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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Multigrab Expo Shapes '09

com InterferÊncia Sistema de Som (ISS)




A exposição apresenta ao público parte da atual produção de Graffiti Art do Rio de Janeiro. Reunindo 40 grafiteiros das zonas Norte, Sul, Oeste e grande Rio, busca exibir um panorama do cenário carioca atual, utilizando como suporte para seus trabalhos shapes de skateboard.

São eles: Acme, Airáocrespo, Amog, Bives, Bobi, Big, Bands, Bragga, Bunys, Criz Silva, Ch2, Cove, Combo, Chico 21, Doria, Duda, Fael, Gais, Godri, Gloye, Gleydston, Jou, Kajaman, Mga, Mack, Ment, Motta, Mer, Nitcho, Ncl, Nhaf, Nhozias, Preas, Rafo, Swk, Toga, Tujaviu, Vagner Donasc, Wilbor”


* Interferência Sistema de Som
* Pista de skate
* Documentário de skate carioca
* Sorteio de brindes

Abertura: 8/10 das 18:00 às 22:00hs
Visitação: de 9/10 à 1/12, das 9:00 às 17:00hs

Galpão das Artes Recicladas Helio Pelegrino
R. Padre Leonel Franca s/n Gávea-RJ
Em frente a PUC e o Planetário.


E segundo ISS: com equipamento inteiro montado!

ISS MySpace - www.myspace.com/interferenciasistemadesom


fonte:Facebook

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Titi Freak na Choque Cultural



A Choque Cultural inaugurou um novo espaço que ganha apelido de Acervo da Choque. Com a função de reunir obras, o complexo destinará uma sala para exposições individuais, de artistas já representados pela galeria.

O primeiro a ganhar exposição solo é Titi Freak. Intitulada “AmorInsistente”, a mostra traz vinte obras inéditas em tela, papel e madeira, sempre representados através de spray. O tema do trabalho foi inspirado nas ruas do bairro da Liberdade e de sua passagem pela cidade de Osaka, no Japão.

Quando: até sábado, 17/10 das 13:00 às 18:00
Quanto: grátis
Onde: Choque Cultural
Endereço: rua Medeiros de Albuquerque, 250, na Vila Madalena - São Paulo


fonte:UOL

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cores

150 pichadores colorem a avenida 23 de Maio em protesto



Um grupo de 150 grafiteiros e pichadores atacou ontem, domingo, cerca de um quilômetro de muros dos dois lados da avenida 23 de Maio, entre a zona sul e o centro de São Paulo, para protestar contra o que chamam de "cinza do (prefeito Gilberto) Kassab".

A ação, dizem eles, teve o objetivo de colorir novamente os muros que antes abrigavam grafites e pichações e foram pintados pela prefeitura.

Nove jovens chegaram a ser detidos pela Polícia Militar, mas acabaram liberados. No fim da tarde, assessores de Kassab disseram que os muros seriam pintados de cinza de novo.

"Nunca vi um ataque [de grafiteiros] como esse. A gente resolveu retomar um espaço nosso", disse o grafiteiro Mundano. Ele conta que o ato foi combinado por e-mail e que não tinha uma organização definida. "Recebi um e-mail anônimo, foi no boca a boca mesmo", afirmou Crânio, outro participante.

Às 10h, o grupo, que se reuniu no Centro Cultural SP, espalhou-se ao longo de um quilômetro da avenida. "Não queríamos depredar, mas levar arte à população, que não costuma ir a galerias", afirmou Mundano.

Entre imagens coloridas, picharam frases como "Fora Kassab", "Fora Sarney", "Apaguem os problemas da cidade e não o grafite", "Fiquem pelados" e "Seja feliz, mate um político".

Por volta das 10h30, quando a parede de acesso ao viaduto Pedroso já estava tomada por grafites, um carro da PM chegou. Os policiais tentaram impedir a continuidade do ato e pediram a identidade de três rapazes, enquanto os demais continuavam a pintar.

Nove jovens, entre eles Mundano, foram levados para o 5º Distrito Policial (Aclimação), onde prestaram depoimento e foram liberados. O delegado Milton Coccaro disse que eles não foram presos porque entendeu que nenhum dos "nove artistas tinha a intenção de deteriorar o patrimônio".

"Era uma manifestação de cunho artístico. Também não era razoável prender nove e deixar 150 lá, grafitando." Segundo o delegado, alguns disseram que o grupo tinha autorização da prefeitura. Porém, não apresentaram documentos.

A Subprefeitura da Sé concedeu uma autorização para que a Ioiô Filmes grafitasse uma parede na 23 de Maio. A produtora, porém, diz que não tem relação nenhuma com os protestos de ontem. "Será que pintaram onde vamos filmar?", questiona Diego Alencar, da Ioiô.

A empresa contratou um grafiteiro que irá realizar o trabalho amanhã, segundo ele. Em seguida, tudo será apagado pelo artista. A filmagem será exibida em canal de TV por assinatura.

Além dos muros cinzentos (agora pichados), a 23 de Maio tem em alguns trechos pontuais trabalhos de grafiteiros feitos com a autorização da prefeitura --"osgemeos", por exemplo, estão lá. Esses grafites foram poupados no ataque.

Para o arquiteto Candido Malta, ninguém tem o direito de promover alterações em um espaço público, mas, nesse caso, o ato é válido como protesto. Para ele, se pichadores e grafiteiros antes pintavam nas paredes da avenida com a conivência da prefeitura, agora devem ser ouvidos para que a atividade seja disciplinada.

Alguns grafiteiros mais veteranos criticam a ação. "Há uma grande poluição com trabalhos mal feitos por aí", afirma Pato, que já expôs em Londres.

. . .


E um país jovem, como o Brasil, se mantém na rabuda quando o assunto é arte urbana. Aqui ainda é preciso protestar pelo graffiti.
Através do Facebook fui parar num link onde li que vários grafiteiros brasileiros foram convidados para colorir os prédios de Rotterdam. O projeto leva o nome de R.U.A. Festival e basta clicar aqui pra conhecer mais do projeto.


fonte: Folha Online

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Grafiteiros pixam Paris

por Alê Youssef



Localizada em um grande e moderno prédio em Montparnasse, bairro de alto padrão de Paris, a Fundação Cartier - braço socio cultural da chiquérrima marca de jóias e relógios - destaca-se por financiar e promover grandes exposições de arte contemporânea.

Com filas que dão a volta no querteirão do prédio, o hit do ano da Fundação é a grande exposição que conta a história do graffiti, desde as primeiras intervenções a assinaturas dos “escritores” do metro de New York, passando pela evolução das “tags” e desenhos, influência que tal arte exerceu em artístas como Keith Haring e Basquiat, chegando até hoje em dia quando grafiteiros fazem enorme sucesso no mundo. O brasileiro Vitché é um dos exemplos.

Do ponto de vista histórico, a exposição é uma das mais completas que vi, pois reúne fotos e vídeos de entrevistas com os verdadeiros precursores do graffiti como Joe 182, Snake 1, MICO, Riff 170, Pistol 1, Flint Gennard. Todos eles assinavam seus nomes pelas paredes e vagões do metrô nova iorquino. Era o início da grafia que depois se tranformaria nas letras mais gordinhas que caracterizam as famosas “tags” de hoje em dia. A intervenção era muito parecida com que Juneca, Bilão, Pessoinha e outros “escritores” brasileiros faziam no final dos anos 70, início dos 80.

Outra grande atração da exposição é a maravilhosa porta do banheiro do estúdio de Jack Stewart, professor e artista responsável por documentar e divulgar todo o movimento do graffiti. Durante o processo de criação do seu famoso livro ‘Subway Graffiti: an aesthetic study of graffiti” Stewart entrevistou todos os grandes artístas da época em seu estúdio e a porta de seu banheiro transformou-se em uma verdadeira relíquia da street art mundial, pois reúne 190 assinaturas e tags de 80 dos mais famosos artístas.

Mas ao lado de tanta história, a grande sensação da mostra é paulistana da gema. Com direito a destaque na fachada do fashion prédio da Cartier, work shop para interessados e seções de cinema com vídeos específicos, o que mais atrai o público e gera debate e discussão é a pixacão, que os franceses explicam como termo brasileiro para um tipo de graffitti único em São Paulo.

O pixador convidado foi Djan Ivson da Silva, a.k.a, Cripta, que além da fachada, pixou várias paredes do interior da exposição. Cripta, aliás, foi quem auxiliou João Wainer e Roberto T. Oliveira, no espetacular documentário “Pixo”, que lota a sala de exibição da Fundacão Cartir toda vez que passa. A reação do público às escaladas espetaculares e às cenas de prisão de pixadores é sensacional.

O debate sobre o estilo verdadeiro e “roots” da nova arte que nasce em São Paulo, da sua veia selvagem e por isso mesmo autêntica e da busca pela visibilidade, contagia todos os que passam pela exposição. Jovens, idosos, moradores de Paris, turistas, aficcionados por arte ou curiosos, todos tentam entender esse movimento impressionante que toma conta das ruas e das fachadas dos prédios da capital paulista.

Ao ver tudo isso acontecer foi impossível não sentir uma mistura de orgulho e frustracão. Orgulho pois trata-se de um assunto muito próximo e cotidiano sendo debatido em alto nível dentro de uma respeitável fundação de apoio à arte. Frustração pois sei o quão distante dessa realidade estamos na terra em que todo esse movimento acontece. Em São Paulo, cidade que cada vez mais se afirma como berço de nova arte contemporânea, o poder público e as fundações privadas ainda não olharam como deveriam para a nova arte que todo dia ferve em nosso underground. A Prefeitura ainda apaga obras de OsGemeos, por exemplo.

Acima, foto da fachada com pixo de Crita. Abaixo, as paredes das escadas da Fundação também pixadas.




fonte: Revista TRIP

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Exposição Minas do Graffiti

Inauguração da Galeria Virtual Artefeito




A Artefeito é uma organização independente, seus integrantes são voluntários e para realizar ações e projetos contamos com o apoio de quem quer colaborar. Algumas grafiteiras contribuíram disponibilizando suas obras para a Galeria Virtual Artefeito, onde estão a venda para quem quer colaborar com a nossa história e adquirir arte produzida pelas minas do graffiti. Parte do valor arrecadado na venda das obras será doada para os projetos da Artefeito, que podem ser conhecidos em nosso site. Além de uma forma de apoio a Galeria Virtual Artefeito é um pontapé na valorização da produção feminina no graffiti, uma iniciativa inédita que traz o trabalho de grafiteiras do Brasil e exterior.

Curadoria: Panmela Castro
Graffiteiras Participantes: Aila (São Gonçalo) - Anarkia (Rio de Janeiro) - Bera (Canadá) - Di (Rio de Janeiro) - Flores Crew (Recife) - Injah (Brasília) - Lidia Brancher (Porto alegre) - Naska (Chile) - PopDesign (Riode Janeiro) - Si (Rio de Janeiro) - OM (Rio de Janeiro) - Lia Felix (São Paulo) - Mimi (Rio de Janeiro) - Iani (Rio de Janeiro)


Onde: Galeria da Lacucaracha

Rua Texeira de Melo 31, loja H - Ipanema - Rio de Janeiro
Quando: 02/09/2009
Horário: 20h às 00hs
Telefone: (21)2522-0103
Site - http://galeria.artefeito.org


fonte: Arte Ref

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tiny artwork by Binho Martins

Uma linda série de pequenas telas produzidas pelo Binho Martins de Americana/SP.
Binho está produzindo uma série de pinturas baseadas em ícones religiosos preocupado apenas com a linguagem plástica destas religiões e não seus conceitos. Formas que lembram santos e divindades sem, no entanto, carregar outros significados que não a beleza de formas e cores.





Lindo, né?

Fábio Martins da Silva (Binho Martins) nasceu em 1986 na cidade de Americana, interior de São Paulo, a onde vive até os dias de hoje. Teve o seu primeiro contato com arte no final do ano de 2004, quando começou junto aos amigos a reparar na arte urbana que ocupava sua cidade, dentro delas o graffiti, stencil e colagens, deste então começou a desenhar e explorar mais este universo que atraia muito a sua atenção. Após passar e experimentar vários estilos, começou a se identificar e estudar mais a artes indígenas, juntando os elementos da natureza que já faziam parte de seu trabalho inicial e desenvolvendo seu próprio estilo. No final do ano de 2006 constatou que seu trabalho poderia alcançar outros horizontes e não apenas se limitar na arte de rua. Começou então a explorar outros universos como: artes plásticas, decoração, tattuagens, roupas e acessórios. Hoje Binho Martins, desenvolve diversos trabalhos dentro destas áreas.

O site dele, aqui.


fonte: QAZ - Urban Art e Binho Martins

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Eles, de novo

osgemeos com novo mural em NY



os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo, conhecidos mundialmente como osgemeos, acabam de completar um mural em New York. Veja fotos da produção feitas pela legendária fotógrafa Martha Cooper aqui, e também neste site.



E Keith Haring, que eu amo de paixão assolapada, também "andou" por lá.



osgemeos agora têm um blog, ver aqui.


fonte: Supermundo

terça-feira, 9 de junho de 2009

"Reciclando Cidades e Conceitos"

A abertura da exposição


Já que falei que haveria, agora mostro como ficou. Vontade imensa que a exposição venha pro Rio. Ela cabe como uma luva no meu espaço preferido, o CCBB, e quem sabe se o curador, o Jordons Francisco, não se anima e traz ela pra cá? Hein?

Em entrevista ao Correio Brasiliense, Jordons Francisco fala como uma mostra como a "Reciclando" contribui para diminuir o preconceito em relação ao grafite, que é uma manifestação artística. Tenho já há algum tempo colocado um ou outro trabalho de artistas do grafite que conheço com essa intenção, quebrar o estigma de que grafite é pixação.

As fotos abaixo são da matéria que saiu no Correio Brasiliense e da abertura da exposição. O espaço foi perfeito pra obra. Ficou linda!





















fonte: Flickr Reciclando Cidades e Jordons Francisco

quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Reciclando Cidades e Conceitos"



A exposição "Reciclando Cidades e Conceitos" com a curadoria da QAZ - Urban Art foi selecionada para ocupar o Espaço Cultural Zumbi dos Palmares localizado na Câmara dos Deputados em Brasília no mês de junho. Entre os dias 02 e 25 de junho grafiteiros de São Paulo, Rio, Minas e Brasília vão mostrar sua arte pela primeira vez no Congresso Nacional.

GEN- técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm



ONIO - técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm



Lia Fenix - técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm


Conheça os artistas que estão participando:
Binho Martins de Americana/SP
Cena7 de São Bernardo do Campo/SP
Cesar Profeta de São Paulo
Ebert Calaça de Goiânia
Emol de Diadema/SP
Feik de São Paulo
Gejo de São Paulo
GEN de São Paulo
João Henrique de São Paulo
Lia Fenix de Itu/SP
NICK de São Paulo
ONIO de Brasília
OZI de São Paulo
P R ! de São Paulo
Rodrigo Level de Itajubá/MG
Rodrigo Obranco de São Paulo
Tikka de São Paulo
Suzue de São Paulo
Virgílio Neto de Brasília
Zeila de São Paulo



Rodrigo Obranco - técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm



Nick Alive - técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm


Emol - técnica mista sobre lona de caminhão reciclada
100x80 cm


Ver alguns dos trabalhos clicando no nome dos artistas da exposição e aqui.

n.r.: Corrigindo... onde lê-se Rio, leia-se Goiás. Um goiano, Ebert Calaça e ninguém do Rio.

fonte: Ministério da Cultura e QAZ Urbanart
fotos: Flickr

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

E graffiti é arte?

Belo Horizonte discute importância do grafite na arte com bienal


Entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro a capital mineira sedia a 1ª Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte. O evento inclui exposições, seminários e intervenções nas ruas da cidade com o objetivo de discutir a importância do grafite no cenário artístico atual.

trabalho de Graphis


Com curadoria do artista plástico e grafiteiro Rui Santana, a bienal expõe o trabalho de grafiteiros de São Paulo, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, Recife, além de representantes de outros países, como Chile, Porto Rico, Holanda e Japão.

Trabalho de DMS


A programação da bienal inclui quatro exposições, seminários com grafiteiros e estudiosos do assunto, intervenções nas ruas da cidade e programação musical com grupos e DJs, acompanhados de performances de videoarte.

Dninja


Para mais informações sobre o evento e programação completa, acesse o site oficial da bienal: www.bigbh.com.br

Trem pintado pelo grafiteiro Trampo


n.r.: Pra mim, é! É arte urbana ou arte "marginal". Mas está lançada de novo a discussão.


fonte:UOL
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