
A alma está ferida,
Dilacerada pela carne,
Cortada pela raiva contida,
Brinquedos de fome.
A essência insconsciente iluminada,
Não dá luz ao boneco manipulado,
Daí o corte se dar na fonte, maculada.
Desejar o bem ao inimigo é um fardo.
Mas se queres uma alma limpa,
Saudável e em expansão,
Há de se ter esta expressão.
Dir-se-ia pura bobagem de tampa,
Perdoar a quem lhe fere o coração,
Sangra então a alma, e cria a sua estampa.
Cristiano Melo in Braços Abertos
foto:Anke Merzbach
Dilacerada pela carne,
Cortada pela raiva contida,
Brinquedos de fome.
A essência insconsciente iluminada,
Não dá luz ao boneco manipulado,
Daí o corte se dar na fonte, maculada.
Desejar o bem ao inimigo é um fardo.
Mas se queres uma alma limpa,
Saudável e em expansão,
Há de se ter esta expressão.
Dir-se-ia pura bobagem de tampa,
Perdoar a quem lhe fere o coração,
Sangra então a alma, e cria a sua estampa.
Cristiano Melo in Braços Abertos
foto:Anke Merzbach





;
2 comentários:
Cris,
Acho que eu trabalhei este poema pra se tornar soneto, vou verificar. Mas Obrigado pela divulgação e pela escolha.
;)
beijos
Ah, Cris... mas de qualquer forma, a tag que uso é sempre a mesma quando o assunto é poesia: poema. Já pensei em trocar, mas depois declinei porque assim a busca fica mais fácil.
Só divulgo o que gosto. :)
Beijos
Postar um comentário