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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Se mete!






Acho que tenho que começar a achar graça de um determinado tipo de pessoa ao contrário de me irritar com elas.

Há pessoas que falam mal dos outros achando que você tem memória de ameba ou é ingênua a ponto de não perceber suas intenções. Aí o que você faz? Se afasta do "espírito mal" e segue a sua vida e foge do confronto.

Acabou. Acabou?! Que nada! A pessoa ressurge do limbo mesmo depois de enterrada, devagarinho, como quem não quer nada. Aí já é abusar da sorte. Mas mesmo assim, você educadamente pede à pessoa para não te enviar mais nada porque você não quer contato; e devia ficar por aí, não é mesmo? Que nada, porque pessoas assim, insistem em acreditar que são espertíssimas e que você é burra e resolvem perguntar o que houve.

E, pra quê? Aí, me segura, que o sangue sobe, mas é preciso manter-se no salto, e educadamente você relembra à pessoa mentirosa o que ela disse e obviamente ela diz que não disse. O que fazer? Rezar. Rezar muito, porque a única coisa que se quer é distância de gente desse tipo.

Então, se mete! Que a minha memória não é de ameba e eu sou loira, mas não sou burra!


fonte:CacaoCocoa

domingo, 16 de maio de 2010

Os bancos e suas portas giratórias






Ainda há pouco estava assistindo a uma reportagem no Fantástico sobre um aposentado que morreu ao passar por aquelas portas giratórias (chatas e lentas) que os bancos têm por usar um marcapasso, e a matéria seguia como mais uma notícia infeliz quando duas mulheres foram entrevistadas e falaram do constrangimento que sentiam ao serem barradas e eu pensei cá com os meus botões que constrangida eu não me sentia.

E eu poderia me sentir novamente a "suspeita" (como quando falei que sou sempre barrada em aeroportos) quando a repórter dá o exemplo de pessoas que passavam por essas portas portando apenas um simples relógio e perguntava a um chefe de seurança de um banco, se nesse caso não seriam eles (os seguranças dos bancos) a travar a porta e não o automático da mesma e ele afirmou que sim.

E então por que eles travavam a porta? Porque a pessoa apresentava uma atitude suspeita, ele respondeu.

Brincadeira... olhem para a minha foto ali na barra lateral, e imaginem uma loirinha comum que vai apenas a bancos situados perto de casa usando jeans, camiseta e relógio e me digam se tem alguma hipótese de eu parecer suspeita.

Deve ser um tédio ser segurança de banco e o único divertimento deles deve ser atrasar a vida dos outros brincando que a porta travou. Pelo menos sempre foi isso que eu pensei nas vezes que fui travada pela maldita porta.



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