terça-feira, 25 de agosto de 2009

Pra começar o dia

Desapego...




fonte: i LOVE

Back2Black

Festival - Rio de Janeiro e Brasília


Back2Black é um evento internacional que celebra a África como berço da civilização e pólo de discussão política e difusão cultural.

São 3 dias (de 28 a 30 de agosto) de conferências, shows, apresentações de dança, projeções de filmes e outras manifestações político-culturais, evidenciando as particularidades do continente africano e do negro, de uma maneira mais abrangente.

O evento ocorrerá simultaneamente no Rio de Janeiro e em Brasília, na Estação Leopoldina e no Museu da República na Esplanada dos Ministérios, respectivamente.

E está dado o recado, mas só não entendi uma coisa: em Brasília, entrada franca nos três dias, e no Rio de Janeiro, o combo de 3 dias para conferência e shows é de R$160 , o combo de 2 dias é de R$130, para conferência e shows etc.

Pulinho no site, para ver a programação e os preços para o Rio de Janeiro, aqui.

Eu também quero ir de graça, mas não moro em BSB.


fonte: Jornal O Globo e site Back2Black

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Desencontros

Essas frases me deram uma dor no coração...pedidos de afeto me deprimem porque acho que o afeto não se pede, é troca. Pedir tem qualquer coisa de errado.







fonte: i can read

Aliens, o Resgate é eleita a melhor sequência do cinema mundial

Aliens, o Resgate (1986), de James Cameron (Titanic), foi eleita a melhor sequência cinematográfica de todos os tempos, segundo a revista Empire. O longa de ficção científica, estrelado por Sigourney Weaver, superou O Poderoso Chefão 2 (1974), que costuma ocupar a liderança em listas como esta.

A lista da Empire elegeu 50 filmes. O longa de Francis Coppola ficou em segundo lugar, seguido por O Exterminador do Futuro 2 (1991), também de James Cameron. Toy Story 2 (1999) ficou na quarta colocação e Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008), com Heath Ledger, ficou em quinto.

O júri da revista desconsiderou sequências que fazem apenas parte da história, sem início e fim, como O Senhor dos Anéis, Matrix e Kill Bill.


Confira a lista das dez melhores sequências do cinema, segundo a revista Empire:

1º) Aliens, o Resgate



2º) O Poderoso Chefão 2



3º) O Exterminador do Futuro 2



4º) Toy Story 2



5º) Batman - O Cavaleiro das Trevas




6º) Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca



7º) A Supremacia Bourne



8º) Antes do Pôr-do Sol



9º) Superman 2 - A Aventura Continua



10º) Uma Noite Alucinante




fonte: cineclick

Desacorrentadas

por Marta Medeiros



O amor liberta? De certa forma, sim. Amar faz você despreder-se da razão, incorporar novos hábitos, expandir seus sentimentos, invadir recantos da sua alma nunca antes explorados.
De fato, é bem poético e libertador amar.
Mas tem seus contratempos, lógico. A convivência entre duas pessoas nem sempre é um mar de calmaria, muitas concessões necessitam ser feitas, ou seja, alma gêmea não existe, é conversa pra boi dormir. Ainda assim, é melhor estar amando do que não estar amando. Ao menos até uma determinada idade.
Circulam por aí reportagens que enaltecem o amor aos 70, 80 anos, dizendo que nunca devemos encerrar as buscas, que o amor merece ser encontrado em qualquer etapa da vida. Merece, mas tenho ressalvas a fazer.
Se você alcançou uma certa longevidade e tem um parceiro bacana, mantenha-o, claro. Mas se você está sozinha da silva, já teve vários bons romances na vida e está em paz com a sua solidão, vai procurar sarna pra se coçar a troco de quê?
Há duas mulheres famosas na faixa dos 60 anos que, depois de amarem muito, já manifestaram publicamente a sua desistência de seguir procurando companhia (ainda que eu intua que esse desprendimento ainda vai lhes proporcionar novas surpresas amorosas).
Mas, enfim, são mulheres inteligentes e bem resolvidas, e essa postura de “largar de mão” me inspirou: pretendo seguir a mesma cartilha. Não que eu colecione desilusões, pelo contrário. Não tenho do que me queixar. Já vivi o lado zen e o lado tsunâmico do amor, e o saldo é de puro prazer e gratidão. Sou totalmente pró-amor, nem penso em aposentadoria agora. Mas o agora vai se transformar em depois, e depois é outra história.
Estou sem a menor pressa de que o tempo passe, mas vai passar e quando eu chegar nos meus 60 e tantos, bem saudável, independente e mantendo o espírito da juventude (estão rindo do quê?), pretendo curtir a vida mais do que já curto hoje. E não haverá problema em estar sozinha, caso estiver. Quem tem amigos, não se aperta. Ainda mais quando são amigos de diversas áreas, diversas idades, gente com a cabeça aberta, o humor tinindo, bem informados - existe turma melhor? Depois de uma noitada regada a ótimas conversas, você pega sua bolsa e volta pra casa, pega seu livro, se esparrama na cama e dorme até a hora que quiser, se for final de semana - e se não for, também.
Além de amigos, ter algum dinheiro é importante, lamento tocar nesse assunto desagradável. É ele que possibilitará que você viaje, vá a shows, receba gente querida em casa, se presenteie com pequenos mimos. Sim, você pode fazer tudo isso com um parceiro ao lado, mas não na hora que você bem entender e sem dar satisfações. Tudo terá que ser negociado.
E será preciso abrir espaço na agenda para os amigos dele, a família dele, as carências dele, as doenças dele, as galinhagens dele. Será que, maduríssima da silva, terei tempo e paciência para me dedicar tanto assim à manutenção de uma relação nova?
Sem falar em continuar tendo que se preocupar com o próprio corpo, com as artimanhas da sedução, com o sexo. Ai, o sexo... Sentirei saudades.
Poético e libertador é pensar que nunca estarei sem ninguém, porque chega uma hora em que a gente decide que é alguém, e basta.

. . .


Um dia eu me liberto! Mas será que vou querer me libertar? Daqui há muitos anos, eu conto.



fonte:Revista de Domingo do jornal O Globo

Sabonetes

Onde eu estavva que não conheci esses sabonetes com essas embalagens? Lindos! Achei no blog Oh Joy!, que os encontrou num site lindo chamado Anthropologie.






fonte: Oh Joy!

domingo, 23 de agosto de 2009

Being romantic

just a little...



Bom domingo! Faz sol!!!


fonte:Euzinha e YouTube

Música pra Domingo




fonte:Euzinha e YouTube

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mesmo quando não faz sentido...

... é preciso se manter firme sem balançar. Difícil...



Bom fim de semana!


fonte: iLOVE

Say mony, mony




fonte: Blip.fm

You've put me down upon my knees




fonte:James no twitter

Let's go, girls...

Eu tenho uma boneca antiiiiga, com essa roupa... hehe




fonte:YouTube

Linger



If you, if you could return, don't let it burn, don't let it fade.

I'm sure I'm not being rude, but it's just your attitude,
It's tearing me apart, It's ruining everything.

I swore, I swore I would be true, and honey, so did you.
So why were you holding her hand? Is that the way we stand?
Were you lying all the time? Was it just a game to you?

But I'm in so deep. You know I'm such a fool for you.
You got me wrapped around your finger, ah, ha, ha.
Do you have to let it linger? Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger?

Oh, I thought the world of you.
I thought nothing could go wrong,
But I was wrong. I was wrong.
If you, if you could get by, trying not to lie,
Things wouldn't be so confused and I wouldn't feel so used,
But you always really knew, I just wanna be with you.

But I'm in so deep. You know I'm such a fool for you.
You got me wrapped around your finger, ah, ha, ha.
Do you have to let it linger? Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger?

And I'm in so deep. You know I'm such a fool for you.
You got me wrapped around your finger, ah, ha, ha.
Do you have to let it linger? Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger?

You know I'm such a fool for you.
You got me wrapped around your finger, ah, ha, ha.
Do you have to let it linger? Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger?


fonte: YouTube

Funk soul brother

Tarde em off... muito bom!!!




fonte:YouTube

Uhuu, reebolation




fonte:YouTube

Ask, ask me...

How could I?




fonte:YouTube

Love me, love me (say that you loved me)

Hoje é dia de música




Dear, I fear we're facing a problem
You love me no longer, I know
And maybe there is nothing
That I can do to make you do

Mama tells me I shouldn't bother
That I ought to stick to another man
A man that surely deserves me
But I think you do...

So I cry, and I pray, and I beg

Love me, love me
Say that you love me
Fool me, fool me
Go on and fool me
Love me, love me
Pretend that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me

So I cry and I beg for you to
Love me, love me
Say that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
I can't care 'bout anything but you...

Lately I have desperately pondered,
Spent my nights awake and I wonder
What I could have done in another way
To make you stay

Reason will not lead to solution
I will end up lost in confusion
I don't care if you really care
As long as you don't go

So I cry, I pray and I beg

Love me, love
Say that you love me
Fool me, fool me
Go on and fool me
Love me, love me
Pretend that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me

So I cry and I beg for you to
Love me, love me
Say that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
I can't care 'bout anything but you...
(Anything but you...)

Love me, love me
(Say that you love me)
Fool me, fool me
(Go on and fool me)
Love me, love me
(I know that you need me)
I can't care 'bout anything but you...


fonte: James no twitter

Ai, ai...





fonte:YouTube

Otto Stupakoff

Mostra exibe colorido e viagens


Entre as 16 mil imagens que Otto Stupakoff (1935-2009) deixou ao Instituto Moreira Salles, as coloridas são pouco conhecidas, assim como as mais geométricas e as de viagens. Parte dessa produção que ultrapassa a fotografia de moda, gênero que tornou Stupakoff famoso, estará presente na mostra que é aberta para o público hoje em São Paulo.

Segundo o curador da exposição, Sergio Burgi, a reunião de 60 imagens serve como introdução ao trabalho do paulistano. "Discuti muito com o Otto essa mostra, é uma espécie de cartão de visitas à obra dele, que ainda tem muito a ser estudada", afirma ele.

Na organização elaborada por Burgi não faltam registros que fizeram de Stupakoff um célebre retratista de personalidades nos anos 60 - Jack Nicholson, Sharon Tate e Truman Capote, por exemplo -, quando trabalhava para publicações como "Harper's Bazaar" e "Life".

No entanto, o destaque recai sobre imagens menos vistas do fotógrafo, como uma composição multicolorida feita nos anos 70 nos arredores de Paris, e nos instantâneos de habitantes do Sudeste Asiático, do México e da Índia.

Os nus em preto-e-branco se compõem em outro trunfo da mostra, assim como os jogos de sobreposições com figuras geométricas, mais comuns no início da carreira de Stupakoff, na década de 50.

OTTO STUPAKOFF
Quando:
de ter. a sex, das 13h às 19h, e sáb. e dom., das 13h às 18h;
até 22/11
Onde: Instituto Moreira Salles, rua Piauí, 844, 1º andar, São Paulo
Quanto: entrada franca
Informação: 0 xx 113825-2560


fonte: Folha Online

Com a mão na massa

Não sei porquê colocaram uma criança nessa foto, poderiam ter me chamado porque até hoje passo o dedão no que resta da tijelona de massa de bolo. O dedão (espátula) em silicone com cabo em madeira leva o nome de BATTERFINGER e é da Fred & Friends . O uso dele é misturar os ingredientes até porque nada substitui o bom e velho dedão pra raspar a massa de bolo. Sou gulosa, eu sei.



E quem come bolo quente levanta a mão!


fonte: designerblog

Porque hoje é sexta-feira

Ute Lemper





E meu cabelo teve esse corte... estou quase cortando de novo, ó dúvida cruel: cortar ou não cortar.


fonte:Euzinha e Youtube

Honda

Me deixou exausta...




fonte:YouTube

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Walled Horizons



As Nações Unidas foram palco de quarta-feira passada da première de "Walled Horizons" ("Horizontes murados", numa tradução livre), curta-metragem narrado por Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, e que fala dos sofrimentos dos palestinos causados pela "barreira de segurança" que Israel ergueu para evitar a entrada de terroristas vindos da Cisjordânia.

O documentário, que tem 15 minutos de duração, foi feito em homenagem ao quinto aniversário da opinião emitida pelo Tribunal Internacional de Justiça, afirmando que o muro é ilegal.

"Walled Horizons" começa com uma imagem de Waters, compositor por trás do grande sucesso do álbum "The Wall", lançado em 1979, andando perto de um trecho do muro de concreto, acompanhado pela sombra gigante que projeta na parede.

"A razão para haver muros é sempre o medo, sejam os muros pessoais que construímos ao redor de nós mesmos, sejam muros como este, que governos amedrontados constróem ao redor deles mesmos", diz Waters.

"Eles são sempre a expressão de uma insegurança profundamente enraizada", acrescenta.

Israel justifica a construção do muro, que começou em 2003, com a onda de ataques terroristas que chegaram ao auge em 2002 com a intifada palestina.

O curta-metragem mostra altos oficiais de segurança israelenses envolvidos na construção do muro, afirmando que o projeto foi uma resposta desesperada à violência da intinfada, que começou em 2000.

Além disso, inclui imagens desoladoras de locais atacados por terroristas palestinos em Israel, antes da construção do muro.

Os cineastas também entrevistam um fazendeiro palestino que perdeu parte de seu terreno devido ao muro, e uma família que ficou dividida por ele.

O filme termina com a imagem de uma fila gigantesca de palestinos, que esperam em um posto de controle israelense para passar para o outro lado.

"Me enche de horror, o pensamento de viver em uma prisão gigante", declara Waters, enquanto picha o muro com os dizeres "We don't need no thought control" ("Não precisamos que controlem nossos pensamentos", numa tradução livre), verso da célebre canção "Another brick in the wall".

Os organizadores do projeto afirmam que o objetivo do filme é conscientizar as pessoas em todo o mundo sobre o impacto do muro na vida dos palestinos, cinco anos após a decisão da corte internacional.

"É, em primeiro lugar, um lembrete de que a corte mais alta do mundo essencialmente disse que não se pode construir uma cerca no quintal do seu vizinho", indica à AFP o finlandês Yohan Eriksson, diretor do curta-metragem.

Israel acusa a ONU de não agir com imparcialidade, favorecendo os palestinos.

Chris Gunness, porta-voz da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos, defende que "além de ser uma forte defesa, o filme também é um exemplo equilibrado de jornalismo".

Já Philippe Lazzarini, chefe do escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários, diz esperar que a drástica redução deste tipo de ataque nos últimos anos, depois da construção do muro, encoraje Israel a repensá-lo.

. . .


Procurei pela web para ver se encontrava um vídeo do curta, mas não. Fica a notícia.


fonte: agência AFP
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.