Museu Afro Brasil expõe a "baianidade" latente do artista
Hector Julio Páride Bernabó - Carybé, nasceu em Lanus, na Argentina no dia 7 de fevereiro de 1911. Foi pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista.
Fez 5 mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços. Desenhou para livros de Jorge Amado. Era obá de Xangô, posto honorífico do candomblé. Morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé em Salvador, na Bahia em 2 de outubro de 1997.
Uma extensa mostra sobre o baiano Carybé (1911-1997) e seu universo ocupa o espaço do Museu Afro Brasil, além da coleção de Odorico Tavares, exposta no subsolo. A partir do dia 6/5, mais Bahia: 80 artistas mostram obras inspiradas em letras de Dorival Caymmi.
Na mostra dedicada a Carybé, há enorme variedade de registros: pinturas, esculturas, desenhos, gravuras. Somadas, cerca de 500 obras mostram a produção intensa de Hector Julio Paride Barnabó - o apelido, Carybé, foi dado na juventude por Jorge Amado, em referência a um peixe selvagem. "Fazer uma mostra retrospectiva seria congelar o trabalho de Carybé. Prefiro, em vez disso, mostrar o universo mítico que permeia um artista cheio de meandros", diz o curador, Emanoel Araújo.
O Universo Mítico de Hector Julio Paride Barnabó - O Baiano Carybé
»Quando: até dia 2/7; de terça a domingo, das 10h às 18h;
»Onde: Museu Afro Brasil
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Parque Ibirapuera.
»Informações: tel. (011) 5579-0593
»Quanto: entrada franca
fonte: Folha de S.Paulo e Wikipédia
Fez 5 mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços. Desenhou para livros de Jorge Amado. Era obá de Xangô, posto honorífico do candomblé. Morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé em Salvador, na Bahia em 2 de outubro de 1997.
Uma extensa mostra sobre o baiano Carybé (1911-1997) e seu universo ocupa o espaço do Museu Afro Brasil, além da coleção de Odorico Tavares, exposta no subsolo. A partir do dia 6/5, mais Bahia: 80 artistas mostram obras inspiradas em letras de Dorival Caymmi.
Na mostra dedicada a Carybé, há enorme variedade de registros: pinturas, esculturas, desenhos, gravuras. Somadas, cerca de 500 obras mostram a produção intensa de Hector Julio Paride Barnabó - o apelido, Carybé, foi dado na juventude por Jorge Amado, em referência a um peixe selvagem. "Fazer uma mostra retrospectiva seria congelar o trabalho de Carybé. Prefiro, em vez disso, mostrar o universo mítico que permeia um artista cheio de meandros", diz o curador, Emanoel Araújo.
O Universo Mítico de Hector Julio Paride Barnabó - O Baiano Carybé
»Quando: até dia 2/7; de terça a domingo, das 10h às 18h;
»Onde: Museu Afro Brasil
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Parque Ibirapuera.
»Informações: tel. (011) 5579-0593
»Quanto: entrada franca
fonte: Folha de S.Paulo e Wikipédia








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