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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Último post antes das férias

A ignorância que assola uma população



Depois da tragédia do desabamento de 3 prédios no Rio de Janeiro, nada mudou. Eu contava, como profissional de Arquitetura, que pelo menos, durante um tempo até o esquecimento dos fatos, por medo, as pessoas se tornassem mais cautelosas. Mas não, nada muda, não sei se é prepotência ou um não me importo generalizado.

Obras ilegais continuam sendo feitas, síndicos de prédios continuam omissos e alguns entregam sua vida a Deus, contando apenas com o fato de a hora e o destino foi marcada lá em cima. Mas está certo pensar assim?

O Presidente do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) veio para a televisão afirmar que vãos de janela poderiam ter comprometido o prédio que caiu. Vãos estes abertos em paredes de tijolos, não estruturais. E eu juro que rasgo meu diploma, tendo cursado 5 anos de Arquitetura, profissão na qual me formei e ainda ter cursado 4 anos de Engenharia, profissão na qual não me formei, se alívio de carga (abertura de vãos) puderem influenciar estruturalmente na queda de um prédio.

Considerar uma obra ilegal por abrir vãos e ferir a estética de uma fachada, tornando a obra ilegal é uma coisa, agora... dizer que alívio de carga provoca a queda de um prédio? É caso para eu rasgar meu diploma porque não aprendi absolutamente nada em 9 anos de Faculdade.

Nada mudará, a partir do momento que ouço na televisão que pensam em fazer uma lei onde seja obrigatório a entrega de um laudo técnico de um engenheiro sobre cada prédio do Rio de Janeiro de 4 em 4 anos e em contrapartida o presidente da ABADI (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis) não gosta da idéia porque isso causará custo ao condomínio dos prédios. Depois dessa abro a boca, coloco a mão na cabeça e peço a Deus para olhar para o povo da minha cidade... para as pessoas comuns, que dependem desse tipo de gente que ocupa cargos onde não deveriam estar.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Se mete!






Acho que tenho que começar a achar graça de um determinado tipo de pessoa ao contrário de me irritar com elas.

Há pessoas que falam mal dos outros achando que você tem memória de ameba ou é ingênua a ponto de não perceber suas intenções. Aí o que você faz? Se afasta do "espírito mal" e segue a sua vida e foge do confronto.

Acabou. Acabou?! Que nada! A pessoa ressurge do limbo mesmo depois de enterrada, devagarinho, como quem não quer nada. Aí já é abusar da sorte. Mas mesmo assim, você educadamente pede à pessoa para não te enviar mais nada porque você não quer contato; e devia ficar por aí, não é mesmo? Que nada, porque pessoas assim, insistem em acreditar que são espertíssimas e que você é burra e resolvem perguntar o que houve.

E, pra quê? Aí, me segura, que o sangue sobe, mas é preciso manter-se no salto, e educadamente você relembra à pessoa mentirosa o que ela disse e obviamente ela diz que não disse. O que fazer? Rezar. Rezar muito, porque a única coisa que se quer é distância de gente desse tipo.

Então, se mete! Que a minha memória não é de ameba e eu sou loira, mas não sou burra!


fonte:CacaoCocoa
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