Pensei em colocar a expressão "nazi" como título, mas achei incompatível com a prática de esportes. O capacete modelo nazista nas imagens abaixo foi idéia dos holandeses, talvez uma homenagem equivocada ao Brasil e à Copa do Mundo.
Diz a notícia que a venda desses capacetes triplicou pela proximidade da Copa do Mundo na Alemanha, apesar de ser proibido usá-lo nos estádios holandeses. Não me admira a corrida a um acessório que foi utilizado pela última vez na 2a. Grande Guerra Mundial.
Não é possível ficar indiferente à idéia que considero bastante estúpida em reavivar a memória nazista através de símbolos como a bandeira brasileira, acho chocante.
Abaixo reproduzo a notícia palavra por palavra da notícia publicada no site da UOL e as imagens que ilustram a alegria de quem enfia o barrete na cabeça:
"As vendas de réplicas de capacetes nazistas de cor laranja para torcedores holandeses que forem à Copa do Mundo fizeram tanto sucesso que os produtores resolveram ampliar os negócios. A empresa lançou agora capacetes para torcedores de outros países, inclusive do Brasil.

A associação de futebol holandesa (KNVB) proibiu os capacetes antes de um amistoso entre Holanda e Equador neste mês, em Amsterdã, dizendo que eles são ofensivos. A proibição se aplica a todos os outros jogos que a equipe disputar em casa, entretanto a KNVB não tem poderes para proibí-los na Alemanha.
Depois da proibição, a venda dos capacetes triplicou. "Estamos pensando em enviar à KNVB um capacete dourado em agradecimento", disse o produtor dos capacetes, Florian van Laar, no começo da semana. "Isso é simplesmente uma brincadeira", completou.

A Alemanha, sede da Copa, lançou uma campanha para vender o país como uma nação vibrante de compositores, poetas, filósofos e inventores. Mas enfrenta problemas com uma minoria de torcedores estrangeiros obcecados com imagens da era nazista.
Para tentar mudar essa imagem, a Federação Alemã de Futebol (DFB) vai organizar um simpósio com o nome de "O Futebol sob a Cruz Gamada", nos dias 7 e 8 de abril.
A idéia é debater o papel dos clubes alemães durante o período, abordando também a responsabilidade social no esporte - tendo em vista a Copa do Mundo, que começa dois meses depois do evento.

O simpósio é mais uma iniciativa da DFB no caminho de tentar amenizar o seu passado. No final de 2005, foi criado o prêmio Julius-Hirsch - em homenagem ao primeiro judeu a vestir a camisa da seleção alemâ. Ele foi dado ao Bayern de Munique por iniciativas contra o racismo."
fonte: UOL
Diz a notícia que a venda desses capacetes triplicou pela proximidade da Copa do Mundo na Alemanha, apesar de ser proibido usá-lo nos estádios holandeses. Não me admira a corrida a um acessório que foi utilizado pela última vez na 2a. Grande Guerra Mundial.
Não é possível ficar indiferente à idéia que considero bastante estúpida em reavivar a memória nazista através de símbolos como a bandeira brasileira, acho chocante.
Abaixo reproduzo a notícia palavra por palavra da notícia publicada no site da UOL e as imagens que ilustram a alegria de quem enfia o barrete na cabeça:
"As vendas de réplicas de capacetes nazistas de cor laranja para torcedores holandeses que forem à Copa do Mundo fizeram tanto sucesso que os produtores resolveram ampliar os negócios. A empresa lançou agora capacetes para torcedores de outros países, inclusive do Brasil.
A associação de futebol holandesa (KNVB) proibiu os capacetes antes de um amistoso entre Holanda e Equador neste mês, em Amsterdã, dizendo que eles são ofensivos. A proibição se aplica a todos os outros jogos que a equipe disputar em casa, entretanto a KNVB não tem poderes para proibí-los na Alemanha.
Depois da proibição, a venda dos capacetes triplicou. "Estamos pensando em enviar à KNVB um capacete dourado em agradecimento", disse o produtor dos capacetes, Florian van Laar, no começo da semana. "Isso é simplesmente uma brincadeira", completou.
A Alemanha, sede da Copa, lançou uma campanha para vender o país como uma nação vibrante de compositores, poetas, filósofos e inventores. Mas enfrenta problemas com uma minoria de torcedores estrangeiros obcecados com imagens da era nazista.
Para tentar mudar essa imagem, a Federação Alemã de Futebol (DFB) vai organizar um simpósio com o nome de "O Futebol sob a Cruz Gamada", nos dias 7 e 8 de abril.
A idéia é debater o papel dos clubes alemães durante o período, abordando também a responsabilidade social no esporte - tendo em vista a Copa do Mundo, que começa dois meses depois do evento.
O simpósio é mais uma iniciativa da DFB no caminho de tentar amenizar o seu passado. No final de 2005, foi criado o prêmio Julius-Hirsch - em homenagem ao primeiro judeu a vestir a camisa da seleção alemâ. Ele foi dado ao Bayern de Munique por iniciativas contra o racismo."
fonte: UOL





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