quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Vida

Confesso uma certa angústia sempre que encontro esta frase e me dou conta que há uns erros que eu cismo em repetir. Está na hora de ser mais esperta.
fonte:i can read
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cabeças pensantes,
Cris Caetano,
Hey
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Língua portuguesa

Sou uma apaixonada pela minha língua. Morro com alguns que teimam em assassiná-la. Gosto de brincar com sua fonética na forma escrita e admito que sua gramática é dificílima.
Tenho percebido nas minhas andanças pela net, que a maioria não sabe como usar o "isso/isto", "esse/este" ou "essa/esta" e numa tentativa de não errarem metem logo o "isto", "este" e "esta" sempre, errando na mesma. Eu mesma fico em dúvida várias vezes.
Achei na net uma página que explica bem o assunto, do Prof. Paulo Roberto. Segue abaixo:
"ST > aqui, cá > meu, minha, nosso > tempo presente ou futuro + próximo > anáforas
SS > aí > seu, teu, vosso > tempo passado ou futuro + remoto > catáforas
Exemplos: “Isso aqui está ótimo” (erro!) > Corrija: “Isto aqui está ótimo”
“É isto aí” (erro!) > Corrija: “É isso aí”
“Essa minha mania...”(erro!) Corrija: “Esta minha mania...”
“Este seu jeito...” (erro!) Corrija: “Esse seu jeito...”
Se você se refere à semana, dia, ano, mês correntes, use st:
“Nesta semana”, “Neste sábado”, “Neste mês...” Neste ano...”
Em referências ao futuro mais próximo, também use st:
“Neste domingo” quer dizer no próximo domingo.
Nas referências a tempo passado, use ss:
“O ano de 2007 foi atípico. Esse ano trouxe muitas surpresas para nós...”
“Janeiro foi bom. Nesse mês pude realizar alguns dos sonhos...”
Se você remete a um futuro mais distante, use também ss:
“John Lovelock disse que em 2100 haverá uma grande catástrofe. Nesse ano, 75% da população da Terra desaparecerá. “
Obs.: cuidado com o tempo verbal: com o verbo no pretérito, use ss; com o verbo no presente, use st:
“Li sua crônica. E percebi nessa leitura que...”
“Estou lendo sua crônica. E percebo nesta leitura que...”
Nas anáforas (quando o pronome demonstrativo retoma algo já mencionado), o demonstrativo adjetivo deve receber o radical ss:
“ A Receita informou que o país arrecadou 600 bilhões de reais em 2007. Esse dinheiro vai para o Orçamento federal e...”
“O governo disse que criará um imposto especial sobre lucros exorbitantes. Essa medida visa à distribuição mais justas de riquezas e...”.
Nas catáforas (quando o demonstrativo é usado antes do fato mencionado), use o st:
“Hugo Chavez tomou posse pela 3ª vez como presidente da Venezuela, trazendo estas duas novidades: governar o país por decretos e estatizar as multinacionais.”
Nas anáforas em que se fazem duas menções, retome a 1ª com aquele(a) e a última(2ª) com este(a):
“Pelé e Roberto Carlos são dois ídolos; aquele do futebol e este da música romântica.”
“O capitalismo e a democracia sempre caminharam juntos, entretanto aquele na contramão desta.”
Agora é por em prática. A língua portuguesa é assim: decorar regrinhas para não ter erro.
fonte:Prof. Paulo Roberto
Tenho percebido nas minhas andanças pela net, que a maioria não sabe como usar o "isso/isto", "esse/este" ou "essa/esta" e numa tentativa de não errarem metem logo o "isto", "este" e "esta" sempre, errando na mesma. Eu mesma fico em dúvida várias vezes.
Achei na net uma página que explica bem o assunto, do Prof. Paulo Roberto. Segue abaixo:
"ST > aqui, cá > meu, minha, nosso > tempo presente ou futuro + próximo > anáforas
SS > aí > seu, teu, vosso > tempo passado ou futuro + remoto > catáforas
Exemplos: “Isso aqui está ótimo” (erro!) > Corrija: “Isto aqui está ótimo”
“É isto aí” (erro!) > Corrija: “É isso aí”
“Essa minha mania...”(erro!) Corrija: “Esta minha mania...”
“Este seu jeito...” (erro!) Corrija: “Esse seu jeito...”
Se você se refere à semana, dia, ano, mês correntes, use st:
“Nesta semana”, “Neste sábado”, “Neste mês...” Neste ano...”
Em referências ao futuro mais próximo, também use st:
“Neste domingo” quer dizer no próximo domingo.
Nas referências a tempo passado, use ss:
“O ano de 2007 foi atípico. Esse ano trouxe muitas surpresas para nós...”
“Janeiro foi bom. Nesse mês pude realizar alguns dos sonhos...”
Se você remete a um futuro mais distante, use também ss:
“John Lovelock disse que em 2100 haverá uma grande catástrofe. Nesse ano, 75% da população da Terra desaparecerá. “
Obs.: cuidado com o tempo verbal: com o verbo no pretérito, use ss; com o verbo no presente, use st:
“Li sua crônica. E percebi nessa leitura que...”
“Estou lendo sua crônica. E percebo nesta leitura que...”
Nas anáforas (quando o pronome demonstrativo retoma algo já mencionado), o demonstrativo adjetivo deve receber o radical ss:
“ A Receita informou que o país arrecadou 600 bilhões de reais em 2007. Esse dinheiro vai para o Orçamento federal e...”
“O governo disse que criará um imposto especial sobre lucros exorbitantes. Essa medida visa à distribuição mais justas de riquezas e...”.
Nas catáforas (quando o demonstrativo é usado antes do fato mencionado), use o st:
“Hugo Chavez tomou posse pela 3ª vez como presidente da Venezuela, trazendo estas duas novidades: governar o país por decretos e estatizar as multinacionais.”
Nas anáforas em que se fazem duas menções, retome a 1ª com aquele(a) e a última(2ª) com este(a):
“Pelé e Roberto Carlos são dois ídolos; aquele do futebol e este da música romântica.”
“O capitalismo e a democracia sempre caminharam juntos, entretanto aquele na contramão desta.”
Agora é por em prática. A língua portuguesa é assim: decorar regrinhas para não ter erro.
fonte:Prof. Paulo Roberto
por Eugenio

Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
. . .
Eu estou bastante angustiada nesta semana, mesmo cansada, cansada da incompreensão do ser humano. Não aconteceu nada relativo a mim, mas e daí? Não devo me importar?
Percebo o ser humano criticando, debochando, cheio de razão, agindo como o dono da verdade. Se fazendo ele próprio de vítima sem perceber que ele age da mesma forma que o outro que é alvo de sua crítica. Falta compreensão e falta auto-análise em tudo.
Estou cansada e perdendo a fé num mundo melhor.
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
Eu estou bastante angustiada nesta semana, mesmo cansada, cansada da incompreensão do ser humano. Não aconteceu nada relativo a mim, mas e daí? Não devo me importar?
Percebo o ser humano criticando, debochando, cheio de razão, agindo como o dono da verdade. Se fazendo ele próprio de vítima sem perceber que ele age da mesma forma que o outro que é alvo de sua crítica. Falta compreensão e falta auto-análise em tudo.
Estou cansada e perdendo a fé num mundo melhor.
Cabelão

Há coisas que dão um prazer inenarrável. Só pra dizer que desisti de cortar meu cabelo bem curtinho.
fonte:CacaoCocoa
fonte:CacaoCocoa
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as voltas que uma cabeça dá,
Cris Caetano,
Hey
Bom djia, djia!

Hoje é aquele dia que vou pra rua com o colchão nas costas. Sempre que sonho, acordo exausta.
fonte:CacaoCocoa
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cabeças pensantes,
Cris Caetano,
Hey
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O lado positivo da tragédia
No momento em que acontece uma tragédia como a que ocorreu no Rio de Janeiro, com a morte de 13 crianças por um psicótico, a primeira coisa que o ser humano lembra de fazer é tecer críticas a tudo o que está errado, mas aconteceram várias coisas de positivo.
Vários profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) se apresentaram voluntariamente nos hospitais públicos para atenderem ao grande número de vítimas, alguns que socorreram em seus plantões continuaram trabalhando durante o dia. Helicópteros da polícia civil transferiram vítimas prontamente para hospitais, porque tinham necessidade de cirurgia neurológica, depois de serem estabilizadas no hospital mais próximo da tragédia.
A Sociedade Brasileira de Psicologia e Psiquiatria disponibilizou profissionais para a família das vítimas.
Então, vivemos ontem um dia extremamente triste no Rio de Janeiro, mas devemos abrir a mente para termos consciência de que num momento crítico e extremamente triste sempre há pessoas que se solidarizam com o próximo e mesmo os órgão que tinham obrigação de agir, agiram com rapidez e eficiência senão a desgraça seria maior.
E por tudo os que os especialistas dizem a respeito desse assassino (psicótico ou esquizofrênico), procure por ajuda médica quando considerar a pessoa próxima de você, uma pessoa esquisita.
E antes que alguém ache que sou partidária do Prefeito ou do Governador do Rio de Janeiro, não sou. Muito pelo contrário, meu voto nunca foi para nenhum dos dois.
Um bom fim de semana a todos!
Vários profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) se apresentaram voluntariamente nos hospitais públicos para atenderem ao grande número de vítimas, alguns que socorreram em seus plantões continuaram trabalhando durante o dia. Helicópteros da polícia civil transferiram vítimas prontamente para hospitais, porque tinham necessidade de cirurgia neurológica, depois de serem estabilizadas no hospital mais próximo da tragédia.
A Sociedade Brasileira de Psicologia e Psiquiatria disponibilizou profissionais para a família das vítimas.
Então, vivemos ontem um dia extremamente triste no Rio de Janeiro, mas devemos abrir a mente para termos consciência de que num momento crítico e extremamente triste sempre há pessoas que se solidarizam com o próximo e mesmo os órgão que tinham obrigação de agir, agiram com rapidez e eficiência senão a desgraça seria maior.
E por tudo os que os especialistas dizem a respeito desse assassino (psicótico ou esquizofrênico), procure por ajuda médica quando considerar a pessoa próxima de você, uma pessoa esquisita.
E antes que alguém ache que sou partidária do Prefeito ou do Governador do Rio de Janeiro, não sou. Muito pelo contrário, meu voto nunca foi para nenhum dos dois.
Um bom fim de semana a todos!
Aulas de make online
Em 2007, Michelle Phan começou a postar vídeos sobre sua vida de estudante no YouTube. Mas o que realmente chamava a atenção das pessoas que a assistiam era sua maquiagem irretocável.
Foi então que a americana, hoje com 23 anos, decidiu mudar o foco e fazer tutoriais de maquiagem. Não demorou até que virasse celebridade no mundo virtual (e hoje em dia é cada vez mais fácil virar uma celebridade). Daí foi um passo até se tornar responsável pelos vídeos de beleza do site da Lancôme - marca que uso e adoro.
Em sua página no YouTube é possível encontrar truques para copiar desde looks naturais até os mais trabalhados. Escolhi um que dá dicas para make pra nigth porque hoje é sexta e é dia de se jogar!
fonte:Revista Marie Claire
Foi então que a americana, hoje com 23 anos, decidiu mudar o foco e fazer tutoriais de maquiagem. Não demorou até que virasse celebridade no mundo virtual (e hoje em dia é cada vez mais fácil virar uma celebridade). Daí foi um passo até se tornar responsável pelos vídeos de beleza do site da Lancôme - marca que uso e adoro.
Em sua página no YouTube é possível encontrar truques para copiar desde looks naturais até os mais trabalhados. Escolhi um que dá dicas para make pra nigth porque hoje é sexta e é dia de se jogar!
fonte:Revista Marie Claire
Se joga que hoje é sexta!
Mas pular também tá valendo!
Aconselho a sssitirem este link aqui - http://www.youtube.com/watch?v=dmfrPrN1L_s - Van Halen ao vivo em Toronto, mas por implicância do YouTube, não é possível a incorporação. Vivo 'momentos aff' quando isso acontece.
Pulem e se joguem que hoje é sexta! Dia Internacional do choppinho... rsrs e vou tomar o meu hoje!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Hora de refletir

"A psicanalista carioca de 62 anos Regina Navarro dedica boa parte do tempo a dizer o que muitos não querem ouvir. Há anos vem repetindo, por exemplo, que o casamento monogâmico está em vias de extinção – para o horror dos mais conservadores. Seus dois livros mais recentes, porem mostram que protegida pelo anonimato da internet milhares de pessoas admitem pensar como ela.
As convicções dela, baseadas em sua experiência de vida e de consultório, encontraram eco na interação com internautas pelo o site "Cama na rede", com enquetes e depoimentos, e "Se Eu Fosse Você", em que internautas comentam situações expostas por outros internautas. Nas 50 perguntas reunidas em "A Cama na Rede", boa parte das respostas anônimas corrobora a tese defendida por Regina – de que o pacto de fidelidade sexual funciona para poucos e que as pessoas deveriam descolar a idéia de amor e posse. Ou, como ela resumiu “Um casamento pode ser bom. Para isso a maioria vai ter que reformular antigos conceitos, principalmente o de exclusividade” A autora do Best-seller A cama na Varanda (1997) parte da premissa de que o mito do amor romântico, que rege as relações ancorado na idéia de duas metades que se completam e se bastam, é incompatível como os desejos e diferentes necessidades de cada um gera frustrações.
E os internautas a municiaram de mais argumentos: por exemplo, à pergunta sobre se o casamento é o melhor caminho para a vida a dois, 80% disseram que “não”. Assim como a maioria admitiu já ter sido infiel, sentir que o tesão pelo parceiro diminui com o tempo e julgar que é possível viver bem com vários parceiros sexuais. Ainda que os números e depoimentos impressionem, uma ressalva: não se trata de uma metodologia cientifica. Apesar de o subtítulo de a A cama na Rede ser “O que os brasileiros pensam sobre Amor e Sexo”, o terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, Oswaldo Rodrigues jr., pondera que os resultados de uma enquete virtual não podem ser generalizados, uma vez que resumem ao universo dos internautas que visitaram o site em questão.
Mas destaca que nas respostas compiladas há um debate a ser iniciado. Ela não é a única nem a primeira a defender a necessidade de buscar outros arranjos amorosos – segue a tradição de pensadores que questionam comportamentos e convenções como uma construção, histórica, social e cultural, inclusive o ícone Simone Beauvoir."
"Hora de Refletir Sobre Exclusividade Afetiva" in http://pt.shvoong.com/
. . .
Estou eu na net, escolhendo livros e meus olhos batem no referido aí acima, abri o link e pensei: "vou escrever sobre isto".
Então, que me perdoem psicólogos, psicanalistas e afins, mas na minha opinião, o que diferencia a nós, seres humanos dos outros seres vivos, é o raciocínio e a capacidade de controlar nossos impulsos.
Mesmo que as leis não ditassem regras, como, por exemplo: "você vai ser preso se matar alguém", eu não mataria um semelhante meu mesmo tendo a certeza de que não seria presa. E isso serve com relação ao respeito e amor por outra pessoa, que na minha visão não tem nada a ver com o 'amor romântico', nem nada a ver com relação a posse. Meu ponto de vista é bem mais simplistas, mas geralmente as teorias analíticas não tem nada de simplistas, procurando sempre pelo complexo.
Mas continuando... ninguém me obriga a unir a minha vida a de uma outra pessoa - tem algo mais simples do que isto? -, portanto se tomo a decisão de tê-la na minha vida vou respeitar os sentimentos dela e ter respeito pelos meus, e confesso que nunca me senti frustada numa relação monogâmica.
Com relação a sentir atração por outra pessoa, há imensas pessoas interessantes que passam por nossas vidas, sem ser o nosso 'mais que tudo' e pelas quais podemos sentir atração ou alguma admiração (e há quem confunda), mas é o amor, ou quem sabe, o raciocínio lógico (eu amo, sou amada e portanto sou feliz) que faz com que a traição não aconteça.
Nunca traí, nunca trairei e nem sofro de insônia com a possibilidade disso vir a acontecer, não acontecerá. Acho inclusive que enquanto estamos num relacionamento e sentimo-nos atraídos por outro alguém, vale refletir se o relacionamento vai bem, e se a resposta for negativa o melhor sempre é o rompimento, bem mais digno do que fazer uma pessoa infeliz. Não sou melhor do que ninguém, mais especial por não trair (ato considerado dificílimo para muitos), portanto acredito (e sei que existem) muitas outras pessoas que pensam e agem como eu.
E que a pessoa que escreveu o texto acima me perdoe mas não me considero conservadora e nem baseio a minha reflexão em religiosidade, apenas me baseio em sentimentos e no meu raciocício que é bastante livre para aceitar que pessoas traem, mas que essas pessoas não têm afinidade comigo. Tenho a opinião, nada científica, apenas baseada na minha vivência, que muitas pessoas que concordaram com a não-exclusividade afetiva, possam ter concordado apenas para aliviar a culpa que sentem quando traem. Porque há, os que traem com culpa e os que traem sem culpa, mas isso é outra reflexão (a culpa).
Ainda há pessoas que casam porque não suportam viver sozinhas, as que querem filhos e não querem tê-los sozinhas, homens que necessitam de quem lhes arrume a casa e esquente os pés ao mesmo tempo e há os outros, que estão a fim de que dê certo. Mas que fique bem claro que não pretendo ser a dona da verdade, nem estudei o assunto, é apenas uma opinião pessoal. E acho interessante que a psicanalista levantou um tema que acaba por ser bastante atraente para um debate.
Aceito tranquilamente que muitas pessoas traem - também seria muita ingenuidade minha se não aceitasse - mas não aceito que para ter uma relação devo aceitar que ela não seja monogâmica. Sou adepta daquela: "antes só do que mal casado". O que fica bem é que nenhuma das duas partes seja enganada, porque gosto não se discute e há quem viva bem no tal "relacionamento aberto", mas não há nada de bacana quando uma pessoa é enganada e acaba por sofrer.
O texto diz que é 'hora de refletir sobre a exclusividade afetiva' e obviamente haverá quem concorde comigo e quem discorde, mas era para refletir e foi o que fiz: refleti.
O tema "relacionamento" ainda será tema de livros durante longos anos.
fonte:Shovoong.com
As convicções dela, baseadas em sua experiência de vida e de consultório, encontraram eco na interação com internautas pelo o site "Cama na rede", com enquetes e depoimentos, e "Se Eu Fosse Você", em que internautas comentam situações expostas por outros internautas. Nas 50 perguntas reunidas em "A Cama na Rede", boa parte das respostas anônimas corrobora a tese defendida por Regina – de que o pacto de fidelidade sexual funciona para poucos e que as pessoas deveriam descolar a idéia de amor e posse. Ou, como ela resumiu “Um casamento pode ser bom. Para isso a maioria vai ter que reformular antigos conceitos, principalmente o de exclusividade” A autora do Best-seller A cama na Varanda (1997) parte da premissa de que o mito do amor romântico, que rege as relações ancorado na idéia de duas metades que se completam e se bastam, é incompatível como os desejos e diferentes necessidades de cada um gera frustrações.
E os internautas a municiaram de mais argumentos: por exemplo, à pergunta sobre se o casamento é o melhor caminho para a vida a dois, 80% disseram que “não”. Assim como a maioria admitiu já ter sido infiel, sentir que o tesão pelo parceiro diminui com o tempo e julgar que é possível viver bem com vários parceiros sexuais. Ainda que os números e depoimentos impressionem, uma ressalva: não se trata de uma metodologia cientifica. Apesar de o subtítulo de a A cama na Rede ser “O que os brasileiros pensam sobre Amor e Sexo”, o terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, Oswaldo Rodrigues jr., pondera que os resultados de uma enquete virtual não podem ser generalizados, uma vez que resumem ao universo dos internautas que visitaram o site em questão.
Mas destaca que nas respostas compiladas há um debate a ser iniciado. Ela não é a única nem a primeira a defender a necessidade de buscar outros arranjos amorosos – segue a tradição de pensadores que questionam comportamentos e convenções como uma construção, histórica, social e cultural, inclusive o ícone Simone Beauvoir."
"Hora de Refletir Sobre Exclusividade Afetiva" in http://pt.shvoong.com/
Estou eu na net, escolhendo livros e meus olhos batem no referido aí acima, abri o link e pensei: "vou escrever sobre isto".
Então, que me perdoem psicólogos, psicanalistas e afins, mas na minha opinião, o que diferencia a nós, seres humanos dos outros seres vivos, é o raciocínio e a capacidade de controlar nossos impulsos.
Mesmo que as leis não ditassem regras, como, por exemplo: "você vai ser preso se matar alguém", eu não mataria um semelhante meu mesmo tendo a certeza de que não seria presa. E isso serve com relação ao respeito e amor por outra pessoa, que na minha visão não tem nada a ver com o 'amor romântico', nem nada a ver com relação a posse. Meu ponto de vista é bem mais simplistas, mas geralmente as teorias analíticas não tem nada de simplistas, procurando sempre pelo complexo.
Mas continuando... ninguém me obriga a unir a minha vida a de uma outra pessoa - tem algo mais simples do que isto? -, portanto se tomo a decisão de tê-la na minha vida vou respeitar os sentimentos dela e ter respeito pelos meus, e confesso que nunca me senti frustada numa relação monogâmica.
Com relação a sentir atração por outra pessoa, há imensas pessoas interessantes que passam por nossas vidas, sem ser o nosso 'mais que tudo' e pelas quais podemos sentir atração ou alguma admiração (e há quem confunda), mas é o amor, ou quem sabe, o raciocínio lógico (eu amo, sou amada e portanto sou feliz) que faz com que a traição não aconteça.
Nunca traí, nunca trairei e nem sofro de insônia com a possibilidade disso vir a acontecer, não acontecerá. Acho inclusive que enquanto estamos num relacionamento e sentimo-nos atraídos por outro alguém, vale refletir se o relacionamento vai bem, e se a resposta for negativa o melhor sempre é o rompimento, bem mais digno do que fazer uma pessoa infeliz. Não sou melhor do que ninguém, mais especial por não trair (ato considerado dificílimo para muitos), portanto acredito (e sei que existem) muitas outras pessoas que pensam e agem como eu.
E que a pessoa que escreveu o texto acima me perdoe mas não me considero conservadora e nem baseio a minha reflexão em religiosidade, apenas me baseio em sentimentos e no meu raciocício que é bastante livre para aceitar que pessoas traem, mas que essas pessoas não têm afinidade comigo. Tenho a opinião, nada científica, apenas baseada na minha vivência, que muitas pessoas que concordaram com a não-exclusividade afetiva, possam ter concordado apenas para aliviar a culpa que sentem quando traem. Porque há, os que traem com culpa e os que traem sem culpa, mas isso é outra reflexão (a culpa).
Ainda há pessoas que casam porque não suportam viver sozinhas, as que querem filhos e não querem tê-los sozinhas, homens que necessitam de quem lhes arrume a casa e esquente os pés ao mesmo tempo e há os outros, que estão a fim de que dê certo. Mas que fique bem claro que não pretendo ser a dona da verdade, nem estudei o assunto, é apenas uma opinião pessoal. E acho interessante que a psicanalista levantou um tema que acaba por ser bastante atraente para um debate.
Aceito tranquilamente que muitas pessoas traem - também seria muita ingenuidade minha se não aceitasse - mas não aceito que para ter uma relação devo aceitar que ela não seja monogâmica. Sou adepta daquela: "antes só do que mal casado". O que fica bem é que nenhuma das duas partes seja enganada, porque gosto não se discute e há quem viva bem no tal "relacionamento aberto", mas não há nada de bacana quando uma pessoa é enganada e acaba por sofrer.
O texto diz que é 'hora de refletir sobre a exclusividade afetiva' e obviamente haverá quem concorde comigo e quem discorde, mas era para refletir e foi o que fiz: refleti.
O tema "relacionamento" ainda será tema de livros durante longos anos.
fonte:Shovoong.com
Tragédia no Rio de Janeiro
Ex-aluno invadiu prédio na manhã desta quinta-feira.
Ataque deixou mais de 22 feridos e atirador morreu.
Ataque deixou mais de 22 feridos e atirador morreu.
Hoje passarei o dia deprimida. Já chorei, tremi muito por conta de uma tragédia planejada por um covarde que no final suicidou-se.
Não compreendo a falta de humanização do ser humano, não entendo em que ponto chegamos e afirmo que estamos vivendo num mundo selvagem onde os princípios estão deturpados. Cada vez mais as pessoas valorizam o material, se importam pouco ou nada (com raríssimas exceções) com o sentimento alheio. A compaixão é prática praticamente inexistente na nossa sociedade.
O que importa, nos dias de hoje, é o "eu", o egoímo galopa em asas de aviões potentes e as pessoas viraram peças descartáveis que devem ser jogadas fora quando não servem mais, ou mortas quando não correspondem ao egoísticamente esperado.
A região onde a tragédia aconteceu é tranquila, a escola nunca apresentou problemas de violência. Hoje é um dia muito triste no Rio de Janeiro e estou arrasada.
Segue a notícia e me desculpem se não ilustro o post, mas seria demais pra mim.
. . .
"O secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, confirmou que 13 pessoas morreram no ataque a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. Segundo a polícia, o atirador está incluído no total de mortos. Ao todo, já são 22 pessoas feridas.
O atirador foi identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno da escola.
Atirador deixou carta
De acordo com o coronel da polícia Djalma Beltrami, Wellington deixou uma carta, segundo ele, com inscrições complicadas, no local. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Segundo a polícia, uma equipe da Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) passava próximo ao local e foi à escola depois de ver crianças correndo pela rua.
Funcionária viu crianças feridas
“O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas”, disse uma funcionária da escola, que preferiu não se identificar.
“Começamos a ouvir tiros. Com o eco, parecia que uma coisa estava desabando. Todo mundo correu. Depois, a professora chegou dizendo que o cara chegou atirando em uma sala. Foi um desespero”, afirmou ela.
Secretária de educação volta dos EUA
A subsecretária municipal de Educação do Rio, Helena Bomeny, está a caminho do local. No Twitter, a secretária municipal da Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, afirmou: “Estou pegando o primeiro avião de volta. Desmarquei a palestra de hoje e não vou ver minha neta.” Segundo o twitter da secretaria, ela está em Washington, nos Estados Unidos.
fonte:G1
Não compreendo a falta de humanização do ser humano, não entendo em que ponto chegamos e afirmo que estamos vivendo num mundo selvagem onde os princípios estão deturpados. Cada vez mais as pessoas valorizam o material, se importam pouco ou nada (com raríssimas exceções) com o sentimento alheio. A compaixão é prática praticamente inexistente na nossa sociedade.
O que importa, nos dias de hoje, é o "eu", o egoímo galopa em asas de aviões potentes e as pessoas viraram peças descartáveis que devem ser jogadas fora quando não servem mais, ou mortas quando não correspondem ao egoísticamente esperado.
A região onde a tragédia aconteceu é tranquila, a escola nunca apresentou problemas de violência. Hoje é um dia muito triste no Rio de Janeiro e estou arrasada.
Segue a notícia e me desculpem se não ilustro o post, mas seria demais pra mim.
"O secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, confirmou que 13 pessoas morreram no ataque a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. Segundo a polícia, o atirador está incluído no total de mortos. Ao todo, já são 22 pessoas feridas.
O atirador foi identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno da escola.
Atirador deixou carta
De acordo com o coronel da polícia Djalma Beltrami, Wellington deixou uma carta, segundo ele, com inscrições complicadas, no local. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Segundo a polícia, uma equipe da Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) passava próximo ao local e foi à escola depois de ver crianças correndo pela rua.
Funcionária viu crianças feridas
“O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas”, disse uma funcionária da escola, que preferiu não se identificar.
“Começamos a ouvir tiros. Com o eco, parecia que uma coisa estava desabando. Todo mundo correu. Depois, a professora chegou dizendo que o cara chegou atirando em uma sala. Foi um desespero”, afirmou ela.
Secretária de educação volta dos EUA
A subsecretária municipal de Educação do Rio, Helena Bomeny, está a caminho do local. No Twitter, a secretária municipal da Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, afirmou: “Estou pegando o primeiro avião de volta. Desmarquei a palestra de hoje e não vou ver minha neta.” Segundo o twitter da secretaria, ela está em Washington, nos Estados Unidos.
fonte:G1
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Uso abusivo de álcool pode diminuir expectativa de vida em até dez anos; indica estudo

Gosto de bebidas alcóolicas, aliás acho que beber pode ser um prazer assim como acho que comer é um grande prazer.
Mas há que ser em doses normais, os médicos aconselham um copinho de vinho tinto por dia. Mas não é o meu caso, porque bebidas alcóolicas me dão prazer mas também engordam, portanto, normalmente elas ficam reservadas para o fim de semana, a não ser surja um jantar ou aniversário durante a semana.
Mas quando consumida descontroladamente pode ser uma doença com consequências trágicas. Segue abaixo o estudo efetuado pelo CISA.
"O CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, organização não governamental, alerta para as consequências do consumo nocivo de álcool.
De acordo com revisão científica, publicada na renomada revista Lancet e divulgada pelo CISA, o uso nocivo, o abuso e a dependência de álcool podem diminuir a expectativa de vida das pessoas em até 10 anos.
Do ponto de vista da saúde, o consumo nocivo de bebidas alcoólicas provoca consequências deletérias ao sistema nervoso central e cardiovascular, além de estar associado à incidência de câncer e doenças hepáticas. Entre os problemas diagnosticados estão amnésias ocasionadas pelo uso de álcool (blackouts alcoólicos), déficits cognitivos temporários, risco de desenvolvimento de arritmias e cardiomiopatia, incidência de gastrite hemorrágica, pancreatite e alterações hepáticas, entre outras.
Dessa forma, as consequências graves decorrentes do uso pesado de álcool refletem na taxa de mortalidade, podendo provocar um aumento de três a quatro vezes na taxa de mortalidade precoce (principalmente devido a doenças cardiovasculares e cânceres). No geral, a mortalidade relacionada ao uso de álcool representa de 2% a 4% de todas as mortes entre adultos.
Em relação ao tratamento dos pacientes, os resultados indicam que de 50% a 60% dos dependentes de álcool tornam-se abstinentes ou têm melhora substancial após um ano de tratamento. Além disso, menos que 5% dos pacientes com dependência de álcool desenvolvem uma crise durante o período de abstinência ou um estado de confusão grave."
Então, auto-análise: se você der conta, ou alguém lhe alertar quanto a quantidade de álcool que está consumindo, pare e pense neste estudo. Se não conseguir resolver o problema sozinho, procure ajuda médica.
fonte:Vya Estelar
Mas há que ser em doses normais, os médicos aconselham um copinho de vinho tinto por dia. Mas não é o meu caso, porque bebidas alcóolicas me dão prazer mas também engordam, portanto, normalmente elas ficam reservadas para o fim de semana, a não ser surja um jantar ou aniversário durante a semana.
Mas quando consumida descontroladamente pode ser uma doença com consequências trágicas. Segue abaixo o estudo efetuado pelo CISA.
"O CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, organização não governamental, alerta para as consequências do consumo nocivo de álcool.
De acordo com revisão científica, publicada na renomada revista Lancet e divulgada pelo CISA, o uso nocivo, o abuso e a dependência de álcool podem diminuir a expectativa de vida das pessoas em até 10 anos.
Do ponto de vista da saúde, o consumo nocivo de bebidas alcoólicas provoca consequências deletérias ao sistema nervoso central e cardiovascular, além de estar associado à incidência de câncer e doenças hepáticas. Entre os problemas diagnosticados estão amnésias ocasionadas pelo uso de álcool (blackouts alcoólicos), déficits cognitivos temporários, risco de desenvolvimento de arritmias e cardiomiopatia, incidência de gastrite hemorrágica, pancreatite e alterações hepáticas, entre outras.
Dessa forma, as consequências graves decorrentes do uso pesado de álcool refletem na taxa de mortalidade, podendo provocar um aumento de três a quatro vezes na taxa de mortalidade precoce (principalmente devido a doenças cardiovasculares e cânceres). No geral, a mortalidade relacionada ao uso de álcool representa de 2% a 4% de todas as mortes entre adultos.
Em relação ao tratamento dos pacientes, os resultados indicam que de 50% a 60% dos dependentes de álcool tornam-se abstinentes ou têm melhora substancial após um ano de tratamento. Além disso, menos que 5% dos pacientes com dependência de álcool desenvolvem uma crise durante o período de abstinência ou um estado de confusão grave."
Então, auto-análise: se você der conta, ou alguém lhe alertar quanto a quantidade de álcool que está consumindo, pare e pense neste estudo. Se não conseguir resolver o problema sozinho, procure ajuda médica.
fonte:Vya Estelar
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estudo científico
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Simplicidade

Tenho aprendido com o tempo que a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples.
Ana Jácomo
fonte:skull candy
Ana Jácomo
fonte:skull candy
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Cris Caetano,
Hey
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Lembrando Jorge de Sena

Diz-me devagar coisa nenhuma, assim
como só a presença com que me perdoas
esta fidelidade ao meu destino.
Quanto assim não digas é por mim
que o dizes. E os destinos vivem-se
como outra vida. Ou como solidão.
E quem lá entra? E quem lá pode estar
mais que o momento de estar só consigo?
Diz-me asim devagar coisa nenhuma:
o que à morte se diria, se ela ouvisse,
ou se diria aos mortos, se voltassem.
Jorge de Sena
fonte:Copiado de minha amiga, Ana Paula Barros
foto: Olgun Yürekler
como só a presença com que me perdoas
esta fidelidade ao meu destino.
Quanto assim não digas é por mim
que o dizes. E os destinos vivem-se
como outra vida. Ou como solidão.
E quem lá entra? E quem lá pode estar
mais que o momento de estar só consigo?
Diz-me asim devagar coisa nenhuma:
o que à morte se diria, se ela ouvisse,
ou se diria aos mortos, se voltassem.
Jorge de Sena
fonte:Copiado de minha amiga, Ana Paula Barros
foto: Olgun Yürekler
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poesia
Se joga que hoje é sexta!
Esta música me traz ótimas recordações. Amodoro!
Bom finds!
Bom finds!
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the coors - only when i sleep
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