E já que comentei que iria viajar, falo mais um pouco dessa viagem. Infelizmente, porque logo depois de ter pisado em Portugal, meu Sasha, meu cãozinho, companheirão de 13 anos teve uma crise de insuficiência renal, um problema que tinha já há alguns anos mas que nunca havia se apresentado grave.
Estranho ainda a imensa intuição que tenho e que na maioria das vezes teimo em não escutar, em algumas situações serve pra livrar-me de situações menos felizes - quando a teimosia não bate à minha porta - e em outras me serve de pouco, como no caso do meu Sasha. Perguntei inúmeras vezes pelo meu queijinho em telefonemas à minha mãe porque tinha um pressentimento ruim que não me largava. E tal se confirmou. Sasha morreu sábado pela manhã e minha mãe optou por não me contar em função de uma longa viagem de 10 horas que eu faria. Viagem essa que foi antecipada - eu nem tinha data para voltar, aliás, nem pretendia - embora minha passagem estivesse marcada para 24 de janeiro. Adiantou pouco, a tal intuição me fez chorar a viagem inteira.
Minha mãe aguentou o sofrimento dele sozinha e sofreu sozinha e me ressinto de não ter estado aqui, no Rio, com ela. Consegui remarcar o retorno ao Brasil para domingo e a TAP me cobrou uma multa de 180 euros por isso e infelizmente, apesar da intuição de que ele estaria morto já, tal se confirmou assim que cheguei ao Rio.
Não aproveitei tudo o que Portugal tinha pra me oferecer, não estive com todas as pessoas com que gostaria de estar, desmarquei encontros e pedi desculpas e por aqui peço novamente. Perdi manhãs inteiras e parte da tarde em bancos e até agora não entendo como um banco como a CGD, trabalha com um único caixa - pelo menos, na Av. da República e na Av. dos Aliados é assim - em seu atendimento e porque as senhas dos seus guichês não levam menos de meia hora no atendimento aos clientes que mofam sentados com uma senha na mão. Teria mais tempo pra passeios e rever os amigos do Porto e não tive, desmarquei almoços e peço que me desculpem porque posteriormente não tive mais como remarcar devido à minha volta repentina. Além disso, se abateu sobre mim um desânimo e tenho certeza disso pela minha própria imagem na maioria das fotos.
Mas tive alguns momentos extremamente felizes, que consegui encaixar nesse turbilhão que vivi em Portugal: o reencontro com minha família, onde pude finalmente conhecer a filha do meu primo, Nuno, a Catarina Maria, que hoje tem 4 anos e é uma princesa linda, pela qual me apaixonei e nos grudamos numa tarde inteira muito bem passada.

O reencontro com pessoas que não via há muito tempo. E finalmente ver ao vivo duas amigas virtuais, que só confirmaram as pessoas especiais, hiper bem-humoradas, inteligentes que sempre se mostraram ser, a Ana Maria - do blog Pedras no Sapato - e a Maria - do blog Cheiro da Ilha -, que viraram as melhores amigas de sempre num almoço delicioso e prá lá de divertido, em Lisboa.
Com quem furei, peço imensas desculpas novamente, como a minha amiga, O'Sanji e outras, e com quem estive, muito rapidamente, o muitíssimo obrigado por eu ter passado momentos imensamente felizes e agradáveis.
Cris Caetano
Estranho ainda a imensa intuição que tenho e que na maioria das vezes teimo em não escutar, em algumas situações serve pra livrar-me de situações menos felizes - quando a teimosia não bate à minha porta - e em outras me serve de pouco, como no caso do meu Sasha. Perguntei inúmeras vezes pelo meu queijinho em telefonemas à minha mãe porque tinha um pressentimento ruim que não me largava. E tal se confirmou. Sasha morreu sábado pela manhã e minha mãe optou por não me contar em função de uma longa viagem de 10 horas que eu faria. Viagem essa que foi antecipada - eu nem tinha data para voltar, aliás, nem pretendia - embora minha passagem estivesse marcada para 24 de janeiro. Adiantou pouco, a tal intuição me fez chorar a viagem inteira.
Minha mãe aguentou o sofrimento dele sozinha e sofreu sozinha e me ressinto de não ter estado aqui, no Rio, com ela. Consegui remarcar o retorno ao Brasil para domingo e a TAP me cobrou uma multa de 180 euros por isso e infelizmente, apesar da intuição de que ele estaria morto já, tal se confirmou assim que cheguei ao Rio.
Não aproveitei tudo o que Portugal tinha pra me oferecer, não estive com todas as pessoas com que gostaria de estar, desmarquei encontros e pedi desculpas e por aqui peço novamente. Perdi manhãs inteiras e parte da tarde em bancos e até agora não entendo como um banco como a CGD, trabalha com um único caixa - pelo menos, na Av. da República e na Av. dos Aliados é assim - em seu atendimento e porque as senhas dos seus guichês não levam menos de meia hora no atendimento aos clientes que mofam sentados com uma senha na mão. Teria mais tempo pra passeios e rever os amigos do Porto e não tive, desmarquei almoços e peço que me desculpem porque posteriormente não tive mais como remarcar devido à minha volta repentina. Além disso, se abateu sobre mim um desânimo e tenho certeza disso pela minha própria imagem na maioria das fotos.
Mas tive alguns momentos extremamente felizes, que consegui encaixar nesse turbilhão que vivi em Portugal: o reencontro com minha família, onde pude finalmente conhecer a filha do meu primo, Nuno, a Catarina Maria, que hoje tem 4 anos e é uma princesa linda, pela qual me apaixonei e nos grudamos numa tarde inteira muito bem passada.

O reencontro com pessoas que não via há muito tempo. E finalmente ver ao vivo duas amigas virtuais, que só confirmaram as pessoas especiais, hiper bem-humoradas, inteligentes que sempre se mostraram ser, a Ana Maria - do blog Pedras no Sapato - e a Maria - do blog Cheiro da Ilha -, que viraram as melhores amigas de sempre num almoço delicioso e prá lá de divertido, em Lisboa.
Com quem furei, peço imensas desculpas novamente, como a minha amiga, O'Sanji e outras, e com quem estive, muito rapidamente, o muitíssimo obrigado por eu ter passado momentos imensamente felizes e agradáveis.
Cris Caetano








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