Qualquer coisa pergunta-me qualquer coisa uma tolice... um mistério indecifrável simplesmente para que eu saiba que queres ainda saber para que mesmo sem te responder saibas o que te quero dizer
Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte:- quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.
Uma amiga me "apresentou" Glaucio Cristelo, pianista do Errejota cuja interpretação encheu minha alma de alegria. Aproveitem! Mas ele tem outros vídeos, vale a pena entrar no YouTube para ouvir.
Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza.
Eu diria diferente: "Não dê a menor importância ao julgamento dos outros sobre você." Porque não me importo mesmo nada com o que pensam de mim, e quem gosta de mim não me julga mesmo, então...
Cansada de ver minha cidade abandonada pelo poder público.
Eu entendo que 4 horas de chuva que equivaleriam a 40 dias de chuva torna uma cidade caótica, mas a cada chuva o discurso é o mesmo: a culpa foi da natureza.
Em pleno Outono, canso de ver em bairros como Tijuca e Botafogo, bem mais que em Laranjeiras, bueiros abarrotados de folhas que caem das árvores e nenhum gari nas ruas, ao contrário de Laranjeiras. E Laranjeiras não alagou, mas Botafogo e Tijuca sim, além de outros bairros.
O pior nessa estória toda é abrir o computador e ler que o Prefeito disse que a cidade tinha voltado à normalidade quando ainda a estação do metrô na Francisco Xavier permanecia fechada. Ele, como prefeito sabia menos do que eu e acho isto assustador.
Não farei metade das coisas que planejei para hoje porque dependo do trânsito fluir e não será possível me deslocar de um lado a outro da cidade num determinado espaço de tempo com o caos que está no trânsito. Mas o Prefeito e o Governador andam de helicóptero, então não estranho que para eles esteja tudo normal.
Fim de tarde de Domingo de Páscoa rolou o clássico FLAxFLU na disputa pelo Campeonato Estadual do Rio. Faltava Ronaldinho Gaúcho, que teve o joelho machucado na última partida em que jogou e a torcida Rubro-Negra estava tensa.
Lá pelos 10 minutos de jogo, Leo Moura, outro importante jogador do Flamengo, que estava como capitão do time, leva uma joelhada na coxa e precisa ser substituído e mais uma vez a torcida roía as unhas de preocupação.
Acabou a tensão? Que nada... o árbitro valida o gol do Fluminense, apesar do impedimento e aí a torcida já tinha o coração na garganta. Flamengo parecia perdido em campo e a torcida continuava acreditando. Fim do primeiro tempo e Flamengo volta no segundo tempo, com estilo, garra e jogando tudo o que não havia jogado, a chuva caía torrencialmente no Rio de Janeiro e Thiago Neves, jogador do Flamengo (ex-jogador do Fluminense), marca um golaço de cabeçada. Tudo igual, 1x1.
Flamengo quase marca novamente, mas o jogo acaba empatado e começa a agonia. Cada Rubro-Negro, da torcida mais odiada do Rio de Janeiro, tinha 2 corações na boca. Foi emocionante, tricolores perdiam pênaltis, rubro-negros perdiam pênaltis. Mas o Flamengo marcou o último gol e fechou o placar.
Nem preciso dizer que há uma semana os tricolores cantavam vitória antecipada enquanto os rubro-negros se mantinham calados. E estamos na final, o próximo jogo é contra o Vasco e que vença o melhor e que o melhor seja o Flamengo.
Eu voltaria só na segunda-feira, mas abro uma exceção hoje.
Salve Ogum! Salve Jorge! Patakori Ogum, Ogum iê!
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo Brasileiro, Brasileiro guerreiro São Jorge cavaleiro da flor, São Jorge protetor, protetor, protetor
Oxossi da mata, Ogun do Ferro Salamâleico, âleicon, salamalan
Estórias de um Santo lutador Lider soberano dos templários No povo a sua força se perpetuou E hoje vive em nosso imaginário, E hoje vive em nosso imaginário
Mas todo imaginário tem valor E pode transformar esse cenário A mente criadora é um dom maior Naqueles que são revolucionários Naqueles que são revolucionários
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo Brasileiro, Brasileiro guerreiro Eu sou cavaleiro da flor, São Jorge protetor, protetor, protetor São Jorge protetor, protetor, protetor
O terreno ambíguo Por que ele é um herói Ele tem pulsações humanas
E é por isso que ele á tão querido Em todos os lugares, Pelas, crianças, pela população
Estórias de um Santo lutador Líder soberano dos templários No povo a sua força se perpetuou E hoje vive em nosso imaginário, E hoje vive em nosso imaginário
Mas todo imaginário tem valor E pode transformar esse cenário A mente criadora é um dom maior Naqueles que são revolucionários Naqueles que são revolucionários
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo brasileiro, brasileiro guerreiro Eu sou cavaleiro da flor São Jorge protetor, protetor protetor
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo brasileiro, brasileiro guerreiro Eu sou cavaleiro da flor São Jorge protetor, protetor protetor São Jorge protetor, protetor Protetor São Jorge protetor, protetor Protetor
De Camões a Fernando Pessoa Nos somos resultado Dessa peregrinação longíngua De combates e de glórias De afirmação do bem contra o mal, E mesmo na era cibernética, No mundo digital, no holograma Ali está São Jorge Triunfante lá na frente de todos nós, É a pipoca da pororoca da imaginação
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo brasileiro, brasileiro guerreiro, Eu sou cavaleiro da flor São Jorge protetor, protetor, protetor
Tem fé que Jorge é de ajudar A todo brasileiro, brasileiro guerreiro São Jorge cavaleiro da flor São Jorge protetor, protetor, protetor São Jorge protetor, protetor, protetor
Onde queres revólver, sou coqueiro E onde queres dinheiro, sou paixão Onde queres descanso, sou desejo E onde sou só desejo, queres não E onde não queres nada, nada falta E onde voas bem alto, eu sou o chão E onde pisas o chão, minha alma salta E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco E onde queres romântico, burguês Onde queres Leblon, sou Pernambuco E onde queres eunuco, garanhão Onde queres o sim e o não, talvez E onde vês, eu não vislumbro razão Onde o queres o lobo, eu sou o irmão E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito E onde queres ternura, eu sou tesão Onde queres o livre, decassílabo E onde buscas o anjo, sou mulher Onde queres prazer, sou o que dói E onde queres tortura, mansidão Onde queres um lar, revolução E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor Construir-nos dulcíssima prisão Encontrar a mais justa adequação Tudo métrica e rima e nunca dor Mas a vida é real e é de viés E vê só que cilada o amor me armou Eu te quero (e não queres) como sou Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo E onde queres romance, rock?n roll Onde queres a lua, eu sou o sol E onde a pura natura, o inseticídio Onde queres mistério, eu sou a luz E onde queres um canto, o mundo inteiro Onde queres quaresma, fevereiro E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim Do que em ti é em mim tão desigual Faz-me querer-te bem, querer-te mal Bem a ti, mal ao quereres assim Infinitivamente impessoal E eu querendo querer-te sem ter fim E, querendo-te, aprender o total Do querer que há, e do que não há em mim
n.e.: volto na Segunda, vou curtir o feriadão de Páscoa. Boa Páscoa!
Hoje é dia do 129º aniversário de Monteiro Lobato, escritor de Reinações de Narizinho que deu origem ao Sítio do Picapau Amarelo, que alguns politicamente corretos vem tentando denegrir.
Não gostei de ler Monteiro Lobato, não senti atração alguma e só diminui minha culpa depois que um 'papa' em linguística, no programa de Jô Soares, também disse que não gostava. Me senti uma pessoa normal.
Mas vivas à Monteiro Lobato, o pai de Emília, Cuca, Narizinho, dona Benta, Pedrinho e outras tantas personagens. Vivas ao universo caipira tão bem explorado por Lobato.
Há vozes dentro da noite que clamam por mim, Há vozes nas fontes que gritam meu nome. Minha alma distende seus ouvidos E minha memória desce aos abismos escuros Procurando quem chama. Há vozes que correm nos ventos clamando por mim. Há vozes debaixo das pedras que gemem meu nome E eu olho para as árvores tranqüilas E para as montanhas impassíveis Procurando quem chama. Há vozes na boca das rosas cantando meu nome E as ondas batem nas praias Deixando exaustas um grito por mim E meus olhos caem na lembrança do paraíso Para saber quem chama. Há vozes nos corpos sem vida, Há vozes no meu caminhar, Há vozes no sono de meus filhos E meu pensamento como um relâmpago risca O limite da minha existência Na ânsia de saber quem grita.
O da imagem é da Cacau Show e eu juro que ele piscou o olhinho pra mim quando entrei na loja, não resisti apesar de ter entrado só para olhar preços mas também porque sou chocólatra. Vá lá, admito!
1/4 dele já foi devorado com imenso prazer. Não ganho nada com a publicidade mas é uma de minhas marcas preferidas, assim como a Kopenhagen.
Se a mão livre do nego tocar na argila o que é que vai nascer? Vai nascer pote pra gente beber Nasce panela pra gente comer Nasce vasilha, nasce parede Nasce estatuinha bonita de se ver
Se a mão livre do nego tocar na onça o que é que vai nascer? vai nascer pele pra cobrir nossas vergonhas nasce tapete pra cobrir o nosso chão Nasce caminha pra se ter nossa ialê E atabaque pra se ter onde bater
Se a mão livre do nego tocar na palmeira o que é que vai nascer? nasce choupana pra gente morar e nasce rede pra gente se embalar Nascem as esteiras pra gente se deitar Nascem os abanos pra gente se abanar
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Quem quiser ver e ouvir Ilana Volcov, ela se apresentará na Virada Cultural, dia 16, às 20h no CEU Parque Anhanguera, Rua Pedro José de Lima, 1020, Anhanguera, São Paulo. Contará com a participação de Ed Motta e fará o show de abertura de Mallu Magalhães
"Que esta minha paz e este meu amado silêncio Não iludam ninguém Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios Acho-me relativamente feliz Porque nada de exterior me acontece... Mas, Em mim, na minha alma, Pressinto que vou ter um terremoto!" Mário Quintana
"...Continuo sempre me inaugurando, abrindo e fechando círculos de vida, jogando-os de lado, murchos, cheios de passado. Por que tão independentes, por que não se fundem num só bloco, servindo-me de lastro? É que eram demasiado integrais. Momentos tão intensos, vermelhos, condensados neles mesmos que não precisavam de passado nem de futuro para existir..." Clarice Lispector
"Meu amor é assim, sem nenhum pudor. Quando aperta, eu grito..." Adélia Prado
"...Talvez não sejamos futuro, mas sim condicional. O condicional é afinal uma espécie de futuro paralelo, qualquer coisa que poderá ser realidade noutras circunstâncias..." Ana Vidal
"Para que o encontro se prolongue na ausência do nosso cruzar de dedos, há uma celebração quotidiana do teu nome fora da minha boca. Chamo-te como se de perto me ouvisses, é só um murmurar fugidio para que aqui te quedes."
"Se te pareço noturna e imperfeita Olha-me de novo. Porque esta noite Olhei-me a mim, como se tu me olhasses E era como se a água desejasse... " Hilda Hilst
"...Um homem e uma mulher que tinham olhos e coração e fome de ternura e souberam entender-se sem palavras inúteis Apenas o silêncio A descoberta A estranheza de um sorriso natural e inesperado
...subterraneamente unidos pela invenção conjunta de um amor subitamente imperativo... ...Um homem e uma mulher conheceram-se amaram-se perderam-se..." Daniel Felipe
"... Os dedos com que me tocou persistem sob a pele, onde a memória os move..." Luis Miguel Nava
"Estou perdidamente emaranhada em seus fios de delícias e de doçura..." Flora Figueiredo
"Sou voraz não me apego ao abrigo da alma
Sou o corpo o incêndio só o fogo me acalma" Maria Teresa Horta
Foto do blog de Violet Creme e desconstruções poéticas por O'Sanji Aos que frequentam o Nuvens: todos os comentários que antes tinham a hospedagem Haloscan sumiram na troca pelo Blogger.