Mostrando postagens com marcador língua portuguesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador língua portuguesa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Fica a dica




MEIO = advérbio de intensidade. Virá vinculado a um adjetivo e não se flexiona: meio cansada, meio distraída, meio louca, meio triste.

Há também o substantivo MEIA. No inverno sempre uso meias para dormir.






fonte:Dicas Rápidas da Língua Portuguesa

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Não sou a melhor pessoa do mundo

Acordei, tomei meu banhinho e fui fazer a feira. Um pastel de palmito olhou pra mim e não resisti. Assim que cheguei em casa guardei as compras e então abri o computador, entrei no Facebook e me deparei com a seguinte imagem:




Super bem explicado, não é mesmo? Aí resolvo ler os comentários e uma pessoa pergunta se as duas formas são corretas. Juro que me deu vontade de fazer um pequeno "terrorismo", mas me abstive. Definitivamente não sou a melhor pessoa do mundo. Impaciente com certas coisas de dar dó! Havia um quadro de humor na TV que tinha o jargão "Tolerância Zero", sempre relacionado a perguntas estúpidas. Muito eu...

fonte:Língua Portuguesa

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A coisa tá feia...



Tá feia coisa. Quem anda pelas redes sociais e andou na escola sofre pelo português (ou pela falta dele) que andam escrevendo. E tem incomodado tanto que páginas sobre a língua foram criadas nas redes sociais no intuito de ajudar a quem tem uma imensa dificuldade em escrever direito. Não sei se melhorou porque observo que pessoas que escrevem mal a nossa língua nem tem noção de que estão escrevendo errado porque os erros são repetitivos. Mas decidi fazer a minha parte e então, de vez em quando, vocês verão (e não, veram) por aqui algumas imagens sobre a nossa língua. Ela é tão bonita e sonora que merece ser bem escrita.






segunda-feira, 11 de abril de 2011

Língua portuguesa





Sou uma apaixonada pela minha língua. Morro com alguns que teimam em assassiná-la. Gosto de brincar com sua fonética na forma escrita e admito que sua gramática é dificílima.

Tenho percebido nas minhas andanças pela net, que a maioria não sabe como usar o "isso/isto", "esse/este" ou "essa/esta" e numa tentativa de não errarem metem logo o "isto", "este" e "esta" sempre, errando na mesma. Eu mesma fico em dúvida várias vezes.

Achei na net uma página que explica bem o assunto, do Prof. Paulo Roberto. Segue abaixo:

"ST > aqui, cá > meu, minha, nosso > tempo presente ou futuro + próximo > anáforas

SS > aí > seu, teu, vosso > tempo passado ou futuro + remoto > catáforas

Exemplos: “Isso aqui está ótimo” (erro!) > Corrija: “Isto aqui está ótimo”

“É isto aí” (erro!) > Corrija: “É isso aí”

“Essa minha mania...”(erro!) Corrija: “Esta minha mania...”

“Este seu jeito...” (erro!) Corrija: “Esse seu jeito...”

Se você se refere à semana, dia, ano, mês correntes, use st:
“Nesta semana”, “Neste sábado”, “Neste mês...” Neste ano...”

Em referências ao futuro mais próximo, também use st:
“Neste domingo” quer dizer no próximo domingo.

Nas referências a tempo passado, use ss:
“O ano de 2007 foi atípico. Esse ano trouxe muitas surpresas para nós...”
“Janeiro foi bom. Nesse mês pude realizar alguns dos sonhos...”

Se você remete a um futuro mais distante, use também ss:
“John Lovelock disse que em 2100 haverá uma grande catástrofe. Nesse ano, 75% da população da Terra desaparecerá. “

Obs.: cuidado com o tempo verbal: com o verbo no pretérito, use ss; com o verbo no presente, use st:
“Li sua crônica. E percebi nessa leitura que...”
“Estou lendo sua crônica. E percebo nesta leitura que...”

Nas anáforas (quando o pronome demonstrativo retoma algo já mencionado), o demonstrativo adjetivo deve receber o radical ss:
“ A Receita informou que o país arrecadou 600 bilhões de reais em 2007. Esse dinheiro vai para o Orçamento federal e...”
“O governo disse que criará um imposto especial sobre lucros exorbitantes. Essa medida visa à distribuição mais justas de riquezas e...”.

Nas catáforas (quando o demonstrativo é usado antes do fato mencionado), use o st:
“Hugo Chavez tomou posse pela 3ª vez como presidente da Venezuela, trazendo estas duas novidades: governar o país por decretos e estatizar as multinacionais.”

Nas anáforas em que se fazem duas menções, retome a 1ª com aquele(a) e a última(2ª) com este(a):
“Pelé e Roberto Carlos são dois ídolos; aquele do futebol e este da música romântica.”
“O capitalismo e a democracia sempre caminharam juntos, entretanto aquele na contramão desta.”

Agora é por em prática. A língua portuguesa é assim: decorar regrinhas para não ter erro.


fonte:Prof. Paulo Roberto

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os dez mandamentos da nova ortografia






1º - Amar a língua portuguesa sobre todas as disciplinas;

2º - Não usar linguiça, frequência e cinquenta com trema;

3º - Guardar, por determinado período, a forma para compreender a reforma;

4º - Honrar as pronúncias das palavras mesmo após a queda do trema;

5º - Não matarás o hífen de palavras em que o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: micro-organismo, eletro-técnica, anti-inflamatório, etc;

6º - Guardar que não se emprega o hífen nos vocábulos derivados por prefixação, cujo prefixo terminar em vogal e o segundo elemento iniciar-se por consoante: extracorpóreo, semimetal, neoliberal, etc;

7º - Não roube injustamente o acento de palavras como: niterói, chapéu, etc, pensando estar respaldado na nova ortografia;

8º - Não levantar falsas grafias ou pronúncias, "jogando" a culpa na reforma ortográfica;

9º - Guardar as novas regras nos pensamentos e desejos;

10º - Não cobiçar as línguas dos outros, pelo fato de a nossa ser complexa.


fonte:email

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ai!!




Se tem alguma coisa que me causa dor aos ouvidos e dor nos olhos são os assassinatos da Língua Portuguesa e nem é a primeira vez que escrevo sobre isso.

E decidi selecionar algumas pérolas, usadas no Brasil e em Portugal. As mais difíceis de identificação "traduzirei":

* mais (mas) - esse assassinato é usual e ainda tem quem encha a boca ou prepare um texto cheio de blá, blá, blá, crentes que estão abafando. Para mim, o mais irritante porque encontro muitos textos recheados de "mais".

* Ele hadem morrer todos.

* fostes

* elPod (Ipod)

* voçê

* hoge

* ciética (ciática)

* por causa que

* Houveram pessoas

* Eu estou sendo muito sincéria (uma mistura de sincera com séria)

* sou afetiva (afetuosa)

* a gente compramos e fizemos

* grossura (grosseria)

E a lista é imensa, mas esses são os mais usuais. E o pior... é uma indelicadeza corrigir uma pessoa.



fonte:ouvindo e lendo por aí

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Afinando a língua



O programa de hoje retrata reflexões poéticas acerca da perda. Fagundes Varela, Titãs, Chico Buarque, Adriana Falcão são os personagens-autores desse poema. Sob várias visões, o programa trata de elegia. No final, uma roda de samba com Casuarina.

Acho que vale a pena assistir.

É no Canal Futura às 22:00, com apresentação de Tony Belloto.


fonte:Euzinha

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

E como o assunto hoje é língua portuguesa...

A minha pátria é a língua portuguesa - O Corpus do Português


O Corpus do Português, é um ótimo site que oferece um meio inédito de esquadrinhar a língua portuguesa. Ele funciona como um "quem é quem" do idioma. Mostra a popularidade de palavras ou de frases buscadas entre milhares de textos. Esse grande arquivo forma o corpus da língua, que representa as diversas variedades lingüísticas do português.
O corpus reúne mais de 50 mil textos, de diversas fontes, somando 45 milhões de palavras em português dos anos Trezentos (1300) aos Novecentos (1900). Há quatro registros principais: jornalístico, acadêmico, falado e de ficção.

A interface permite pesquisar palavras exatas ou frases, curingas, lemas, classes gramaticais, ou qualquer outra combinação. Proporciona também a pesquisa de palavras vizinhas com um máximo de dez palavras de cada lado (ex: todos os substantivos perto de cadeia, todos os adjetivos perto de mulher, ou todos os substantivos perto de girar).
O corpus também facilita, de pelo menos três maneiras diferentes, a comparação da freqüência e distribuição de palavras, frases e construções gramaticais através de textos:

Registro: comparações entre o falado, a ficção, o jornalístico, e o acadêmico
Dialeto: Portugal versus Brasil no século XX
Período histórico: comparação de séculos diferentes dos anos Trezentos [1300] aos Novecentos [1900]

Realizam-se com facilidade consultas de semântica no corpus. Por exemplo, a diferença de significado entre duas palavras relacionadas, pode ser determinada através da comparação e contraste das palavras vizinhas. Pode-se encontrar a freqüência e a distribuição de sinônimos de mais de 20.000 palavras e comparar esta freqüência em registros ou países diferentes, ou inclusive ao longo dos séculos. Estas listas de palavras podem ser armazenadas e usadas em futuras consultas. Pode-se, além disso, criar suas próprias listas de palavras com um parentesco semântico, e usá-las como parte da consulta.

Faça uma pequena excursão de três minutos que apresentará os aspectos principais do corpus. Um simples clique para cada consulta preencherá automaticamente o formulário de pesquisa, pesquisará 45 milhões de palavras em textos diversos, e exibirá os resultados. O Corpus é rápido, grátis, fácil de usar, e oferece características importantes não encontradas em nenhuma outra interface existente.


fonte:copy&paste do blog Inconsciente e-Coletivo de Eduardo Tetera

A cassação do gerúndio

Gerúndio ganha apoio de lingüistas portugueses


A decisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, de limitar o uso do gerúndio, por ser uma forma verbal associada à ineficiência, é considerada por lingüistas portugueses como unicamente política, já que é uma construção verbal existente no português.

Por decreto, publicado no diário oficial do distrito nesta segunda-feira, o governador "demite" o gerúndio de todos os órgãos do governo. Arruda alegou que perdeu a paciência com alguns assessores que estão sempre "fazendo, providenciando, estudando, preparando, encaminhando", mas nunca concluem um trabalho ou estabelecem um prazo para a sua finalização.



José Mário Costa, jornalista e responsável pelo site "Ciberdúvidas da Língua Portuguesa", disse à Agência Lusa que a medida adotada só pode ser vista como "simbólica" e com "piada".

A professora e lingüista Regina Rocha, do "Ciberdúvidas", também considera que o decreto só é válido num contexto político. "O gerúndio é uma forma verbal que sugere duração e prolongamento da ação e é uma 'construção que vem do português antigo'", acrescentou.

Os dois especialistas recordam que em Portugal o gerúndio caiu em desuso, utilizando-se, em seu lugar, o infinitivo: em vez de "estou fazendo", se usa, no país europeu, a construção "estou a fazer".

Regina Rocha esclareceu que a própria fonética dos verbos conjugados no gerúndio transmite a idéia de prolongamento, dado que têm mais sílabas.

Sobre a idéia do governador brasileiro, José Mário Costa defendeu a existência de orientações do ponto de vista ortográfico a serem seguidas, principalmente pelas entidades públicas, jornais e televisões.

O jornalista deu como exemplo o erro comum de abreviar os números ordinais. Costa disse que se escreve muitas vezes primeiro com um numérico (1) e um (o) em expoente, quando deveria ser um numérico (1) seguido de um ponto (.) e só depois o (o) em expoente. As abreviaturas são sempre seguidas de um ponto, afirmou.

n.r.: pois é, parece que não há nada mais importante a se pensar na política brasileira...


fonte:Agência Lusa
Blog Widget by LinkWithin
 
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.