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terça-feira, 7 de julho de 2009

Arte pelo mundo

"Esculturas vivas" ocuparão praça em Londres por cem dias



Durante cem dias 2,4 mil pessoas ocuparão o quarto pedestal da Praça Trafalgar, no centro de Londres, como parte de uma 'escultura viva'.

A obra chamada One and Other (Um e Outro) é do artista britânico Antony Gormley.

Com idades de 16 a 83 anos, as 'esculturas' ocuparão o pedestal 24 horas por dia, e cada pessoa tem uma hora para fazer o que deseja ali em cima.

Segundo Gormley, o trabalho será um retrato vivo da Grã-Bretanha de hoje.

A obra faz parte de um projeto de arte contemporânea em que trabalhos de vários artistas foram escolhidos para ocupar o quarto pedestal, que há anos não tem uma escultura fixa.

Mais de 15 mil voluntários se candidataram para participar de One and Other.

A seleção foi feita aleatoriamente por um computador, de maneira que a população da Grã-Bretanha fosse representada proporcionalmente, com um número determinado de pessoas para cada região.

O quarto pedestal da praça foi erguido em 1841, com o objetivo de sustentar uma estátua com tema eqüestre, mas acabou vazio por vários anos. Hoje é utilizado para obras encomendadas especialmente para exibição na Praça Trafalgar.

Está valendo até o início de outubro.

n.r.: A reportagem de Carolina Oliveira pode ser vista em vídeo, aqui.


fonte: BBC Brasil

sábado, 4 de julho de 2009

Tudo em cima



Madonna recomeça sua turnê "Sticky & Sweet" neste sábado (4) em Londres; o local do show, a O2 Arena, é o mesmo em que o "rei do pop", Michael Jackson apresentaria uma série de 50 shows.



Não sou fã de corpos musculados demais, nem me imagino um dia "entrando na faca" pra esticar meu rostinho ou qualquer parte do meu corpo (pavor de anestesia geral), sou única e exclusivamente adepta de "fechar a boca" e exercícios físicos.



Mas, Madonna, querida, faça todas as plásticas que você quiser, porque você está lindíssima.





fonte:UOL
obs: clique na imagem para vê-la maior.



quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Mostra em Londres revela a representação do amor na arte

Uma exposição recém-inaugurada em Londres reúne obras de artistas internacionais inspiradas na temática do amor.

Na foto, a obra de David Hockney inspirada em poema de Walt Whitman


A mostra Love (Amor, em tradução literal), na National Gallery, revela como artistas do século XV até os mais contemporâneos representaram o amor em suas obras e revela as diferenças entre as representações através do tempo.

Na foto, a escultura Kiss, do artista Marc Quinn. As modelos que pousaram para Quinn tinham alguns membros amputados


Com obras de artistas como Marc Chagal, Rafael, Tracey Emin e Marc Quinn, o amor é representado de diversas formas e em várias manifestações como o amor familiar, entre casais e até o amor pelos ídolos.

O quadro acima faz parte da mesma série das irmãs Singh. Este, de Rabindra, mostra o amor de um fã pelo seu ídolo - neste caso, Marilyn Monroe


Em uma série intitulada A arte de amar, das irmãs Singh, por exemplo, as artistas indianas mostram as diferenças entre o amor platônico de um fã por seu ídolo e o amor recíproco entre um casal.

Já na escultura Kiss, Marc Quinn leva em consideração a percepção da sociedade sobre os casais. Em uma outra escultura, God Please Keep my Children Safe ('Deus, por favor mantenha meus filhos seguros', em tradução livre), Grayson Perry tenta expressar o amor de um pai por um filho e a crença religiosa sobre proteção da família.

A foto acima mostra a obra da artista plástica britânica Tracey Emin, que traz duas cartas de amor. A primeira, à direita, escrita à mão e a da esquerda, bordada


A mostra Love, na National Gallery, em Londres, fica em cartaz até o dia 5 de outubro.


fonte:BBC Brasil

quinta-feira, 20 de março de 2008

Mostra revela design contemporâneo da China

Uma mostra inaugurada em Londres traz uma rara oportunidade para se conhecer os frutos da recente explosão do design na China e tentar entender o impacto do rápido desenvolvimento econômico na arquitetura e design nas maiores cidades do país.

O cartaz de Chen Shaoma foi criado para uma exposição de design gráfico em 1992


A exibição China Design Now, aberta nesta semana no Victoria and Albert Museum, é focada em três cidades que se expandem rapidamente – Pequim, Xangai e Shenzen – e apresenta o trabalho de designers chineses e internacionais.

A mostra, que custou o trabalho de quatro anos de curadoria, reúne arquitetura, moda, desenho gráfico, cinema, fotografia, design de produtos e móveis, cultura jovem e mídia digital. Dos cerca de 100 designers exibidos, mais de 95% são chineses.

Os três ursinhos Hi Panda são brinquedos criados por Ji Ji em 2006


Cada cidade é ponto de partida para a exploração de um campo do design: Shenzen, a capital manufatureira da China, cuja idade média da população é menos de 30 anos, destaca o design gráfico e a cultura visual. Xangai se concentra em moda e estilo de vida, e a arquitetura e a cidade é o tema de Pequim.

A capa da revista Vision Magazine foi fotografada por Chenman, uma jovem de Pequim que trabalha as próprias fotos com computação gráfica


"O design nas cidades chinesas mudou além de qualquer reconhecimento nas últimas duas décadas. Este é o momento em que a gente pode começar a falar de coisas 'desenhadas' na China, não apenas fabricadas na China. Os designers incluídos na (exposição) China Design Now são pioneiros para as gerações futuras que vão trazer o design chinês para um público internacional", disse um dos curadores, Zhang Hongxing.

Entre as peças exibidas estão projetos arquitetônicos (como o do estádio olímpico Ninho de Pássaros), o design gráfico das últimas duas décadas – mostrando os pioneiros do design da China pós Mao-Tsé-Tung e as novas gerações que experimentam com novas tecnologias; e produtos de olho nos jovens chineses preocupados com design, como capas de discos, skates, brinquedos, telefones celulares, camisetas e tênis.

As obras no estádio Ninho de Pássaros, projeto de Herzog & de Meuron, deverão ser concluídas para as Olimpíadas de Pequim


A exposição fica em cartaz no Victoria and Albert Museum, em Londres, até o dia 13 de julho.


fonte:BBC Brasil

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Guarda-costa venenoso

Uma cobra verdadeira "vigia" a sandália de rubi, safira e diamantes em loja de departamentos em Londres; feita pelo designer René Caovilla, a peça é avaliada cerca de US$ 125 mil (cerca de R$ 250 mil).





fonte:UOL

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Primavera em Trafalgar Square



Público aproveita o recém-implantado gramado na Trafalgar Square, no centro de Londres; os 2.000 metros quadrados de grama ficarão durante dois dias no local, como parte de campanha para valorização do verde


fonte:AFP

terça-feira, 22 de maio de 2007

Afroreggae modelo exportação

Afroreggae traz 'oficinas' para comunidades violentas de Londres



O grupo carioca AfroReggae está em Londres para tentar repetir, entre jovens de comunidades afetadas pela violência na Grã-Bretanha, sua experiência de combater armas e drogas com arte.

No ano passado, o grupo, formado na favela de Vigário Geral, no Rio de Janeiro, fez shows no prestigioso Barbican Hall, na capital britânica. Agora, o AfroReggae volta com contratos para mais shows, oficinas culturais e o lançamento de um disco no país pelo selo inglês Mr. Bongo.

Em entrevista à BBC, a produtora do grupo, Paula Darienzo, disse que os problemas enfrentados por jovens de comunidades carentes na Grã-Bretanha não são muito diferentes dos vividos por um jovem brasileiro. "Os problemas são parecidos. A dificuldade de comunicação, ociosidade, falta do que fazer depois da escola e até a exclusão da escola", disse. "Claro que no Brasil isso é mais extremo".

Vieram para as oficinas os professores de teatro Johayne Hildefonso e Carla Martins e os percussionistas Altair Martins e Juninho, ambos integrantes da Banda AfroReggae.

Apesar do imenso sucesso dos shows do AfroReggae no Brasil e no exterior, Darienzo explicou que a proposta do grupo não se limita às apresentações. A idéia é resgatar jovens de uma vida de drogas e de violência através de atividades culturais como teatro, grafite, música e vídeo.

Em Londres, o plano é usar as oficinas para capacitar profissionais que trabalham com jovens na Grã-Bretanha. E segundo Darienzo, as diferenças culturais não são um problema. "Estamos trabalhando com negros, turcos, indianos e ingleses", disse. "No bairro de Hackney, por exemplo, existe uma grande comunidade turca. Então em vez de usar o maracatu, nós trabalhamos a partir da música e das danças turcas".

Mas se a diversidade rítmica não representou problema para os percussionistas do AfroReggae, o grupo teve de adaptar seus métodos para levar em conta outras diferenças culturais.

"Aqui existem leis severas sobre o toque, sobre como tocar o aluno. O professor de balé só pode tocar o aluno de uma certa maneira", explicou Darienzo. "As leis de segurança no trabalho também dificultam o projeto. Não podemos pedir a um jovem que suba em uma escada para mexer na luz, por exemplo."

De volta ao Brasil ainda nesta semana, o AfroReggae retorna a Londres para dois shows no Barbican Hall nos dias 28 e 29 de junho. A banda vai levar as oficinas culturais para outros países e faz shows ainda este ano nos Estados Unidos, China, Índia e Alemanha.


n.r.: Bacana, né? A união faz a força!


fonte:BBC Brasil
imagem: gritosurbanos.blogspot.com

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