A brasileira Alice de Andrade, com o filme "O Diabo a Quatro", está entre as premiadas no 12º Festival Internacional de Cinema das Mulheres, que ocorre em Turim, Itália.
O prêmio especial ficou com a egípcia Nawal El Saadawi pelo seu empenho social e político. Já o de melhor atriz ficou com a russa Nina Shubina, pelo aclamado "Babusya". O júri teve que escolher entre 55 diretoras de grande talento. Nas telas, elas mostraram as batalhas pelos direitos civis assim como as realidades dramáticas do cotidiano.
Assim foi o documentário "A Italiana da Patagônia", de Idanna Pucci, que venceu o prêmio do público, que concorreu com produções de diversos países, como Noruega, Holanda, Coréia, Nova Zelândia, Marrocos e Brasil.
Entre os longas-metragens, o prêmio do público foi para "Tout Pour Plaire", de Cecile Telerman (França).
A aclamada co-produção entre Rússia e França, "Babusya", de Lydia Bobrova, levou o segundo prêmio ao tratar da solidão de uma mulher idosa na nova Rússia. Empatada no terceiro prêmio para longas-metragens ficou o filme da brasileira Alice de Andrade, filha do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, de Macunaíma (1969).
"O Diabo a Quatro" é uma comédia que trata de temas como prostituição, migração e crianças abandonadas. No bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, o filme conta a história de uma babá que decide virar prostituta e conquista os outros personagens à sua volta.A brasileira Alice de Andrade, com o filme "O Diabo a Quatro", está entre as premiadas no 12º Festival Internacional de Cinema das Mulheres, que ocorre em Turim, Itália.
domingo, 16 de outubro de 2005
Festival de Cinema das Mulheres premia brasileira
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