Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Sentem-se em casa em qualquer lugar. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor e compram passagens só de ida.
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terça-feira, 5 de março de 2013
Sem fricote
Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Sentem-se em casa em qualquer lugar. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor e compram passagens só de ida.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Euzinha

Pode cuscar à vontade, sou assim mesmo como pareço ser:
Aquela que se entrega inteira e mergulha fundo sem respirar e que quase já se afogou.
Que põe a mão no peito de emoção.
E derrama um mundaréu de lágrimas quando se emociona.
Que dá o sangue se preciso for só por ouvir dizer que um amigo precisa.
Que se antecipa na ajuda solidária.
Que não tá nem aí para as prioridades dela quando o outro precisa mais.
Que dorme enroscada no tempo frio.
E que quer saber de abraço mesmo no calor.
Que gosta de beijo, de afago, de cheiro.
Que dorme de meia e acorda sem.
Que faz bico e fala sozinha.
Que resmunga impaciente quando o assunto é preconceito.
Que toma as dores do outro e não se arrepende.
Que revive o passado com saudosismo mas ama viver o presente.
Que ri de doer as bochechas quando se atrapalha.
Se não sou especial, sou única.
Sou euzinha.
Me gosto de montão.
fonte:Euzinha
Aquela que se entrega inteira e mergulha fundo sem respirar e que quase já se afogou.
Que põe a mão no peito de emoção.
E derrama um mundaréu de lágrimas quando se emociona.
Que dá o sangue se preciso for só por ouvir dizer que um amigo precisa.
Que se antecipa na ajuda solidária.
Que não tá nem aí para as prioridades dela quando o outro precisa mais.
Que dorme enroscada no tempo frio.
E que quer saber de abraço mesmo no calor.
Que gosta de beijo, de afago, de cheiro.
Que dorme de meia e acorda sem.
Que faz bico e fala sozinha.
Que resmunga impaciente quando o assunto é preconceito.
Que toma as dores do outro e não se arrepende.
Que revive o passado com saudosismo mas ama viver o presente.
Que ri de doer as bochechas quando se atrapalha.
Se não sou especial, sou única.
Sou euzinha.
Me gosto de montão.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sonhar

Me deixem sonhar porque sempre que sonho realizo.
Me deu uma vontade imensa de fazer uma malinha de mão com o básico: escova de dentes, escova de cabelo, um pijaminha, um par de chinelinhos, dois pares de óculos escuros (claro, preciso combinar roupas beges com meu óculos da Fendi que amo, além do meu óculos besourão preto) e rumar para Paris, sozinha.
Fazer o quê lá? Não sei, apenas ir e depois eu decidiria. Me hospedaria em Mairie d'Issy, e iria caminhando até o Jardin des Tuileries para pensar. É longe? É! Muito! Mas nem dá para sentir a distância. E mesmo frio, Paris em Outubro é um encanto.

Minha mãe fica sempre muito assustada com esses meus desejos de partida. Mas lembrei-a que não estou podendo, se bem que ela sabe que mesmo quando não posso, mas quero, consigo me virar nos 30 e depois é um Deus nos Acuda. Só que dessa vez, como não quero a rebordosa do "Deus nos Acuda", sonho.
Mas não duvido nada que num futuro próximo, realize. E como sempre dou notícias das minhas loucuras, me aguardem!
fonte: imagens de Paris Breakfast
Me deu uma vontade imensa de fazer uma malinha de mão com o básico: escova de dentes, escova de cabelo, um pijaminha, um par de chinelinhos, dois pares de óculos escuros (claro, preciso combinar roupas beges com meu óculos da Fendi que amo, além do meu óculos besourão preto) e rumar para Paris, sozinha.
Fazer o quê lá? Não sei, apenas ir e depois eu decidiria. Me hospedaria em Mairie d'Issy, e iria caminhando até o Jardin des Tuileries para pensar. É longe? É! Muito! Mas nem dá para sentir a distância. E mesmo frio, Paris em Outubro é um encanto.

Minha mãe fica sempre muito assustada com esses meus desejos de partida. Mas lembrei-a que não estou podendo, se bem que ela sabe que mesmo quando não posso, mas quero, consigo me virar nos 30 e depois é um Deus nos Acuda. Só que dessa vez, como não quero a rebordosa do "Deus nos Acuda", sonho.
Mas não duvido nada que num futuro próximo, realize. E como sempre dou notícias das minhas loucuras, me aguardem!
fonte: imagens de Paris Breakfast
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Me, myself and I
sábado, 17 de abril de 2010
News

Estou me amando, de novo e dessa vez é definitivo. Descobri isso hoje quando acordei. Me vi ao espelho com a cara amassada, que eu costumo ter ao acordar, e me achei linda. E me achei linda por algumas decisões que tive de tomar nessa semana e percebi que o mal que eu passei, superei, só que ainda não tinha me dado conta. Me descobri me amando novamente e estou achando isso fantástico. É um reencontro comigo mesma.
fonte:FFFOUND!
fonte:FFFOUND!
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segunda-feira, 29 de março de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Saudades do Brasil
Como o ser humano pode ser tão insatisfeito? Falo de mim, obviamente...

No Brasil sinto saudades de Portugal, e em Portugal sinto saudades do Brasil. Mas num segundo de reflexão - enquanto escrevo este texto - percebo que a saudade está relacionada a gente, a calor humano, não propriamente a um país em si. Tanto no Brasil como em Portugal tenho amigas e amigos que fazem bem ao meu coração, que me fazem feliz e é sempre deles que sinto saudades, não tem outra explicação mais lógica. Sou facilmente adaptável às piores circunstâncias, ouso dizer que tenho um estômago de avestruz, capaz de engolir a seco o pior da vida e sair da situação em pé. Segundo um grande amigo meu, alfacinha, eu vergo mas não quebro. E vergo muito, pra ser sincera.
Mas não estou dizendo novidade nenhuma, todo brasileiro fora do Brasil sente saudades, independentemente de quanto feliz se sinta.
Estou com saudades... da "minha" praia, do chopp gelado e da conversa jogada fora lá no outro lado do Atlântico, nada a fazer com esse meu coração.

fotos: eu na Ribeira de Gaia, por Ayrton
No Brasil sinto saudades de Portugal, e em Portugal sinto saudades do Brasil. Mas num segundo de reflexão - enquanto escrevo este texto - percebo que a saudade está relacionada a gente, a calor humano, não propriamente a um país em si. Tanto no Brasil como em Portugal tenho amigas e amigos que fazem bem ao meu coração, que me fazem feliz e é sempre deles que sinto saudades, não tem outra explicação mais lógica. Sou facilmente adaptável às piores circunstâncias, ouso dizer que tenho um estômago de avestruz, capaz de engolir a seco o pior da vida e sair da situação em pé. Segundo um grande amigo meu, alfacinha, eu vergo mas não quebro. E vergo muito, pra ser sincera.
Mas não estou dizendo novidade nenhuma, todo brasileiro fora do Brasil sente saudades, independentemente de quanto feliz se sinta.
Estou com saudades... da "minha" praia, do chopp gelado e da conversa jogada fora lá no outro lado do Atlântico, nada a fazer com esse meu coração.
fotos: eu na Ribeira de Gaia, por Ayrton
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Comportamento

A pior coisa é assistir ao comportamento errado de terceiros e querer ou esperar que eles mudem ou enxerguem seus próprios erros, cansa e desanima. Maneira torta de encarar o que não tem jeito.
Freud há anos já falava do comportamento repetitivo... então porque é tão difícil aceitar o comportamento repetitivo do outro (que me irrita) como um fato consumado?
fonte: Caricatura de Freud 150
Freud há anos já falava do comportamento repetitivo... então porque é tão difícil aceitar o comportamento repetitivo do outro (que me irrita) como um fato consumado?
fonte: Caricatura de Freud 150
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Música de hoje
O refrão hoje não sai da cabeça hoje. Bons tempos!!!
Mas a Cris sabe nadar!!! Yoooo!!!
Mas a Cris sabe nadar!!! Yoooo!!!
fonte:Euzinha
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Shape of my heart

He deals the cards as a meditation
And those he plays never suspect
He doesnt play for the money he wins
He doesnt play for the respect
SHe deals the cards to find the answer
The sacred geometry of chance
The hidden law of probable outcome
The numbers lead a dance
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
He may play the jack of diamonds
He may lay the queen of spades
SHe may conceal a king in his hand
While the memory of it fades
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
Thats not the shape, the shape of my heart
And if I told you that I loved you
Youd maybe think theres something wrong
Im not a WOman of too many faces
The mask I wear is one
Those who speak know nothing
And find out to their cost
Like those who curse their luck in too many places
And those who smile are lost
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
Thats not the shape of my heart
fonte:Euzinha e it starts here
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Música pra sexta-feira
Quando eu vi olhos de ameixa e a boca de amora silvestre
Tanto mel, tanto sol, nessa tua madeixa, perfil sumarento e agreste
Foi a certeza que eras tu, o meu doce de uva
E nós sobre a mesa, o amor de morango e cajú
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca, ohoh...
Tens na pele travo a laranja e no beijo três gomos de riso
Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca, provei e perdi o juízo
Foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem... vem... vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Ah... foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta
fonte:Euzinha
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Caricatura
Uma honra
Depois de tomar meu café da manhã e meu banhinho relaxante, antes de sair de casa pra levar meu Sasha no passeio matinal, a primeira coisa que faço é abrir o computador para dar uma olhada nos emails. E hoje recebo a notícia de algo que me surpreendeu, me proporcionou sorrisos e me fez sentir honrada pela homenagem.
Vejo em um dos meus emails que Georgia (do blog Saia Justa - Ano III) já havia passado por aqui e dava-me a notícia de que havia uma caricatura minha em um blog, sem responder ao seu comentário corri pra lá.
É uma honra ser "vítima" de um artista do gabarito de Eduardo (blog Varal de Idéias). Sou uma mulher de sorte. A-DO-REI!
Minha caricatura está num dos blogs do Eduardo, o "Vítima da Quinta", aqui.

fonte: Georgia
Vejo em um dos meus emails que Georgia (do blog Saia Justa - Ano III) já havia passado por aqui e dava-me a notícia de que havia uma caricatura minha em um blog, sem responder ao seu comentário corri pra lá.
É uma honra ser "vítima" de um artista do gabarito de Eduardo (blog Varal de Idéias). Sou uma mulher de sorte. A-DO-REI!
Minha caricatura está num dos blogs do Eduardo, o "Vítima da Quinta", aqui.

fonte: Georgia
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Música
E lá vou eu novo com a minha mania de ouvir e ouvir e ouvir...
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
fonte:YouTube
sexta-feira, 24 de julho de 2009
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