A volta das exposições históricas, com salas dedicadas a Le Corbusier (1887-1965) e Alvar Aalto (1898-1976), e espaços que homenageiam arquitetos brasileiros, como Carlos Millan (1927-1964), Ícaro de Castro Mello (1913-1986) e Eduardo Kneese de Melo (1906-1994), são os destaques da 6ª Bienal Internacional de Arquitetura (BIA), que começa neste sábado, 22 de outubro, e vai até 11 de dezembro no pavilhão da Bienal, parque Ibirapuera, em São Paulo.
A produção contemporânea internacional se divide entre as representações nacionais de 13 países e as salas dedicadas a arquitetos em atividade como o mexicano Ricardo Legoretta, o italiano Victorio Gregotti, os portugueses Eduardo Souto de Moura e Gonçalo Byrne, os espanhóis Alberto Campo Baeza e Bonell i Gil, o austríaco Hans Hollein e o chileno José Cruz Ovalle, além de Richard Meier e Rafael Viñoly (EUA), Thomas Herzog (Alemanha) e Henri Ciriani (França).
A produção contemporânea internacional se divide entre as representações nacionais de 13 países e as salas dedicadas a arquitetos em atividade como o mexicano Ricardo Legoretta, o italiano Victorio Gregotti, os portugueses Eduardo Souto de Moura e Gonçalo Byrne, os espanhóis Alberto Campo Baeza e Bonell i Gil, o austríaco Hans Hollein e o chileno José Cruz Ovalle, além de Richard Meier e Rafael Viñoly (EUA), Thomas Herzog (Alemanha) e Henri Ciriani (França).





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