
Pudesse eu desfazer em pó todas as inquietações
que nos consomem e nos tiram este sorriso franco
soubesse eu navegar nas palavras nos poemas e canções
e aquietar-me à noite em cama vestida de branco
Pudesse eu afugentar os medos os silêncios e os gritos
que me mordem todos os dias e não me deixam respirar
soubesse eu dar todos os abraços ainda que aflitos
e acompanhar-te sempre no teu doce caminhar
Teria o sossego que tanto procuro e me escapa dos dedos
rente ao convés do barco onde te cubro, minha pele
falar-te-ia do mar do vento de nós e dos segredos
que guardo na saudade do teu abraço, sabor a mel.
Maria in O Cheiro da Ilha
foto:Andreas Heumann
que nos consomem e nos tiram este sorriso franco
soubesse eu navegar nas palavras nos poemas e canções
e aquietar-me à noite em cama vestida de branco
Pudesse eu afugentar os medos os silêncios e os gritos
que me mordem todos os dias e não me deixam respirar
soubesse eu dar todos os abraços ainda que aflitos
e acompanhar-te sempre no teu doce caminhar
Teria o sossego que tanto procuro e me escapa dos dedos
rente ao convés do barco onde te cubro, minha pele
falar-te-ia do mar do vento de nós e dos segredos
que guardo na saudade do teu abraço, sabor a mel.
Maria in O Cheiro da Ilha
foto:Andreas Heumann





















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