As pessoas mudam, eu mudo. A opinião de ontem sobre determinado assunto pode mudar, passado uns anos, em função da experiência vivida. Mas tenho medo de quem muda de opinião em questão de um dia ou mesmo em horas, que sem perceber se desdiz. E se desdiz porque tem sempre a intenção de agradar o outro, ou não desagradar alguém. De gente assim tenho verdadeiro pavor. Embora exista o medo é sempre melhor reconhecer alguém assim do que se iludir com sua personalidade e caráter.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Personalidade
As pessoas mudam, eu mudo. A opinião de ontem sobre determinado assunto pode mudar, passado uns anos, em função da experiência vivida. Mas tenho medo de quem muda de opinião em questão de um dia ou mesmo em horas, que sem perceber se desdiz. E se desdiz porque tem sempre a intenção de agradar o outro, ou não desagradar alguém. De gente assim tenho verdadeiro pavor. Embora exista o medo é sempre melhor reconhecer alguém assim do que se iludir com sua personalidade e caráter.
domingo, 28 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Felicidades pra mim! Iupi!
Adoro festas, a dos outros. Não falto a nenhumazinha e periga de ser sempre a última a sair. Mas não curto dar festas, não tentem entender porque eu também não saberia explicar. Mas dou valor à vida que tenho, a oportunidade de estar nesta vida tentando melhorar a cada ano. Em algumas coisas conseguindo e em outras não, mas lá vou eu tentando.
Ah, também sou sortuda por ter nascido na Semana das Crianças. Quando pequena ganhava presentes por dois dias, o de hoje e o de amanhã, que é Dia das Crianças. Duas comemorações numa só semana. Pode tanta sorte numa pessoa só? ;)
Convido a todos, amigos, conhecidos e desconhecidos a um brinde pelo meu novo ano. Sejam bem-vindos! Tin-Tin!!!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Gostos
Eu gosto de quem facilita as coisas, quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas. Me sinto feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos de barra, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada. O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim. Eu sonho em andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas, é uma forma de trocar energias, de falar: Você nunca se enganou eu estou aqui contigo. Porque por mais que os obstáculos nos desafiem, o que realmente permanece costuma vir de quem não tem medo de ficar.
fonte: Não sei quem é o autor, mas achei tão bonito...
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
A manhã seguinte e um café pra nós dois
por Xico Sá
É de uma falta de bons modos total deixar uma moça sair da sua casa, depois de dormir consigo, sem sequer oferecer um café. Digo oferecer e imediatamente acionar a cafeteira ou fogão. Não apenas por cerimônia. Ação, amigo.
Como disse outro dia nas páginas da revista “Espresso”, seja qual for o vínculo afetivo, é imperdoável que não haja o menor esforço, depois de uma noitada –boa ou mais-ou-menos, não importa o resultado-, em brindá-la com uma xícara fumegante.
Não falo apenas dos moços, pobres moços, cada vez mais perdidos, como dizem sobre os novos tempos. Trato também das fêmeas que praticamente expulsam os rapazes ao primeiro barulho do bem-te-vi ou da construção ao lado –para ser mais realista.
Como se um café comprometesse a independência ou desmanchasse anos de aprendizado na cartilha de madame Beauvoir.
Até parece a danada do “Folhetim” do xará Buarque. “E na manhã seguinte, não conte até vinte…”
Não precisa ser aquele café completo, no capricho. Isso nos fazemos no começo do namoro de fato. Digo uma simples xícara de café para quebrar o gelo de avistar na sua casa aquela pessoa que você mal conhece. Duas ou três palavras, “você toma com açúcar ou adoçante?”etc.
Sim, algumas manhãs são embaraçosas. Rola aquele suspense. São os primeiros encontros, acontece. Mas nada justifica apenas o silêncio e o barulho da porta. Não se nega uma boa xícara para despertar alguém com quem você trocou intimidades. Pelo que o sexo tenha sido um desastre. Ora, foi intimidade do mesmo jeito.
Quando é desastroso aí é que rolou intimidade mesmo, você se expôs, broxa ou frígida, diante do outro.
E o café, seja de manhã, tarde ou noite, tem cheiro de afetividade. O melhor mesmo, quando vinga o romance, é o café da manhã.
Como nas palavras do cronista Antônio Maria, autor de belas canções como “Ninguém me ama”, entre outras: “O café com leite, de manhã. O lento café com leite dos amantes, com a satisfação do prazer cumprido.”
Genial e pouco lembrado Antônio Maria, muitas vezes citado apenas como o marido ciumento da Danuza Leão.
Lembre-se, mentalize o poder do café. Mesmo que você não seja tão romântico(a) como na canção clássica do Roberto Carlos: “Amanhã de manhã, vou pedir um café pra nós dois/ te fazer um carinho e depois/ me envolver nos seus braços…”
Não tenho conhecimento de um bom namoro, um casamento ou um bom caso amoroso que tenha vingado com a negativa de uma xícara para esquentar o desejo, o afeto. Com ou sem açúcar.
Por algumas mulheres, amigo, não só faria todos os cafés do mundo, como compraria uma gleba na região paulista da Mogiana e eu mesmo plantaria, com o suor do meu rosto, e colheria cada grão para a cria da minha costela.
Que outra missão mais importante um homem tem na terra a não ser agradar a sua amada?
Desconheço!
fonte:Xico Sá
Loucos nossos de cada dia
O telefone toca no trabalho e ao atender:
- Alô!
- Alô!
- Oi, sou eu!
- Eu, quem?
- Eu mesma...
- Eu, quem?
- Eu!
- Quem fala? Seu nome, por favor.
- (nome da senhora)
- É sobre o quê?
- Já falei com você.
- Mas é sobre o quê, senhora...? (tentando esconder o desespero na dificuldade de comunicação)
- (a senhora responde)
E finalmente a loucura acaba.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
S.Cosme e S.Damião
Os registros históricos indicam que eram irmãos gêmeos de origem árabe, dedicados à medicina. Diz-se que eram avessos ao dinheiro e não cobravam dos pobres.
O acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo tem diversas representações dos santos, como esta (em exposição no Museu): e São Cosme e São Damião, escultura em madeira policromada, século XIX, de origem brasileira.

"Cosme e Damião, Doum, Doum, Crispin, Crispiniano..."
Vivas às crianças!!!
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Coerência
A entrega do Prémio D. Dinis esteve agendada para dia 28, sexta-feira da próxima semana, numa cerimónia com a presença do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
“Na realidade eu não poderia, com coerência, ficar bem comigo mesma, receber um prémio literário que me honra tanto, cujo júri é formado por poetas, os meus pares mais próximos - pois sou sobretudo uma poetisa, e que me honra imenso -, ir receber esse prémio das mãos de uma pessoa que está empenhada em destruir o nosso país”, explicou Maria Teresa Horta à Lusa.
“Sempre fui uma mulher coerente; as minhas ideias e aquilo que eu faço têm uma coerência”, salientou a escritora que acrescentou: “Sou uma mulher de esquerda, sempre fui, sempre lutei pela liberdade e pelos direitos dos trabalhadores”.
Para Maria Teresa Horta, “o primeiro-ministro está determinado a destruir tudo aquilo que conquistámos com o 25 de Abril [de 1974] e as grandes vítimas têm sido até agora os trabalhadores, os assalariados, a juventude que ele manda emigrar calmamente, como se isso fosse natural”.
A autora afirmou que “o país está a entrar em níveis de pobreza quase idênticos aos das décadas de 1940 e 1950 e, na realidade, é ele [Passos Coelho], e o seu Governo, os grandes mentores e executores de tudo isto”.
“Não recuso o prémio que me enche de orgulho e satisfação, recuso recebê-lo das mãos do primeiro-ministro”, deixou claro Maria Teresa Horta.
A escritora disse que já informou a Fundação Casa de Mateus da sua decisão, assim como a sua editora e falou com cada um dos membros do júri.
A premiada salientou ainda a “satisfação” que lhe deu ter sido distinguida “por um júri que representa três gerações de poetas: o Vasco Graça Moura que é da minha [geração], o Nuno Júdice, que é da seguinte, e o Fernando Pinto do Amaral, que é a mais nova”.
No sítio da Fundação Casa de Mateus, na Internet, é afirmado que “a sessão solene de entrega do Prémio será agendada brevemente”.
fonte:Público
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prêmio d.dinis 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Inferno Astral
O período conhecido popularmente como "Inferno Astral" é o mês que antecede o aniversário de alguém. Nesta época, muitas pessoas acreditam viver momentos de angústia, depressão ou até mesmo azar, atribuindo as turbulências a alguma configuração astrológica misteriosa. Será que ela realmente existe e é mesmo inevitável?
Existem algumas explicações para entender estes trinta dias temidos antes da inauguração de uma nova idade. O aniversário nada mais é do que o marco de um novo ciclo solar na vida de uma pessoa, ou seja, o Sol passa pelo mesmo ponto do Zodíaco que estava quando ela nasceu, sinalizando uma nova etapa para a sua consciência. Os dias que antecedem esta renovação são exatamente os últimos do ciclo anterior que a consciência vinha atravessando.
Cid de Oliveira lembra que os ciclos representam na Astrologia os estágios de todo e qualquer processo de desenvolvimento e que "o final de um ciclo" se caracteriza por ter uma qualidade de tempo marcada pela agitação, mudança, instabilidade e desordem, somadas à insegurança em relação ao futuro que está por vir. "Isto acontece porque é no final do ciclo que se esgotam as possibilidades de expressão existentes no seu início e manifestam-se os resíduos responsáveis por sua dissolução. Em suma, o tempo que antecede imediatamente o final de qualquer ciclo caracteriza-se pela desordem e pela inversão dos valores admitidos no seu início", explica.
Pela técnica da revolução solar, cada mês do ano, a contar a partir da data do aniversário, corresponde a uma determinada casa astrológica ou setor prático da vida de uma pessoa que estará sendo vivido mais intensamente. Assim, no primeiro mês a partir do aniversário, vive-se de forma enfática a casa 1: a pessoa fica mais centrada em si mesma e em seu comportamento. O décimo segundo e último mês do ano corresponde à casa 12, trecho do mapa que analisa os sacrifícios e doações que uma pessoa deve fazer aos outros, sem esperar recompensas para isto.
Segundo o astrólogo Eduardo Maia, o "Inferno Astral" só acontece quando não percebemos que precisamos sair do palco para contemplar mais o mundo e nos desapegarmos, em benefício daqueles que precisam de uma ajuda emocional ou prática. "É um período de ser instrumento para o bem dos outros e não estar tão preocupado com causas próprias", afirma. Como isto geralmente não acontece, vem a angústia, o vazio e a sensação de desorientação.
Apesar de não ser uma força misteriosa desenfreada como muitos imaginam, existem explicações simbólicas consistentes para a crise do último mês de uma idade, mas isto não significa que acontecerão apenas coisas negativas na vida de alguém ou que seja impossível lidar bem com este período de transição. Todos têm livre-arbítrio e podem, ainda mais compreendendo o ciclo no qual estão inseridos, dedicarem este momento à reflexão e avaliação da etapa terminada, preparando-se sem tantos atropelos para a próxima.
n.e.: Não, não estou passando por nenhum inferno astral, mesmo com Outubro aí à porta, mas sempre me lembro de ouvir falar sobre ele caso alguma coisa corra menos bem. Mas é normalíssimo que alguma coisa corra menos bem, pelo menos uma vez por mês. E você, acredita em inferno astral?
fonte:Porto do Céu Astrologia
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Cora ção é terra que ninguém vê
Quis ser um dia,
jardineira de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.
Quis ser um dia,
jardineira de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.
Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão.
Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...
Cora Coralina
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
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