sábado, 11 de setembro de 2010

Chuva




Há dias alaranjados, azulados, alguns acinzentados onde teima chover. Pode cair uma chuvinha fraca das nuvens mas pode cair uma tempestade torrencial.
E ela cai do nada, vem devagarinho, juntando pedacinhos de nuvens acabadas de se banharem em rios, mas que o vento que vem de longe teima em juntar, e quando elas se juntam, tantas nuvens iguais, se acumulam e chovem.
Saudades do verão, onde as trovoadas trazem, no máximo, chuvas rápidas, que nenhum vento traz. Chuvas que vem e vão rápido e não deixam lembranças.



foto:Google

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Se joga que hoje é sexta!




Gato






O fofo se confunde com a fofura. E gatos de olhos verdes têm um charme especial...


fonte:Sottosopra69

Foreign affair



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pensamento do dia






Parafraseando Ana Grichetchkine, que falava do que lhe emociona: O talento me emociona, a beleza me inspira e a bondade causa lágrimas em meus olhos.

fonte: Ana Grichetchkine

Apaixonada...

...pelo trabalho de Steven Kenny


Fui apresentada ao trabalho dele por uma amiga e foi paixão à primeira vista.










fonte:Steven Kenny

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A song for you



Bolha de sabão






Bolha de sabão... flutuando ao sabor do vento, tão livre, tão frágil, que ao menor contato, desaparece. O tempo de permanência em sua existência é mero acaso, pura sorte de seu destino final.

fonte:CacaoCocoa

Sou um mistério, Zequinha...



Até mesmo para mim...


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Adoro pin-ups





Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes.



Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos. O termo foi documentado pela primeira vez em inglês em 1941; contudo, seu uso pode ser rastreado pelo menos até a década de 1890. As imagens “pin up” podiam ser recortadas de revistas, jornais, cartões postais, cromo-litografias e assim por diante. Tais fotos apareciam freqüentemente em calendários, os quais eram produzidos para serem pendurados (em inglês, pin up) de alguma forma. Posteriormente, posters de “pin-up girls” começaram a ser produzidos em massa.



Muitas “pin ups” eram fotografias de celebridades consideradas sex symbols. Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários dos soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial.



Outras pin-ups eram trabalhos artísticos, freqüentemente representando versões idealizadas do que alguns imaginavam ser a representação de uma mulher particularmente atraente. Um exemplo antigo do último tipo foi a Gibson girl (garota de Gibson), desenhada por Charles Dana Gibson. O gênero também deu origem a vários artistas especializados, tais como Gil Elvgren, Alberto Vargas, George Petty e Art Frahm.



fonte:Wikipédia

Sabedoria, por Clarice





Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram.

Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.

Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer.

Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de mais nada fazer.

...


E quem discorda que o amor não precisa de esforço para acontecer?


Clarice Lispector
foto:David Swanson

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Boa semana!



Amanhã é feriado nacional. Dia da Independência do Brasil. E um dia, sei lá quando, no meu país deixará de existir desigualdade social. Haverá emprego para todos onde pais não chorarão por não terem como alimentar seus filhos.







sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Há festa!






Vim agora do blog da minha amiga, Maria. E repasso o aviso da Festa. Fico aqui chupando o dedo, pela festa e pela ótima companhia que eu teria. E estou eu com saudades mais uma vez... ô saudade que vai e vem, essa.



fonte: Maria in O Cheiro da Ilha

Censura derrubada



Lembram quando dei aqui a notícia de uma passeata contra a Censura a piadas de políticos? (Ver aqui). A liberdade de expressão e a sociedade brasileira saíram vitoriosas.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto suspendeu nesta quinta-feira a legislação que proíbe programas de humor de fazerem piadas com os candidatos que disputarão as eleições de outubro.

Sem ainda julgar o mérito do caso, que só pode ser analisado pelo plenário do Supremo, Carlos Ayres Britto afirmou que o impedimento fere o princípio constitucional da liberdade de expressão.

E eu, como brasileira, sinto-me extremamente feliz por uma passeata causar um efeito tão rápido como o contra esta Censura.

Setembro



Porque é setembro, porque falta pouco para a primavera, porque muda a estação. Tudo muda o tempo todo.



Se mete!






Acho que tenho que começar a achar graça de um determinado tipo de pessoa ao contrário de me irritar com elas.

Há pessoas que falam mal dos outros achando que você tem memória de ameba ou é ingênua a ponto de não perceber suas intenções. Aí o que você faz? Se afasta do "espírito mal" e segue a sua vida e foge do confronto.

Acabou. Acabou?! Que nada! A pessoa ressurge do limbo mesmo depois de enterrada, devagarinho, como quem não quer nada. Aí já é abusar da sorte. Mas mesmo assim, você educadamente pede à pessoa para não te enviar mais nada porque você não quer contato; e devia ficar por aí, não é mesmo? Que nada, porque pessoas assim, insistem em acreditar que são espertíssimas e que você é burra e resolvem perguntar o que houve.

E, pra quê? Aí, me segura, que o sangue sobe, mas é preciso manter-se no salto, e educadamente você relembra à pessoa mentirosa o que ela disse e obviamente ela diz que não disse. O que fazer? Rezar. Rezar muito, porque a única coisa que se quer é distância de gente desse tipo.

Então, se mete! Que a minha memória não é de ameba e eu sou loira, mas não sou burra!


fonte:CacaoCocoa

Momentos





...Continuo sempre me inaugurando, abrindo e fechando
círculos de vida, jogando-os de lado, murchos, cheios de passado.
...Momentos tão intensos, vermelhos, condensados neles
mesmos que não precisavam de passado nem de futuro para existir...


Clarice Lispector
foto: Denis Olivier

Hey!






Tic-Tac... conto as horas para estar com você...


fonte:Cacao Cocoa

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Arco-íris






Às vezes, nas minhas nuvens, chove, mas há sempre uma teimosa nesguinha de sol pronta para criar um arco-íris.

foto:Google

Paciência



Eu não tenho certeza absoluta sobre várias coisas. A paciência, ou melhor, a falta dela é uma das coisas que sempre me leva a refletir.

Não consigo ficar tranquila numa fila gigantesca, não sei ficar sentada na ante-sala do consultório médico por 3 horas esperando ser atendida como se fosse a coisa mais natural do mundo. Não sei conviver com pessoas que gostam de discussões sem sentido como se fosse algo banal. Não gosto de ter de me explicar para pessoas que não me conhecem e tecem conceitos a meu respeito sem me conhecerem profundamente. Enfim, a lista é imensa.

Mas ao mesmo tempo me questiono, sempre, sobre quando devo ou não ter paciência, porque tenho um papel qualquer nesse mundo. Uma responsabilidade, comigo e com o meu próximo. E "Paciência", de Lenine, acabou por se tornar um mantra para mim. Nos picos de total falta de paciência, naquele estado em que a careta fica estampada no rosto para qualquer um que esteja por perto ver, eu preciso escutar ou cantarolar, mesmo que mentalmente, esta música.

Ainda não deu o resultado que eu gostaria, eu continuo perdendo a paciência com a ignorância e a intransigência, por exemplo.

E as pessoas que me conhecem dizem que sou calma... serei, mas não me acho, ou teria mais paciência.

Mas uma coisa é certa: "a vida é tão rara" e só por isso eu gostaria, sinceramente, de ter paciência.





Música para hoje



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