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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Monteiro Lobato




Hoje é dia do 129º aniversário de Monteiro Lobato, escritor de Reinações de Narizinho que deu origem ao Sítio do Picapau Amarelo, que alguns politicamente corretos vem tentando denegrir.

Não gostei de ler Monteiro Lobato, não senti atração alguma e só diminui minha culpa depois que um 'papa' em linguística, no programa de Jô Soares, também disse que não gostava. Me senti uma pessoa normal.

Mas vivas à Monteiro Lobato, o pai de Emília, Cuca, Narizinho, dona Benta, Pedrinho e outras tantas personagens. Vivas ao universo caipira tão bem explorado por Lobato.





segunda-feira, 19 de maio de 2008

Novo livro de James Bond será publicado em Londres

O novo romance do agente secreto James Bond será publicado na próxima semana em Londres, informaram fontes locais. A primeira tiragem contará com 400 mil exemplares, que serão distribuídos na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Caso o livro obtenha sucesso, os direitos do romance serão vendidos à Hollywood. A obra foi escrita pelo britânico Sebastian Faulks para comemorar o centenário de nascimento de Ian Fleming, o autor da saga literária de James Bond.

A novela narra a história do agente 007 no centro de um complô do narcotráfico de heroína durante o período da Guerra Fria.


fonte:Agência Ansa

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Prêmio Jabuti

Prêmio Jabuti divulga vencedores de sua 49ª edição


A Câmara Brasileira do Livro divulgou os vencedores do 49º Prêmio Jabuti. São 20 categorias. A apuração foi realizada nesta terça-feira.

"Desengano", de Carlos Nascimento Silva, ficou com o primeiro lugar entre os romances. O livro conta a história de duas famílias de classe média no Rio de Janeiro da década de 50. O destaque fica para o encontro de Júlia, viúva, e Beto, 17 anos, amigo de infância de seus filhos.

Em segundo lugar ficou "Vista Parcial da Noite", de Luiz Ruffato, seguido por "Pelo Fundo da Agulha", de Antonio Torres.

Na categoria reportagem, a vitória foi de Eliane Brum, com "A Vida que Ninguém Vê". O livro reúne crônicas-reportagens publicadas no jornal "Zero Hora". O segundo lugar foi para "O Nome da Morte", de Klester Cavalcanti, e a terceira posição ficou com "Políticos do Brasil", de Fernando Rodrigues. Em contos e crônicas, a vitória foi de Ferreira Gullar, com "Resmungos".

Para cada modalidade houve três jurados. Ao todo, foram inscritos 2.052 livros neste ano para a premiação.

A cerimônia de premiação do Prêmio Jabuti 2007 será na Sala São Paulo da estação Júlio Prestes, no dia 31 de outubro.

Confira abaixo a lista de vencedores nas principais categorias. A lista completa pode ser acessada no site da CBL (cbl.org.br).

Romance

1. "Desengano" - Carlos Nascimento Silva - Agir Editora
2. "Vista Parcial da Noite" - Luiz Ruffato - editora Record
3. "Pelo Fundo da Agulha" - Antonio Torres - editora Record

Reportagem

1. "A Vida que Ninguém Vê" - Eliane Brum - Arquipélago Editorial
2. "O Nome da Morte" - Klester Cavalcanti - Planeta do Brasil
3. "Políticos do Brasil" - Fernando Rodrigues - Publifolha

Biografia

1. "Anita Malfatti - Biografia e Estudo da Obra" - Marta Rossetti Batista - editora 34
2. "O Inimigo do Rei: Uma Biografia de José de Alencar ou A Mirabolante Aventura de um Romancista que Colecionava Desafetos, Azucrinava D. Pedro 2º e Acabou Inventando o Brasil" - Lira Neto - Editora Globo
3. "Paulo Freire: Uma História de Vida" - Ana Maria Araújo Freire - Villa das Letras Editora

Poesia

1. "Cantigas do Falso Alfonso El Sabio" - Affonso Ávila - Ateliê Editorial
2. "Cântico para Soraya" - Neide Archanjo - A Girafa Editora
3. "Raro Mar" - Armando Freitas Filho - Companhia das Letras

Homenagem póstuma em poesia: "A Imitação do Amanhecer" - Bruno Tolentino - editora Globo

Contos e Crônicas

1. "Resmungos" - Ferreira Gullar - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
2. "A Casa da Minha Vó e Outros Contos Exóticos" - Artur Oscar Lopes
3. "O Volume do Silêncio" - João Anzanello Carrascoza - Cosac Naify

Infantil

1. "Lampião e Lancelote" - Fernando Vilela - Cosac Naify
2. "João por um Fio" - Roger Mello - Companhia das Letras
3. "Felpo Filva" - Eva Furnari - Editora Moderna

Juvenil

1. "Adeus Conto de Fadas" - Leonardo Brasiliense
2. "Ciumento de Carteirinha" - Moacyr Scliar - Editora Ática
3. Empate: "Alice no Espelho" - Laura Bergallo - Laura Bergallo / "O Melhor Time do Mundo" - Jorge Viveiros De Castro - Cosac Naify



fonte:Folha Online

sexta-feira, 29 de junho de 2007

FLAP! 2007

O escritor Marcelo Mirisola (foto) é um dos destaques da programação da Flap, evento literário gratuito que acontece na Casa das Rosas, em São Paulo, de 29 de junho a 1 de julho.



Entre os dias 29 de junho e 1º de julho acontecerá em São Paulo a "FLAP! 2007 - Contaminações".


O evento gratuito acontecerá na Casa das Rosas e Espaço dos Satyros I, e contará com a presença de personalidades importantes do meio literário como Marcelino Freire, Glauco Mattoso, Andrea Del Fuego, Marcelo Mirisola, entre outros.

Ocorrerá também durante o evento o concurso da sigla "FLAP!", onde o público poderá participar deixando as sugestões com os organizadores do evento. A melhor sigla será premiada no domingo.

Sexta-feira, 29 de junho
Aberto para Balanço: Leitura de Poesia Contemporânea
Casa das Rosas (Av. Paulista, nº 37)
Cada poeta lerá poemas de sua autoria e homenageará outros poetas.

Confira aqui a programação completa.

Nos dias 30 de junho e 1º de junho haverá também uma Feira Livre de Livros na Praça Roosevelt, na altura do Espaço dos Satyros I (Praça Roosevelt, 214 - Consolação - SP), das 10h às 17h.

Para mais informações, clique aqui para acessar o site oficial da FLAP! 2007, ou entre em contato através do e-mail flap@projetoidentidade.org.


fonte:UOL e Os Satyros

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Clarice Lispector no Museu da Língua - S.Paulo

Museu da Língua expõe originais e cartas de Clarice


Em uma de suas crônicas compiladas no livro "A Descoberta do Mundo", a jornalista e escritora Clarice Lispector afirmava: "Amo a língua portuguesa [...]. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida". Passadas quase três décadas de sua morte, o amor de Clarice pelo idioma não poderia ter melhor abrigo do que o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, que abre na próxima terça-feira uma exposição em sua homenagem.



A mostra, que também marca os 30 anos de lançamento de seu livro mais popular, "A Hora da Estrela", vai ocupar o primeiro andar do museu, onde ficam as exposições temporárias, como a dedicada a "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, que ficou em cartaz durante nove meses, até o dia 28 de fevereiro. Manuscritos e originais datilografados inéditos, assim como a também inédita correspondência com escritores como Rubem Braga, João Cabral de Mello Neto, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade, Erico Veríssimo e Lúcio Cardoso, ajudam a compor o retrato da autora proposto pelos curadores Ferreira Gullar, poeta, crítico e colunista da Folha, e Júlia Peregrino, além dos cenógrafos Daniela Thomas e Felipe Tassara.

A pesquisa e montagem da exposição duraram cerca de três meses e meio. Já na entrada, o público será apresentado a Clarice através de telas de filó, de 6 m x 4,2 m, com imagens da autora em quatro diferentes épocas de sua vida. Por meio das telas, as pessoas poderão ler trechos selecionados de sua obra que se referem à "filosofia clariceana", suas perspectivas sobre vida e morte, natureza, tempo, a língua portuguesa, a escrita etc."Foi uma grande responsabilidade fazer uma síntese da obra de Clarice para o público. Seu universo é complexo e ao mesmo tempo generoso, o que tornou um tanto difícil fazer a seleção de frases e trechos", explica Peregrino. "A idéia, de qualquer jeito, não era esgotar o espectador, e sim deixá-lo instigado a, depois que sair da exposição, conhecer mais a fundo a vida e obra de Clarice."



Clarice Lispector nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik, na Ucrânia, e chegou ao Brasil aos dois meses de idade, naturalizando-se brasileira em 1943. Foi criada em Maceió e Recife, e aos 12 foi para o Rio de Janeiro, onde se formou em direito, trabalhou como jornalista e iniciou sua carreira literária. Lançou seu primeiro livro, "Perto do Coração Selvagem", com apenas 23 anos. Escreveu 26 livros e foi traduzida em 15 línguas.

Casada com o diplomata Maury Gurgel Valente, Clarice viveu muitos anos no exterior e teve dois filhos. Foi do acervo de um deles, Paulo Gurgel Valente, que Peregrino extraiu boa parte do material inédito da mostra. Como uma caderneta com anotações para o seu segundo romance, "O Lustre", as carteiras de identidade da autora e cartas curiosas, como a que ela escreveu para o presidente Getúlio Vargas pedindo a aceleração no seu processo de naturalização.

Mesmo pedido feito por André Carrazzoni, diretor do jornal "A Noite", onde ela trabalhava, em carta endereçada a Oswaldo Aranha, ministro das Relações Exteriores. No texto, Carrazzoni defendia que Clarice, além de jornalista brilhante, era "filha do nosso clima sentimental e moral". Outra curiosidade são os originais de "Água-Viva" (1973), também inéditos, segundo Peregrino, e que trazem uma lista de recomendações para a própria autora, desde as mais objetivas, como "copiar páginas soltas" e "ler cortando o que não presta", à mais poética "abolir a crítica que seca tudo".

Boa parte do material exposto no Museu da Língua será reunida no catálogo da mostra, que será vendido a R$ 20. O volume trará ainda textos de Ferreira Gullar, Benedito Nunes e Nélida Piñon, uma cronologia e reprodução de documentos, originais e cartas. Da Estação da Luz, onde fica em cartaz até o dia 2 de setembro, a exposição parte para o Centro Cultural dos Correios, no Rio, onde Clarice morreu, em dezembro de 1977, apenas um dia antes do seu aniversário.


fonte:Folha de S.Paulo

quinta-feira, 15 de março de 2007

Batman de luxo

Batman, o cavaleiro das trevas


Poucas obras mudaram tanto o mundo dos quadrinhos como “Batman, o cavaleiro das trevas”, de Frank Miller. Seu lançamento, em 1986, alterou para sempre a imagem do Batman, de herói kitsch nos anos 60 para um atormentado combatente do crime. “Foi um movimento necessário do quadrinho americano em direção à renovação. Os super-heróis estavam cansados e o público estava cansado dos super-heróis”, afirma Laerte, quadrinista do jornal “Folha de S. Paulo”.

“Cavaleiro das trevas” traz um Batman envelhecido, com 55 anos, há dez aposentado, após a morte de Jason Todd, o segundo Robin. Mas a crescente violência e uma onda de crimes em Gotham City fazem Bruce Wayne voltar à ativa, mais sombrio e violento como nunca se viu um personagem tão importante dos quadrinhos. Miller ainda teve coragem de colocar Batman lutando contra o maior ícone da DC Comics, Superman.

A edição de luxo da Panini também traz “Cavaleiro das trevas 2”, a fraquíssima continuação de 2002. Também feita por Frank Miller, ficou muito abaixo da qualidade do primeiro “Cavaleiros”.

Batman, o cavaleiro das trevas. Edição definitiva
Frank Miller
Panini, 512 páginas, R$ 95,90


n.r.: o preço é salgaaado!


fonte:G1

António Lobo Antunes leva o prêmio Camões 2007

O português António Lobo Antunes é o vencedor da 19ª edição do Prêmio Camões, a mais importante premiação literária da língua portuguesa. O autor vai receber 100 mil euros (cerca de R$ 270 mil) pela distinção.

O júri deste ano reuniu-se na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e foi constituído pelos brasileiros Letícia Malard e Domício Proença Filho, pelos lusos Fernando J.B.Martinho e Maria de Fátima Marinho, pelo moçambicano Francisco Noa e pelo angolano João Melo.

O Prêmio Camões foi criado em 1988 pelos governos de Portugal e Brasil para estreitar os laços culturais entre os vários países lusófonos e valorizar o patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.

Com a vitória de António Lobo Antunes, sobe para nove o total de autores portugueses vencedores do prêmio. Em 18 anos, receberam ainda o prêmio sete brasileiros, dois angolanos e um moçambicano. Os brasileiros distinguidos com o Prêmio Camões são João Cabral de Mello Neto (1990), Raquel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), Antônio Cândido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003) e Lygia Fagundes Telles (2005).

Um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos e eterno "nobelizável", António Lobo Antunes, 64 anos, é médico psiquiatra de formação, atividade que exerceu no hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, antes de se dedicar exclusivamente à escrita.

A experiência da sua passagem por Angola durante a Guerra Colonial, entre 1970 e 1973, inspirou muitos dos seus livros. 1979 é o ano que assinala o início oficial da sua carreira literária, com a publicação dos romances "Memória de Elefante" e "Os Cus de Judas".

Com 26 títulos publicados e traduzidos em 16 línguas, Lobo Antunes foi já distinguido com o Prêmio Internacional União Latina (2003), Prêmio Jerusalém (2004), Prêmio Ibero-Americano de Letras José Donoso 2006 (pelo conjunto da obra), Prêmio France Culture (1996 e 1997), Grande Prêmio de Romance e Novela APE/IPLB (1985 e 1999) e o Prêmio de Literatura Européia do Estado Austríaco (2000), entre outros.


fonte:Lusa

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Poema inédito de Pablo Neruda por US$3.700

Um poema inédito do Nobel de Literatura chileno Pablo Neruda, escrito em 1963, está à venda por US$ 3.700.

Neruda escreveu o poema, dedicado a uma amiga, sobre uma tábua de madeira. Elvira Morel, comemorava seu aniversário em Limache, 120 quilômetros ao norte de Santiago.

Na ocasião, o poeta chegou e reclamou do barulho que os convidados faziam. "É meu aniversário e estou na minha casa. Se não está gostando, pode ir embora", teria dito Elvira Morel, segundo relato ao jornal "El Mercúrio".

Neruda, amante das festas, não se foi e decidiu pedir desculpas à aniversariante por meio de um poema de 14 linhas escrito com sua pena de tinta verde. "Perdoe o poeta/Um pouco o que lhe passa/Aos poetas e aos loucos/Dá-lhes tua casa", escreveu Neruda na madeira.

O neto de Elvira é quem oferece o poema, por US$ 3.700, em anúncio nos classificados do jornal chileno.


fonte:ANSA
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