Uma empresa de biotecnologia apresentou-se ontem como a primeira com laboratório em Portugal para conservar as células estaminais do cordão umbilical e investigar nesta área, com a qual espera ganhar um milhão de euros no próximo ano.
A Bioteca desenvolve a sua actividade no Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa, onde oferece infra-estruturas (laboratório) para a implementação da tecnologia de criopreservação de células estaminais do cordão umbilical, que são uma esperança para a regeneração de tecidos afectados por várias doenças.
A Bioteca desenvolve a sua actividade no Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa, onde oferece infra-estruturas (laboratório) para a implementação da tecnologia de criopreservação de células estaminais do cordão umbilical, que são uma esperança para a regeneração de tecidos afectados por várias doenças.
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O FUTURO
As células-tronco do cordão umbilical são semelhantes às células-tronco embrionárias. Estas, cultivadas em laboratório, podem dar início a diferentes linhagens, pois as células-tronco embrionárias têm a capacidade de se multiplicar indefinidamente.
No futuro, os pesquisadores poderão guiar o processo de diferenciação e obter linhagens muito parecidas com as dos neurônios e outros tecidos, tais como o pâncreas e o miocárdio. Isto permitirá o tratamento de doenças empregando-se células naturais e provenientes do mesmo organismo, tornando desnecessário, o uso de medicamentos imunossupressores.
No futuro, os pesquisadores poderão guiar o processo de diferenciação e obter linhagens muito parecidas com as dos neurônios e outros tecidos, tais como o pâncreas e o miocárdio. Isto permitirá o tratamento de doenças empregando-se células naturais e provenientes do mesmo organismo, tornando desnecessário, o uso de medicamentos imunossupressores.





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