"O trabalho de Livio Abramo é muito falado, mas pouco visto." Assim o crítico e curador Olívio Tavares de Araújo introduz a obra de um dos mais importantes gravuristas brasileiros, ao lado de Oswaldo Goeldi (1895-1961).

O Instituto Tomie Ohtake inaugura mostra com 78 obras que contemplam diferentes fases da carreira do gravurista (também jornalista e militante de esquerda): de sua interpretação para a Guerra Civil Espanhola, na década de 30, à sensualidade da noite carioca e do candomblé.

A mostra coincide com a edição de um livro de Tavares de Araújo ("A Gravura de Livio Abramo", editora do Instituto Tomie Ohtake, lançamento dia 25/4; preço a definir). As gravuras vêm principalmente dos acervos do MAM (Museu de Arte Moderna) e do MAC (Museu de Arte Contemporânea) paulistanos e do IEB (Instituto de Estudos Brasileiros); a maioria tem matriz em madeira.
Entre os destaques da mostra, estão as 27 gravuras feitas por Livio de 1946 a 1948 para ilustrar edição limitada de "Pelo Sertão", livro de Afonso Arinos. As obras pertencem à coleção do bibliófilo José Mindlin e representam o conjunto de emoção mais expressiva dentre o material exposto.
Junto à exposição, será exibido o documentário "Livio Abramo, Sempre", de 1989, com depoimentos do artista sobre seu trabalho e sobre seu relacionamento com o Partido Comunista, do qual foi membro até 1932.
Livio Abramo
» Quando: abertura hoje, às 20h (para convidados);
Ter. a dom., das 11h às 20h; até 14/5
» Onde: Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201
» Quanto: entrada franca
» Informações: tel. 0/xx/11 2245-1900
fonte: Folha Online
O Instituto Tomie Ohtake inaugura mostra com 78 obras que contemplam diferentes fases da carreira do gravurista (também jornalista e militante de esquerda): de sua interpretação para a Guerra Civil Espanhola, na década de 30, à sensualidade da noite carioca e do candomblé.
A mostra coincide com a edição de um livro de Tavares de Araújo ("A Gravura de Livio Abramo", editora do Instituto Tomie Ohtake, lançamento dia 25/4; preço a definir). As gravuras vêm principalmente dos acervos do MAM (Museu de Arte Moderna) e do MAC (Museu de Arte Contemporânea) paulistanos e do IEB (Instituto de Estudos Brasileiros); a maioria tem matriz em madeira.
Entre os destaques da mostra, estão as 27 gravuras feitas por Livio de 1946 a 1948 para ilustrar edição limitada de "Pelo Sertão", livro de Afonso Arinos. As obras pertencem à coleção do bibliófilo José Mindlin e representam o conjunto de emoção mais expressiva dentre o material exposto.
Junto à exposição, será exibido o documentário "Livio Abramo, Sempre", de 1989, com depoimentos do artista sobre seu trabalho e sobre seu relacionamento com o Partido Comunista, do qual foi membro até 1932.
Livio Abramo
» Quando: abertura hoje, às 20h (para convidados);
Ter. a dom., das 11h às 20h; até 14/5
» Onde: Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201
» Quanto: entrada franca
» Informações: tel. 0/xx/11 2245-1900
fonte: Folha Online





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