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terça-feira, 6 de maio de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Campanha denuncia casos de discriminação e xenofobia
Eu sou daquelas que sempre espera de pessoas com um certo nível de instrução um comportamento diferente ao de pessoas ignorantes. É muito triste ter ainda notícias de preconceito e xenofobia, e pior ainda, vindo de universitários e professores. Muito triste mesmo... Obviamente sofri preconceito em Portugal, por ser brasileira e mulher, mas acreditava que isso tivesse mudado, afinal de contas, muitos anos se passaram, mas enfim, pelo visto, pouco ou nada mudou. É mesmo triste...
"Os brasileiros e negros deviam todos morrer". A frase, segundo o cartaz, estaria escrita em uma carteira da Fluc (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), em Portugal.
"'O que é isso' nada! Calas a boca ou levas umas bofetadas". A frase, segundo o cartaz, foi dita por um jovem português, depois de cuspir no rosto da mulher que segura o cartaz.
"Burro! Aprenda a falar/escrever o português direito. Tudo isso porque sou brasileiro".
'Mas você é brasileira!' Quando recusei uma investida sexual".
"Sabe o que brasileira fala quando vai tirar foto? Pênis. Depois ele sorriu ironicamente".
As frases expostas nos cartazes fazem parte de uma campanha de denúncias de casos de discriminação e xenofobia surgidas durante as eleições para a Associação Acadêmica de Coimbra, da Universidade de Coimbra, em Portugal, em novembro de 2013. A chapa Lista R - AAC, composta por estudantes portugueses e brasileiros, que tinha como principal bandeira a luta contra discriminações dentro e fora da Universidade de Coimbra. "O objetivo era fazer com que as pessoas, ao lerem os cartazes, se dessem conta do quanto alguns comentários, que às vezes não passam de brincadeiras, são ofensivos e refletem o quanto os preconceitos estão enraizados na cultura", informou a chapa.
Acho ingênuo demais chegar à hipótese de dizer que esse tipo de comentários são ditos em tom de brincadeira, só por que a agressão vem acompanhada de um sorriso? Tenha dó! Ainda bem que alguns acordaram para a existência do preconceito nesta Universidade. E em quantas mais não existirá, não é mesmo?
fonte:UOL
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Xô preconceito!
Assino embaixo. Hoje em dia não sei mais se é certo ou errado dizer negro ou preto, e chamar alguém de negão? Acho o máximo, mas periga da pessoa se ofender por que alguém disse que é preconceituoso.
E o casamento entre gays? Por que ser contra? Como isso interfere na vida de alguém? Pelamordedeus...
E o casamento entre gays? Por que ser contra? Como isso interfere na vida de alguém? Pelamordedeus...
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terça-feira, 14 de julho de 2009
Sudanesas são chicoteadas por usarem calças
Um grupo de mulheres sudanesas foi preso e recebeu chicotadas como punição por usar calças em público na capital, Cartum, segundo uma jornalista que foi presa junto com o grupo.
Lubna Ahmed al-Hussein, que afirma que foi condenada a 40 chicotadas, informou que ela e outras 12 mulheres que usavam calças e blusas foram detidas em um restaurante da cidade.
Segundo a jornalista, várias mulheres do grupo admitiram serem culpadas da acusação de se vestir "de forma indecente" e receberam dez chicotadas imediatamente.
Al-Hussein afirmou que um grupo de entre 20 e 30 policiais entrou de repente em um dos restaurantes mais populares de Cartum e "escolheu apenas garotas que usavam calças. Éramos cerca de 12 ou 13".
"Na delegacia eles libertaram aquelas que usavam calças mais largas ou cujas blusas foram consideradas longas o bastante. Na delegacia encontramos outras garotas do sul (do país), aguardando julgamento, elas eram cristãs e três delas tinham menos de 18 anos."
"As meninas foram sentenciadas a dez chicotadas para cada uma e a sentença foi executada imediatamente", afirmou.
A jornalista afirmou que muitas se declararam culpadas apenas para "acabar logo com isso", mas outras - incluindo ela - escolheram chamar seus advogados e esperar o julgamento.
De acordo com a lei islâmica em vigor no norte do Sudão, onde se encontra a capital, a punição a mulheres que se vestem "de forma indecente" é 40 chicotadas.
Segundo as leis do país, sudaneses que não são muçulmanos não são obrigados a seguir a lei islâmica mesmo na capital ou no norte do país, onde predomina o islamismo.
Críticas
Lubna Ahmed al-Hussein é uma jornalista sudanesa conhecida por suas críticas ao governo do país. Ela é autora de uma coluna semanal para jornais do país, chamada Kalam Rijal, que, na tradução literal significa "Conversa de Homem", uma referência satírica a uma expressão parecida em árabe coloquial, que se refere ao que as mulheres falam como algo risível e não confiável.
A jornalista disse à BBC que contratou um advogado que conseguiu enviar o processo contra ela de volta à promotoria. E também afirmou que imprimiu centenas de convites para o julgamento para que o povo sudanês possa ver o que acontece com as mulheres.
Antes de comparecer à corte, al-Hussein afirmou que o problema que ela enfrenta é também o problema de centenas de mulheres que são chicoteadas todos os dias devido às roupas que usam.
A jornalista escreveu que estas mulheres saem dos julgamentos com um sentimento de vergonha e toda a família da mulher é tratada como pária.
De acordo com o analista da BBC para o mundo árabe Magdi Abdelhadi, o Sudão tem uma sociedade conservadora que condena mulheres que desobedecem os costumes islâmicos.
A lei islâmica foi introduzida pelo ex-presidente Jaffar Al Numeri há cerca de 30 anos e, desde então, causa polêmica no país, especialmente na região sul do Sudão, que é cristã.
fonte: BBC Brasil
Lubna Ahmed al-Hussein, que afirma que foi condenada a 40 chicotadas, informou que ela e outras 12 mulheres que usavam calças e blusas foram detidas em um restaurante da cidade.
Segundo a jornalista, várias mulheres do grupo admitiram serem culpadas da acusação de se vestir "de forma indecente" e receberam dez chicotadas imediatamente.
Al-Hussein afirmou que um grupo de entre 20 e 30 policiais entrou de repente em um dos restaurantes mais populares de Cartum e "escolheu apenas garotas que usavam calças. Éramos cerca de 12 ou 13".
"Na delegacia eles libertaram aquelas que usavam calças mais largas ou cujas blusas foram consideradas longas o bastante. Na delegacia encontramos outras garotas do sul (do país), aguardando julgamento, elas eram cristãs e três delas tinham menos de 18 anos."
"As meninas foram sentenciadas a dez chicotadas para cada uma e a sentença foi executada imediatamente", afirmou.
A jornalista afirmou que muitas se declararam culpadas apenas para "acabar logo com isso", mas outras - incluindo ela - escolheram chamar seus advogados e esperar o julgamento.
De acordo com a lei islâmica em vigor no norte do Sudão, onde se encontra a capital, a punição a mulheres que se vestem "de forma indecente" é 40 chicotadas.
Segundo as leis do país, sudaneses que não são muçulmanos não são obrigados a seguir a lei islâmica mesmo na capital ou no norte do país, onde predomina o islamismo.
Críticas
Lubna Ahmed al-Hussein é uma jornalista sudanesa conhecida por suas críticas ao governo do país. Ela é autora de uma coluna semanal para jornais do país, chamada Kalam Rijal, que, na tradução literal significa "Conversa de Homem", uma referência satírica a uma expressão parecida em árabe coloquial, que se refere ao que as mulheres falam como algo risível e não confiável.
A jornalista disse à BBC que contratou um advogado que conseguiu enviar o processo contra ela de volta à promotoria. E também afirmou que imprimiu centenas de convites para o julgamento para que o povo sudanês possa ver o que acontece com as mulheres.
Antes de comparecer à corte, al-Hussein afirmou que o problema que ela enfrenta é também o problema de centenas de mulheres que são chicoteadas todos os dias devido às roupas que usam.
A jornalista escreveu que estas mulheres saem dos julgamentos com um sentimento de vergonha e toda a família da mulher é tratada como pária.
De acordo com o analista da BBC para o mundo árabe Magdi Abdelhadi, o Sudão tem uma sociedade conservadora que condena mulheres que desobedecem os costumes islâmicos.
A lei islâmica foi introduzida pelo ex-presidente Jaffar Al Numeri há cerca de 30 anos e, desde então, causa polêmica no país, especialmente na região sul do Sudão, que é cristã.
fonte: BBC Brasil
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Intolerância
Drew Barrymore e outros famosos protestam contra a proibição do casamento gay

Drew Barrymore discursa a favor da união entre homossexuais em West Hollywood. O Supremo Tribunal da Califórnia votou pela validação da "Proposition 8", medida que torna ilegal o casamento entre pessoas do mesmo sexo no estado. A aprovação desta lei não anula os casamentos que já se realizaram até agora, mas impede que no futuro outros casais tenham esse direito.
Realmente... ridículo. Deixem as pessoas casarem à vontade. Em quê isso pode afetar a vida de outras? Quanto preconceito...
fonte:UOL
Realmente... ridículo. Deixem as pessoas casarem à vontade. Em quê isso pode afetar a vida de outras? Quanto preconceito...
fonte:UOL
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