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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Instalações de Sebastien Wierinck

Sebastien Wierinck é o designer belga criador das lindezas abaixo. Desde 2002, ele cria mobiliário na forma de escultura se utilizando de tubos de poliestireno. É bacana a interação da obra de arte com pessoas. Arte utilizável.

Instalação provisória na galeria Into Art&Furniture, Berlim, Alemanha


Banco no Tokyo Eat, restaurante em Paris, França

Banco em Marselha


O site dele, aqui.


fonte: Contemporist

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Arte


Engraçado como é a interpretação de uma obra... Quando vi este banco no blog do Eduardo, nem reparei que a escultura era denominada Spaghetti, fui bem mais longe imaginando a madeira que depois de cortada, morta, renascia, ressuscitava, enfim... transcendia a morte criando vida, fugindo, querendo deixar de ser banco pra virar árvore novamente, viajei... e sem drogas.

O autor da obra, aqui.


fonte: blog Varal de Idéias

terça-feira, 7 de julho de 2009

Arte pelo mundo

"Esculturas vivas" ocuparão praça em Londres por cem dias



Durante cem dias 2,4 mil pessoas ocuparão o quarto pedestal da Praça Trafalgar, no centro de Londres, como parte de uma 'escultura viva'.

A obra chamada One and Other (Um e Outro) é do artista britânico Antony Gormley.

Com idades de 16 a 83 anos, as 'esculturas' ocuparão o pedestal 24 horas por dia, e cada pessoa tem uma hora para fazer o que deseja ali em cima.

Segundo Gormley, o trabalho será um retrato vivo da Grã-Bretanha de hoje.

A obra faz parte de um projeto de arte contemporânea em que trabalhos de vários artistas foram escolhidos para ocupar o quarto pedestal, que há anos não tem uma escultura fixa.

Mais de 15 mil voluntários se candidataram para participar de One and Other.

A seleção foi feita aleatoriamente por um computador, de maneira que a população da Grã-Bretanha fosse representada proporcionalmente, com um número determinado de pessoas para cada região.

O quarto pedestal da praça foi erguido em 1841, com o objetivo de sustentar uma estátua com tema eqüestre, mas acabou vazio por vários anos. Hoje é utilizado para obras encomendadas especialmente para exibição na Praça Trafalgar.

Está valendo até o início de outubro.

n.r.: A reportagem de Carolina Oliveira pode ser vista em vídeo, aqui.


fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Veneza ganha novo museu

Pra quem for à Veneza, deve valer a pena a visita.



Site de Tadao Ando, aqui.


fonte:UOL

sábado, 30 de maio de 2009

Rodolfo Navarro

Fazendo uma visita ao blog de um amigo, o Duarte - blog Amigos de Portugal - descobri a obra de Rodolfo Navarro, um artista de Valência (Espanha).



A obra que me impressionou e fez com que eu resolvesse escrever sobre ele, aqui no Nuvens, se chama "INTERIOR... ...EXTERNO" e forma parte da corrente artística criada por ele mesmo e conhecida como "Interação Plástica".



Duarte conhece o trabalho dele e tem um texto narrativo muito bem escrito em seu blog, por isso me atrevo a traduzí-lo para falar sobre esse artista cuja obra me encantou, como proposta artística, pela inovação, pelas cores, pelo tamanho e pela interação com o local escolhido. Bem, vamos lá. O lugar? A Grande Muralha.



"O título INTERIOR... ...EXTERNO" nos fala da própria relação da Grande Muralha: vai de um lugar a outro, intercâmbio de culturas com o controle da passagem de indivíduos. Comunicação entre dois países, duas culturas.



INTERIOR... Porque está dentro da Grande Muralha, num espaço fechado, e círculo. É preciso atravessar os grossos muros da Grande Muralha para ter acesso ao quadro, estamos fora e entramos num mundo de formas e cores de 1000 m2.
INTERIOR... Porque representa uma visão interna da idéia de comunicação, porque tem-se que estar dentro para ver a grandeza da obra.. Porque é preciso olhar dentro de si para descobrir a obra.



EXTERNO… Porque está ao ar livre, fora, exposta à imtempérie, como a Grande Muralha... Como a própria natureza
EXTERNO… Porque oferece uma nova visão de um dos monumentos mais emblemáticos da China e do ser humano. O exterior da Grande Muralha muda, sua fachada se transforma sob a visão de um artista contemporâneo ocidental. Por um breve instante de sua história seus muros são envolvidos por cores, se abrem ao exterior, ao mundo que os contemplará de novo.



Nascido em Valência, em 1966, e licenciado em Gemologia pelo Instituto Gemológico de Londres é também licenciado em Belas Artes pela Faculdade BB.AA de Valência. Se inicia na arte ainda criança no atelier de seu pai, ourives e joalheiro,e de sua mãe , que realiza esmaltes artísticos sobre cobre. Aos 14 anos conhece Rafael Pérez Contel que será seu professor."



Querendo saber mais sobre a obra do artista, é só visitar o site, aqui: Rodolfo Navarro.


E, Duarte, me perdoe a tosca tradução, não falo uma palavra de espanhol.


fonte: Rodolfo Navarro e Durte - blog Amigos de Portugal

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Estudantes criam esculturas a partir de armas no Iraque

Um projeto conjunto entre uma ONG iraquiana e a Universidade de Bagdá promove a criação de esculturas a partir de armas apreendidas no Iraque, um dos países mais perigosos do mundo.



As esculturas são feitas a partir dos metais de armas leves, como fuzis AK-47 e pistolas, e também peças de armamentos mais pesados, como lançadores de granadas e morteiros.

Graduandos da Faculdade de Artes da Universidade de Bagdá recebem o material da ONG IMCO, especializada em desativar minas terrestres e explosivos e destruir armas apreendidas pelas forças militares iraquianas e americanas.



O diretor da IMCO, Zahim Mutar, disse que o projeto começou em novembro do ano passado quando foram apreendidas cerca de 10 mil armas em cinco semanas de operações. Em média, são destruídas 800 armas por dia.

Segundo ele, há muitos projetos de destruição de armas em vários países, mas este seria o primeiro a transferir as peças para o incentivo à cultura.

"Para nós isto simboliza um novo Iraque, a transformação de meios de destruição e morte em algo que incentive a cultura e a paz", disse Mutar.

Ele também revelou que o projeto prevê mais treinamento para os artistas, para que assim eles possam vender suas obras.

As esculturas criadas vão desde animais e veículos até ícones da história iraquiana.

"Estamos organizando para o mês de abril uma exposição com todos os trabalhos feitos pelos graduandos da universidade", completou. O dinheiro arrecadado, segundo Mutar, será revertido para orfanatos e para o tratamento de crianças feridas por bombas ou minas terrestres.

Armas
A IMCO foi fundada no final de 2003, após a invasão do Iraque por forças lideradas pelos Estados Unidos.



O Departamento de Estado americano envia fundos para a ONG, mas, de acordo com Mutar, a entidade opera com independência e todos seus funcionários são iraquianos. "Nossa missão é apenas limpar o país de minas terrestres e outros explosivos, além de destruir os armamentos apreendidos pelos governos iraquiano e americano", explicou Mutar.



Ele disse que o projeto de transformar as sobras de armamento em arte surgiu a partir da necessidade de reeducar as pessoas para os perigos da guerra que aflige o país. As armas chegam ao depósito da IMCO na "zona verde", uma área em Bagdá de alta segurança e onde ficam vários prédios do governo iraquiano. No prédio da entidade, há uma máquina hidráulica que corta as armas para que sejam enviadas às oficinas de arte da universidade.

"Algumas destas esculturas fazem parte da própria decoração da sede da IMCO em Bagdá", enfatizou Mutar.


fonte:BBC Brasil

segunda-feira, 21 de maio de 2007

China Hoje, Coleção Uli Sigg - RJ

Realismo socialista com toques fashion



A lenta abertura política e a rápida abertura econômica da China vêm fazendo com que nas últimas três décadas, a arte contemporânea chinesa atraia olhares e dólares em todo o mundo. Parte dela estará à mostra no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio - e não será exposta em SP.

"China Hoje - Coleção Uli Sigg" reúne trabalhos de 27 artistas, selecionados pelo curador Alfons Hug naquela que é a maior coleção de arte contemporânea chinesa. O suíço Uli Sigg, 61, foi embaixador de seu país na China entre 1995 e 98, quando começou a formar o acervo, de atuais 1.500 obras.



"A arte chinesa é um espelho interessante da realidade da China de hoje e diferente da visão oficial. É uma arte com alguns toques de ironia e subversão e que, às vezes, bebe na rica fonte da tradição chinesa", afirma Sigg. A corrente irônica costuma ser chamada de "realismo cínico". São artistas que, com sutileza, comentam o realismo socialista, praticamente a arte oficial durante os anos do líder comunista Mao Tse-tung no poder (1949-76), em especial na chamada Revolução Cultural (1966-69).

A tela de Zeng Fanzhi, por exemplo, mostra os olhos esbugalhados e as mãos desproporcionalmente grandes de um homem ao lado de um pequeno cachorro. Já Qi Zhilong pinta uma jovem com roupa militar, batom cor-de-rosa e elástico da mesma cor, unindo as tranças.

"A moldura é a mesma do realismo socialista, mas há um toque fashion que torna o quadro muito interessante", avalia Alfons Hug, alemão radicado no Brasil e que já selecionara obras chinesas para as Bienais de São Paulo de 2002 e 2004. A peça de maior destaque é um grão de areia, posto num pedestal no foyer do CCBB.

Herdeiro da tradição milenar da caligrafia chinesa, Lu Hao conseguiu escrever 125 caracteres no grão, que terá seu tamanho ampliado 5.000 vezes, graças a uma projeção. Os micro-símbolos contam a história de um homem que deixa sua aldeia e sofre na cidade grande.

A mostra ainda tem uma escultura (de Li Zhanyang) em que Buda é tentado por uma mulher, uma instalação (de Liu Wei) que une confessionários católicos e uma liteira chinesa, fotografias, pinturas que parecem fotos de tão realistas que são -como as de Li Dafang, com influência pop- e paisagens. Tudo figurativo.



"Praticamente não existe abstracionismo na China. Eu também me interessei por criar esse contraponto, já que, no Brasil, se você quiser fazer uma exposição contemporânea de paisagens ou mesmo de retratos, vai ter muita dificuldade", afirma Hug.

CHINA - COLEÇÃO ULI SIGG
» Quando:
de ter. a dom.; das 10h às 21h
» Onde: CCBB-RJ
Rua Primeiro de Março, 66, centro

» Quanto: Grátis. Até 5/7
» Informações: tel.: (21) 3808-2020


fonte:Folha de S.Paulo
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