Em primeiro lugar palmas para o Cinema Inglês, que conseguiu juntar num filme excelente um elenco de primeira qualidade.
Bertie ou George ficou gago a partir dos 5 anos, em função de alguns traumas que eu não vou contar porque alguém que não viu o filme pode passar por aqui, é obrigado a fazer um discurso em nome do pai, o Rei George V e a partir daí a sua angústia cresce perante a impotência de discursar sem gaguejar.
Depois de várias tentativas frustadas com terapeutas arranjados pela corte inglesa, sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), encontra Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala que utiliza um método pouco convencional, mas que é reconhecido na Inglaterra.
A partir daí a estória de superação de George com a ajuda de Lionel, que além de terapeuta da fala age como psicólogo e amigo, discorre.
A interpretação da dupla Firth-Rush tira risos e causa emoção a quem está na poltrona.
Eu adoraria que Colin Firth levasse o Oscar como ator e Geoffrey Rush como ator coadjuvante. Estou na torcida.
Só uma curiosidade, Winston Churchill é interpretado pelo ator que fez a personagem do ratinho-bruxo de Harry Potter.








































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