Mostrando postagens com marcador casamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador casamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Casamento

Modo de Usar:





Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche. Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.

Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos. Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.

Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não te critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo. Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las.

É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora.

Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois. Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa: os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda. Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade.

Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se.

fonte:Espaço Psi

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Casamento



Amanhã é dia de casamento, significado: bem-casados, bolo, champagne. Os noivos são lindos, garanto. Vou festejar!




quinta-feira, 30 de julho de 2009

Uma idéia para os que ainda não casaram

Amei! Que performance!!!




fonte: recebido por email

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O que esperar de um casamento

Artista cria vestido de noiva com 1,5 mil luvas de cozinha


Um vestido de noiva feito de luvas de cozinha e assinado pela artista plástica britânica Susie MacMurray é o destaque de uma exposição que abre neste mês em Nova York.

Intitulada "A Mixture of Frailties" ("Uma mistura de fragilidades"), a peça demorou vários meses para ser montada e é feita de cerca de 1,5 mil luvas de cozinha viradas do avesso.

Depois de uma temporada em exposição no museu Tuille House, em Carlisle, no noroeste da Inglaterra, a obra será um dos destaques da mostra "Second Lives: Remixing the Ordinary", que será inaugurada no dia 27 no Museu de Arte e Design de Nova York.

Em entrevista à BBC Brasil, a artista afirmou que a produção da obra faz parte de seu interesse pela "natureza visceral dos contos de fadas".

"Os contos de fadas geralmente funcionam como contos de alerta e precaução. Esse vestido, enquanto belo e extravagante, pode provavelmente ser visto como uma armadilha - cuidado com o que você deseja", disse MacMurray.

Segundo a curadora da Tuille House, Fiona Venables, a obra faz referência "tanto ao sonho da menina de um vestido de casamento branco quando à realidade das tarefas domésticas".

Materiais
Além de "A Mixture of Frailties", a artista criou ainda outra peça similar, feita de balões metálicos.

A obra, intitulada "Gladrags", é um casaco composto de 10 mil balões metálicos cor-de-rosa e contou com ajuda de três assistentes para ser produzida.

Assim como no vestido de noiva, "Gladrags" - atualmente em exposição na galeria Pallant House, em Chischester, na Inglaterra - também revela o interesse da artista pelo material e sua associação com o conteúdo da obra.


fonte:BBC Brasil

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Justiça condena igreja de BH por casamento "malfeito"

A Justiça de Minas Gerais condenou a Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte a pagar R$ 2.000 de indenização a dois comerciantes porque o casamento do casal foi celebrado com "descaso e pressa" por um padre.

A cerimônia foi realizada em 14 de outubro de 2005, na igreja Santa Luzia, região do Barreiro. Na ação, o noivo disse que o casamento estava marcado para as 20h30. Ao chegar ao local, afirmou que o padre estava exaltado -dizia que a cerimônia estava prevista para as 20h.

Ainda segundo ele, a noiva teve de sair às pressas do salão de beleza, pois o padre ameaçou não celebrar o casamento. Ela afirmou que, ao tentar argumentar que havia ocorrido erro na secretaria da igreja, o padre a chamou de irresponsável e cara-de-pau. O padre, segundo o casal, realizou o casamento em 15 minutos, não deu a bênção final e tirou a batina no altar.

Pediram indenização por danos materiais, afirmando que os serviços de fotografia e música ficaram comprometidos. Também reivindicaram compensação por danos morais, porque tiveram que cancelar a festa por conta do abalo emocional.

O desembargador Luciano Pinto apontou que faltaram duas partes essenciais ao rito: a homilia e a bênção final. "A falta da bênção final comprometeu as expectativas dos noivos, causando-lhes forte frustração."

A igreja afirmou ontem que ainda não foi intimada. O padre não foi localizado para comentar a decisão.


fonte:Folha Online

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Gene do bom marido é o mesmo de roedor fiel

Pesquisadores relacionam genética de hormônio a sucesso no casamento


Se as mulheres prestes a casar levarem ao pé da letra as conclusões de estudo publicado hoje pela revista "PNAS" - o que geneticistas e psicólogos não recomendam - vão pedir um seqüenciamento genético dos noivos.

Um grupo de pesquisadores norte-americanos e suecos analisou o genoma e o comportamento conjugal de 2.186 adultos, que participam de um projeto que acompanha centenas de gêmeos do mesmo sexo, casados oficialmente ou em uniões estáveis.

Os pesquisadores examinaram nessas pessoas o gene que produz o hormônio vasopressina. "A vasopressina regula o equilíbrio da água no corpo e atua em áreas do cérebro relacionadas ao comportamento reprodutivo", explica o etólogo César Ades, da Universidade de São Paulo. "Ela afeta a capacidade de formar laços afetivos." O corpo produz vasopressina, por exemplo, durante uma relação sexual. A sensação de prazer provocada pela vasopressina fica associada ao convívio com o parceiro e aumenta as chances do casal dar certo.

Estudos anteriores com roedores norte-americanos chamados arganases mostraram que a sensibilidade à vasopressina determinava se o macho da espécie acasala com várias fêmeas ou se forma um casal com um delas para o resto da vida. Manipulando o mecanismo regulatório da vasopressina nesses roedores, os pesquisadores conseguiam mudar o comportamento do animal.



Um mecanismo semelhante foi descoberto agora por Wallum e seus colaboradores. Eles analisaram o mesmo gene dos arganases, que existe em seres humanos e que também produzem a vasopressina. "Existem seqüências regulatórias em torno dos genes que regulam quando, como e onde esses genes serão ativados", explica o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago, que não participou do estudo.

Os pesquisadores verificaram variações nessas seqüências entre as pessoas do estudo. Em seguida, procuraram por alguma relação entre essas variações e os resultados de um conjunto de testes psicológicos para medir a intensidade da ligação de um casal.

Assim como no caso dos arganases, os pesquisadores acharam relações entre as variações dos genes e o comportamento apenas em indivíduos do sexo masculino.
Os resultados foram que os homens portadores de uma dessas variações, chamada de "alelo 334", tiveram notas mais baixas em um questionário que avaliou a ligação afetiva entre os casais.

E mais: os homens com duas cópias do alelo 334 tinham mais chance de não oficializar suas uniões estáveis na forma de casamento. Além disso, o portador de dois 334 tinha duas vezes mais chance que um portador de um único 334 de ter tido uma crise conjugal no ano passado.



Insatisfação conjugal
Confirmando a tendência, as mulheres dos homens com maior número de cópias do 334 tendiam a dizer que estavam insatisfeitas com a relação.

Mais do que fornecer munição extra à guerra dos sexos, a conclusão da pesquisa pode ajudar a entender porque alguns homens são mais sociáveis que outros ou completamente insensíveis socialmente, como é o caso dos autistas.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado uma associação entre o grande número de cópias desse gene e a manifestação de autismo.

O fato de os pesquisadores terem descoberto que homens com mais desses genes têm mais dificuldade de se relacionar reforça essa idéia. Nóbrega, no entanto, alerta que os resultados precisarão ainda serem replicados, para serem confirmados. "Há uma lista sem fim de experimentos que são refeitos em outras populações e não dão os mesmo resultados", diz o pesquisador.

"A capacidade do indivíduo ao apego não é determinada só pelos genes, existem mil fatores", explica Ades. Um portador do 334 pode dar um bom marido. Ou não.


fonte:Folha de S.Paulo

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Correndo atrás da felicidade

O fim da separação judicial


A separação judicial está perto da extinção. A Comissão Especial do Divórcio da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 21 de novembro de 2007, o substitutivo à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que elimina a figura da separação judicial. O texto da nova proposta altera a Constituição Federal de 1988 no tocante à separação e divórcio.

De acordo com nossas leis atuais, o casal que não deseja mais a manutenção do casamento pode se separar judicialmente, decorrido um ano de casamento. Feita a separação judicial, após um ano, o casal pode obter judicialmente o divórcio, conquistando, assim, a possibilidade de um novo casamento. É o chamado divórcio indireto.

O divórcio direto é aquele que pode ser obtido após dois anos contados a partir da separação de fato – que nada mais é do que o afastamento do casal, sem que tenha passado pelo Poder Judiciário. Seria algo como uma separação “informal”. Nesse caso, o casal pode buscar o divórcio diretamente, sem que tenha se separado previamente de forma judicial.

Agora, a Comissão Especial da Câmara, criada para analisar Propostas de Emendas à Constituição, aprovou o texto da PEC que extingue a separação, indo além dos conceitos de divórcio direto e indireto. Com essa PEC, que segue agora para o Senado, a separação judicial deixa de existir. Assim, o casal separado de fato há mais de um ano pode requerer o divórcio sem que tenha obrigatoriamente passado por uma separação judicial. O fim da separação é de grande utilidade. Não há motivo razoável para que um casal tenha que se separar previamente para ter acesso ao divórcio.

Na realidade, a diferença entre a separação judicial e o divórcio é apenas uma: o divorciado pode se casar novamente, enquanto tal direito não é conferido ao separado. E não há por que tal diferença ser mantida.

A separação judicial foi mantida, após o Brasil ter se tornado um país divorcista, por uma questão meramente psicológica. Por ser um país basicamente católico houve, à época dos estudos a respeito da aprovação do divórcio, uma intensa pressão de representantes da igreja e seus fiéis que se mostravam radicalmente contrários a uma figura jurídica que pudesse dissolver o matrimônio.

Assim, sob tais pressões, foi mantida a figura da separação, como um degrau para que se chegasse ao divórcio. Seria como se o divórcio estivesse longe dos casais separados. O casamento não estaria dissolvido de pronto e os separados não poderiam se casar novamente, num primeiro momento.

Mas nossa sociedade evoluiu, os costumes são outros e o divórcio é quase sempre buscado, seja para que se estabeleça um novo casamento, seja para colocar um “ponto final” no matrimônio, por questões emocionais e psicológicas daqueles que um dia já formaram um casal e hoje, seja por que motivo for, não o desejam mais.

O Instituto Brasileiro de Direito de Família – que conta com a colaboração e participação dos maiores juristas da área – é defensor do fim da figura da separação e seus membros alegam que isso não será um fator determinante para o aumento do número de matrimônios dissolvidos. Será, na verdade, a possibilidade da formação de novos lares.

Outro ponto importante da nova PEC é a economia financeira proporcionada às partes envolvidas que, ao invés de passarem por dois processos judiciais - separação e divórcio –, poderão dissolver o casamento com apenas uma das medidas.

Sem dúvida, haverá manifestação contrária à extinção da separação judicial, pois isso fará com que o divórcio, sem qualquer fundamento, aproxime-se da sociedade e dos casais. Mas, o momento histórico que vivemos é plenamente capaz de conviver com a idéia de que a separação também desfaz matrimônios. Mantê-la não significa que casais permanecerão unidos contra sua vontade. O casamento será desfeito se o casal assim desejar. E se dá a oportunidade, que todos merecemos, de estabelecer uma nova união que nos propicie o bem estar. Com acerto disse o deputado Sergio Barradas Carneio (PT-BA), criador de uma das propostas que deu base para o texto final aprovado: “Essa nova lei é uma lei a favor do casamento, já que dá a possibilidade de um novo casamento”.



fonte:Última Instância
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.