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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Arte



Amy Winehouse será inesquecível por muito tempo pelas pessoas. Depois de morrer aos 27 anos em Londres, no dia 23 de julho, o artista plástico Jason Mecier resolveu fazer um quadro da cantora usando cinco mil pílulas multicoloridas.



O retrato de Winehouse possui 15 x 21 polegadas e as pílulas é uma brincadeira do artista a carreira curta da falecida cantora.

As obras de Mecier são feitas com lixo e produtos enviados por famosos a ele. Ele já comentou em seu site que as celebridades enviam seus itens para fazer quadros delas mesmas.



Parece que a capacidade de invenção das pessoas não tem fim.




fonte:UOL

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Dica pra presente - livro sobre a obra de Vik Muniz

É meio salgado o preço, mas pra quem pode, vale a pena...


Uma espécie de "lado B" da produção do badalado Vik Muniz irrompe do volumoso catálogo raisonné da sua obra, que acaba de ser lançado no Brasil.

No país, é um caso único esse tipo de catálogo referencial ser dedicado à obra de um artista vivo. No Brasil, apenas nomes como Portinari (1903-1962) e Tarsila do Amaral (1886-1973) tiveram toda a produção organizada em publicações do tipo.

Nas 710 páginas da edição, lançada pela editora Capivara, há o registro da produção mais famosa do artista, a fotografia que faz referência a obras-chave da história da arte.

Mas há também objetos estranhos, registros fotográficos inspirados no minimalismo norte-americano e até uma série erótica, entre outras peças.

"Sinceramente, havia coisas que não tinha a menor ideia de que tinha feito, parece que tinham sido apagadas da minha cabeça", conta Vik, 47.

Séries menos conhecidas de Vik influenciaram sua decisão de produzir novamente objetos, centro de sua próxima exposição no Brasil, em setembro do ano que vem, na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio.

"O catálogo é como se fosse apresentado a você uma grande árvore. Cada galho e bifurcação é um lado da sua produção, que poderia ter sido desenvolvido e não foi por um ou outro motivo. Mas você sempre pode voltar neles", diz o artista.

Na publicação, fica clara a influência da arte norte-americana no desenvolvimento da obra de Vik. O minimalismo e até a land art (gênero da arte onde as condições naturais são decisivas para a criação de uma obra de arte) passeiam por algumas séries do artista.

"Cheguei em 1983 nos Estados Unidos. Toda a minha carreira foi desenvolvida por aqui. Por isso, considero muito importantes nomes como Robert Smithson, Walter De Maria e Robert Morris", diz ele.

Para Vik, sua arte começou a ganhar corpo em 1996, com a série "Crianças de Açúcar".

"Os anos 90 tinham sido ruins. Estava pensando em abandonar essa coisa de ser artista. Aí expus essa série em uma pequena galeria do SoHo e foi um sucesso, deu uma grande repercussão. Expus no MoMA [o Museu de Arte Moderna de Nova York] logo depois."

Vik deve ir no fim de janeiro para a pequena Park City, em Utah, acompanhar a sessão de "Lixo Extraordinário" no Festival Sundance. A produção mostra o artista criando peças no aterro do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ).

"Brooklyn,NY", foto feita em 1997 que é inspirada em obra de "land art" de Robert Smithson



VIK MUNIZ - OBRA COMPLETA, 1987-2009

Organizador: Pedro Corrêa do Lago
Editora: Capivara
Quanto: R$ 198 (710 págs.)


fonte:Folha Online

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Poptic Art

O projeto – O Poptic é a fusão deliberada das linguagens da Pop Art com a técnica da Op Art, ou arte óptica. A experimentação inicial se converteu em um conjunto de quadros produzidos a partir de fotografias e manipulação digital, com técnica de impressão que alterna imagens bidimensionais, de acordo com a posição do observador diante da obra. Técnica e conceito artísticos são inéditos.

Conceito – O excesso de informações e os efeitos colaterais na sociedade causados pelo consumismo e fatores relacionados já foram abordados à exaustão por artistas contemporâneos. No entanto, o indivíduo costuma ser tratado como agente passivo destes fenômenos sociais. A idéia das composições Poptic é relembrar que o expectador é um agente de transformação social e, logo, responsável pelos problemas que ele mesmo critica, como excesso de informações; consumo irresponsável; alienação política; e conformismo. Para representar isso, a figura humana está inserida nas texturas, desenhos e composições que buscam confundir a visão a partir do movimento agressivo que remete à crítica citada de maneira geral.

O artista, Robinson Machado.



A obra





Mais, aqui no site.


fonte: Poptic

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Exposição Minas do Graffiti

Inauguração da Galeria Virtual Artefeito




A Artefeito é uma organização independente, seus integrantes são voluntários e para realizar ações e projetos contamos com o apoio de quem quer colaborar. Algumas grafiteiras contribuíram disponibilizando suas obras para a Galeria Virtual Artefeito, onde estão a venda para quem quer colaborar com a nossa história e adquirir arte produzida pelas minas do graffiti. Parte do valor arrecadado na venda das obras será doada para os projetos da Artefeito, que podem ser conhecidos em nosso site. Além de uma forma de apoio a Galeria Virtual Artefeito é um pontapé na valorização da produção feminina no graffiti, uma iniciativa inédita que traz o trabalho de grafiteiras do Brasil e exterior.

Curadoria: Panmela Castro
Graffiteiras Participantes: Aila (São Gonçalo) - Anarkia (Rio de Janeiro) - Bera (Canadá) - Di (Rio de Janeiro) - Flores Crew (Recife) - Injah (Brasília) - Lidia Brancher (Porto alegre) - Naska (Chile) - PopDesign (Riode Janeiro) - Si (Rio de Janeiro) - OM (Rio de Janeiro) - Lia Felix (São Paulo) - Mimi (Rio de Janeiro) - Iani (Rio de Janeiro)


Onde: Galeria da Lacucaracha

Rua Texeira de Melo 31, loja H - Ipanema - Rio de Janeiro
Quando: 02/09/2009
Horário: 20h às 00hs
Telefone: (21)2522-0103
Site - http://galeria.artefeito.org


fonte: Arte Ref

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Arte


Engraçado como é a interpretação de uma obra... Quando vi este banco no blog do Eduardo, nem reparei que a escultura era denominada Spaghetti, fui bem mais longe imaginando a madeira que depois de cortada, morta, renascia, ressuscitava, enfim... transcendia a morte criando vida, fugindo, querendo deixar de ser banco pra virar árvore novamente, viajei... e sem drogas.

O autor da obra, aqui.


fonte: blog Varal de Idéias

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Psicodelia em S.Paulo

Beatriz Milhazes expõe colagens e pinturas


Das novas obras que Beatriz Milhazes apresenta, na galeria Fortes Vilaça, são as colagens as que mais empolgam a artista, apesar de serem as suas pinturas que provocam disputa no mercado.



Sem apelar a um processo industrial na fabricação de seus trabalhos, Milhazes controla todas as etapas da produção de sua obra, tornando-a limitada e, obviamente, com maior valor. Neste ano, por exemplo, ela produziu apenas oito: cinco pinturas e três colagens.

Em 2003, a artista começou a realizar colagens a partir de sua coleção de papéis de bala. Desde então, esse procedimento, um dos mais típicos da arte moderna -como se pode ver na mostra de Kurt Schwitters, em cartaz na Pinacoteca até amanhã-, tem se ampliado, e agora sacolas de papel, também de sua coleção particular, passaram a fazer parte das colagens.



Em cada uma delas, a artista utiliza cerca de 20 tipos de papel, todos adquiridos por ela. "Eu mesma escolho cada tipo de papel, a maioria no exterior, e agora tenho até mandado imprimir alguns, nos EUA."

Um exemplo que a artista aponta nas novas pinturas é a presença de formatos quadrados, que até então não eram vistos em suas obras. Milhazes alcançou uma imagética particular, caracterizada por círculos que se sobrepõem, provocando uma certa vertigem, intensificada pelo uso pulsante de cores. Na nova exposição, essas marcas seguem presentes, reforçadas por pequenos detalhes, resultado do processo artesanal.

"Tanto na pintura como na colagem, é o processo que vai decidir o resultado do trabalho", diz. Em cada obra, Milhazes cria pequenos desafios como estímulo à sua pesquisa.



Em "Love", uma de suas novas obras, o desafio foi utilizar uma tela de linho, se aproveitando da cor do material, areia, bastante distinta de sua paleta usual, muito mais vibrante.



Outros trabalhos

Para 2008, Milhazes já está com a agenda cheia. Em São Paulo, ela será tema de uma retrospectiva na Pinacoteca do Estado, onde irá criar sua primeira obra de grande escala na cidade, nos vitrais do espaço, além de apresentar novos trabalhos em sua galeria de Nova York, a James Cohan.

A artista trabalha ainda em dois livros: um, para uma nova série da editora alemã Taschen, para a qual desenhou as paredes da loja projetada por Philippe Starck, em Nova York, e outro, para a editora inglesa Ridinghouse. No ano que vem, Milhazes irá participar ainda de duas grandes mostras internacionais: a primeira bienal de Nova Orleans e uma coletiva em Berlim, no Martin-Gropius-Bau.

Finalmente, em Tóquio, ela vai estar presente numa coletiva de artistas brasileiros no Museu de Arte Contemporânea, com curadoria de Yuko Hasegawa. Já no início de 2009, terá uma mostra solo na Fundação Cartier, em Paris.

Psicodelia
»Onde:
galeria Fortes Vilaça
Rua Fradique Coutinho, 1.500
»Quando: de ter. a sex., das 10h às 19h; sáb., das 10h às 17h. Até 26/1
»Quanto: entrada franca
»Informações: 0xx11 3032-7066


fonte:Folha Online e UOL

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Futuro do presente - S.Paulo

Mostra busca o futuro e reencontra os anos 70


A julgar pela coletiva de 17 artistas - entre eles, Nelson Leirner e Cildo Meireles - que pode ser vista no Itaú Cultural, o futuro da arte está mesmo no passado. A mostra "Futuro do Presente", que junta nomes de várias gerações para tentar prever os rumos da arte no futuro, está ancorada em experimentações dos anos 70, com reflexões paralelas sobre a sustentabilidade - conceito hoje em voga.



Três trabalhos-chave da exposição, de Paulo Bruscky, Leirner e Meireles, atualizam obras dos anos 70. Entre os mais novos, Henrique Oliveira se destaca. Leirner monta uma banca de jornais com exemplares do "Jornal do Não Artista", publicação que ele inventou há mais de 30 anos para instruir o público a fazer suas próprias obras de arte.



"O artista não tem um papel só didático, como também de desmistificação", diz Leirner. Já Cildo Meireles instala uma geladeira no espaço expositivo e vai distribuir picolés de água pelos parques da cidade ao longo da mostra. Ele retoma a reflexão que começou nos anos 70 com suas "Inserções em Circuitos Antropológicos", quando colocava em circulação garrafas de refrigerante e cédulas de dinheiro com mensagens de caráter político.



"Jornais, televisão e revistas têm público muito amplo e controle muito fácil. Minha idéia era usar circuitos existentes e neles inserir idéias", lembra o artista. A conexão com a passagem do tempo ganha força no porão do espaço, onde Paulo Bruscky mostra o vídeo de um eletroencefalograma que fez na década de 70, quando aparelhos que faziam a medição da atividade cerebral desenhavam apenas traços simples. Exposto ao lado, está um vídeo que fez neste ano, que mostra imagens de atividade cerebral em cores.



FUTURO DO PRESENTE
» Quando:
de ter. a sex., das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 19h; até 10/2
» Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 119)
» Quanto: entrada franca
» Informações: tel. 0xx 11 2168-1776


fonte:Folha de S.Paulo
fotos: "Constelações", de João Modé; Cildo Meireles e "Tapumes", de Henrique Oliveira

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Panorama da Arte Brasileira - S.Paulo

Mostra do MAM-SP reúne novos artistas


Lucia Koch e Gabriel Acevedo Velarde

Gil Vicente

Cinthia Marcelle


Parque do Ibirapuera
Portão 3

Terça à Domingos e feriados - 10hs às 18hs - R$5,50
Grátis aos Domingos
De 20 de outubro até 6 de janeiro de 2008


fonte:Veja S.Paulo

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Arte contemporânea

"Acasalamentos" de José Resende


Mostra de artista plástico paulistano apresenta esculturas em sabonete.





A mostra fica em cartaz na Galeria Marília Razuk, em S.Paulo de 22 de setembro a 14 de novembro.






fonte:UOL
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