segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009



Morre-se de tanta coisa
Quanto a mim
morro-me de ausência ...
morro-me com todo este céu a cair-me por entre os dedos;
pedacinhos de memória pendurados...
morro-me também...
da melancolia,...
quando tu, sem eu saber
porquê, nem te aproximas nem acenas
ah sim, também se morre de silêncio


fonte:Victor Oliveira Mateus
foto: Lilya Cornely

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