Um estudo realizado por advogados britânicos mostra que o Facebook é citado em quase todas as causas de separação nos últimos meses.
"Mais de 20% dos pedidos de divórcio fazem referência ao Facebook", revela o director-geral do Divórcio-Online, Mark Keenan, citado pelo 'Expansión'.
"A razão mais apontada tem que ver com conversas sexuais inadequadas com pessoas com quem os utilizadores não as deveriam ter", explica o mesmo responsável.
A dimensão do fenómeno é tal que já há empresas a desenvolver softwares próprios para que as pessoas possam espiar os seus companheiros através das redes sociais.
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Não entendi muito bem pra quê desenvolver um software especial, já que não ter seu/sua companheiro/a em sua lista de amigos, provavelmente deve ser motivo para divórcio.
Taí uma notícia que não me causa espanto. Quem tem um perfil no Facebook já deve ter levado pelo menos uma cantada de um/uma desconhecido/a. Portanto, a rede social só veio facilitar a vida de quem já andava à caça mesmo antes dela existir. E isso vale para homens e mulheres.
E da mesma forma que eles e elas andam à caça, o/a parceiro/a dessas pessoas percebem as escapadelas, ou a intenção destas, por sua cara-metade e acho que é até mais simples (não é à toa que a notícia menciona a "razão mais apontada"), nem deve ser preciso que a conversa tenha um caráter sexual, por menos há motivo para brigas e daí a um divórcio não é um passo tão longo assim.
Percebe-se paqueras, e a intenção das mesmas também, através de comentários que são feitos, pelo tipo de pessoas que são adicionadas, pelas músicas etc. Portanto, da mesma forma que a rede social facilita encontros também facilita a análise do comportamento do outro, principalmente para aqueles que de uma certa forma já não confiam em quem tem como companheiro/a.
Acredito que antes da existência das redes sociais e dos celulares, era muito mais difícil pegar um parceiro/a com outro/a, por motivos óbvios. Hoje, se a pessoa desliga um celular ou o barulhinho (ou a falta dele) é estranho é motivo para o já desconfiado ter um pulgão atrás da orelha.
E antes que alguém comece a "viajar" sobre o que escrevi... há comentários e comentários. Basicamente, o que se espera num relacionamento a dois, além do óbvio amor, é o respeito, e quem se sabe respeitado não se aborrece com comentários de pessoas do sexo oposto no mural de seu/sua companheiro/a.
Enfim, os séculos passam e tudo parece permanecer na mesma, a tecnologia muda mas as pessoas, não. (Cris Caetano)
fonte:Cláudia M. in Facebook
"Mais de 20% dos pedidos de divórcio fazem referência ao Facebook", revela o director-geral do Divórcio-Online, Mark Keenan, citado pelo 'Expansión'.
"A razão mais apontada tem que ver com conversas sexuais inadequadas com pessoas com quem os utilizadores não as deveriam ter", explica o mesmo responsável.
A dimensão do fenómeno é tal que já há empresas a desenvolver softwares próprios para que as pessoas possam espiar os seus companheiros através das redes sociais.
Não entendi muito bem pra quê desenvolver um software especial, já que não ter seu/sua companheiro/a em sua lista de amigos, provavelmente deve ser motivo para divórcio.
Taí uma notícia que não me causa espanto. Quem tem um perfil no Facebook já deve ter levado pelo menos uma cantada de um/uma desconhecido/a. Portanto, a rede social só veio facilitar a vida de quem já andava à caça mesmo antes dela existir. E isso vale para homens e mulheres.
E da mesma forma que eles e elas andam à caça, o/a parceiro/a dessas pessoas percebem as escapadelas, ou a intenção destas, por sua cara-metade e acho que é até mais simples (não é à toa que a notícia menciona a "razão mais apontada"), nem deve ser preciso que a conversa tenha um caráter sexual, por menos há motivo para brigas e daí a um divórcio não é um passo tão longo assim.
Percebe-se paqueras, e a intenção das mesmas também, através de comentários que são feitos, pelo tipo de pessoas que são adicionadas, pelas músicas etc. Portanto, da mesma forma que a rede social facilita encontros também facilita a análise do comportamento do outro, principalmente para aqueles que de uma certa forma já não confiam em quem tem como companheiro/a.
Acredito que antes da existência das redes sociais e dos celulares, era muito mais difícil pegar um parceiro/a com outro/a, por motivos óbvios. Hoje, se a pessoa desliga um celular ou o barulhinho (ou a falta dele) é estranho é motivo para o já desconfiado ter um pulgão atrás da orelha.
E antes que alguém comece a "viajar" sobre o que escrevi... há comentários e comentários. Basicamente, o que se espera num relacionamento a dois, além do óbvio amor, é o respeito, e quem se sabe respeitado não se aborrece com comentários de pessoas do sexo oposto no mural de seu/sua companheiro/a.
Enfim, os séculos passam e tudo parece permanecer na mesma, a tecnologia muda mas as pessoas, não. (Cris Caetano)
fonte:Cláudia M. in Facebook







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