Reparem nos movimentos lentos de pernas e braços. Como pode uma perna elevada descer tão devagar sem que a bailarina perca o equilíbrio ou o tempo da música, ou a ponta do pé não perder a curvatura exata? Como podem dois braços girarem paralelos com uma exatidão espantosa? Somos (Ai, meu tempo de bailarina. Decidi largar o ballet clássico pelo contemporâneo e não me arrependi) ensinados a pensar em cada músculo do corpo enquanto dançamos. Parece difícil, não é mesmo? Mas é uma questão de disciplina. É possível pensar na coreografia, no tempo da música e ter atenção à curvatura do pé, à abertura de um movimento de braço, tudo ao mesmo tempo. Disciplina e prática resultam em movimentos precisos. Há coisas bonitas nessa vida... É lindo!
domingo, 15 de janeiro de 2012
Tatyana - Debora Colker
Reparem nos movimentos lentos de pernas e braços. Como pode uma perna elevada descer tão devagar sem que a bailarina perca o equilíbrio ou o tempo da música, ou a ponta do pé não perder a curvatura exata? Como podem dois braços girarem paralelos com uma exatidão espantosa? Somos (Ai, meu tempo de bailarina. Decidi largar o ballet clássico pelo contemporâneo e não me arrependi) ensinados a pensar em cada músculo do corpo enquanto dançamos. Parece difícil, não é mesmo? Mas é uma questão de disciplina. É possível pensar na coreografia, no tempo da música e ter atenção à curvatura do pé, à abertura de um movimento de braço, tudo ao mesmo tempo. Disciplina e prática resultam em movimentos precisos. Há coisas bonitas nessa vida... É lindo!
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