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domingo, 31 de março de 2013
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Chocolate
Chocolate makes me happy

O da imagem é da Cacau Show e eu juro que ele piscou o olhinho pra mim quando entrei na loja, não resisti apesar de ter entrado só para olhar preços mas também porque sou chocólatra. Vá lá, admito!
1/4 dele já foi devorado com imenso prazer. Não ganho nada com a publicidade mas é uma de minhas marcas preferidas, assim como a Kopenhagen.
fonte:Google
1/4 dele já foi devorado com imenso prazer. Não ganho nada com a publicidade mas é uma de minhas marcas preferidas, assim como a Kopenhagen.
fonte:Google
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Feliz Páscoa!!!
Eu adoro a Páscoa, pelo que ela representa, e confesso que nesses dias gostaria de estar em Portugal, porque a energia dessa data lá é muito parecida com a energia do Natal e aqui é apenas "ovo de chocolate" e a "maneira mais econômica de se fazer um prato com bacalhau" na sexta-feira. O que vale é que aqui em casa comemoramos em grande porque a data merece.

Que todos se lembrem dos atos de Jesus Cristo, que aprendamos a superar os nossos sofrimentos, que tentemos sempre dar e ser o melhor de nós para o próximo e que tornemos o mundo onde vivemos um mundo muito melhor, com mais amor e mais solidariedade. Porque a vida só é boa quando amamos o próximo como a nós mesmos.

FELIZ PÁSCOA a todos os que passarem por aqui.

Que todos se lembrem dos atos de Jesus Cristo, que aprendamos a superar os nossos sofrimentos, que tentemos sempre dar e ser o melhor de nós para o próximo e que tornemos o mundo onde vivemos um mundo muito melhor, com mais amor e mais solidariedade. Porque a vida só é boa quando amamos o próximo como a nós mesmos.

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segunda-feira, 29 de março de 2010
Gulosa
Páscoa chegando e resolvi selecionar umas gulodices para encher os olhos e aguçar o paladar de quem passa por aqui.

Turmalinas de chocolate belga; R$ 99, na Tchocolath

Esculturas que dão água na boca: Ovo Monarca, R$ 110, João-de-Barro, R$ 72, e Bem-Te-Vi, R$ 120; na Jean et Marie

Cupcakes Creamy Toffee, Carrie Carrot e ovinhos de pasta americana; R$ 5,50 cada, na La Vie em Douce

A divertida e colorida novidade da Páscoa: picolé de chocolate; R$ 9,60, na Amor aos Pedaços

Ovo de chocolate com macadamia; R$79, na Ofner

Ovo Jivara com cacau do Equador e da Venezuela; 140g, R$ 60, na Valrhona
E são tantos... mais, aqui.

Turmalinas de chocolate belga; R$ 99, na Tchocolath

Esculturas que dão água na boca: Ovo Monarca, R$ 110, João-de-Barro, R$ 72, e Bem-Te-Vi, R$ 120; na Jean et Marie

Cupcakes Creamy Toffee, Carrie Carrot e ovinhos de pasta americana; R$ 5,50 cada, na La Vie em Douce

A divertida e colorida novidade da Páscoa: picolé de chocolate; R$ 9,60, na Amor aos Pedaços

Ovo de chocolate com macadamia; R$79, na Ofner

Ovo Jivara com cacau do Equador e da Venezuela; 140g, R$ 60, na Valrhona
E são tantos... mais, aqui.
fonte:UOL
quinta-feira, 25 de março de 2010
Pensando na Páscoa
Chocolate
Chocolate, chocolate, chocolate
Eu só quero chocolate....Só quero chocolate
Não adianta vir com guaraná pra mim
É chocolate que eu quero beber
Não quero pó, não quero rapé
Não quero cocaína, me liguei no chocolate
Eu me liguei, só quero chocolate
Não adianta vir com guaraná pra mim
É chocolate que eu quero beber
Chocolate, chocolate, chocolate
Eu só quero chocolate....Só quero chocolate
Não adianta vir com guaraná pra mim
É chocolate que eu quero beber
Não quero chá, não quero café
Não quero coca-cola, me liguei no chocolate
Só quero chocolate
Não adianta vir com guaraná pra mim
É chocolate que eu quero beber
Chocolate, chocolate, chocolate
Eu só quero chocolate.... ui ui é
Não adianta vir com guaraná pra mim
É chocolate que eu quero beber
Chocolate, chocolate, chocolate
Chocolate, chocolate, chocolate
chocolate, chocolate, chocolate
É proibido fumar, chocolate, ui, ui ui..
É proibido fumar
É proibido fumar
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um pouco de bom humor
sexta-feira, 21 de março de 2008
Boa Páscoa a todos!!!!
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
O coelho na Páscoa

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos.
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
O chocolate

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
fonte:texto da PUC-Rio
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
O coelho na Páscoa
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos.
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
O chocolate

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
fonte:texto da PUC-Rio
terça-feira, 18 de março de 2008
Cães e chocolate não combinam
Você acaba de abrir o ovo de Páscoa e o seu amigo já está do lado, louco por um pedaço. Com pena, você dá "só uma lasquinha". Ele devora e começa a latir por mais uma mordida. "Cenas assim aumentam em 30% o índice de intoxicação alimentar em animais durante a Páscoa", afirmam os veterinários.

O chocolate contém uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e pode causar convulsões, tremores, vômitos, epilepsia e até a morte do seu amigão. O chocolate amargo é ainda pior: enquanto 30 g de chocolate ao leite contêm 50 mg de teobromina, 30 g do amargo oferecem 393 mg. Ou seja, ele é quase oito vezes mais tóxico.
Portanto, não dê chocolate ao seu cãozinho, nem aquela quantidade permitida por alguns veterinários.
fonte:UOL

O chocolate contém uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e pode causar convulsões, tremores, vômitos, epilepsia e até a morte do seu amigão. O chocolate amargo é ainda pior: enquanto 30 g de chocolate ao leite contêm 50 mg de teobromina, 30 g do amargo oferecem 393 mg. Ou seja, ele é quase oito vezes mais tóxico.
Portanto, não dê chocolate ao seu cãozinho, nem aquela quantidade permitida por alguns veterinários.
fonte:UOL
segunda-feira, 17 de março de 2008
Novo ingrediente diminui as calorias do chocolate
Prazer de um lado, quilos a mais do outro. Muita gente se sente extremamente bem ao devorar enormes quantidades de chocolate para garantir a dose extra de serotonina - substância que dá sensação de bem-estar – para o cérebro.
Mas a eterna briga com a balança ganhou um aliado importante: a alfarroba, uma vagem comestível, semelhante ao feijão, que substitui o cacau na hora de fazer chocolate.
A grande vantagem: o sabor parecido e metade das calorias. Cada 100g de alfarroba têm 222 calorias, contra 580 do chocolate tradicional.
"Outra vantagem da alfarroba é que ela não contém cafeína e teobromina, dois estimulantes fortes do sistema nervoso e do ritmo cardíaco, causadores de diversos efeitos colaterais", explica a médica nutróloga Valéria Goulart, que prescreve barrinhas de alfarroba para os pacientes viciados em chocolate que precisam emagrecer. Ela lembra que em certas pessoas, a teobromina desencadeia reações alérgicas visíveis. O cacau contém também feniletilamina, um composto que pode provocar enxaquecas e reações alérgicas. "As pessoas podem continuar comendo chocolate à vontade, só que feito de vagem e não de cacau", detalha.
Onde encontrar?
Fruto da alfarrobeira, árvore nativa da Costa do Mediterrâneo, a alfarroba é uma vagem cuja polpa, quando torrada e moída, torna-se um excelente substituto ao cacau.
No mercado brasileiro já existem opções de chocolate de alfarroba à venda. Uma barrinha de 50 g nos empórios perto do Mercado Municipal de São Paulo custa R$ 3,35. Já 200 g de "chocolate em pó" de alfarroba para adicionar ao leite ou receitas custa R$ 8,00. Até gotas de chocolate são vendidas por R$ 4,50 (pacote de 80 g). "O sabor é muito parecido ao chocolate tradicional sem os altos índices de gordura e açúcar do cacau", explica a nutróloga. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e um alto teor de açúcares naturais (sucrose, glucose e frutose), em torno de 38 a 45%.
Embora apresente um alto teor de açúcares, a alfarroba possui um baixo teor calórico devido à quantidade quase imperceptível de lipídios e alta quantidade de fibras. A "vagem adocicada" ainda possui vitamina B1 e alto teor de vitamina B2. Por não conter glúten, a alfarroba pode ser consumida por celíacos, pessoas que tem restrições ao glúten. Reduz efetivamente, também, a assimilação da ingestão diária do excesso de colesterol. Seu poder hipocolesterol é o dobro de outras fibras.
n.r.: mas não deve ser a mesma coisa...
fonte:Corpo e Dieta
A grande vantagem: o sabor parecido e metade das calorias. Cada 100g de alfarroba têm 222 calorias, contra 580 do chocolate tradicional.
"Outra vantagem da alfarroba é que ela não contém cafeína e teobromina, dois estimulantes fortes do sistema nervoso e do ritmo cardíaco, causadores de diversos efeitos colaterais", explica a médica nutróloga Valéria Goulart, que prescreve barrinhas de alfarroba para os pacientes viciados em chocolate que precisam emagrecer. Ela lembra que em certas pessoas, a teobromina desencadeia reações alérgicas visíveis. O cacau contém também feniletilamina, um composto que pode provocar enxaquecas e reações alérgicas. "As pessoas podem continuar comendo chocolate à vontade, só que feito de vagem e não de cacau", detalha.
Onde encontrar?
Fruto da alfarrobeira, árvore nativa da Costa do Mediterrâneo, a alfarroba é uma vagem cuja polpa, quando torrada e moída, torna-se um excelente substituto ao cacau.
No mercado brasileiro já existem opções de chocolate de alfarroba à venda. Uma barrinha de 50 g nos empórios perto do Mercado Municipal de São Paulo custa R$ 3,35. Já 200 g de "chocolate em pó" de alfarroba para adicionar ao leite ou receitas custa R$ 8,00. Até gotas de chocolate são vendidas por R$ 4,50 (pacote de 80 g). "O sabor é muito parecido ao chocolate tradicional sem os altos índices de gordura e açúcar do cacau", explica a nutróloga. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e um alto teor de açúcares naturais (sucrose, glucose e frutose), em torno de 38 a 45%.
Embora apresente um alto teor de açúcares, a alfarroba possui um baixo teor calórico devido à quantidade quase imperceptível de lipídios e alta quantidade de fibras. A "vagem adocicada" ainda possui vitamina B1 e alto teor de vitamina B2. Por não conter glúten, a alfarroba pode ser consumida por celíacos, pessoas que tem restrições ao glúten. Reduz efetivamente, também, a assimilação da ingestão diária do excesso de colesterol. Seu poder hipocolesterol é o dobro de outras fibras.
n.r.: mas não deve ser a mesma coisa...
fonte:Corpo e Dieta
quinta-feira, 5 de abril de 2007
A Páscoa cristã

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa, os cristãos celebram a ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (na Sexta-Feira Santa) que terá ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de "passagem", comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um "seder do Pessach" – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach(Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.
Origem dos símbolos da Páscoa
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.
Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.
O ovo de Páscoa
A tradição de dar ovos tem milênios, mas agradeçam aos confeiteiros franceses por comerem nos dias atuais ovos feitos de chocolate. O hábito de dar ovos de verdade (de galinha) vem da tradição pagã.
Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maias e Astecas. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

fonte:Wikipédia
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de "passagem", comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um "seder do Pessach" – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach(Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.
Origem dos símbolos da Páscoa
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.
Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.
O ovo de Páscoa
A tradição de dar ovos tem milênios, mas agradeçam aos confeiteiros franceses por comerem nos dias atuais ovos feitos de chocolate. O hábito de dar ovos de verdade (de galinha) vem da tradição pagã.
Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maias e Astecas. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

fonte:Wikipédia
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quarta-feira, 4 de abril de 2007
Meu mundo por chocolate
Eles se autodefinem chocólatras e reconhecem a dependência
Na época da Páscoa geralmente as pessoas aproveitam para saciar a vontade de comer chocolate e se esbaldam comprando ovos, caixas de bombom e barras de chocolate. Mas para um grupo específico a tentação vem em qualquer dia, a qualquer hora. São os chamados “chocólatras”, viciados na iguaria, seja pelo prazer que ela proporciona, seja até mesmo pelos bons momentos a que ela remete.
A publicitária Patrícia Losano Khouri, de 31 anos, fez até promessa como demonstração de amor à iguaria. Ela come chocolate 325 dias por ano. Os outros 40 dias são de pura abstinência. “Não como chocolate durante a Quaresma (período entre o carnaval e a Páscoa). É um sacrifício que faço, uma penitência”, disse.
Como toda promessa, o cumprimento é feito a duras penas. “Estou sonhando com o domingo de Páscoa. Você sente o gosto do chocolate. É desesperador”, contou ela, que disse não tirar da cabeça a imagem de um outdoor que viu na rua com diferentes e deliciosos ovos de Páscoa.
A estudante Hanna Goldenstein, de 21 anos, não quis esperar o feriado. “Já comi um ovo”, admitiu ela, que recorre ao doce em momentos de aflição. “Quando estou nervosa, como chocolate. Ele me dá uma sensação de calmaria, me deixa relaxada”.
O privilégio não é só de Hanna. O psiquiatra Arthur Kaufman explicou que o chocolate está ligado a sensações de bem-estar. “Comer chocolate estimula a produção da endorfina, que dá a sensação de prazer, e da serotonina, neurotransmissor responsável pelo humor”, disse ele, que trabalha no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC).
O médico explicou que, como pessoas depressivas têm a taxa de serotonina baixa, acabam usando o chocolate como antidepressivo. Até porque, na maioria dos casos, o doce traz boas lembranças. “O chocolate está presente em todos os melhores momentos da vida. Remete a festas, bolo, brigadeiro”, disse Kaufman.
Se a intensidade de alegria de uma pessoa estivesse condicionada à quantidade de chocolate que ela come, Kaufman não teria ouvido histórias de gente que sofre por gostar tanto da sobremesa.
“Alguns pacientes diziam que era tortura. Uma professora mudava seu caminho de rotina para não encontrar pessoas e dividir o chocolate que comia. E uma avó contava que escondia o chocolate dos netos quando estava com eles”, disse o psiquiatra, que coordena o Projeto de Atendimento ao Obeso (Prato), do HC.
Apesar disso, os especialistas concordam que não existe um tratamento específico para quem se diz chocólatra, como existe com os dependentes químicos. “Se tivesse algum tratamento, seria com o uso de antidepressivos”, disse Kaufman.
Para o terapeuta comportamental Florival Scheroki, no entanto, é um exagero dizer que as pessoas são viciadas em chocolate. “Ele não tem substâncias que gerem crise de abstinência, mas aquelas que comem todo dia e cortam de repente sentem desconforto”.
Doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Scheroki explicou que as pessoas são incentivadas desde pequenas a gostar do doce. “O ambiente é importante no comportamento alimentar. Comer chocolate não remete a uma atitude punitiva”.
Para a atriz Daniela de Souza Lobo Stirbulov, de 20 anos, a vontade de comer o doce derivado do cacau é algo "compulsivo". "Como pratico esportes, posso comer bastante. Como chocolate todo dia. Dependendo da fase, se estou de TPM (tensão pré-menstrual), como até mais."
Esse "mais" da jovem pode ser devorar uma caixa de bombom ou um ovo de Páscoa inteiro sozinha. "Na Páscoa, piora. Abro os ovos e não páro de comer", admitiu. É consenso entre os chocólatras que a melhor hora para degustar um chocolate é qualquer hora.
A paixão pela iguaria fez com que a paulistana Cristiane Spezzaferro criasse uma comunidade no site de relacionamentos Orkut chamada “Associação dos Chocólatras Anônimos”, que tem 2.013 membros. Existem pelo menos outras 100 comunidades semelhantes.
A relação dela com o doce começou na cozinha de casa. “Minha mãe faz ovo de Páscoa. Sempre tive barras para comer. Não tenho hora. Se pudesse, comia o dia inteiro”, disse ela, cujo consumo diário é de seis bombons.
Consumo um tanto exagerado na opinião da nutricionista Anita Sachs, chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para ela, o máximo recomendado é comer 50g diariamente. “Se a pessoa não precisa controlar o peso”, alerta.
De acordo com Anita, 100g de chocolate correspondem a 550 calorias, o mesmo presente em uma refeição com arroz, feijão, carne, hortaliça refogada e um copo de suco.
Para quem quer curtir a Páscoa sem culpa, a nutricionista dá uma dica: “Antes de comer chocolate, a pessoa pode tomar três copos de água para se sentir saciada”. Quem não abre mão de abusar dos ovos no feriado, pode compensar com dieta ou exercícios físicos. “O chocolate é altamente calórico”. Tente convencer um chocólatra disso.
n.r.: eu faço aqui um mea culpa na boa, mas sou uma chocólatra com algum auto-controle, que quer dizer que agüento um mês direto sem chocolate. Mas a Páscoa é A perdição, venho ganhando ovinhos e bombonzinhos de amigas e um ovo pré-Páscoa que venho consumindo há algumas semanas. Tenho certeza que Deus perdoa!
fonte:G1
A publicitária Patrícia Losano Khouri, de 31 anos, fez até promessa como demonstração de amor à iguaria. Ela come chocolate 325 dias por ano. Os outros 40 dias são de pura abstinência. “Não como chocolate durante a Quaresma (período entre o carnaval e a Páscoa). É um sacrifício que faço, uma penitência”, disse.
Como toda promessa, o cumprimento é feito a duras penas. “Estou sonhando com o domingo de Páscoa. Você sente o gosto do chocolate. É desesperador”, contou ela, que disse não tirar da cabeça a imagem de um outdoor que viu na rua com diferentes e deliciosos ovos de Páscoa.
A estudante Hanna Goldenstein, de 21 anos, não quis esperar o feriado. “Já comi um ovo”, admitiu ela, que recorre ao doce em momentos de aflição. “Quando estou nervosa, como chocolate. Ele me dá uma sensação de calmaria, me deixa relaxada”.
O privilégio não é só de Hanna. O psiquiatra Arthur Kaufman explicou que o chocolate está ligado a sensações de bem-estar. “Comer chocolate estimula a produção da endorfina, que dá a sensação de prazer, e da serotonina, neurotransmissor responsável pelo humor”, disse ele, que trabalha no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC).
O médico explicou que, como pessoas depressivas têm a taxa de serotonina baixa, acabam usando o chocolate como antidepressivo. Até porque, na maioria dos casos, o doce traz boas lembranças. “O chocolate está presente em todos os melhores momentos da vida. Remete a festas, bolo, brigadeiro”, disse Kaufman.
Se a intensidade de alegria de uma pessoa estivesse condicionada à quantidade de chocolate que ela come, Kaufman não teria ouvido histórias de gente que sofre por gostar tanto da sobremesa.
“Alguns pacientes diziam que era tortura. Uma professora mudava seu caminho de rotina para não encontrar pessoas e dividir o chocolate que comia. E uma avó contava que escondia o chocolate dos netos quando estava com eles”, disse o psiquiatra, que coordena o Projeto de Atendimento ao Obeso (Prato), do HC.
Apesar disso, os especialistas concordam que não existe um tratamento específico para quem se diz chocólatra, como existe com os dependentes químicos. “Se tivesse algum tratamento, seria com o uso de antidepressivos”, disse Kaufman.
Para o terapeuta comportamental Florival Scheroki, no entanto, é um exagero dizer que as pessoas são viciadas em chocolate. “Ele não tem substâncias que gerem crise de abstinência, mas aquelas que comem todo dia e cortam de repente sentem desconforto”.
Doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Scheroki explicou que as pessoas são incentivadas desde pequenas a gostar do doce. “O ambiente é importante no comportamento alimentar. Comer chocolate não remete a uma atitude punitiva”.
Para a atriz Daniela de Souza Lobo Stirbulov, de 20 anos, a vontade de comer o doce derivado do cacau é algo "compulsivo". "Como pratico esportes, posso comer bastante. Como chocolate todo dia. Dependendo da fase, se estou de TPM (tensão pré-menstrual), como até mais."
Esse "mais" da jovem pode ser devorar uma caixa de bombom ou um ovo de Páscoa inteiro sozinha. "Na Páscoa, piora. Abro os ovos e não páro de comer", admitiu. É consenso entre os chocólatras que a melhor hora para degustar um chocolate é qualquer hora.
A paixão pela iguaria fez com que a paulistana Cristiane Spezzaferro criasse uma comunidade no site de relacionamentos Orkut chamada “Associação dos Chocólatras Anônimos”, que tem 2.013 membros. Existem pelo menos outras 100 comunidades semelhantes.
A relação dela com o doce começou na cozinha de casa. “Minha mãe faz ovo de Páscoa. Sempre tive barras para comer. Não tenho hora. Se pudesse, comia o dia inteiro”, disse ela, cujo consumo diário é de seis bombons.
Consumo um tanto exagerado na opinião da nutricionista Anita Sachs, chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para ela, o máximo recomendado é comer 50g diariamente. “Se a pessoa não precisa controlar o peso”, alerta.
De acordo com Anita, 100g de chocolate correspondem a 550 calorias, o mesmo presente em uma refeição com arroz, feijão, carne, hortaliça refogada e um copo de suco.
Para quem quer curtir a Páscoa sem culpa, a nutricionista dá uma dica: “Antes de comer chocolate, a pessoa pode tomar três copos de água para se sentir saciada”. Quem não abre mão de abusar dos ovos no feriado, pode compensar com dieta ou exercícios físicos. “O chocolate é altamente calórico”. Tente convencer um chocólatra disso.
n.r.: eu faço aqui um mea culpa na boa, mas sou uma chocólatra com algum auto-controle, que quer dizer que agüento um mês direto sem chocolate. Mas a Páscoa é A perdição, venho ganhando ovinhos e bombonzinhos de amigas e um ovo pré-Páscoa que venho consumindo há algumas semanas. Tenho certeza que Deus perdoa!
fonte:G1
terça-feira, 3 de abril de 2007
Pessach - "A festa da liberdade"
"A Páscoa judaica"

Este ano o dia 14 de Nissan do calendário judaico cai no dia 02 de abril. A partir da noite deste dia até o dia dez de abril , os judeus de todo o mundo comemoram a festa de Pessach, conhecida como "a Páscoa judaica". Segundo a história descrita no livro de Êxodos, Pessach é a festa da liberdade, pois é realizada para comemorar a saída do povo judeu do Egito, onde eram escravos, para a terra de Israel.
A história de Pessach
A bíblia conta que os descendentes de Abraão, Isaac e Jacó, vieram desde a terra de Israel para habitar no Egito. Após algumas gerações o povo foi escravizado, mal-tratado e, mesmo passando fome, foi forçado a construir cidades para o faraó Ramsés.
Após 210 anos de escravidão, Deus revelou a Moisés que era Sua intenção libertar o povo do Egito e guiá-los até Israel. E que era função de Moisés liderar o povo. Então, segundo a bíblia, ocorreram vários milagres: Deus lançou as 10 pragas sobre o Egito. Após cada praga Moisés rogava ao faraó que libertasse o povo, mas, como este ainda se recusava, Deus lançava uma nova praga.
Depois das pragas, o povo finalmente saiu do Egito, porém o faraó mudou de idéia e mandou perseguir o povo de Israel, até encurralá-lo frente ao Mar Vermelho. Outro milagre ocorreu: O mar se abriu para os israelitas e se fechou para os egípcios, afogando grande parte de seu exército.
A festa de Pessach comemora a saída da escravidão para a liberdade, da escuridão para a luz e tem como objetivos louvar a Deus pelos milagres que fez pelo povo de Israel e perpetuar a história para que todas as gerações futuras se lembrem de que foram, um dia, escravos no Egito. E assim, com esta lembrança, todos tenham em mente a eterna lição de saber como tratar àqueles que estão em dificuldade e entender melhor o valor da liberdade.
As tradições de Pessach
Durante os sete dias da festa, os judeus se abstêm de comer pão ou qualquer alimento fermentado. Isto porque quando os judeus saíram as pressas da escravidão no Egito, não tiveram tempo de fermentar e assar o pão que levaram consigo para o caminho. Um dos preceitos de Pessach é que todo judeu deve visualizar a si mesmo como se ele mesmo fosse um escravo no Egito e estivesse saindo da escravidão pelas mãos de Deus. Por isso, durante esses sete dias nenhum pão é ingerido, somente um pão ázimo ou "pão da pobreza", chamado em hebraico de Matzá, que lembra uma bolacha de água e sal. Assim, essa simbologia ajuda as pessoas a recordarem durante os sete dias da festa que elas foram escravas no Egito e que Deus as tirou de lá.
Na primeira noite de Pessach é realizado um jantar especial chamado Seder de Pessach. Nesse jantar se abre um fórum para que crianças e adultos façam perguntas sobre a festa e sua história. Durante o jantar é lida a Hagadá de Pessach, que conta toda a história da festa e vem para responder a muitas das perguntas colocadas antes sobre o porquê da comemoração. O costume é que a criança mais jovem da família comece fazendo as perguntas para que estas sejam respondidas uma a uma durante o jantar.
O seder de Pessach é encerrado tradicionalmente com votos de que Deus dê aos judeus uma nova liberdade, assim como aquela que deu no Egito, e que esta liberdade seja eterna.

fonte:Amai-vos
foto: Revista Manasha
A história de Pessach
A bíblia conta que os descendentes de Abraão, Isaac e Jacó, vieram desde a terra de Israel para habitar no Egito. Após algumas gerações o povo foi escravizado, mal-tratado e, mesmo passando fome, foi forçado a construir cidades para o faraó Ramsés.
Após 210 anos de escravidão, Deus revelou a Moisés que era Sua intenção libertar o povo do Egito e guiá-los até Israel. E que era função de Moisés liderar o povo. Então, segundo a bíblia, ocorreram vários milagres: Deus lançou as 10 pragas sobre o Egito. Após cada praga Moisés rogava ao faraó que libertasse o povo, mas, como este ainda se recusava, Deus lançava uma nova praga.
Depois das pragas, o povo finalmente saiu do Egito, porém o faraó mudou de idéia e mandou perseguir o povo de Israel, até encurralá-lo frente ao Mar Vermelho. Outro milagre ocorreu: O mar se abriu para os israelitas e se fechou para os egípcios, afogando grande parte de seu exército.
A festa de Pessach comemora a saída da escravidão para a liberdade, da escuridão para a luz e tem como objetivos louvar a Deus pelos milagres que fez pelo povo de Israel e perpetuar a história para que todas as gerações futuras se lembrem de que foram, um dia, escravos no Egito. E assim, com esta lembrança, todos tenham em mente a eterna lição de saber como tratar àqueles que estão em dificuldade e entender melhor o valor da liberdade.
As tradições de Pessach
Durante os sete dias da festa, os judeus se abstêm de comer pão ou qualquer alimento fermentado. Isto porque quando os judeus saíram as pressas da escravidão no Egito, não tiveram tempo de fermentar e assar o pão que levaram consigo para o caminho. Um dos preceitos de Pessach é que todo judeu deve visualizar a si mesmo como se ele mesmo fosse um escravo no Egito e estivesse saindo da escravidão pelas mãos de Deus. Por isso, durante esses sete dias nenhum pão é ingerido, somente um pão ázimo ou "pão da pobreza", chamado em hebraico de Matzá, que lembra uma bolacha de água e sal. Assim, essa simbologia ajuda as pessoas a recordarem durante os sete dias da festa que elas foram escravas no Egito e que Deus as tirou de lá.
Na primeira noite de Pessach é realizado um jantar especial chamado Seder de Pessach. Nesse jantar se abre um fórum para que crianças e adultos façam perguntas sobre a festa e sua história. Durante o jantar é lida a Hagadá de Pessach, que conta toda a história da festa e vem para responder a muitas das perguntas colocadas antes sobre o porquê da comemoração. O costume é que a criança mais jovem da família comece fazendo as perguntas para que estas sejam respondidas uma a uma durante o jantar.
O seder de Pessach é encerrado tradicionalmente com votos de que Deus dê aos judeus uma nova liberdade, assim como aquela que deu no Egito, e que esta liberdade seja eterna.

fonte:Amai-vos
foto: Revista Manasha
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