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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Turista, de Florian Henckel von Donnersmarck





O filme gira em torno de Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie), cujos passos são acompanhados pela equipe chefiada pelo inspetor John Acheson (Paul Bettany - O Código Da Vinci) porque ela mantém um relacionamento com Alexander Pearse, que é procurado pela polícia.

O filme é insípido, vale apenas para ver a belíssima Jolie desfilar em modelos lindos elegantes com a maquiagem sempre perfeita. Johnny Depp (Frank Tupelo, o turista) faz o pior papel de sua carreira, já que o roteiro não ajuda, mas talvez por eu ser fã de carteirinha de Depp, acho que é possível enxergar o grande ator que ele é em algumas poucas cenas.



O cenário é lindo: Paris e Veneza, mas acho que nem isso salva o filme já que a atenção é propositadamente direcionada, ao logo do filme, aos personagens de Jolie e Depp, onde fica claro perceber que a química entre os dois é inexistente.


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Rede Social







Não se enganem, estou em férias, mas como o filme está gerando curiosidade, resolvi falar sobre ele.

Assisti ao filme Rede Social, dirigido por David Fincher (de Seven e Clube da Luta), e conta a estória da criação do Facebook pelos amigos Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin. O filme se baseia no livro Bilionários Por Acaso, de Ben Mezrich.

A Rede Social tem como pano de fundo a Universidade de Harvard em 2003. Mark Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um estudante que acaba de levar um fora da namorada e se vinga destruindo a reputação dela através de um post no seu blog, ao mesmo tempo, cria com seu único amigo, o programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo objetivo é criar uma disputa da beleza das universitárias de Harvard. O acesso ao aplicativo é tão grande (22 mil pessoas em menos de 4 horas) que a rede da Universidade dá pane.

A minha maior curiosidade estava diretamente relacionada ao fato deste filme ter sido indicado para o Globo de Ouro e porque muito provavelmente também será indicado ao Oscar. Mas sai da sessão sem entender o porquê das indicações.

Achei interessante (muito longe de ser um bom filme) e temo que pareça mais interessante para quem tem uma conta no Facebook do que para as demais pessoas que não têm.

É inevitável fazer uma análise, mesmo que bastante superficial, sobre a personalidade de Mark (o criador do Facebook). Ele é um nerd e um gênio, que rouba a idéia de um trio de estudantes de Harvard, e cria um fenômeno chamado The Facebook (hoje, a maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários), que posteriormente, por idéia do criador da Napster, Sean Parker (Justin Timberlake), é chamado apenas de Facebook.



Mark, como todo gênio, é arrogante e essa arrogância dá o toque de humor que o filme necessita ou seria bastante maçante. Além disso, Mark é mimado, vingativo, ganancioso e trapaceiro. Não concordei, e quem estava comigo tampouco, quando a advogada de Mark diz que ele "não é um babaca, mas se esforça pra ser". Ele É um babaca (jerk ou idiota)! Mas não contarei mais nada porque quem passa por aqui pode não ter visto o filme.

Se você gosta de estar atualizado sobre o que acontece na net e tem curiosidade pelo surgimento do fenômeno Facebook, vale a pena ver o filme, mas não acho que o tema vire horas de papo numa conversa de amigos num bar.

"O grande objetivo a ser alcançado é o status concedido pela inovação. Afinal de contas, como um dos alunos de Harvard diz no decorrer do filme, "ganhar dinheiro não impressiona aqui". Mark quer mais e, para tanto, está disposto a tudo. A Rede Social é, na verdade, um filme sobre a busca por este objetivo. Mais do que criar um sucesso comercial e ganhar muito dinheiro, Mark queria algo que lhe concedesse a "imortalidade", o colocasse no panteão da informática. Um patamar similar ao de Bill Gates, citado como exemplo. O grande pecado do filme é tentar justificar esta busca através de um olhar romântico, como revela sua cena final. Por mais que seja viável, soa de certa forma exagerado." (Francisco Russo in Adoro Cinema)


N.e.: E eu estava em dúvida se dava a minha opinião no melhor estilo "teoria da conspiração", mas lá vai: como não achei um grande filme e em nenhum momento o filme retrata sobre quanto e como o Facebook pode influenciar a sociedade (aliás, passa sutilmente sobre a questão "status do relacionamento" quando a namorada de Eduardo questiona por este ainda estar "solteiro" no Facebook), nem é esse o objetivo do filme. Portanto, acredito que é uma grande jogada de marketing induzir a curiosidade das pessoas, que ainda não têm conta na rede, sobre o fenômeno Facebook e não me admiro nada, se após o filme, o número de contas no Facebook tiver um aumento considerável, o que pode enriquecer ainda mais o ganancioso Mark.



fonte:Euzinha
imagem: Google

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Dez anos depois, criadores de 'Bruxa de Blair' planejam sequência



Dez anos depois do lançamento do filme A Bruxa de Blair, um dos mais lucrativos da história do cinema e um dos primeiros a usar uma campanha viral online para sua divulgação, os criadores do fenômeno de 1999 agora pensam em uma sequência.

Eduardo Sanchez e Daniel Myrick rejeitam a sequência lançada em 2000, A Bruxa de Blair 2 - O Livro da Sombras, e agora querem retomar o tema – embora ainda estejam indecisos sobre como será o novo projeto, se seguirá o modelo do primeiro filme ou se será uma sequência mais bem cuidada e cara.

"Idealmente, cada filme da Bruxa de Blair seria completamente diferente um do outro", disse Sanchez ao repórter Kev Geoghegan, da BBC. "Pensamos em fazer um filme que se passa no final de 1700 e se parece com um filme de (Stanley) Kubrick, com uma luz mais granulada."

"Mas agora estamos pensando em voltar (ao filme original) e ver o que aconteceu logo depois de o primeiro filme acabar", acrescentou.

Câmera na mão


No entanto, Sanchez afirma que o novo filme não irá copiar o estilo de A Bruxa de Blair.

"Acho que teremos algum tipo de elemento de vídeo, mas não será um filme com câmeras operadas pelos atores", afirmou.

Apesar de já ter sido usada antes, a técnica de filmagem com câmeras nas mãos de A Bruxa de Blair, que resulta em imagens granuladas e tremidas, se transformou em algo comum nos filmes de terror, sendo repetida em longas como Cloverfield - Monstro e Quarentena.

Myrick afirma que a técnica agora é mais aceita pelo público.

"Todos, desde canais de notícias até documentários, usam a câmera na mão e acho que os expectadores percebem (estas imagens) como mais verdadeiras: 'estou assistindo algo verdadeiro, pois não parece produzido e premeditado'", afirmou.

História de sucesso

O filme original custou US$ 100 mil (cerca de R$ 183 mil) e foi apresentado ao público com um estilo de documentário. Mas a bilheteria mundial do longa chegou a US$ 250 milhões (aproximadamente R$ 458 milhões) graças à campanha na internet antes de seu lançamento e à boa propaganda boca-a-boca.

Mesmo dez anos depois de seu lançamento, a história do desaparecimento de três jovens documentaristas nas florestas de Maryland enquanto investigavam a lenda de uma bruxa local, ainda choca audiências.

A história da criação de A Bruxa de Blair começou em 1993, quando os então estudantes de cinema Sanchez e Myrick escreveram um primeiro esboço do roteiro, de 35 páginas, com a maior parte do diálogo improvisada.

Eles então fizeram um falso documentário de oito minutos a respeito da mitologia da bruxa, como se ela existisse, junto com falsos recortes de jornais e entrevistas.

Logo no início do desenvolvimento do filme, Sanchez criou uma página na internet que afirmava ser o guia definitivo para o mito da Bruxa de Blair, um procedimento que agora é comum antes dos lançamentos de filmes.

As filmagens duraram apenas oito dias em um parque estadual de Maryland. Os três atores, Heather Donahue, Joshua Leonard e Mike Williams, tiveram cursos rápidos para aprender a manusear suas câmeras e então foram levados à floresta.

Durante o dia eles eram guiados para locações com as instruções entregues em caixas de leite e também recebiam ideias para improvisar os diálogos. Durante a noite, eles eram aterrorizados pelos produtores (que estavam escondidos) e privados de alimentos e sono.

"Traídos"

Os dois cineastas dizem que se sentiram traídos pela sequência de 2000, que foi muito criticada e indicada para cinco Razzies, o prêmio dado anualmente para os piores filmes de Hollywood, entregue perto da cerimônia do Oscar.

"Queríamos deixar o burburinho (gerado por) A Bruxa de Blair esfriar um pouco, estava tão fora de controle", disse Myrick.

"(...) Mas eles foram em frente e fizeram o filme pelo que achamos ser todas as razões erradas. Achamos que a história daquele filme destruiu a mitologia", acrescentou.

"Não nos sentimos tão responsáveis por aquele filme, pois tivemos pouco a ver com ele uma vez que declaramos nossa objeção ao rumo que estava tomando. Mas, ao mesmo tempo, tem o nome Bruxa de Blair nele", afirmou Sanchez.

Com o destino não esclarecido dos três personagens do primeiro filme, é improvável que os três atores voltem para a continuação planejada pelos dois cineastas.

"Converso com Josh (Leonard) regularmente e também com Mike Williams. Não vejo Heather (Donahue) há anos", disse Myrick.

"A última vez que ouvi falar dela, ela tinha saído do ramo, ido para o norte morar em um rancho. Talvez ela ainda esteja traumatizada", acrescentou.

. . .


Traumatizade fiquei eu com um filme que até hoje não consigo ver até o final porque me cansa.


fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A quoi ça sert l'amour

Numa visita ao blog Deslimites do Ser, da Raquel, resolvi olhar seu perfil e tive uma excelente surpresa, ao clicar em clipe de áudio encontrei a animação abaixo.



A quoi ça sert l'amour ?
On raconte toujours
Des histoires insensées.
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour ne s'explique pas !
C'est une chose comme ça,
Qui vient on ne sait d'où
Et vous prend tout à coup.

Moi, j'ai entendu dire
Que l'amour fait souffrir,
Que l'amour fait pleurer.
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour ça sert à quoi ?
A nous donner d' la joie
Avec des larmes aux yeux...
C'est triste et merveilleux !

Pourtant on dit souvent
Que l'amour est décevant,
Qu'il y en a un sur deux
Qui n'est jamais heureux...

Même quand on l'a perdu,
L'amour qu'on a connu
Vous laisse un goùt de miel.
L'amour c'est éternel !

Tout ça, c'est très joli,
Mais quand tout est fini,
Il ne vous reste rien
Qu'un immense chagrin...

Tout ce qui maintenant
Te semble déchirant,
Demain, sera pour toi
Un souvenir de joie !

En somme, si j'ai compris,
Sans amour dans la vie,
Sans ses joies, ses chagrins,
On a vécu pour rien ?

Mais oui ! Regarde-moi !
A chaque fois j'y crois
Et j'y croirai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !
Mais toi, t'es le dernier,
Mais toi, t'es le premier !
Avant toi, 'y avait rien,
Avec toi je suis bien !
C'est toi que je voulais,
C'est toi qu'il me fallait !
Toi qui j'aimerai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !...

A tradução no finzinho é a seguinte:

Em resumo, eu entendi
Que sem amor na vida
Sem essas alegrias, essas dores
Nós vivemos para nada.

Mas sim, me escute
Cada vez mais eu acredito
E eu acreditarei pra sempre
Que é pra isso que serve o amor.


fonte:Raquel in Deslimites do Ser

terça-feira, 28 de julho de 2009

Cinema em casa

A televisão ligada num canal Telecine qualquer e rolava um filme francês que se iniciava, vi Audrey Tautou na telinha e resolvi, despretenciosamente, que não seria mau assistir, e o tempo foi passando e a história me envolvendo e o rotina de adormecer com a televisão ligada não aconteceu, vi o filme até o fim, me emocionei e suspirei no final.



Deixei prá lá o nome do filme, mas não saiu da minha cabeça e hoje entrando no site CacaoCocoa dou de cara com fotos das cenas do filme, finalmente resolvo procurar saber o nome, e em francês é "Ensemble, C'ést Tou!", em português é "Enfim, Juntos". Recomendo.




fonte:CacaoCocoa

sábado, 23 de maio de 2009

Bonito de se ver

Há coisas que fazem com que ainda acreditemos na beleza ser humano.


No Festival de Cannes, a equipe do filme "The Imaginarium of Doctor Parnassus" se abaixa para ficar bem na foto com o ator Verne Troyer, com menos de um metro de altura; da esq. para a dir.: o produtor Samuel Hadida, a atriz Lily Cole, o diretor Terry Gilliam, o ator Andrew Garfield, e os produtores Amy Gilliam e Victor Hadida


fonte: UOL

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Lembrei-me...

E sábado vou ao vídeo clube pegar o filminho e rever. Uma está maravilhosa.




fonte: Euzinha e YouTube

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Madagascar 2

Madagascar 2: A Grande Escapada


A volta de Marty, Alex, Melman e Glória às telas começa cheia de emoção em "Madagascar 2: A Grande Escapada", animação que estréia em 12 de dezembro no Brasil. Para voltar ao zôo de Nova York, de onde vieram, eles aceitam uma proposta arriscada: pegar um avião dirigido pelos excêntricos pingüins.



O resultado não poderia ser previsível. Ao invés de chegar no destino, eles saem da ilha de Madagascar e vão parar num safári africano, onde os bichos vivem soltos numa paisagem verde e com lagos.


n.r. melhor que "Madagascar", só a "Era do Gelo".


fonte:UOL

domingo, 2 de março de 2008

Timor Loro Sa'e

Neste fim de semana assisti em minha casa a um filme que uma amiga me emprestou. O filme, cujo nome em português é "Resposta à bala", falava da independência de Timor-Leste - hoje, Timor Loro Sa'e - e do papel da ONU durante todo o processo eleitoral. É chocante.

E acho que ainda é mais chocante para quem soube da história desse pequeno país que foi invadido em 1975 pela Indonésia e que desde então teve grande parte de seu povo dizimado pela resistência que fazia ao governo da Indonésia. Eles finalmente conseguiram ir às urnas em 1999 a favor da sua independência. Portanto, uma coisa é ouvir histórias a respeito do papel da ONU durante todo o processo eleitoral, e outro é ver um filme que se esforça para não ser narrativo e tenta contar o acontecido pelo ponto de vista de dois países que trabalharam em Timor através da ONU, no caso, o Canadá e a Austrália.

Ainda hoje, torço pelo povo timorense (há pouco tempo houve um atentado por lá) e me entristece pensar que há outras populações espalhadas pelo mundo, que podem estar passando pelo mesmo que o povo de Timor passou. É mesmo preocupante.



Sinopse:

Mark Waldman (David Wenham - 300) é um policial australiano que se voluntária para uma missão das Nações Unidas no Timor Leste. Lá ele encontra Julie Fortin (Isabelle Blais - Tráfico Humano), uma novata da polícia canadense e Ismenio Soares (Alex Tilman), um tradutor de Timor Leste designado para ajudá-los. A missão é assegurar o registro dos cidadãos para um referendum que vai decidir se Timor Leste passa a ser uma província da Indonésia ou se vira independente. O que eles não sabiam era que iriam encontrar uma disputa sangrenta entre o regime ditatorial da Indonésia e suas milícias e um povo decidido a ser livre, não importando as conseqüências.


fonte:Mega Filmes

segunda-feira, 19 de março de 2007

My name is Bond, James Bond!

Sean Connery quer se despedir das telas fazendo o pai de James Bond


O ator britânico Sean Connery, 76, quer interpretar o pai de James Bond no próximo filme do agente para, em seguida, se aposentar defitivamente das telas de cinema.

Connery, que não atua em um filme desde "A Liga dos Cavaleiros Extraordinários", de 2003, comentou que gostaria de fechar a sua carreira cinematográfica interpretando o pai de Bond, mas só se os produtores da série oferecessem um alto cachê.

"Agora estou tirando férias de atuar. Pode-se até dizer que estou aposentado. A única maneira de voltar ao cinema e me despedir para sempre seria com um papel importante, uma oferta que não poderia recusar", disse o ex-James Bond. "Se tivesse um bom papel para mim em algum filme do Bond, claro que eu aceitaria".

Esclareceu também que nunca mais voltaria como o agente 007. "Se o papel estivesse bem escrito, poderia voltar como o pai de James Bond, mas custaria muito aos produtores. Defitivamente, eles teriam que desembolsar muito dinheiro", revelou Connery.

O ator admitiu que deixou de protagonizar a saga devido ao uso crescente de equipamentos tecnológicos nos sets de filmagens e ao "salário decepcionante". "Eu me decepcionei cada vez mais com as engenhocas de ficção científica , como o sapato envenenado de 'Moscou Contra 007'", concluiu.

n.r.: eu a-do-ra-ri-a!!!


fonte:Ansa
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