quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Te amo
Te Amo
Te amo de uma manera inexplicable
te amo de uma maneira inexplicável
De una forma inconfesable
de uma forma inconfessável
De un modo contradictorio
de um modo contraditório
Te amo
Con mis estados de ánimo que son muchos
Te amo , com meus estados de ânimo que são muitos
Y cambian de humor continuamente
e mudar de humor continuadamente
Por lo que ya sabes,
pelo que você já sabe
El tiempo
o tempo
La vida
a vida
La muerta
a morte
Te amo
Con el mundo que no entiendo
Te amo, com o mundo que não entendo
Con la gente que no compreende
com as pessoas que não compreendem
Com la ambivalencia de mi alma
com a ambivalência de minha alma
Con la incoherencia de mis actos
com a incoerência dos meus atos
Con la fatalidad del destino
com a fatalidade do destino
Con la conspiración del desejo
com a conspiração do desejo
Con la ambigüedad de los hechos
com a ambigüidade dos fatos
Aún cuando te digo que no te amo, te amo
ainda quando digo que não te amo, te amo
Hasta cuando te angaño, no te engaño
até quando te engano, não te engano
En el fondo, ilevo a cabo un plan
no fundo levo a cabo um plano
Para amarte mejor
para amar-te melhor.
Te amo.
Sin reflexionar, inconscientemente,
Te amo , sem refletir, inconscientemente
irresponsablemente, espontáneamente
irresponsavelmente, espontaneamente
involutariamente, por instinto
involuntariamente, por instinto
por impulso, irracionalmente
por impulso, irracionalmente
En afecto no tengo argumentos lógicos
de fato não tenho argumentos lógicos
ni siquiera improvisados
nem sequer improvisados
Para fundamentar este amor que siento por ti,
para fundamentar este amor que sinto por ti
que surgió misteriosamente de la nada,
que surgiu misteriosamente do nada
Que no ha resuelto mágicamente nada
que não resolveu magicamente nada
Y que milagrosamente, de a poco, con poco ya nada
e que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada,
Ha mejorado lo peor de mi
melhorou o pior de mim
Te amo.
Te amo con un cuerpo que no piensa
te amo com um corpo que não pensa
Con un corazón que no razona,
com um coração que não raciocina
Con una cabeza que no coordina
com uma cabeça que não coordena
Te amo
incomprensiblemente
te amo incompreensivelmente
Sin preguntarme por qué te amo
sem perguntar-me porque te amo
Sin importarme por qué te amo
sem importar-me porque te amo
Sin cuestionarme por qué te amo
sem questionar-me porque te amo
Te amo
sencillamente porque te amo
Te amo
simplesmente porque te amo
Yo mismo no se por qué te amo
Eu mesmo não sei porque te amo
Te amo de uma manera inexplicable
te amo de uma maneira inexplicável
De una forma inconfesable
de uma forma inconfessável
De un modo contradictorio
de um modo contraditório
Te amo
Con mis estados de ánimo que son muchos
Te amo , com meus estados de ânimo que são muitos
Y cambian de humor continuamente
e mudar de humor continuadamente
Por lo que ya sabes,
pelo que você já sabe
El tiempo
o tempo
La vida
a vida
La muerta
a morte
Te amo
Con el mundo que no entiendo
Te amo, com o mundo que não entendo
Con la gente que no compreende
com as pessoas que não compreendem
Com la ambivalencia de mi alma
com a ambivalência de minha alma
Con la incoherencia de mis actos
com a incoerência dos meus atos
Con la fatalidad del destino
com a fatalidade do destino
Con la conspiración del desejo
com a conspiração do desejo
Con la ambigüedad de los hechos
com a ambigüidade dos fatos
Aún cuando te digo que no te amo, te amo
ainda quando digo que não te amo, te amo
Hasta cuando te angaño, no te engaño
até quando te engano, não te engano
En el fondo, ilevo a cabo un plan
no fundo levo a cabo um plano
Para amarte mejor
para amar-te melhor.
Te amo.
Sin reflexionar, inconscientemente,
Te amo , sem refletir, inconscientemente
irresponsablemente, espontáneamente
irresponsavelmente, espontaneamente
involutariamente, por instinto
involuntariamente, por instinto
por impulso, irracionalmente
por impulso, irracionalmente
En afecto no tengo argumentos lógicos
de fato não tenho argumentos lógicos
ni siquiera improvisados
nem sequer improvisados
Para fundamentar este amor que siento por ti,
para fundamentar este amor que sinto por ti
que surgió misteriosamente de la nada,
que surgiu misteriosamente do nada
Que no ha resuelto mágicamente nada
que não resolveu magicamente nada
Y que milagrosamente, de a poco, con poco ya nada
e que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada,
Ha mejorado lo peor de mi
melhorou o pior de mim
Te amo.
Te amo con un cuerpo que no piensa
te amo com um corpo que não pensa
Con un corazón que no razona,
com um coração que não raciocina
Con una cabeza que no coordina
com uma cabeça que não coordena
Te amo
incomprensiblemente
te amo incompreensivelmente
Sin preguntarme por qué te amo
sem perguntar-me porque te amo
Sin importarme por qué te amo
sem importar-me porque te amo
Sin cuestionarme por qué te amo
sem questionar-me porque te amo
Te amo
sencillamente porque te amo
Te amo
simplesmente porque te amo
Yo mismo no se por qué te amo
Eu mesmo não sei porque te amo
Pablo Neruda
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Vou botar teu nome na macumba
Muita calma nessa hora, apenas adoro esta música. Acho o Zeca Pagodinho um compositor genial, e esta música sempre me faz rir quando a escuto pelo que ela me lembra. A primeira vez que a publiquei no Facebook, única e exclusivamente por gostar dela, um faceamigo, praticamente em pânico, pediu-me pra não fazer o que dizia a música com ninguém, e escrevia visivelmente preocupado, tentei sossegá-lo, mas não faço a menor idéia se o convenci.
Mas aviso aos navegantes, não faço mandigas ou bruxarias, não faço nem simples simpatias, tipo: junte 3 folhinhas disso, coe com aquilo e tome um banhinho assim e assado. Não faço porque sinto preguiça, dá trabalho... e olha que adoro um banhinho. Fiquem com Zeca, a música é dele e do Dudu Nobre. Uma delícia de composição.
Mas aviso aos navegantes, não faço mandigas ou bruxarias, não faço nem simples simpatias, tipo: junte 3 folhinhas disso, coe com aquilo e tome um banhinho assim e assado. Não faço porque sinto preguiça, dá trabalho... e olha que adoro um banhinho. Fiquem com Zeca, a música é dele e do Dudu Nobre. Uma delícia de composição.
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zeca pagodinho - vou botar teu nome na macumba
Incompreensão
domingo, 28 de agosto de 2011
Paciência...
Há uma semana atrás, um senhor que conversava comigo, rindo, disse que Deus estava testando minha paciência.
Já bati um papo com Deus depois disso pedindo pra ele aliviar pro meu lado porque realmente é difícil, as pessoas por vezes fazem e dizem tantas sandices, são tão contraditórias, que é muito difícil eu me manter equilibrada.
Mas Deus é danado, foi só eu pedir pra aliviar que aconteceu tudo ao contrário, não fui bem, e como diria o tal senhor: "Ele te testou novamente", mas eu prometo que vou aprender a não sair do meu equilíbrio perante a atitude estapafúrdia dos outros. Bem... tentar eu vou, conseguir é outro assunto.
E boa semana a todos, com muito equilíbrio e muita paz.
Já bati um papo com Deus depois disso pedindo pra ele aliviar pro meu lado porque realmente é difícil, as pessoas por vezes fazem e dizem tantas sandices, são tão contraditórias, que é muito difícil eu me manter equilibrada.
Mas Deus é danado, foi só eu pedir pra aliviar que aconteceu tudo ao contrário, não fui bem, e como diria o tal senhor: "Ele te testou novamente", mas eu prometo que vou aprender a não sair do meu equilíbrio perante a atitude estapafúrdia dos outros. Bem... tentar eu vou, conseguir é outro assunto.
E boa semana a todos, com muito equilíbrio e muita paz.
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paciência
Saudade
"A palavra saudade só existe em português mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência" Gabriel, o Pensador
Saudade é uma palavra doída, mesmo quando é uma saudade leve, daquela que dura por pouco tempo, ela é aquela sensação de vazio da falta da presença física. De vez em quando a saudade me ataca, nunca de um tempo que passou, disto eu sempre tenho lembranças - boas ou más - mas saudade é coisa que vem e vai, de pessoas vivas e de outras que já se foram.
Saudade não tem cura, ela invade sem pedir licença, é abusada e parece que vai sufocar o peito com tanta dor, mas a mente aquieta o resto do corpo e daí achamos que estamos livres dela. Quanta ingenuidade... Dona de si não dá satisfações a quem a sente, nem tampouco avisa, antecipadamente, que irá se fazer presente. Pertuba, dói, aperta e ainda não inventaram remédio para ela. Clarice Lispector escreveu sobre ela: "Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença."
Saudade é uma palavra doída, mesmo quando é uma saudade leve, daquela que dura por pouco tempo, ela é aquela sensação de vazio da falta da presença física. De vez em quando a saudade me ataca, nunca de um tempo que passou, disto eu sempre tenho lembranças - boas ou más - mas saudade é coisa que vem e vai, de pessoas vivas e de outras que já se foram.
Saudade não tem cura, ela invade sem pedir licença, é abusada e parece que vai sufocar o peito com tanta dor, mas a mente aquieta o resto do corpo e daí achamos que estamos livres dela. Quanta ingenuidade... Dona de si não dá satisfações a quem a sente, nem tampouco avisa, antecipadamente, que irá se fazer presente. Pertuba, dói, aperta e ainda não inventaram remédio para ela. Clarice Lispector escreveu sobre ela: "Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença."
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Se joga que hoje é sexta!
O YouTube tenta me atrapalhar mas não me conhece, então coloquei este vídeo aí abaixo porque este post ficaria muito sem graça se fosse publicado apenas com o som, mas assistam ao link publicado abaixo do vídeo: Adam Levine está lá inteirinho de corpo e voz. E Bom finds!!!
http://www.youtube.com/watch?v=UbkRFj9vp00&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=UbkRFj9vp00&feature=related
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Inscreva-se já!
Processo seletivo: Projeto verão
Inscrições abertas
Procura-se para os próximos meses um candidato a namorado e futuro marido, atendendo aos seguintes requisitos:
O candidato deve ao menos gostar de trabalhar e ser desprovido de acompanhante. Deverá ter um abraço aconchegante e amigo, ouvidos puros e pacientes para momentos de TPM, olhar profundo e mente tolerante, reflexiva e indagadora, além de educado, deve estar disposto a cumprir horários extras, de madrugada e aos domingos, com flexibilidade de fugidinhas durante a semana e em horários extraordinários.
As características ligadas à falta de sensibilidade, falta de educação e falta de amorosidade também serão consideradas itens desclassificatórios. Dispensa-se, homens com sensor Bluetooth acoplado de fábrica.
Oferece-se espaço para encontros esporádicos com os amigos, saidinhas vespertinas para happy hour de trabalho e tempo para o futebol, além de um lugar especial e cativo no coração, com disponibilidade amorosa para todos os momentos, incluindo amizade e cuidados especiais em horas críticas e carentes, com todos os demais acréscimos de temperos pertinentes ao verão, como calores, pimentas e caipirinhas.
Inscreva-se já.
fonte:Muito Além da Matéria (Facebook)
Inscrições abertas
Procura-se para os próximos meses um candidato a namorado e futuro marido, atendendo aos seguintes requisitos:
O candidato deve ao menos gostar de trabalhar e ser desprovido de acompanhante. Deverá ter um abraço aconchegante e amigo, ouvidos puros e pacientes para momentos de TPM, olhar profundo e mente tolerante, reflexiva e indagadora, além de educado, deve estar disposto a cumprir horários extras, de madrugada e aos domingos, com flexibilidade de fugidinhas durante a semana e em horários extraordinários.
As características ligadas à falta de sensibilidade, falta de educação e falta de amorosidade também serão consideradas itens desclassificatórios. Dispensa-se, homens com sensor Bluetooth acoplado de fábrica.
Oferece-se espaço para encontros esporádicos com os amigos, saidinhas vespertinas para happy hour de trabalho e tempo para o futebol, além de um lugar especial e cativo no coração, com disponibilidade amorosa para todos os momentos, incluindo amizade e cuidados especiais em horas críticas e carentes, com todos os demais acréscimos de temperos pertinentes ao verão, como calores, pimentas e caipirinhas.
Inscreva-se já.
fonte:Muito Além da Matéria (Facebook)
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texto mais que fofinho
Equilíbrio
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Nem tudo está perdido
Lembram daquela médica - louca - que colocou seringas no muro de sua casa após ter sido assaltada duas vezes? O Conselho Regional de Medicina condenou a atitude da médica já que um profissional de saúde não pode tentar ferir ou agredir uma pessoa, e ela corre o risco de perder o registro. E além disso, a direção do Hospital onde ela trabalha investigará o caso e a fará passar por uma avaliação psicológica assim que voltar das férias.
fonte:Rede Globo
fonte:Rede Globo
domingo, 21 de agosto de 2011
Alguém me tira desse filme?
É um incrível absurdo e me causa indignação. Como é possível que uma profissional da saúde, que se presume ter alguma cultura, pode ser capaz de tamanha estupidez? Pior ainda é que a Saúde Pública não pode fazer nada contra esta médica, nem a polícia civil, esta não pode porque o muro onde ela espetou seringas infectadas com o vírus do HIV estão num condomínio e por isto não seria ela que receberia a notificação e sim o condomínio.
E fica assim, apenas o condomínio a notifica de uma multa caso ela não tire as seringas? Assim simples? É por isto que nada "funciona" neste país. Eu espero que a imprensa descubra quem ela é e a denuncie, é uma pediatra e não me sentiria nem um pouco segura em entregar a saúde de meu filho a alguém assim desequilibrada. Há outras formas de segurança para uma casa, só que é necessário o investimento financeiro e a doutora buscou o insano caminho mais fácil. No mínimo, ela poderia mover uma ação contra o condomínio pela falta de segurança com relação aos roubos em sua casa. Além disso, é aterrador saber que ela conseguiu sair de um hospital público com tantas seringas infectadas numa bolsa qualquer. Segue abaixo a notícia pelo Correio Braziliense:
"Uma médica moradora do condomínio RK, em Sobradinho, tomou uma atitude extrema contra os ladrões que constantemente invadiam sua casa. A mulher, que não quis se identificar, colocou seringas, segundo ela infectadas com o vírus HIV, em toda a extensão da grade que cerca sua casa. Além das seringas, ela deixou um aviso "Muro com sangue, HIV positivo. Não pule"."
fonte:Correio Braziliense
foto:Coximagora
E fica assim, apenas o condomínio a notifica de uma multa caso ela não tire as seringas? Assim simples? É por isto que nada "funciona" neste país. Eu espero que a imprensa descubra quem ela é e a denuncie, é uma pediatra e não me sentiria nem um pouco segura em entregar a saúde de meu filho a alguém assim desequilibrada. Há outras formas de segurança para uma casa, só que é necessário o investimento financeiro e a doutora buscou o insano caminho mais fácil. No mínimo, ela poderia mover uma ação contra o condomínio pela falta de segurança com relação aos roubos em sua casa. Além disso, é aterrador saber que ela conseguiu sair de um hospital público com tantas seringas infectadas numa bolsa qualquer. Segue abaixo a notícia pelo Correio Braziliense:
"Uma médica moradora do condomínio RK, em Sobradinho, tomou uma atitude extrema contra os ladrões que constantemente invadiam sua casa. A mulher, que não quis se identificar, colocou seringas, segundo ela infectadas com o vírus HIV, em toda a extensão da grade que cerca sua casa. Além das seringas, ela deixou um aviso "Muro com sangue, HIV positivo. Não pule"."
fonte:Correio Braziliense
foto:Coximagora
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Vamos falar um pouquinho de futebol?
Quem é flamenguista, como eu, levanta as mãos aos céus pela invencibilidade no Campeonato Brasileiro e também sente o maior prazer em ver Ronaldinho Gaúcho jogar. Portanto é merecida - e do conhecimento de todo mundo que ele adoraria retornar à Seleção - sua convocação para o próximo amistoso.
E o Mourinho (Real Madrid), hein? Que mau perdedor... independentemente de ser um bom treinador, é um tosco. Meteu o dedão no olho do Tito Vilanova (Barcelona), auxilhttp://www.blogger.com/img/blank.gifiar técnico do Pepe Guardiola. Perdeu a linha completamente e como consequência levou uma bifa na orelha e ainda fez cara de "quero mais briga". http://www.blogger.com/img/blank.gifCom isto http://www.blogger.com/img/blank.gifpeguei a maior antipatia por Mourinho. Não dá pra simpatizar com alguém que parte para a ignorância por causa de um jogo de futebol. Torcidas se agridem e pessoas morrem por conta de tanta violência, e "belo exemplo" o Mourinho deu. Futebol é para ser um espetáculo, não uma guerra e só pode existir um vencedor na final, portanto o fair play é sempre bem-vindo.
Voltei para retificar o post. Depois do jogo de hoje em que o Flamengo perdeu a invencibilidade e deu tudo errado, perdendo de 4x1 para o Atlético, de Goiás, vou ter que concordar com o Renato Maurício Prado (e olha que achei que fosse exagero dele, ver aqui ), mas... aí tem truta.
imagens:Globo Esporte e Extra
E o Mourinho (Real Madrid), hein? Que mau perdedor... independentemente de ser um bom treinador, é um tosco. Meteu o dedão no olho do Tito Vilanova (Barcelona), auxilhttp://www.blogger.com/img/blank.gifiar técnico do Pepe Guardiola. Perdeu a linha completamente e como consequência levou uma bifa na orelha e ainda fez cara de "quero mais briga". http://www.blogger.com/img/blank.gifCom isto http://www.blogger.com/img/blank.gifpeguei a maior antipatia por Mourinho. Não dá pra simpatizar com alguém que parte para a ignorância por causa de um jogo de futebol. Torcidas se agridem e pessoas morrem por conta de tanta violência, e "belo exemplo" o Mourinho deu. Futebol é para ser um espetáculo, não uma guerra e só pode existir um vencedor na final, portanto o fair play é sempre bem-vindo.
Voltei para retificar o post. Depois do jogo de hoje em que o Flamengo perdeu a invencibilidade e deu tudo errado, perdendo de 4x1 para o Atlético, de Goiás, vou ter que concordar com o Renato Maurício Prado (e olha que achei que fosse exagero dele, ver aqui ), mas... aí tem truta.
imagens:Globo Esporte e Extra
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Santé!
Champanhe, ou a arte de beber estrelas
O vinho continuava ácido. Quase um pecado. Foi quando o encarregado das adegas da Abadia de Hautvillers, o monge beneditino Dom Pérignon, depois de ter tentado tudo para lhe tornar aceitável, decidiu colocá-lo em garrafas de vidro para uma segunda fermentação – à época, uma heresia. Anos depois, provando o resultado de sua excentricidade, afinal compreendeu que havia sido perdoado pelos deuses: “Venham todos! Depressa! Venham! Estou bebendo estrelas!”
Corria o século 17 e estava começando a história do champanhe. Depois nosso Dom ainda teve que desvendar o mistério de estopas que teimavam em pular dos gargalos das garrafas. E acabou inventando a rolha de cortiça – na verdade, apenas adaptação de velho costume camponês da Península Ibérica; que, desde a colonização romana, já se usava ali essa cortiça extraída de sobreiros para fazer sapatos, cochos e tachos de cozinha. Mas as explosões noturnas – agora de rolhas – só findaram mesmo quando o velho monge inventou grampos de arame para prendê-las, conhecidos como muselet. Pena que Dom Pérignon tenha morrido sem compreender a razão pela qual a bebida que inventou era, na adega, tão diferente das outras. Porque só um século depois Pasteur desvendaria o segredo das leveduras, na fermentação; e Lavoisier explicaria como essa fermentação transformava açúcar em álcool e gás carbônico – de quebra ainda formulando o primeiro princípio da química moderna, “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Mas essas são outras histórias.
Passa o tempo. E o champanhe está hoje fortemente associado às grandes comemorações. Especialmente Natal e Ano Novo. Mas nem sempre foi assim. Remontando a origem dessas festas à celebração romana do solstício de inverno, no hemisfério norte. Comemorado a pão e vinho – homenageando Saturno, deus da fartura. Tradição, depois, seguida pelos cristãos, com pão e vinho passando então a simbolizar o corpo e o sangue do próprio Cristo. Ano Novo foi criação pagã, do imperador Júlio César, prestigiando o calendário egípcio de sua Cleópatra. Mas Natal teve as bênçãos do papa Júlio I, que o instituiu em 350, fixando 25 de dezembro como data de nascimento do Salvador, aquele que veio ao mundo para redimir nossos pecados.
A região de Champagne, durante muito tempo, foi apenas passagem de invasores hostis.
Como Átila, rei dos Hunos – aquele que, segundo a lenda, sob as patas de seu cavalo nem grama nascia. Ou o Imperador Juliano – que não acreditou nessa lenda e ali plantou vinhedos. Depois, pouco a pouco, os muitos monastérios da região se encarregaram de fazer nascer os primeiros vinhedos – embora os vinhos que produziam fossem banais, sem muito futuro. Até que se difundiu a invenção de Dom Pérignon, e tudo mudou.
Mas nem só de acasos se fez o champanhe. Seu processo de fabricação obedece a regras rigorosíssimas. As uvas empregadas são, necessariamente, Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – todas colhidas e manipuladas na própria região de Champagne. Com lei francesa de 1927 determinando só possa ser denominado de champanhe os vinhos ali produzidos. Razão pela qual, quando fabricado em outras regiões, ganha outros nomes: no resto da França, vin mousseux; na Itália, spumante ou prosecco; na Alemanha, sekt; na Espanha, cava; em Portugal e no Brasil, espumante.
Algumas marcas fizeram história. Como a Moet & Chandon, preferida de Napoleão, do Czar Alexandre I e de Madame Pompadour (amante de Louis XV), para quem “o champanhe é o único vinho que conserva uma mulher bela depois de bebê-lo”. A casa prestou inclusive homenagem ao inventor da bebida – que está enterrado na abadia de Hautvillers, dentro de sua propriedade – dando a um de seus melhores champanhes o nome de Cuvée Dom Perignon. Ou como a Veuve Clicquot Ponsardin, de Nicole Ponsardin, que com mãos de ferro assumiu a direção da casa aos 27 anos de idade, quando enviuvou – a “viúva Clicquot”.
Tendo ainda conseguido clarear a bebida, até então um vinho escuro e rústico por causa dos resíduos da uva, inventando, para isto, a remuage – método logo adotado por todos os outros fabricantes. Ou como a Cristal, fabricada desde 1876 pela casa Louis Roederer, inspirada em um de seus clientes, o Czar Alexandre II da Rússia – que recomendava fosse o champanhe colocado em garrafas de cristal verdadeiro. Faltando só lembrar que, no Brasil, nossos melhores espumantes são Chandon, De Greville, Casa Valdugo.
Uma última recomendação a quem se prepare para beber estrelas. Nunca balance a garrafa, para ver a rolha atirada longe. Isso só funciona em musicais americanos. Ou na Fórmula 1. Que, na vida real, esse chacoalhar dispersa o gás, alterando o sabor da bebida. E é prova de mau gosto.
fonte:Continente Online; Mônica Baeza
Corria o século 17 e estava começando a história do champanhe. Depois nosso Dom ainda teve que desvendar o mistério de estopas que teimavam em pular dos gargalos das garrafas. E acabou inventando a rolha de cortiça – na verdade, apenas adaptação de velho costume camponês da Península Ibérica; que, desde a colonização romana, já se usava ali essa cortiça extraída de sobreiros para fazer sapatos, cochos e tachos de cozinha. Mas as explosões noturnas – agora de rolhas – só findaram mesmo quando o velho monge inventou grampos de arame para prendê-las, conhecidos como muselet. Pena que Dom Pérignon tenha morrido sem compreender a razão pela qual a bebida que inventou era, na adega, tão diferente das outras. Porque só um século depois Pasteur desvendaria o segredo das leveduras, na fermentação; e Lavoisier explicaria como essa fermentação transformava açúcar em álcool e gás carbônico – de quebra ainda formulando o primeiro princípio da química moderna, “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Mas essas são outras histórias.
Passa o tempo. E o champanhe está hoje fortemente associado às grandes comemorações. Especialmente Natal e Ano Novo. Mas nem sempre foi assim. Remontando a origem dessas festas à celebração romana do solstício de inverno, no hemisfério norte. Comemorado a pão e vinho – homenageando Saturno, deus da fartura. Tradição, depois, seguida pelos cristãos, com pão e vinho passando então a simbolizar o corpo e o sangue do próprio Cristo. Ano Novo foi criação pagã, do imperador Júlio César, prestigiando o calendário egípcio de sua Cleópatra. Mas Natal teve as bênçãos do papa Júlio I, que o instituiu em 350, fixando 25 de dezembro como data de nascimento do Salvador, aquele que veio ao mundo para redimir nossos pecados.
A região de Champagne, durante muito tempo, foi apenas passagem de invasores hostis.
Como Átila, rei dos Hunos – aquele que, segundo a lenda, sob as patas de seu cavalo nem grama nascia. Ou o Imperador Juliano – que não acreditou nessa lenda e ali plantou vinhedos. Depois, pouco a pouco, os muitos monastérios da região se encarregaram de fazer nascer os primeiros vinhedos – embora os vinhos que produziam fossem banais, sem muito futuro. Até que se difundiu a invenção de Dom Pérignon, e tudo mudou.
Mas nem só de acasos se fez o champanhe. Seu processo de fabricação obedece a regras rigorosíssimas. As uvas empregadas são, necessariamente, Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – todas colhidas e manipuladas na própria região de Champagne. Com lei francesa de 1927 determinando só possa ser denominado de champanhe os vinhos ali produzidos. Razão pela qual, quando fabricado em outras regiões, ganha outros nomes: no resto da França, vin mousseux; na Itália, spumante ou prosecco; na Alemanha, sekt; na Espanha, cava; em Portugal e no Brasil, espumante.
Algumas marcas fizeram história. Como a Moet & Chandon, preferida de Napoleão, do Czar Alexandre I e de Madame Pompadour (amante de Louis XV), para quem “o champanhe é o único vinho que conserva uma mulher bela depois de bebê-lo”. A casa prestou inclusive homenagem ao inventor da bebida – que está enterrado na abadia de Hautvillers, dentro de sua propriedade – dando a um de seus melhores champanhes o nome de Cuvée Dom Perignon. Ou como a Veuve Clicquot Ponsardin, de Nicole Ponsardin, que com mãos de ferro assumiu a direção da casa aos 27 anos de idade, quando enviuvou – a “viúva Clicquot”.
Tendo ainda conseguido clarear a bebida, até então um vinho escuro e rústico por causa dos resíduos da uva, inventando, para isto, a remuage – método logo adotado por todos os outros fabricantes. Ou como a Cristal, fabricada desde 1876 pela casa Louis Roederer, inspirada em um de seus clientes, o Czar Alexandre II da Rússia – que recomendava fosse o champanhe colocado em garrafas de cristal verdadeiro. Faltando só lembrar que, no Brasil, nossos melhores espumantes são Chandon, De Greville, Casa Valdugo.
Uma última recomendação a quem se prepare para beber estrelas. Nunca balance a garrafa, para ver a rolha atirada longe. Isso só funciona em musicais americanos. Ou na Fórmula 1. Que, na vida real, esse chacoalhar dispersa o gás, alterando o sabor da bebida. E é prova de mau gosto.
fonte:Continente Online; Mônica Baeza
Eu...
Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, uma alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim.
Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com surperfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o meu mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida.
Clarice Lispector
Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com surperfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o meu mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida.
Clarice Lispector
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O encantador
Era um sonhador compulsivo, acreditava tanto em seus sonhos que conseguia seguidores que financiassem suas loucuras que duravam pouco. Havia estrelas em seus olhos, sol em sua boca e como um encantador de sonhos, também se encantava consigo próprio. Mas havia quem acreditasse... tantas estrelas e sóis saindo daquela pessoa faziam distraídos entrarem em transe.
Seu último sonho foi a contrução de uma fábrica de guarda-sóis no norte da Nova Zelândia. Foi visto no aeroporto apenas com uma malinha de mão.
Seu último sonho foi a contrução de uma fábrica de guarda-sóis no norte da Nova Zelândia. Foi visto no aeroporto apenas com uma malinha de mão.
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