterino e outra para laqueadura o médico é forçado a escolher a primeira. É evidente que não me refiro a esses casos, mas àqueles em que nossa boa vontade é fator decisivo. Quantas vezes conseguimos resolver problemas dos pacientes nas condições mais adversas graças a nosso empenho pessoal?
A mãe de sete filhos aos 30 anos, que preenche todos os requisitos para a laqueadura e que espera anos sem ser chamada, quando tem a felicidade de ver o médico, muitas vezes ouve que ainda é jovem, que irá se arrepender, que o marido poderá morrer e ela casar com um rapaz sem filhos. A regra é fazer o possível para demovê-la da intenção e não mover uma palha para agilizar a paquidérmica burocracia dos hospitais públicos.
Isso, quando não lhe é dito ser proibido fazer laqueadura pelo SUS, argumento que os inescrupulosos utilizam para cobrar o procedimento "por fora".
O desconhecimento generalizado da existência de uma lei federal que trata do planejamento familiar não enobrece nossa profissão. Por lei, todas as brasileiras em idade reprodutiva têm o direito de receber anticoncepcionais de graça pelo SUS. Isso inclui meninas de 11 anos que menstruaram pela primeira vez; mulheres e homens maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, que optaram por laqueadura ou vasectomia.
A justificativa de que o médico poderá enfrentar processos em caso de arrependimento não procede. Ser processado por acatar a lei? Nesse caso, correriam mais risco as esterilizações livremente realizadas em pacientes particulares, estes sim, com condições financeiras para pagar advogados.
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
. . .
Dizer mais o quê? Sabemos que a vontade política é nenhuma, seja da esquerda ou da direita brasileiras, a influência da Igreja Católica ainda é muito forte em nossa sociedade, apesar de constar na nossa Constituição que o Estado é laico. Faço apenas a ressalva que em nenhum momento o texto do Dr. Drauzio Varella faz referências ao aborto, como faço no título desse post, a posição favorável à ele é apenas minha, e obviamente, como o último recurso após todos os outros métodos contraceptivos tiverem sido utilizados através de uma política de planejamento familiar e educação sexual nas escolas públicas e particulares do país.
Nunca espero quando trato de um assunto tão polêmico, que concordem comigo. A minha posição favorável ao aborto, assim como a favor do divócio, que a Igreja Católica também condena, é o respeito à dignidade humana. Também não tenho nada contra qualquer religião ou contra católicos, acredito que a fé é direito e escolha individual. Como mulher nunca fiz e não pretendo fazê-lo, tenho sim, uma compreensão total por qualquer mulher que tenha tomado ou venha a tomar uma decisão tão extrema. A minha única preocupação como cidadã brasileira e ser humano é o desejo de que fosse possível que todas as crianças do Brasil e do mundo fossem felizes, inclusive as que esperam por uma adoção.
fonte:Folha Online, Wikipédia, Dr. Drauzio Varella
A menina ao ser resgatada, foi levada para a UTI neonatal da unidade hospitalar e recebeu o nome de Angela porque 2 de outubro é o dia dos anjos da guarda. Na época, a equipe do hospital-maternidade registrou o boletim de ocorrência no 1º DP de Taboão da Serra.
Hoje, a infeliz notícia da morte da bebê pode ser lida nas páginas da Folha Online.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a menina sofreu infecção generalizada e morreu por volta das 18h de ontem. O enterro da bebê será providenciado pelo Conselho Tutelar de Taboão da Serra.
À época, os médicos que avaliaram o bebê afirmaram que ele tinha nascido prematuro, com apenas sete meses de gestação, tendo sido posteriormente transferida para o Hospital Geral de Pirajussara, onde veio a falecer.
Por que ainda esse tipo de crime acontece? Porque o Brasil, é antes de tudo um país que possui uma população muito pobre na sua grande maioria, sendo que a população que vive nos grandes centros urbanos, apesar do que se pensa em contrário, tem problemas econômicos diferentes da população que vive no interior, que pode subexistir miseravelmente da paupérrima colheita nos campos, mas onde mal a mal, a troca de de alimentos por leite e ajuda recíproca em função de uma vida difícil e miserável ainda acontece, diferentemente das grandes cidades onde cada um vive por si.
Minha observação é de revolta e sei que há muito mais coisas a serem consideradas do que a simples observação que fiz no parágrafo anterior. Quando faço uma relação entre as cidades do interior do Brasil e as grandes e principais cidades do país, não me esqueço que há muitas crianças que morrem ainda bebês de desnutrição e de várias outras doenças pela falta de recursos médicos nas cidades do interior. Um fato não compensa o outro, a situação é ruim em ambas situações. A contracepção não existe para acabar com a pobreza de um país, mas sim para dar uma vida com mais qualidade a uma família em função do seu poder aquisitivo.
As políticas de planejamento familiar são quase inexistentes. Segundo a lei nº. 9.263, de janeiro de 1996, planejamento familiar é um direito de todos os cidadãos, e compreende um conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento de filhos pelo casal. Também prevê que gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) garantam respeito e atenção na saúde da mulher, ao homem e ao casal. Através do SUS, mulheres com mais de três filhos têm o direito à laquedura das trompas. Abaixo trancrevo o texto do site do Dr. Drauzio Varella, médico especilizado em oncologia e escritor (Estação Carandiru) - ver aqui -, que ficou conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV. Foi também um dos fundadores da Universidade Paulista e da Rede Objetivo, onde lecionou química durante muitos anos. O texto é uma espécie de carta-desabafo a seus colegas na qual descreve sobre o planejamento familiar e o sistema de saúde no Brasil.
A meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade. Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
Fiz uma série para a TV sobre o tema da natalidade, que me obrigou a viajar pelo país, visitar postos de saúde, conversar com colegas, autoridades e com muitas mulheres que dependem dos serviços do SUS. Fiquei horrorizado: nenhuma área da saúde pública é mais desprezada do que a da saúde reprodutiva da mulher! E é nesse ponto que entra a nossa responsabilidade.
Há colegas nossos nas linhas de frente que, apesar dos salários baixos e das condições precárias em que trabalham, conduzem programas de distribuição de anticoncepcionais, centros de orientação sexual para adolescentes e fazem o possível para agilizar a burocracia que inviabiliza esterilizações cirúrgicas.
Mas eles são poucos. Infelizmente, a maioria evita o envolvimento com o assunto e, assim, contribui para afunilar o gargalo que dificulta o acesso à contracepção.
Vou dar o exemplo da vasectomia e da laqueadura, procedimentos regulamentados pela lei federal 9.263, de janeiro de 1996, que raríssimos colegas conhecem, mas que garante o direito à cirurgia pelo SUS no caso de "homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos...", desde que observados alguns requisitos legais.
Sabemos que, por falta de leitos públicos, entre a internação de uma mulher com um tumor uterino e outra para laqueadura o médico é forçado a escolher a primeira. É evidente que não me refiro a esses casos, mas àqueles em que nossa boa vontade é fator decisivo. Quantas vezes conseguimos resolver problemas dos pacientes nas condições mais adversas graças a nosso empenho pessoal?
A mãe de sete filhos aos 30 anos, que preenche todos os requisitos para a laqueadura e que espera anos sem ser chamada, quando tem a felicidade de ver o médico, muitas vezes ouve que ainda é jovem, que irá se arrepender, que o marido poderá morrer e ela casar com um rapaz sem filhos. A regra é fazer o possível para demovê-la da intenção e não mover uma palha para agilizar a paquidérmica burocracia dos hospitais públicos.
Isso, quando não lhe é dito ser proibido fazer laqueadura pelo SUS, argumento que os inescrupulosos utilizam para cobrar o procedimento "por fora".
O desconhecimento generalizado da existência de uma lei federal que trata do planejamento familiar não enobrece nossa profissão. Por lei, todas as brasileiras em idade reprodutiva têm o direito de receber anticoncepcionais de graça pelo SUS. Isso inclui meninas de 11 anos que menstruaram pela primeira vez; mulheres e homens maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, que optaram por laqueadura ou vasectomia.
A justificativa de que o médico poderá enfrentar processos em caso de arrependimento não procede. Ser processado por acatar a lei? Nesse caso, correriam mais risco as esterilizações livremente realizadas em pacientes particulares, estes sim, com condições financeiras para pagar advogados.
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
Dizer mais o quê? Sabemos que a vontade política é nenhuma, seja da esquerda ou da direita brasileiras, a influência da Igreja Católica ainda é muito forte em nossa sociedade, apesar de constar na nossa Constituição que o Estado é laico. Faço apenas a ressalva que em nenhum momento o texto do Dr. Drauzio Varella faz referências ao aborto, como faço no título desse post, a posição favorável à ele é apenas minha, e obviamente, como o último recurso após todos os outros métodos contraceptivos tiverem sido utilizados através de uma política de planejamento familiar e educação sexual nas escolas públicas e particulares do país.
Nunca espero quando trato de um assunto tão polêmico, que concordem comigo. A minha posição favorável ao aborto, assim como a favor do divócio, que a Igreja Católica também condena, é o respeito à dignidade humana. Também não tenho nada contra qualquer religião ou contra católicos, acredito que a fé é direito e escolha individual. Como mulher nunca fiz e não pretendo fazê-lo, tenho sim, uma compreensão total por qualquer mulher que tenha tomado ou venha a tomar uma decisão tão extrema. A minha única preocupação como cidadã brasileira e ser humano é o desejo de que fosse possível que todas as crianças do Brasil e do mundo fossem felizes, inclusive as que esperam por uma adoção.
fonte:Folha Online, Wikipédia, Dr. Drauzio Varella
segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Plano
Trabalho o poema sobre uma hipótese: o amor que se despeja no copo da vida, até meio,
como se o pudéssemos beber de um trago.
No fundo, como o vinho turvo, deixa um gosto amargo na boca.
Pergunto onde está a transparência do vidro, a pureza do líquido inicial,
a energia de quem procura esvaziar a garrafa;
e a resposta são estes cacos que nos cortam as mãos,
a mesa da alma suja de restos, palavras espalhadas num cansaço de sentidos.
Volto, então, à primeira hipótese. O amor.
Mas sem o gastar de uma vez, esperando que o tempo encha o copo até cima,
para que o possa erguer à luz do teu corpo
e veja, através dele, o teu rosto inteiro.
Nuno Júdice
imagem: Amoureux-de-Vence, de Marc Chagall
como se o pudéssemos beber de um trago.
No fundo, como o vinho turvo, deixa um gosto amargo na boca.
Pergunto onde está a transparência do vidro, a pureza do líquido inicial,
a energia de quem procura esvaziar a garrafa;
e a resposta são estes cacos que nos cortam as mãos,
a mesa da alma suja de restos, palavras espalhadas num cansaço de sentidos.
Volto, então, à primeira hipótese. O amor.
Mas sem o gastar de uma vez, esperando que o tempo encha o copo até cima,
para que o possa erguer à luz do teu corpo
e veja, através dele, o teu rosto inteiro.
Nuno Júdice
imagem: Amoureux-de-Vence, de Marc Chagall
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Cara feia nem sempre é fome
Esculturas de animação 3D









fonte:UOL
Marcadores:
animação 3D,
Escultura,
Exposições,
S.Paulo
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Homem-cilada
Os meninos que visitam meu blog, provavelmente pensarão em me esganar - não literalmente falando - mas peço um pouquinho de sua compreensão, porque há jovenzinhas ingênuas que andam por aqui e por ali, umas até passeando neste Nuvens.
O assunto é delicioso, mesmo que seja típico de uma revista feminina qualquer, ninguém resiste à ele, nem que seja para ser contra e falar mal. Eu confesso uma atração pelo assunto "homens", tudo o que eles falam e pensam ou como agem, sempre me interessou e continua me interessando.
O homem-cilada existe e vou logo dizendo que a mulher-cilada também, só que muitas de nós temos um sexto sentido para reconhecer os dois (homens e mulheres) e inclusive tentamos, sem sucesso, avisar a alguns amigos na cilada em que estão se envolvendo, mas sempre somos mau sucedidas, já que o sexto-sentido é coisa que sempre faltou neles, e ouvir amigas falando de namoradas: nem pensar, não é, meninos?
Homem-cilada: não caia nessa!
Em tempos de relacionamentos complicados, parece um sonho deparar com um homem que faz de tudo para conquistar você e demonstra conhecer a alma feminina como poucos. Se estiver fragilizada, então, melhor (para ele): é a presa perfeita. Mas esse conto de fadas não costuma ter um final feliz.
Já aconteceu com você? Bem-vinda ao clube. Todas nós já topamos com um tipo assim. O homem-cilada está em toda parte. E às vezes a própria mulher dá uma forcinha: está tão predisposta a encontrar o parceiro ideal que não enxerga mais nada. Na hora de avaliar um candidato a namorado, é fundamental cuidar da auto-estima. "Valorizar as próprias qualidades e não esperar que o outro venha confirmar o seu valor", traduz a psicóloga Lesley Xavier, do Rio de Janeiro.
O mais doloroso é descobrir que todo mundo ao redor percebia a armadilha, menos, claro, nós mesmas, que deixamos a situação se arrastar por anos - como aconteceu com a secretária Ana Magal, 31 anos, do Rio de Janeiro. Ela manteve um relacionamento com um homem-cilada por quase cinco anos. Sempre que saíam, ele a apresentava como uma simples amiga. "Eu me chateava, mas estava apaixonada demais para terminar." Hoje, Ana desconfia daqueles que se mostram fofos, mas arranjam desculpas para não dar as mãos na rua e se enrolam com explicações para um simples atraso, por exemplo. Se ninguém está a salvo de esbarrar com esses tipos, a boa notícia é que, mesmo se esforçando para não deixar pegadas, eles podem ser reconhecidos a tempo. Conheça os quatro modelos mais comuns no mercado.
O ternura
Logo que conheceu José, em um site de relacionamentos, a professora de educação física Cíntia, 36 anos, ficou encantada. Ele vinha de uma série de namoros complicados e ela tinha a certeza de que nela ele encontraria seu porto seguro. Depois de duas semanas de conversa online, marcaram um encontro. A primeira semana foi um sonho: José era sempre "fofo" e apaixonado. Cíntia conheceu a mãe, o padrasto, o filho e os melhores amigos dele. Mas não freqüentavam juntos locais públicos. "Ele dizia que a ex-mulher o colocara na Justiça porque ele pagava apenas' 10 mil reais de pensão para o filho e havia um mandado de prisão contra ele."
Depois de duas semanas de conversa online, marcaram um encontro. A primeira semana foi um sonho: José era sempre "fofo" e apaixonado. Cíntia conheceu a mãe, o padrasto, o filho e os melhores amigos dele. Mas não freqüentavam juntos locais públicos. "Ele dizia que a ex-mulher o colocara na Justiça porque ele pagava apenas' 10 mil reais de pensão para o filho e havia um mandado de prisão contra ele."
Dicas de como reconhecê-lo: prestem bem a atenção!
Ele é "fofo", aparentemente carente, precisando de colo. Vem com aquela conversa de namoros sofridos ou ex-mulheres vingativas. Se diz um romântico à procura de um grande amor, que não teve sorte nos relacionamentos anteriores. Apresenta a nova "vítima" à família e aos amigos, fazendo-a sentir-se acolhida e segura.
O perfeito
A secretária capixaba Débora Ferreira, 28 anos, também pensou ter encontrado o homem ideal. Ele era gentil, trabalhador, carinhoso, dedicado... "Como falávamos em um futuro juntos, comecei a procurar apartamento e a pensar na data para o casamento. Foi quando ele mudou", diz. O moço passou a chegar tarde nos encontros e a repetir comentários como "muitos relacionamentos acabam antes de chegar ao altar". Ele foi esfriando e parou de se preocupar com os sentimentos dela. A perfeição era uma farsa: "Ele só queria viver experiências novas", descobriu Débora.
A jornalista Ana Kalyne, 40 anos, também caiu no laço do homem perfeito. "Ele fez de tudo para me conquistar: mandou flores, me levou aos melhores lugares, trouxe presentes lindos." Para completar, falava que queria casar e até chorava quando Ana dizia não querer a mesma coisa. "Depois de um tempo, cheguei mesmo a considerar a possibilidade de me casar." Afinal, que mulher não gosta de homens estáveis, inteligentes e, ainda por cima, aparentemente apaixonados? "Eles têm sempre na ponta da língua frases do tipo: 'Você é a mulher da minha vida'." Parecem ter a idéia fixa da conquista, mas quando ela acontece... se mandam. Foi assim com Ana. Hoje, ela está namorando e feliz. O eleito passa longe do estilo perfeito.
Como reconhecê-lo: importantíssimo, porque esse é irresistível!
É um sujeito que, de cara, demonstra ter todas as qualidades valorizadas pelas mulheres. É gentil, elegante, dá presentes. Geralmente, ele se declara logo na primeira semana, se expressa com facilidade, olha nos seus olhos e faz comentários que toda mulher gosta de ouvir, como elogiar o novo corte de cabelo.
O sincero
Esse faz o gênero franco. Deixa claro que não quer nada sério, mas garante que tamanha sinceridade é em respeito aos sentimentos da mulher. A fisioterapeuta Denise, 27 anos, caiu nessa conversa. A convite de um casal de amigos, foi à casa de um desses homens sinceros.
Era um lugar elegante, como o dono da casa. Ele serviu um jantar acompanhado pelos melhores vinhos e discorreu sobre a arte da degustação. Quando deu por si, Denise estava aos beijos e abraços com o moço. Foram para a cama na mesma noite e tiveram uma transa fantástica. No dia seguinte, ela acordou com um café-da-manhã e, ao chegar em casa, recebeu uma mensagem dele. "Para mim, estava claro que haveria uma continuidade."
Mas, passada uma semana, nenhum sinal do moço. O amigo em comum explicou que ele tinha acabado de se separar da mulher e estava se adaptando à vida de solteiro. "Eu me agarrei àquela explicação para justificar o sumiço dele e aproveitei a primeira oportunidade para encontrá-lo de novo." Na segunda vez, o sexo foi ainda mais explosivo. Mas, quando terminou, ele confessou que não queria nada sério com ninguém. "Eu não podia acreditar, tinha certeza de que ia dar certo." Era engano. Depois disso, o moço passou a evitá-la. "Vi que ele não queria nada mesmo. Pelo menos, não comigo."
Como reconhecê-lo: esse sim, cuidado, estraçalha um coração!
Ele é direto: não faz declarações nem perde tempo com presentinhos e bilhetes românticos. Vai logo ao ponto: quer levá-la para a cama. Obviamente, não diz isso com palavras, mas deixa claro por sua maneira de agir. Tudo é muito rápido: ele arma o cenário de sedução e dá o bote, porque quer estar livre e pronto para outra.
O vampiro
A hostess Patrícia, 27 anos, conheceu um candidato a namorado em um site de relacionamento. Marcaram um encontro em um bar. Nem bem se sentaram, o moço passou a desfiar um rosário de lamentações: as dificuldades no trabalho e quanto ele dava duro na vida. Foi assim a noite inteira. Ao pedirem a conta, ele começou uma conversa sobre a divisão das despesas. "Eu disse que, no primeiro encontro, ele deveria pagar por uma questão de cavalheirismo." A contragosto, ele pagou a conta. Ao deixar Patrícia em casa, perguntou quando iriam se encontrar de novo. Ela riu, mas nunca mais atendeu a nenhum telefonema dele. "Vi que era totalmente roubada."
O homem-vampiro suga a mulher. Muitos são possessivos e ciumentos. A funcionária pública Karina, 32 anos, namorou um tipo assim por três meses. "Ele controlava meus e-mails, me fez tirar minha página no Orkut e proibiu o MSN", conta. Tinha ciúmes de tudo e de todos, dos amigos aos familiares de Karina. Ela descontava a frustração comendo sem parar, e o namorado fazia comentários maldosos sobre os 5 quilos que Karina tinha ganhado. Mesmo com a auto-estima em baixa, um dia a ficha caiu: "Eu estava fazendo análise e as sessões me ajudaram a perceber porque vivia tão infeliz. Aquele sujeito estava me sugando".
Como reconhecê-lo: esse é fácil, ninguém agüenta um cara chato e duro!
É do tipo nervoso, agitado, inseguro, sempre com medo de ser traído. Gosta de vigiar todos os passos da pessoa com quem está saindo e tenta isolá-la do contato com os amigos e a família. Vive reclamando da vida. Quase nunca tem dinheiro, mas não faltam boas desculpas para pedir para você pagar a conta.
fonte:Revista Cláudia
ilustrações: Caco Galhardo
O assunto é delicioso, mesmo que seja típico de uma revista feminina qualquer, ninguém resiste à ele, nem que seja para ser contra e falar mal. Eu confesso uma atração pelo assunto "homens", tudo o que eles falam e pensam ou como agem, sempre me interessou e continua me interessando.
O homem-cilada existe e vou logo dizendo que a mulher-cilada também, só que muitas de nós temos um sexto sentido para reconhecer os dois (homens e mulheres) e inclusive tentamos, sem sucesso, avisar a alguns amigos na cilada em que estão se envolvendo, mas sempre somos mau sucedidas, já que o sexto-sentido é coisa que sempre faltou neles, e ouvir amigas falando de namoradas: nem pensar, não é, meninos?
Em tempos de relacionamentos complicados, parece um sonho deparar com um homem que faz de tudo para conquistar você e demonstra conhecer a alma feminina como poucos. Se estiver fragilizada, então, melhor (para ele): é a presa perfeita. Mas esse conto de fadas não costuma ter um final feliz.
Já aconteceu com você? Bem-vinda ao clube. Todas nós já topamos com um tipo assim. O homem-cilada está em toda parte. E às vezes a própria mulher dá uma forcinha: está tão predisposta a encontrar o parceiro ideal que não enxerga mais nada. Na hora de avaliar um candidato a namorado, é fundamental cuidar da auto-estima. "Valorizar as próprias qualidades e não esperar que o outro venha confirmar o seu valor", traduz a psicóloga Lesley Xavier, do Rio de Janeiro.
O mais doloroso é descobrir que todo mundo ao redor percebia a armadilha, menos, claro, nós mesmas, que deixamos a situação se arrastar por anos - como aconteceu com a secretária Ana Magal, 31 anos, do Rio de Janeiro. Ela manteve um relacionamento com um homem-cilada por quase cinco anos. Sempre que saíam, ele a apresentava como uma simples amiga. "Eu me chateava, mas estava apaixonada demais para terminar." Hoje, Ana desconfia daqueles que se mostram fofos, mas arranjam desculpas para não dar as mãos na rua e se enrolam com explicações para um simples atraso, por exemplo. Se ninguém está a salvo de esbarrar com esses tipos, a boa notícia é que, mesmo se esforçando para não deixar pegadas, eles podem ser reconhecidos a tempo. Conheça os quatro modelos mais comuns no mercado.
O ternura
Logo que conheceu José, em um site de relacionamentos, a professora de educação física Cíntia, 36 anos, ficou encantada. Ele vinha de uma série de namoros complicados e ela tinha a certeza de que nela ele encontraria seu porto seguro. Depois de duas semanas de conversa online, marcaram um encontro. A primeira semana foi um sonho: José era sempre "fofo" e apaixonado. Cíntia conheceu a mãe, o padrasto, o filho e os melhores amigos dele. Mas não freqüentavam juntos locais públicos. "Ele dizia que a ex-mulher o colocara na Justiça porque ele pagava apenas' 10 mil reais de pensão para o filho e havia um mandado de prisão contra ele." Depois de duas semanas de conversa online, marcaram um encontro. A primeira semana foi um sonho: José era sempre "fofo" e apaixonado. Cíntia conheceu a mãe, o padrasto, o filho e os melhores amigos dele. Mas não freqüentavam juntos locais públicos. "Ele dizia que a ex-mulher o colocara na Justiça porque ele pagava apenas' 10 mil reais de pensão para o filho e havia um mandado de prisão contra ele."
Dicas de como reconhecê-lo: prestem bem a atenção!
Ele é "fofo", aparentemente carente, precisando de colo. Vem com aquela conversa de namoros sofridos ou ex-mulheres vingativas. Se diz um romântico à procura de um grande amor, que não teve sorte nos relacionamentos anteriores. Apresenta a nova "vítima" à família e aos amigos, fazendo-a sentir-se acolhida e segura.
O perfeito
A secretária capixaba Débora Ferreira, 28 anos, também pensou ter encontrado o homem ideal. Ele era gentil, trabalhador, carinhoso, dedicado... "Como falávamos em um futuro juntos, comecei a procurar apartamento e a pensar na data para o casamento. Foi quando ele mudou", diz. O moço passou a chegar tarde nos encontros e a repetir comentários como "muitos relacionamentos acabam antes de chegar ao altar". Ele foi esfriando e parou de se preocupar com os sentimentos dela. A perfeição era uma farsa: "Ele só queria viver experiências novas", descobriu Débora.A jornalista Ana Kalyne, 40 anos, também caiu no laço do homem perfeito. "Ele fez de tudo para me conquistar: mandou flores, me levou aos melhores lugares, trouxe presentes lindos." Para completar, falava que queria casar e até chorava quando Ana dizia não querer a mesma coisa. "Depois de um tempo, cheguei mesmo a considerar a possibilidade de me casar." Afinal, que mulher não gosta de homens estáveis, inteligentes e, ainda por cima, aparentemente apaixonados? "Eles têm sempre na ponta da língua frases do tipo: 'Você é a mulher da minha vida'." Parecem ter a idéia fixa da conquista, mas quando ela acontece... se mandam. Foi assim com Ana. Hoje, ela está namorando e feliz. O eleito passa longe do estilo perfeito.
Como reconhecê-lo: importantíssimo, porque esse é irresistível!
É um sujeito que, de cara, demonstra ter todas as qualidades valorizadas pelas mulheres. É gentil, elegante, dá presentes. Geralmente, ele se declara logo na primeira semana, se expressa com facilidade, olha nos seus olhos e faz comentários que toda mulher gosta de ouvir, como elogiar o novo corte de cabelo.
O sincero
Esse faz o gênero franco. Deixa claro que não quer nada sério, mas garante que tamanha sinceridade é em respeito aos sentimentos da mulher. A fisioterapeuta Denise, 27 anos, caiu nessa conversa. A convite de um casal de amigos, foi à casa de um desses homens sinceros.Era um lugar elegante, como o dono da casa. Ele serviu um jantar acompanhado pelos melhores vinhos e discorreu sobre a arte da degustação. Quando deu por si, Denise estava aos beijos e abraços com o moço. Foram para a cama na mesma noite e tiveram uma transa fantástica. No dia seguinte, ela acordou com um café-da-manhã e, ao chegar em casa, recebeu uma mensagem dele. "Para mim, estava claro que haveria uma continuidade."
Mas, passada uma semana, nenhum sinal do moço. O amigo em comum explicou que ele tinha acabado de se separar da mulher e estava se adaptando à vida de solteiro. "Eu me agarrei àquela explicação para justificar o sumiço dele e aproveitei a primeira oportunidade para encontrá-lo de novo." Na segunda vez, o sexo foi ainda mais explosivo. Mas, quando terminou, ele confessou que não queria nada sério com ninguém. "Eu não podia acreditar, tinha certeza de que ia dar certo." Era engano. Depois disso, o moço passou a evitá-la. "Vi que ele não queria nada mesmo. Pelo menos, não comigo."
Como reconhecê-lo: esse sim, cuidado, estraçalha um coração!
Ele é direto: não faz declarações nem perde tempo com presentinhos e bilhetes românticos. Vai logo ao ponto: quer levá-la para a cama. Obviamente, não diz isso com palavras, mas deixa claro por sua maneira de agir. Tudo é muito rápido: ele arma o cenário de sedução e dá o bote, porque quer estar livre e pronto para outra.
O vampiro
A hostess Patrícia, 27 anos, conheceu um candidato a namorado em um site de relacionamento. Marcaram um encontro em um bar. Nem bem se sentaram, o moço passou a desfiar um rosário de lamentações: as dificuldades no trabalho e quanto ele dava duro na vida. Foi assim a noite inteira. Ao pedirem a conta, ele começou uma conversa sobre a divisão das despesas. "Eu disse que, no primeiro encontro, ele deveria pagar por uma questão de cavalheirismo." A contragosto, ele pagou a conta. Ao deixar Patrícia em casa, perguntou quando iriam se encontrar de novo. Ela riu, mas nunca mais atendeu a nenhum telefonema dele. "Vi que era totalmente roubada."O homem-vampiro suga a mulher. Muitos são possessivos e ciumentos. A funcionária pública Karina, 32 anos, namorou um tipo assim por três meses. "Ele controlava meus e-mails, me fez tirar minha página no Orkut e proibiu o MSN", conta. Tinha ciúmes de tudo e de todos, dos amigos aos familiares de Karina. Ela descontava a frustração comendo sem parar, e o namorado fazia comentários maldosos sobre os 5 quilos que Karina tinha ganhado. Mesmo com a auto-estima em baixa, um dia a ficha caiu: "Eu estava fazendo análise e as sessões me ajudaram a perceber porque vivia tão infeliz. Aquele sujeito estava me sugando".
Como reconhecê-lo: esse é fácil, ninguém agüenta um cara chato e duro!
É do tipo nervoso, agitado, inseguro, sempre com medo de ser traído. Gosta de vigiar todos os passos da pessoa com quem está saindo e tenta isolá-la do contato com os amigos e a família. Vive reclamando da vida. Quase nunca tem dinheiro, mas não faltam boas desculpas para pedir para você pagar a conta.
fonte:Revista Cláudia
ilustrações: Caco Galhardo
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Porque no te callas
Tenho uma amiga que tem a mente brilhante: Sininho de Ecos da Falésia. Foi lá que descobri este vídeo:
Olé!
fonte:Ecos da Falésia
fonte:Ecos da Falésia
Monotonia

Lembram daquela música do "Biquini Cavadão" que diz:"Sabe esses dias em que horas dizem nada? E você nem troca o pijama. Preferia estar na cama...". Certos dias são mesmo assim. A gente acha que tudo é igual, desejar bom dia é monótono, a tarde não tem nada de boa ou de má e se te desejam que seja boa, você questiona e faz um esforço descomunal para retribuir o cumprimento, você quase rosna entre os dentes: "booa tarrrde".
Nestes dias dá para sentir que o sorriso que tranborda na tua cara é daqueles amarelos, quase falsos, só que você não está sendo falsa, a culpa é da monotonia, está tudo insuportavelmente mo-nó-to-no. Uma monotonia braba, até a bomba que explodiu ou vai explodir lá do outro lado do mundo é parecida com a bomba que já explodiu num outro dia qualquer. É outra, mas bomba é bomba e não te abala. O presidente do país continua o mesmo, respondendo o conhecido "eu nada sei", e negando um terceiro mandato. Só que a esta altura da vida você já sabe que a diferença entre negar e querer é quase nenhuma. Tentou ser contra a presença do rei, mas ninguém ligou. Monótono, não é?
E o tempo? Este parece que resolveu conspirar contra você e em cima da tua cabeça, literalmente falando. Parece que os céus resolveram tirar onda com a tua cara e não chove, nem faz sol, não aquece, nem arrefece. Querem saber? É pior! Acontece as duas coisas ao mesmo tempo. Dá para imaginar alguém andando placidamente numa rua a caminho de casa e de repente sentir pingos de chuva? Seria normal se depois de mais uns passos, o sol não abrisse com toda a sua força e você avistasse a metros de distância um amigo com aquela chuva que te atingiu, caindo no local onde ele está e por onde você passou, e você ali, debaixo daquele sol. Muito sinistro.
A monotonia é bege. Você não sabe se vai ou se fica e acaba não fazendo nada. Os teus melhores amigos se tornam o sofá e o controle da televisão. E nunca há um programa de televisão bom quando você precisa dela. Vocês percebem a complexidade da situação? Não foi à toa que até virou música. De sentir nada e tudo ao mesmo tempo, dos momentos não serem claros, nem escuros. São os dois sem serem nenhum. É complicado.
E o que a gente faz, então? Não tem pílula nem xarope no mercado que dê jeito no assunto. Não é depressão, então não adianta o velho e bom prozac com prazo de validade vencido de outros tempos de uma vida sofrida. Nada adianta.
Hoje vai ter jogo do Brasil na TV, de novo, como no domingo passado, os mesmos vão jogar, 11 de cada lado e o técnico é o Dunga. Não é monótono?
Nestes dias dá para sentir que o sorriso que tranborda na tua cara é daqueles amarelos, quase falsos, só que você não está sendo falsa, a culpa é da monotonia, está tudo insuportavelmente mo-nó-to-no. Uma monotonia braba, até a bomba que explodiu ou vai explodir lá do outro lado do mundo é parecida com a bomba que já explodiu num outro dia qualquer. É outra, mas bomba é bomba e não te abala. O presidente do país continua o mesmo, respondendo o conhecido "eu nada sei", e negando um terceiro mandato. Só que a esta altura da vida você já sabe que a diferença entre negar e querer é quase nenhuma. Tentou ser contra a presença do rei, mas ninguém ligou. Monótono, não é?
E o tempo? Este parece que resolveu conspirar contra você e em cima da tua cabeça, literalmente falando. Parece que os céus resolveram tirar onda com a tua cara e não chove, nem faz sol, não aquece, nem arrefece. Querem saber? É pior! Acontece as duas coisas ao mesmo tempo. Dá para imaginar alguém andando placidamente numa rua a caminho de casa e de repente sentir pingos de chuva? Seria normal se depois de mais uns passos, o sol não abrisse com toda a sua força e você avistasse a metros de distância um amigo com aquela chuva que te atingiu, caindo no local onde ele está e por onde você passou, e você ali, debaixo daquele sol. Muito sinistro.
A monotonia é bege. Você não sabe se vai ou se fica e acaba não fazendo nada. Os teus melhores amigos se tornam o sofá e o controle da televisão. E nunca há um programa de televisão bom quando você precisa dela. Vocês percebem a complexidade da situação? Não foi à toa que até virou música. De sentir nada e tudo ao mesmo tempo, dos momentos não serem claros, nem escuros. São os dois sem serem nenhum. É complicado.
E o que a gente faz, então? Não tem pílula nem xarope no mercado que dê jeito no assunto. Não é depressão, então não adianta o velho e bom prozac com prazo de validade vencido de outros tempos de uma vida sofrida. Nada adianta.
Hoje vai ter jogo do Brasil na TV, de novo, como no domingo passado, os mesmos vão jogar, 11 de cada lado e o técnico é o Dunga. Não é monótono?
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Obras na China revelam relíquias culturais
Obras para Olimpíadas de 2008 revelam tesouros arqueológicos
O surto de construções que movimenta bilhões de dólares na China antes da Olimpíada de 2008 já revelou centenas de relíquias antigas, algumas com 2.000 anos de idade, o que deixa arqueólogos ávidos por peças na trilha dos operários.
O diretor da Administração Estatal da Herança Cultural, Shan Jixiang, pediu às autoridades locais que realizem investigações arqueológicas nos terrenos antes das obras, disse o jornal China Daily na terça-feira.
Mas, na pressa para concluir os trabalhos antes da abertura dos Jogos de Pequim, em 8 de agosto, as máquinas estão ditando o ritmo aos pesquisadores. "Os arqueólogos de Pequim estão seguindo as escavadeiras", disse ao jornal um arqueólogo da prefeitura, que pediu anonimato.
Mais de 1.500 artefatos de ouro, cerâmica, jade e outros materiais já foram encontrados nos locais onde ficarão as instalações olímpicas, além de mais de 700 tumbas antigas, segundo o jornal.
O arqueólogo disse que algumas das relíquias remontam à dinastia Han (206 a.C a 220 d.C.).
O forte crescimento econômico chinês já representou a morte de muitos "hutongs" (becos) históricos e de outros ícones arquitetônicos da capital. Mas o problema não se restringe a Pequim.
"As cidades chinesas passaram por enormes mudanças, sendo que muitos de seus bairros antigos foram reformulados, frequentemente em detrimento da sua herança cultural," disse Shan ao jornal.
De acordo com Shan, o governo vai investir mais na preservação de cem monumentos históricos importantes, como a Grande Muralha e alguns trechos da área comercial conhecida como rua da Seda.
"Os próximos anos serão um momento crítico para estes locais devido à urbanização em curso."
. . .
Dinastia Han
A dinastia Han foi uma dinastia chinesa, que durou de 206 a.C. até 220 d.C..
A dinastia Han está dividida em duas partes: a Han Ocidental (ou Anterior) de 206 a.C. até 9 d.C. e a Han Oriental (ou posterior) de 25 a 220, separados pelo interregno de Wang Mang.
No século I da era cristã, a luta iniciada na dinastia anterior contra os "bárbaros do oeste", como eram chamados os homens da estepes (hunos da atual Mongólia, descendentes dos turcos-mongóis), prosseguiu, passando eles à condição de vassalos dos chineses.
O longo período de governo dos Han possibilitou a formação de uma nação chinesa. Os dialetos foram unificados e ocorreu a miscigenação dos diversos grupos étnicos que viviam na região.
A China se expandiu em direção ao ocidente, estabelecendo protetorados e rotas comerciais na Ásia Central, desenvolvendo o comércio inclusive com os romanos.
Entretanto, no final da dinastia, os homens das estepes voltaram à ofensiva, o que, juntamente com revoltas internas da nobreza, gerou uma série de lutas, que duraram cerca de 75 anos.
A dinastia Han foi portanto destronada, e o território chinês foi dividido em três reinos: Wei, Shu e Wu.
fonte: Reuters e Wikipédia
foto: jarra da Dinastia Han
O diretor da Administração Estatal da Herança Cultural, Shan Jixiang, pediu às autoridades locais que realizem investigações arqueológicas nos terrenos antes das obras, disse o jornal China Daily na terça-feira.
Mas, na pressa para concluir os trabalhos antes da abertura dos Jogos de Pequim, em 8 de agosto, as máquinas estão ditando o ritmo aos pesquisadores. "Os arqueólogos de Pequim estão seguindo as escavadeiras", disse ao jornal um arqueólogo da prefeitura, que pediu anonimato.
Mais de 1.500 artefatos de ouro, cerâmica, jade e outros materiais já foram encontrados nos locais onde ficarão as instalações olímpicas, além de mais de 700 tumbas antigas, segundo o jornal.
O arqueólogo disse que algumas das relíquias remontam à dinastia Han (206 a.C a 220 d.C.).
O forte crescimento econômico chinês já representou a morte de muitos "hutongs" (becos) históricos e de outros ícones arquitetônicos da capital. Mas o problema não se restringe a Pequim.
"As cidades chinesas passaram por enormes mudanças, sendo que muitos de seus bairros antigos foram reformulados, frequentemente em detrimento da sua herança cultural," disse Shan ao jornal.
De acordo com Shan, o governo vai investir mais na preservação de cem monumentos históricos importantes, como a Grande Muralha e alguns trechos da área comercial conhecida como rua da Seda.
"Os próximos anos serão um momento crítico para estes locais devido à urbanização em curso."
Dinastia Han
A dinastia Han foi uma dinastia chinesa, que durou de 206 a.C. até 220 d.C..
A dinastia Han está dividida em duas partes: a Han Ocidental (ou Anterior) de 206 a.C. até 9 d.C. e a Han Oriental (ou posterior) de 25 a 220, separados pelo interregno de Wang Mang.
No século I da era cristã, a luta iniciada na dinastia anterior contra os "bárbaros do oeste", como eram chamados os homens da estepes (hunos da atual Mongólia, descendentes dos turcos-mongóis), prosseguiu, passando eles à condição de vassalos dos chineses.
O longo período de governo dos Han possibilitou a formação de uma nação chinesa. Os dialetos foram unificados e ocorreu a miscigenação dos diversos grupos étnicos que viviam na região.
A China se expandiu em direção ao ocidente, estabelecendo protetorados e rotas comerciais na Ásia Central, desenvolvendo o comércio inclusive com os romanos.
Entretanto, no final da dinastia, os homens das estepes voltaram à ofensiva, o que, juntamente com revoltas internas da nobreza, gerou uma série de lutas, que duraram cerca de 75 anos.
A dinastia Han foi portanto destronada, e o território chinês foi dividido em três reinos: Wei, Shu e Wu.
fonte: Reuters e Wikipédia
foto: jarra da Dinastia Han
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Olimpíadas 2008
Futuro do presente - S.Paulo
Mostra busca o futuro e reencontra os anos 70
A julgar pela coletiva de 17 artistas - entre eles, Nelson Leirner e Cildo Meireles - que pode ser vista no Itaú Cultural, o futuro da arte está mesmo no passado. A mostra "Futuro do Presente", que junta nomes de várias gerações para tentar prever os rumos da arte no futuro, está ancorada em experimentações dos anos 70, com reflexões paralelas sobre a sustentabilidade - conceito hoje em voga.

Três trabalhos-chave da exposição, de Paulo Bruscky, Leirner e Meireles, atualizam obras dos anos 70. Entre os mais novos, Henrique Oliveira se destaca. Leirner monta uma banca de jornais com exemplares do "Jornal do Não Artista", publicação que ele inventou há mais de 30 anos para instruir o público a fazer suas próprias obras de arte.

"O artista não tem um papel só didático, como também de desmistificação", diz Leirner. Já Cildo Meireles instala uma geladeira no espaço expositivo e vai distribuir picolés de água pelos parques da cidade ao longo da mostra. Ele retoma a reflexão que começou nos anos 70 com suas "Inserções em Circuitos Antropológicos", quando colocava em circulação garrafas de refrigerante e cédulas de dinheiro com mensagens de caráter político.

"Jornais, televisão e revistas têm público muito amplo e controle muito fácil. Minha idéia era usar circuitos existentes e neles inserir idéias", lembra o artista. A conexão com a passagem do tempo ganha força no porão do espaço, onde Paulo Bruscky mostra o vídeo de um eletroencefalograma que fez na década de 70, quando aparelhos que faziam a medição da atividade cerebral desenhavam apenas traços simples. Exposto ao lado, está um vídeo que fez neste ano, que mostra imagens de atividade cerebral em cores.

Três trabalhos-chave da exposição, de Paulo Bruscky, Leirner e Meireles, atualizam obras dos anos 70. Entre os mais novos, Henrique Oliveira se destaca. Leirner monta uma banca de jornais com exemplares do "Jornal do Não Artista", publicação que ele inventou há mais de 30 anos para instruir o público a fazer suas próprias obras de arte.

"O artista não tem um papel só didático, como também de desmistificação", diz Leirner. Já Cildo Meireles instala uma geladeira no espaço expositivo e vai distribuir picolés de água pelos parques da cidade ao longo da mostra. Ele retoma a reflexão que começou nos anos 70 com suas "Inserções em Circuitos Antropológicos", quando colocava em circulação garrafas de refrigerante e cédulas de dinheiro com mensagens de caráter político.

"Jornais, televisão e revistas têm público muito amplo e controle muito fácil. Minha idéia era usar circuitos existentes e neles inserir idéias", lembra o artista. A conexão com a passagem do tempo ganha força no porão do espaço, onde Paulo Bruscky mostra o vídeo de um eletroencefalograma que fez na década de 70, quando aparelhos que faziam a medição da atividade cerebral desenhavam apenas traços simples. Exposto ao lado, está um vídeo que fez neste ano, que mostra imagens de atividade cerebral em cores.
FUTURO DO PRESENTE
» Quando: de ter. a sex., das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 19h; até 10/2
» Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 119)
» Quanto: entrada franca
» Informações: tel. 0xx 11 2168-1776
fonte:Folha de S.Paulo
fotos: "Constelações", de João Modé; Cildo Meireles e "Tapumes", de Henrique Oliveira
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Por que amamos os homens

A coluna do Paulo Coelho, na Revista de Domingo(ontem) do Jornal O Globo, tratou de um assunto bastante interessante: as razões que nos levam a nos apaixonarmos pelo sexo oposto. E ele fez uma lista baseada em grupos de discussão do assunto na internet:
* Amamos os homens porque eles não conseguem fingir um orgasmo, mesmo que queiram.
* Porque jamais vão nos entender, e mesmo assim continuam tentando.
* Porque conseguem ainda ver nossa beleza, mesmo quando nós já somos incapazes de acreditar nisso.
* Porque são amantes que só descansam quando temos prazer.
* Porque conseguiram elevar o esporte a algo próximo a uma religião.
* Porque insistem em consertar coisas que estão além de suas habilidades, com o mesmo entusiasmo de um adolescente, e se desesperam quando não conseguem.
* Porque são como româs: grande parte é impossível digerir, mas as sementes são deliciosas.
* Porque sabemos sempre o que estão pensando, e quando abrem a boca dizem exatamente o que imaginávamos.
* Porque jamais sonharam em se torturar com saltos altos.
* Porque adoram explorar nosso corpo e conquistar nossa alma.
* Porque uma garota de 14 anos pode deixá-los em silêncio e uma mulher de 25 consegue domá-los sem esforço.
* Porque fazem tudo para tentar esconder suas fragilidades.
* Porque o maior mêdo de um homem é não ser homem - o que jamais passa pela cabeça de uma mulher(não ser uma mulher).
* Porque sempre terminam a comida que está no prato e não sentem culpa por causa disso.
* Porque acham uma graça imensa em temas completamente desinteressantes, como o que aconteceu no trabalho ou marcas de carros.
* Porque são dotados de ombros onde conseguimos dormir sem muito esforço.
* Porque estão em paz com seus corpos, exceto pequenas preocupações a respeito de calvície e obesidade.
* Porque jamais mentem a idade.
* Porque apesar de tudo que tentam demonstrar, não conseguem viver sem uma mulher.
* Porque quando dizemos a um deles "Eu te amo", sempre pedem para qua a gente explique exatamente como.
fonte:Revista O Globo
* Amamos os homens porque eles não conseguem fingir um orgasmo, mesmo que queiram.
* Porque jamais vão nos entender, e mesmo assim continuam tentando.
* Porque conseguem ainda ver nossa beleza, mesmo quando nós já somos incapazes de acreditar nisso.
* Porque são amantes que só descansam quando temos prazer.
* Porque conseguiram elevar o esporte a algo próximo a uma religião.
* Porque insistem em consertar coisas que estão além de suas habilidades, com o mesmo entusiasmo de um adolescente, e se desesperam quando não conseguem.
* Porque são como româs: grande parte é impossível digerir, mas as sementes são deliciosas.
* Porque sabemos sempre o que estão pensando, e quando abrem a boca dizem exatamente o que imaginávamos.
* Porque jamais sonharam em se torturar com saltos altos.
* Porque adoram explorar nosso corpo e conquistar nossa alma.
* Porque uma garota de 14 anos pode deixá-los em silêncio e uma mulher de 25 consegue domá-los sem esforço.
* Porque fazem tudo para tentar esconder suas fragilidades.
* Porque o maior mêdo de um homem é não ser homem - o que jamais passa pela cabeça de uma mulher(não ser uma mulher).
* Porque sempre terminam a comida que está no prato e não sentem culpa por causa disso.
* Porque acham uma graça imensa em temas completamente desinteressantes, como o que aconteceu no trabalho ou marcas de carros.
* Porque são dotados de ombros onde conseguimos dormir sem muito esforço.
* Porque estão em paz com seus corpos, exceto pequenas preocupações a respeito de calvície e obesidade.
* Porque jamais mentem a idade.
* Porque apesar de tudo que tentam demonstrar, não conseguem viver sem uma mulher.
* Porque quando dizemos a um deles "Eu te amo", sempre pedem para qua a gente explique exatamente como.
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Paulo Coelho
sexta-feira, 9 de novembro de 2007

A Voz
Da tua voz
o corpo
o tempo já vencido
os dedos que me
vogam
nos cabelos
e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...
Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...
Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços
que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens.
Maria Teresa Horta
foto: Ralf Franz
o corpo
o tempo já vencido
os dedos que me
vogam
nos cabelos
e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...
Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...
Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços
que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens.
Maria Teresa Horta
foto: Ralf Franz
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Poema Antigo
O homem que percorro
com as mãos
e a lua que concebo
na altitude
do tédio
Só
o oceano
penso paralelo — ventre
à praia intata
das janelas brancas
com silêncio
ciclamens-astros
entre
as vozes que calaram
para sempre
o verbo — bússola
com raiz — grito de relevo
O homem que percorro
com as mãos
a estátua que consinto
a lua que concebo.
Maria Teresa Horta
foto: May García
com as mãos
e a lua que concebo
na altitude
do tédio
Só
o oceano
penso paralelo — ventre
à praia intata
das janelas brancas
com silêncio
ciclamens-astros
entre
as vozes que calaram
para sempre
o verbo — bússola
com raiz — grito de relevo
O homem que percorro
com as mãos
a estátua que consinto
a lua que concebo.
Maria Teresa Horta
foto: May García
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Dúvida
Amor
a tua voz
e a minha sensação de vácuo
de liberdades paralelas
ontem
esquinas encontradas
no ângulo dos lábios
Amor
a tua lâmpada de nevoeiro
sulcado
manhãs de aves
súbitas
com noites inventadas
nada
é o teu rosto
insetos de vertigem
sem paisagem.
Maria Teresa Horta
foto: Natalia Szulc
a tua voz
e a minha sensação de vácuo
de liberdades paralelas
ontem
esquinas encontradas
no ângulo dos lábios
Amor
a tua lâmpada de nevoeiro
sulcado
manhãs de aves
súbitas
com noites inventadas
nada
é o teu rosto
insetos de vertigem
sem paisagem.
Maria Teresa Horta
foto: Natalia Szulc
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Bicho de estimação ameaça a vida amorosa, diz a pesquisa
Os solteiros britânicos estão se voltando cada vez mais para seus bichos de estimação em busca de companhia, sugere uma pesquisa encomendada por uma das maiores agências de relacionamentos da Grã-Bretanha, a Parship.
A agência diz, no entanto, que os solteiros que possuem animais podem estar colocando em risco suas chances de romance.
Ter um bicho de estimação reduziria em 40% as probabilidades de encontrar o amor, segundo o levantamento.
O estudo, realizado em parceria com a empresa britânica de pesquisas de marketing YouGov, revelou que quase a metade (47%) dos 13 milhões de solteiros do país possui hoje um bicho de estimação, gastando em média US$ 1.800 por ano com seu animal e dedicando anualmente cerca de 21 dias ao seu bem-estar.
Tratar animais como crianças, dividir sua cama com seu bicho de estimação, mimar o animal com acessórios caros ou possuir dois ou mais bichos são alguns dos hábitos que impediriam outros solteiros de se relacionar com outras pessoas.
Além disso, 25% dos solteiros britânicos que possuem bichos disseram que se tivessem de escolher entre seu animal e um novo parceiro, optariam pelo animal.
As implicações podem ser sérias, já que os solteiros britânicos possuem 1,24 milhões de gatos, 1,18 milhão de cachorros, 624 mil peixes, 436.800 hamsters, ratos ou outros roedores, 187.200 pássaros, 124 mil cavalos, burros ou porcos, 64 mil cobras e 120 mil animais exóticos - o que inclui aranhas e insetos.
Dois mil solteiros britânicos participaram do estudo - cerca de metade deles possuía um bicho de estimação.
Os pesquisadores investigaram vários aspectos do relacionamento dos entrevistados com seus animais de estimação ou, entre os que não possuíam bichos, sua opinião em relação a um possível relacionamento com pessoas que têm bichos de estimação.
Atração Animal
Quase dois terços (58%) dos entrevistados que tinham bichos disseram que amam seu animal e o consideram um membro da família, comparados com apenas 27% dos que amam seu bicho como um animal e não como a um outro ser humano.
Alguns dos entrevistados disseram que amam tanto seu animal que colocariam os "sentimentos" do bicho acima dos seus próprios ou dos do parceiro.
Um quarto (25%) dos entrevistados que possuem um bicho de estimação disseram que, caso o parceiro desenvolvesse uma alergia ao animal, pediriam que ele ou ela se mudasse.
Um terço dos homens (32%) e um quinto das mulheres (19%) disseram que achariam um novo lar para o bicho.
A psiquiatra e especialista em relacionamentos da Parship Victoria Lukats disse que, de maneira geral, o investimento emocional das pessoas em seus animais é grande, mas a proporção dos que tratam o bicho como um parceiro ou como uma criança é pequena.
"Ao invés daquele estereótipo da solteirona com vários gatos, a realidade é que muitos solteiros simplesmente gostam de ter um animal de estimação, mas provavelmente colocariam seu relacionamento em primeiro lugar", disse Lukats.
Ela diz que desde que haja um equilíbrio e que donos de animais não evitem atividades sociais, ter um animal não vai interferir na sua vida amorosa.
"Mas talvez seja sábio levar em conta os resultados dessa pesquisa", acrescentou. "Se há potencial para um relacionamento de longo prazo, talvez seja melhor não ficar se gabando de quanto você mima seu animal e evitar fazer declarações enfáticas sobre como seu animal está em primeiro lugar, especialmente nos primeiros encontros".
n.r. Pela parte que me toca, nunca tive problemas, muito pelo contrário. Mas é muito fácil: é só escolher um parceiro que goste de plantas e de animais, e se ele não gostar, desconfie. Amem-se e tudo o que vier depois, é lucro.
Homens do meu Brasil e não só! Futuros pretendentes! Não me imagino escutando aquela frase horrorosa:"ou ele ou eu!" Não faço escolhas. E se tiver que fazer: ele, claro! Meu bichicho é uma coisa muito fofinha!

fonte:BBC Brasil
A agência diz, no entanto, que os solteiros que possuem animais podem estar colocando em risco suas chances de romance.
Ter um bicho de estimação reduziria em 40% as probabilidades de encontrar o amor, segundo o levantamento.
O estudo, realizado em parceria com a empresa britânica de pesquisas de marketing YouGov, revelou que quase a metade (47%) dos 13 milhões de solteiros do país possui hoje um bicho de estimação, gastando em média US$ 1.800 por ano com seu animal e dedicando anualmente cerca de 21 dias ao seu bem-estar.
Tratar animais como crianças, dividir sua cama com seu bicho de estimação, mimar o animal com acessórios caros ou possuir dois ou mais bichos são alguns dos hábitos que impediriam outros solteiros de se relacionar com outras pessoas.
Além disso, 25% dos solteiros britânicos que possuem bichos disseram que se tivessem de escolher entre seu animal e um novo parceiro, optariam pelo animal.
As implicações podem ser sérias, já que os solteiros britânicos possuem 1,24 milhões de gatos, 1,18 milhão de cachorros, 624 mil peixes, 436.800 hamsters, ratos ou outros roedores, 187.200 pássaros, 124 mil cavalos, burros ou porcos, 64 mil cobras e 120 mil animais exóticos - o que inclui aranhas e insetos.
Dois mil solteiros britânicos participaram do estudo - cerca de metade deles possuía um bicho de estimação.
Os pesquisadores investigaram vários aspectos do relacionamento dos entrevistados com seus animais de estimação ou, entre os que não possuíam bichos, sua opinião em relação a um possível relacionamento com pessoas que têm bichos de estimação.
Atração Animal
Quase dois terços (58%) dos entrevistados que tinham bichos disseram que amam seu animal e o consideram um membro da família, comparados com apenas 27% dos que amam seu bicho como um animal e não como a um outro ser humano.
Alguns dos entrevistados disseram que amam tanto seu animal que colocariam os "sentimentos" do bicho acima dos seus próprios ou dos do parceiro.
Um quarto (25%) dos entrevistados que possuem um bicho de estimação disseram que, caso o parceiro desenvolvesse uma alergia ao animal, pediriam que ele ou ela se mudasse.
Um terço dos homens (32%) e um quinto das mulheres (19%) disseram que achariam um novo lar para o bicho.
A psiquiatra e especialista em relacionamentos da Parship Victoria Lukats disse que, de maneira geral, o investimento emocional das pessoas em seus animais é grande, mas a proporção dos que tratam o bicho como um parceiro ou como uma criança é pequena.
"Ao invés daquele estereótipo da solteirona com vários gatos, a realidade é que muitos solteiros simplesmente gostam de ter um animal de estimação, mas provavelmente colocariam seu relacionamento em primeiro lugar", disse Lukats.
Ela diz que desde que haja um equilíbrio e que donos de animais não evitem atividades sociais, ter um animal não vai interferir na sua vida amorosa.
"Mas talvez seja sábio levar em conta os resultados dessa pesquisa", acrescentou. "Se há potencial para um relacionamento de longo prazo, talvez seja melhor não ficar se gabando de quanto você mima seu animal e evitar fazer declarações enfáticas sobre como seu animal está em primeiro lugar, especialmente nos primeiros encontros".
n.r. Pela parte que me toca, nunca tive problemas, muito pelo contrário. Mas é muito fácil: é só escolher um parceiro que goste de plantas e de animais, e se ele não gostar, desconfie. Amem-se e tudo o que vier depois, é lucro.
Homens do meu Brasil e não só! Futuros pretendentes! Não me imagino escutando aquela frase horrorosa:"ou ele ou eu!" Não faço escolhas. E se tiver que fazer: ele, claro! Meu bichicho é uma coisa muito fofinha!

O Sasha(Sassá para os íntimos), minha coisa fofinha
fonte:BBC Brasil
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