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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Hey!






Eu e minha religião. Deus é a luz que brilha lá fora.


fonte:FFFOUND!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sudanesas são chicoteadas por usarem calças

Um grupo de mulheres sudanesas foi preso e recebeu chicotadas como punição por usar calças em público na capital, Cartum, segundo uma jornalista que foi presa junto com o grupo.

Lubna Ahmed al-Hussein, que afirma que foi condenada a 40 chicotadas, informou que ela e outras 12 mulheres que usavam calças e blusas foram detidas em um restaurante da cidade.

Segundo a jornalista, várias mulheres do grupo admitiram serem culpadas da acusação de se vestir "de forma indecente" e receberam dez chicotadas imediatamente.

Al-Hussein afirmou que um grupo de entre 20 e 30 policiais entrou de repente em um dos restaurantes mais populares de Cartum e "escolheu apenas garotas que usavam calças. Éramos cerca de 12 ou 13".

"Na delegacia eles libertaram aquelas que usavam calças mais largas ou cujas blusas foram consideradas longas o bastante. Na delegacia encontramos outras garotas do sul (do país), aguardando julgamento, elas eram cristãs e três delas tinham menos de 18 anos."

"As meninas foram sentenciadas a dez chicotadas para cada uma e a sentença foi executada imediatamente", afirmou.

A jornalista afirmou que muitas se declararam culpadas apenas para "acabar logo com isso", mas outras - incluindo ela - escolheram chamar seus advogados e esperar o julgamento.

De acordo com a lei islâmica em vigor no norte do Sudão, onde se encontra a capital, a punição a mulheres que se vestem "de forma indecente" é 40 chicotadas.

Segundo as leis do país, sudaneses que não são muçulmanos não são obrigados a seguir a lei islâmica mesmo na capital ou no norte do país, onde predomina o islamismo.

Críticas


Lubna Ahmed al-Hussein é uma jornalista sudanesa conhecida por suas críticas ao governo do país. Ela é autora de uma coluna semanal para jornais do país, chamada Kalam Rijal, que, na tradução literal significa "Conversa de Homem", uma referência satírica a uma expressão parecida em árabe coloquial, que se refere ao que as mulheres falam como algo risível e não confiável.

A jornalista disse à BBC que contratou um advogado que conseguiu enviar o processo contra ela de volta à promotoria. E também afirmou que imprimiu centenas de convites para o julgamento para que o povo sudanês possa ver o que acontece com as mulheres.

Antes de comparecer à corte, al-Hussein afirmou que o problema que ela enfrenta é também o problema de centenas de mulheres que são chicoteadas todos os dias devido às roupas que usam.

A jornalista escreveu que estas mulheres saem dos julgamentos com um sentimento de vergonha e toda a família da mulher é tratada como pária.

De acordo com o analista da BBC para o mundo árabe Magdi Abdelhadi, o Sudão tem uma sociedade conservadora que condena mulheres que desobedecem os costumes islâmicos.

A lei islâmica foi introduzida pelo ex-presidente Jaffar Al Numeri há cerca de 30 anos e, desde então, causa polêmica no país, especialmente na região sul do Sudão, que é cristã.


fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Igreja britânica retira crucifixo que 'assustava crianças'

Uma grande escultura de Cristo na cruz foi retirada do lado de fora de uma igreja na Grã-Bretanha porque o crucifixo, segundo o vigário, "assustava as crianças".

A escultura pertence à igreja de St. John, em Broadbridge Heath, no condado de West Sussex, e deverá ser entregue ao museu Horsham para ser substituída por uma nova cruz de aço inoxidável.

O vigário, o pastor Ewen Souter, afirmou que o crucifixo de mais de três metros de altura era uma "descrição horrenda da dor e do sofrimento que estava 'afastando as pessoas'". Uma pesquisa feita pela igreja junto aos fiéis revelou que ninguém gostava do crucifixo.

Crianças

"Crianças comentaram como (o crucifixo) era assustador e como aquele símbolo do lado de fora da igreja afastava as pessoas", afirmou o pastor Ewen Souter.

"Como um importante símbolo exterior para nós, estava afastando as pessoas ao invés de dar um sentimento de esperança e vida e do poder da ressurreição", acrescentou. O pastor afirmou que a igreja queria retratar "um retrato bíblico exato da crucificação como um momento de esperança para o mundo, e não de desespero".

A escultura foi criada na década de 60 pelo ex-presidente da Sociedade Real dos Escultores Britânicos, Edward Bainbridge Copnall, feita de resina e pó de carvão. A escultura foi retirada da igreja pouco antes do Natal e será colocada em uma grande parede dentro do museu Horsham.

Jeremy Knight, curador do museu, afirmou que a imagem do crucifixo mostra um Cristo sofrendo de dor. "Hoje esta não é uma imagem que muitas igrejas querem seguir. Eles preferem ver uma cruz vazia, na qual o Cristo já subiu aos céus", afirmou.


fonte:BBC Brasil

terça-feira, 13 de maio de 2008

Carta de Einstein vai a leilão

Carta revelando desdém por religião vai a leilão


Uma carta escrita pelo físico Albert Einstein ao filósofo alemão Eric Gutkind e que veio à tona recentemente revela que o cientista desdenhava a religião.

A carta foi escrita em 1954, um ano antes da morte de Einstein, em resposta ao livro de Gutkind Escolha a vida: O chamado bíblico para a revolta (em tradução livre), e passou os últimos 50 anos nas mãos de um colecionador particular.

Nesta quinta-feira, o documento será leiloado pela casa de leilões Bloomsbury Auctions, em Londres. A expectativa é que ela alcance entre 6 mil e 8 mil libras.

“A palavra Deus para mim é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas honradas, mas ainda assim primitivas, que são bastante infantis”, escreve Einstein que, apesar de judeu, freqüentou uma escola católica na infância.

O cientista, que recebia aulas particulares de judaísmo em casa, declinou o convite do então recém-formado Estado de Israel para ser o segundo presidente do país.

Na carta, ele também fala que não acredita que os judeus sejam o “povo escolhido”.

“Para mim, a religião judaica, como todas as outras, é a encarnação de algumas das superstições mais infantis. E o povo judeu, ao qual tenho o prazer de pertencer e com cuja mentalidade tenho grande afinidade, não tem qualquer diferença de qualidade para mim em relação aos outros povos.”

“Até onde vai minha experiência, eles não são melhores que nenhum outro grupo de humanos, apesar de estarem protegidos dos piores cânceres por falta de poder. Mas além disso, não consigo ver nada de ‘escolhido’ sobre eles”.

A carta levanta nova polêmica sobre as crenças religiosas de Einstein já que, em declarações anteriores, o cientista havia dado a entender que acreditava, ou pelo menos queria acreditar, na existência de Deus.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a carta e seu conteúdo eram desconhecidos por alguns dos principais biógrafos do cientista.

n.r.: uma boa polêmica, de vez em quando, faz muito bem ao espírito.


fonte:BBC Brasil

terça-feira, 3 de abril de 2007

Pessach - "A festa da liberdade"

"A Páscoa judaica"


Este ano o dia 14 de Nissan do calendário judaico cai no dia 02 de abril. A partir da noite deste dia até o dia dez de abril , os judeus de todo o mundo comemoram a festa de Pessach, conhecida como "a Páscoa judaica". Segundo a história descrita no livro de Êxodos, Pessach é a festa da liberdade, pois é realizada para comemorar a saída do povo judeu do Egito, onde eram escravos, para a terra de Israel.

A história de Pessach

A bíblia conta que os descendentes de Abraão, Isaac e Jacó, vieram desde a terra de Israel para habitar no Egito. Após algumas gerações o povo foi escravizado, mal-tratado e, mesmo passando fome, foi forçado a construir cidades para o faraó Ramsés.

Após 210 anos de escravidão, Deus revelou a Moisés que era Sua intenção libertar o povo do Egito e guiá-los até Israel. E que era função de Moisés liderar o povo. Então, segundo a bíblia, ocorreram vários milagres: Deus lançou as 10 pragas sobre o Egito. Após cada praga Moisés rogava ao faraó que libertasse o povo, mas, como este ainda se recusava, Deus lançava uma nova praga.

Depois das pragas, o povo finalmente saiu do Egito, porém o faraó mudou de idéia e mandou perseguir o povo de Israel, até encurralá-lo frente ao Mar Vermelho. Outro milagre ocorreu: O mar se abriu para os israelitas e se fechou para os egípcios, afogando grande parte de seu exército.

A festa de Pessach comemora a saída da escravidão para a liberdade, da escuridão para a luz e tem como objetivos louvar a Deus pelos milagres que fez pelo povo de Israel e perpetuar a história para que todas as gerações futuras se lembrem de que foram, um dia, escravos no Egito. E assim, com esta lembrança, todos tenham em mente a eterna lição de saber como tratar àqueles que estão em dificuldade e entender melhor o valor da liberdade.

As tradições de Pessach

Durante os sete dias da festa, os judeus se abstêm de comer pão ou qualquer alimento fermentado. Isto porque quando os judeus saíram as pressas da escravidão no Egito, não tiveram tempo de fermentar e assar o pão que levaram consigo para o caminho. Um dos preceitos de Pessach é que todo judeu deve visualizar a si mesmo como se ele mesmo fosse um escravo no Egito e estivesse saindo da escravidão pelas mãos de Deus. Por isso, durante esses sete dias nenhum pão é ingerido, somente um pão ázimo ou "pão da pobreza", chamado em hebraico de Matzá, que lembra uma bolacha de água e sal. Assim, essa simbologia ajuda as pessoas a recordarem durante os sete dias da festa que elas foram escravas no Egito e que Deus as tirou de lá.

Na primeira noite de Pessach é realizado um jantar especial chamado Seder de Pessach. Nesse jantar se abre um fórum para que crianças e adultos façam perguntas sobre a festa e sua história. Durante o jantar é lida a Hagadá de Pessach, que conta toda a história da festa e vem para responder a muitas das perguntas colocadas antes sobre o porquê da comemoração. O costume é que a criança mais jovem da família comece fazendo as perguntas para que estas sejam respondidas uma a uma durante o jantar.

O seder de Pessach é encerrado tradicionalmente com votos de que Deus dê aos judeus uma nova liberdade, assim como aquela que deu no Egito, e que esta liberdade seja eterna.





fonte:Amai-vos
foto: Revista Manasha

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